<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-8061690042395195809</id><updated>2012-02-18T11:17:59.719-08:00</updated><category term='consumo'/><category term='publicidade'/><category term='responsabilidade'/><category term='crianças'/><title type='text'>Canto da Sustentabilidade e da Cidadania</title><subtitle type='html'>Meio Ambiente, Sustentabilidade, Consumo Consciente e Cidadania são os temas que fazem parte da minha agenda e, eu faço votos, que também faça parte da agenda de muita, muita gente preocupada com o futuro do nosso querido planetinha azul.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://cantodasustentabilidade.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8061690042395195809/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cantodasustentabilidade.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8061690042395195809/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>Reinaldo Canto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12898880137063980975</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_29loQXKfdYY/SgFuHP9C0JI/AAAAAAAAABQ/0V8UZYL8EL8/S220/BOB+3.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>140</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8061690042395195809.post-7631781725318671648</id><published>2012-02-18T11:17:00.000-08:00</published><updated>2012-02-18T11:17:59.728-08:00</updated><title type='text'>AS BOAS PERSPECTIVAS DE UMA ECONOMIA CRIATIVA E SUSTENTÁVEL</title><content type='html'>&lt;b&gt;Sites de venda, troca e aluguel de usados oferecem uma bela alternativa ao consumismo compulsivo &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;Por Reinaldo Canto*&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma sociedade consumista baseada na compra irracional e por impulso ainda permanece firme e forte sem apresentar mudanças relevantes num horizonte de curto prazo. A publicidade segue firme vendendo produtos e serviços baseados naquilo que, efetivamente, eles não oferecem: alegria, amor e emoções, ou seja, o alcance da felicidade puramente pela via da aquisição de bens materiais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quantas vezes não compramos algo baseado nessas qualificações maravilhosas e realizadoras, mas passado um tempo, em geral bastante curto, descobrimos estupefatos que eles nada mais eram do que objetos inanimados e desprovidos dessa capacidade de realizar sonhos e desejos. Quando úteis, as premissas iniciais apesar de não se concretizarem, serão capazes de justificar a aquisição desses produtos para situações mais corriqueiras e menos fantasiosas. Em caso contrário, quando as emoções “vendidas” pelo anúncio não se comprovarem, restará aquele vazio depressivo e, muitas vezes, um triste e desnecessário desfalque na conta do mês.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas como dizia a minha e as avós de muita gente: “tudo na vida tem solução, menos a morte!”. Pois eis que se consolida no Brasil, uma maneira de, ao menos, remediar aquela compra mal feita. A popularização de sites que vendem usados, como o Mercado Livre, já é uma realidade.  Agora o que começa a fazer parte da realidade brasileira é a troca e em menor medida, até mesmo o aluguel de produtos e serviços. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Recentemente, entraram em operação, entre outros, os sites DescolaAí e BuscaLá. Assim como o Mercado Livre, eles também anunciam a venda de usados, mas têm como foco principal o modelo de negócios conhecido como compartilhamento de bens. Exatamente aquele baseado na troca e aluguel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No caso da locação de produtos, é claro que não estamos fazendo referência ao aluguel de veículos ou de uma casa na praia, e sim de situações bem menos usuais como, por exemplo, o de uma furadeira. Excelente para o uso durante alguns minutos, depois largada num canto para tomar pó e se degradar muitas vezes por anos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse sentido, o compartilhamento de bens pode se tornar um grande aliado para o desenvolvimento sustentável em nosso país. Afinal, a ideia de utilizar durante um período, ao invés de adquirir determinados produtos, reduz o impacto ambiental da produção ao mesmo tempo em que mantêm a economia aquecida. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem dúvida que será preciso vencer enormes barreiras culturais baseadas na posse, mas ao menos, as perspectivas são bastante positivas. Nos Estados Unidos e na Europa essa prática possui exemplos de segmentos específicos como o de roupas e brinquedos infantis. São casos de sucesso já comprovado e que rendem a esses sites receitas contadas aos milhões de dólares e euros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Marcello Simonsen, idealizador do Buscalá, ficava assustado com a enorme geração de lixo das famílias e da sua própria. Além de fazer mudanças no seu próprio cotidiano como a redução no uso de embalagens, reciclagem e doação de bens com pouco ou nenhum uso, pensou que ali poderia estar a possibilidade de um novo negócio. Primeiro Marcello pensou em abrir uma usina de lixo para reciclagem. Desistiu da ideia, mas manteve o foco e criou o BuscaLá ao conhecer algumas experiências internacionais exitosas.   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em funcionamento há menos de um ano (junho de 2011), o BuscaLá, segundo seu criador, espera consolidar o site e a marca. Para conseguir isso, nos parece que o caminho não será fácil, ainda mais se como diz Marcelo o objetivo é conseguir que o aluguel de produtos e serviços assuma um lugar de grande destaque no faturamento do site.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A busca por parcerias com negócios tradicionais e consolidados parece oferecer boas chances para chegar aos resultados almejados pelos sócios do BuscaLá. “Estamos começando agora a trabalhar com loja de usados e o site irá funcionar como um e-commerce externo dando maior visibilidade e apoio a esses negócios”, explica Marcello. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda temos um longo caminho para incutir na mentalidade do brasileiro que mais do que POSSUIR melhor e ideal para todos é USUFRUIR efetivamente dos benefícios oferecidos pelo produto.  Sem dúvida, será melhor para o bolso da gente e para o futuro do planeta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muita coisa precisa mudar, mas felizmente, já há quem enxergue nesse mundo boas possibilidades de transformação rumo ao desenvolvimento sustentável. &lt;br /&gt;Que venham mais negócios assim! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Endereços dos sites citados:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;http://www.buscala.com.br/&lt;br /&gt;http://www.descolaai.com/&lt;br /&gt;http://www.mercadolivre.com.br/&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;*Reinaldo Canto é jornalista, consultor e palestrante. Foi diretor de Comunicação do Greenpeace e coordenador de Comunicação do Instituto Akatu. É colunista da revista Carta Capital, colaborador da Envolverde e professor de Gestão Ambiental na FAPPES. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Artigo publicado originalmente na coluna do autor no site da revista Carta Capital: http://www.cartacapital.com.br/carta-verde/as-boas-perspectivas-de-uma-economia-criativa-e-sustentavel/?autor=599&lt;br /&gt;Blog: cantodasustentabilidade.blogspot.com &lt;br /&gt;site: www.ecocanto21.com.br&lt;br /&gt;email: reicanto@uol.com.br&lt;br /&gt;Linkedin: Reinaldo Canto &lt;br /&gt;Facebook: Reinaldo Canto &lt;br /&gt;MSN: rreicanto@hotmail.com &lt;br /&gt;Skype: reinaldo.canto &lt;br /&gt;Twitter: @ReinaldoCanto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8061690042395195809-7631781725318671648?l=cantodasustentabilidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cantodasustentabilidade.blogspot.com/feeds/7631781725318671648/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8061690042395195809&amp;postID=7631781725318671648&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8061690042395195809/posts/default/7631781725318671648'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8061690042395195809/posts/default/7631781725318671648'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cantodasustentabilidade.blogspot.com/2012/02/as-boas-perspectivas-de-uma-economia.html' title='AS BOAS PERSPECTIVAS DE UMA ECONOMIA CRIATIVA E SUSTENTÁVEL'/><author><name>Reinaldo Canto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12898880137063980975</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_29loQXKfdYY/SgFuHP9C0JI/AAAAAAAAABQ/0V8UZYL8EL8/S220/BOB+3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8061690042395195809.post-4100919402972902553</id><published>2012-02-16T05:53:00.001-08:00</published><updated>2012-02-16T05:53:08.127-08:00</updated><title type='text'>Divulgue também a campanha em apoio a Lúcio Flávio Pinto</title><content type='html'>Blogueiros, jornalistas  e interessados em colaborar com a produção de conteúdo sobre Lúcio Flávio Pinto  para esse espaço podem escrever para somostodoslucioflaviopinto@gmail.com.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com esse espírito colaborativo, a ideia é criar uma rede de produção de textos de divulgação sobre a perseguição ao jornalista e os manifestos produzidos em favor dele pela sociedade civil. Também é possível contribuir por meio da  sugestão de links com notícias sobre o caso e a divulgação das formas de apoiá-lo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E lembre-se: são muito importantes nesse momento as doações e iniciativas destinadas a angariar fundos para o pagamento da indenização à família do empresário Cecílio do Rego Almeida, responsável por um grave esquema de apropriação ilegal de terras públicas e “ofendido moralmente” por ser chamado de “pirata fundiário”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os dados para o depósito e outras formas de atuação estão disponíveis na seção Participe também.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Veja mais informações sobre o caso em Dizem por aí.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8061690042395195809-4100919402972902553?l=cantodasustentabilidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cantodasustentabilidade.blogspot.com/feeds/4100919402972902553/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8061690042395195809&amp;postID=4100919402972902553&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8061690042395195809/posts/default/4100919402972902553'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8061690042395195809/posts/default/4100919402972902553'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cantodasustentabilidade.blogspot.com/2012/02/divulgue-tambem-campanha-em-apoio-lucio.html' title='Divulgue também a campanha em apoio a Lúcio Flávio Pinto'/><author><name>Reinaldo Canto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12898880137063980975</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_29loQXKfdYY/SgFuHP9C0JI/AAAAAAAAABQ/0V8UZYL8EL8/S220/BOB+3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8061690042395195809.post-6357782055392922589</id><published>2012-02-09T05:03:00.000-08:00</published><updated>2012-02-09T05:03:14.240-08:00</updated><title type='text'>A CIDADE, AS PESSOAS E AS CHUVAS DE VERÃO</title><content type='html'>&lt;b&gt;Por Reinaldo Canto*&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi um mês de janeiro chuvoso. E como choveu! Os dias totalmente ensolarados puderam ser contados nos dedos em boa parte do território nacional. Como tem sido de praxe, as notícias sobre enchentes e deslizamentos foram acompanhadas das já tradicionais alegações mais do que batidas: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- As águas do rio invadiram as casas e as pistas da avenida!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- A forte chuva foi à responsável pelo desabamento do morro e pelo soterramento das casas!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- A chuva torrencial foi à causadora da enchente que inundou as casas do bairro! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São bordões a que já nos acostumamos e seu conteúdo, de certa maneira, contribui decisivamente para perpetuar essas conhecidas variações de tragédias de verão com perdas de vidas humanas e prejuízos materiais.&lt;br /&gt;As águas do rio não invadem casas e pistas, elas apenas ocupam, salvo exceções, áreas naturais de transbordo. O problema aí é que as casas, construções, avenidas e estradas é que estão a se utilizar de espaços indevidos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mesmo vale para morros e montanhas desprovidos de suas vegetações naturais. Nesse caso a chuva é injustamente responsabilizada por tragédias. É apenas mais um caso de ocupação irregular. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O processo acelerado de impermeabilização das cidades é um dos fatores que mais contribui para as enchentes. A chuva cai e a água não sendo capaz de escoar, por conseqüência, vai se acumulando sobre superfícies asfaltadas e concretadas provocando as cheias.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao insistir com as mesmas justificativas não enfrentamos verdadeiramente esses problemas. Mesmo que se possa constatar nos últimos anos, o aumento progressivo no volume de chuvas, bem como, períodos de estiagem maiores resultantes do aquecimento global, também é verdade que épocas de chuva e seca são conhecidas e previsíveis.   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nessas ocasiões, são constantemente mencionadas a incompetência, desvios e omissões de nossas autoridades. Obras prometidas que não foram feitas, desleixo na limpeza de rios e córregos, a não retirada de famílias vivendo em áreas de risco e até mesmo a atitude pouco civilizada das pessoas ao jogar lixo nas ruas e rios. Tudo isso é verdade e merece ser denunciado, mas também é preciso interagir de maneira mais amigável com os fenômenos naturais.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com a acelerada urbanização nas sociedades modernas assistimos a um processo de distanciamento do que poderíamos chamar de: “leis da natureza”.  Nada mais, nada menos do que respeitar, entender e conviver com dinâmicas e ciclos do planeta.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitas vezes, ao ultrapassar certos limites, ocorrem reações ambientais que poderiam ser evitadas bastando para isso, apenas, a observação e o conhecimento.  A força de reação da natureza não pode ser desprezada como vêm acontecendo de maneira progressiva. O poder da água, tanto como guardiã da vida na Terra, deve ser respeitado por isso, mas também deve ser entendida como capaz de tirar essas mesmas vidas. As nossas enchentes e o acidente de Fukushima, no Japão, são exemplares dessa força descomunal e destrutiva.     &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Temos o direito, mas também o dever de agir para garantir um ar bom para respirar, água pura para beber e alimentos saudáveis que colaborem com a nossa saúde. Para se alcançar esses objetivos, respeitar o meio ambiente é fundamental. Se no passado a meta era “vencer”, hoje é preciso buscar todos os caminhos para viver em harmonia com a natureza e dela extrair todos os benefícios resultantes dessa boa convivência.      &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;As boas intenções  &lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Recentemente, com as melhores intenções, não duvido disso, um grande banco anunciava: “O que a enchente destruiu sozinha, a gente pode reconstruir juntos” e colocou à disposição um número de conta para ajudar as pessoas e famílias prejudicadas pelas chuvas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa é uma típica situação de desconhecimento das leis naturais, conforme descrevi acima. Em primeiro lugar a enchente não destruiu sozinha, o ser humano deu a sua contribuição determinante ao construir em locais inadequados, não permitindo a vazão das águas. Depois, ao falar em reconstruir, que significa fazer da mesma maneira, do mesmo jeito e no mesmo lugar serão cometidos os mesmos erros que levaram a tragédia.   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse caso, vale à pena rever valores e estratégias para obter os melhores resultados para o banco e para as pessoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;*Reinaldo Canto é jornalista, consultor e palestrante. Foi diretor de Comunicação do Greenpeace e coordenador de Comunicação do Instituto Akatu. É colunista da revista Carta Capital, colaborador da Envolverde e professor de Gestão Ambiental na FAPPES. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Artigo publicado originalmente na coluna do autor no site da revista Carta Capital: http://www.cartacapital.com.br/carta-verde/a-cidade-as-pessoas-e-as-chuvas-de-verao/?autor=599&lt;br /&gt;Blog: cantodasustentabilidade.blogspot.com &lt;br /&gt;site: www.ecocanto21.com.br&lt;br /&gt;email: reicanto@uol.com.br&lt;br /&gt;Linkedin: Reinaldo Canto &lt;br /&gt;Facebook: Reinaldo Canto &lt;br /&gt;MSN: rreicanto@hotmail.com &lt;br /&gt;Skype: reinaldo.canto &lt;br /&gt;Twitter: @ReinaldoCanto&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8061690042395195809-6357782055392922589?l=cantodasustentabilidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cantodasustentabilidade.blogspot.com/feeds/6357782055392922589/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8061690042395195809&amp;postID=6357782055392922589&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8061690042395195809/posts/default/6357782055392922589'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8061690042395195809/posts/default/6357782055392922589'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cantodasustentabilidade.blogspot.com/2012/02/cidade-as-pessoas-e-as-chuvas-de-verao.html' title='A CIDADE, AS PESSOAS E AS CHUVAS DE VERÃO'/><author><name>Reinaldo Canto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12898880137063980975</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_29loQXKfdYY/SgFuHP9C0JI/AAAAAAAAABQ/0V8UZYL8EL8/S220/BOB+3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8061690042395195809.post-4863928728300932886</id><published>2012-01-29T16:31:00.000-08:00</published><updated>2012-01-29T16:47:45.263-08:00</updated><title type='text'>A LÓGICA ILÓGICA DE UM MUNDO LINEAR E INFINITO</title><content type='html'>&lt;i&gt;&lt;b&gt;Por Reinaldo Canto*&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não desejo causar polêmica, muito menos ser condenado ao fogo dos infernos que habitam as profundezas de nossa eternidade, mas diante de fatos incontestáveis sou obrigado a fazer uma categórica afirmação que a alguns poderá parecer absurda:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- O mundo é redondo ou pelo menos algo muito próximo disso!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Claro que para alguns pode soar óbvio demais, já que a constatação cartesiana foi provada há muito tempo e ainda temos imagens de satélites capazes de refutar quaisquer outras teorias e interpretações a respeito da circunferência terrena.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portanto, a troco de que inicio estas linhas temeroso de causar espanto e de receber admoestações e críticas por “chover no molhado”?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Simples: é que se fosse tão óbvio, como explicar que a lógica fordista, uma longa linha de produção a principiar na extração das matérias-primas passando por sua transformação em produtos, depois o consumo e, posteriormente, um simples e irreal descarte, funcione apenas como se vivêssemos numa infinita e eterna linha reta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Era assim que pensavam alguns dos nossos primeiros navegantes. Ao singrar e enfrentar os mares desconhecidos eles teriam pela frente um mundo plano e contínuo e temerosos de cruzar com monstros e dragões a espreita, além de precipícios sem fundo. Mas aí surgiram nossos primeiros astrônomos e cientistas que ousaram, por meio da observação e cálculos precisos, provar, por A mais B, que habitamos um belo, finito e frágil planeta redondo, pois sim!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se então apresentamos esse formato e contamos com recursos limitados existentes em nossa pequena esfera, por que estamos a esgotar tudo o que temos de maneira cada vez mais rápida e frenética?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por que utilizamos materiais essenciais à sobrevivência da humanidade para produzir supérfluos em ritmo alucinante e, depois, com a mesma celeridade “jogamos fora” como se fossem coisas imprestáveis?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em artigo recente fiz menção a constatações do relatório O Estado do Mundo publicado no ano passado de que nos dias atuais são extraídos 50% mais recursos naturais do que há 30 anos. São cerca de 60 bilhões de toneladas anuais de recursos arrancados do planeta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando alguns, mesmo diante dessas obviedades ululantes, ainda se encorajam a dizer que são ações necessárias para se obter o crescimento econômico, podemos elaborar o seguinte questionamento:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Afinal, sobre qual “crescimento” estamos nos referindo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Será o tipo do qual o professor Ladislaw Dowbor, da PUC de São Paulo costuma se referir? Segundo ele, o nosso crescimento é baseado na lógica da célula cancerígena, ou seja, é o de crescer por crescer e nada mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As novas tecnologias foram responsáveis por mudanças extraordinárias, dignas dos sonhos de muitos de nossos ficcionistas mais famosos, mas, em quase todas elas, o modelo de produção é a mesma desde os primórdios da Revolução Industrial. As fábricas evoluíram em sofisticação e velocidade, mas a lógica fordista segue lá, seja no que era usado para produzir o Ford T nos anos 1920, ou agora nos tablets e ipods de última geração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que fica muito claro nessa dinâmica estúpida é a necessidade que temos de parar por alguns momentos e refletir sobre o produzir por produzir, o crescer por crescer, o comprar por comprar e por aí vai.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez precisemos de um pouco mais de questionamentos filosóficos, daqueles que retomem as perguntas simples formuladas na Grécia antiga sobre as próprias razões de nossa existência.  Por que e para que estamos aqui? Para consumir de maneira totalmente irresponsável tudo o que temos de melhor no planeta Terra? Provavelmente não seja essa a melhor resposta!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;*Reinaldo Canto é jornalista, consultor e palestrante. Foi diretor de Comunicação do Greenpeace e coordenador de Comunicação do Instituto Akatu. É colunista da revista Carta Capital, colaborador da Envolverde e professor de Gestão Ambiental na FAPPES. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Artigo publicado originalmente na coluna do autor no site da revista Carta Capital: http://www.cartacapital.com.br/carta-verde/a-logica-ilogica-de-um-mundo-linear-e-infinito/?autor=599 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Blog: cantodasustentabilidade.blogspot.com &lt;br /&gt;site: www.ecocanto21.com.br&lt;br /&gt;email: reicanto@uol.com.br&lt;br /&gt;Linkedin: Reinaldo Canto &lt;br /&gt;Facebook: Reinaldo Canto &lt;br /&gt;MSN: rreicanto@hotmail.com &lt;br /&gt;Skype: reinaldo.canto &lt;br /&gt;Twitter: @ReinaldoCanto&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8061690042395195809-4863928728300932886?l=cantodasustentabilidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cantodasustentabilidade.blogspot.com/feeds/4863928728300932886/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8061690042395195809&amp;postID=4863928728300932886&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8061690042395195809/posts/default/4863928728300932886'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8061690042395195809/posts/default/4863928728300932886'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cantodasustentabilidade.blogspot.com/2012/01/logica-ilogica-de-um-mundo-linear-e.html' title='A LÓGICA ILÓGICA DE UM MUNDO LINEAR E INFINITO'/><author><name>Reinaldo Canto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12898880137063980975</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_29loQXKfdYY/SgFuHP9C0JI/AAAAAAAAABQ/0V8UZYL8EL8/S220/BOB+3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8061690042395195809.post-1404915233981542898</id><published>2012-01-18T13:19:00.000-08:00</published><updated>2012-01-18T13:19:09.639-08:00</updated><title type='text'>A VIDA SEM AS SACOLAS PLÁSTICAS</title><content type='html'>&lt;b&gt;Por Reinaldo Canto*&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;As principais redes supermercadistas de São Paulo anunciam, por meio de cartazes e panfletos, que está chegando ao fim a entrega “gratuita” das sacolinhas plásticas em suas lojas.  A campanha denominada “Vamos Tirar o Planeta do Sufoco” lançada pela APAS, a Associação Paulista de Supermercados, estipula a data de 25/01 para, conforme divulgado, “as sacolas descartáveis deverão ser substituídas por uma opção mais sustentável”. A mudança vai atingir os estabelecimentos associados em 150 cidades onde residem 80% da população do estado de São Paulo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A campanha da APAS informa que apenas na capital são consumidas, mensalmente, 2,5 bilhões de sacolinhas descartáveis. Ainda para justificar a ação, enfatiza: “vamos começar desde já a cuidar do planeta e do futuro das próximas gerações. É um problema de todos nós e somente juntos podemos conquistar grandes vitórias”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A iniciativa da entidade dos supermercadistas de São Paulo acabou, em parte, por substituir a lei sancionada em maio do ano passado pelo prefeito da capital Gilberto Kassab. Segundo a lei as sacolinhas plásticas deveriam ser banidas dos supermercados da cidade a partir de 1º de janeiro de 2012. A medida foi barrada por uma decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo suspendendo a entrada em vigor da lei.  Até segunda ordem, a liminar mantêm as sacolas descartáveis livres da extinção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais severas ou menos rígidas, o certo é que nos últimos anos temos assistido a uma cruzada que, invariavelmente, tem buscado  cercear o uso das sacolinhas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre os consumidores há os que defendem o seu banimento total e outros alegam ser difícil viver sem as onipresentes sacolas plásticas. Quanto à campanha da APAS, uma pesquisa informal feita por esse missivista em três supermercados da capital, constatou que os clientes demonstram perplexidade, surpresa e alguns mesmos afirmam que antes de ser uma medida positiva para o meio ambiente, ela será muito boa para “os próprios supermercados”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o que fez com que as sacolinhas passassem de solução genial para vilã destinada ao banimento? Eis a questão que nos últimos anos ganhou status de Fla x Flu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Uma nova realidade de plástico &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela surgiu na vida do brasileiro lá nos anos 1970. E a novidade não tardou em conseguir um lugar de destaque na vida dos consumidores. As, até então, tradicionais sacolas de papel, caixas de papelão e carrinhos de feira, perderam seu espaço para as sacolinhas descartáveis. Práticas, eficientes e baratas, logo elas dominaram o cenário das compras e dos transportes de pequenos objetos. Por onde quer que se olhasse, lá estavam elas soberanas nas mãos de toda a gente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, infelizmente, a sua presença não se restringiu as nobres funções. O uso, e mesmo o descarte indiscriminado, transformou as sacolinhas de polietileno confeccionadas a partir de derivados de petróleo, em grandes vilãs.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Despejadas no meio ambiente sua decomposição pode demorar algumas centenas de anos. Pesquisas indicam que esse período é oitocentas vezes maior que o necessário para a natural eliminação de materiais como papel ou papelão. Se o lixo orgânico, por exemplo, pode levar entre 2 meses e um ano para se decompor naturalmente, os plásticos permanecem impávidos, sem agentes como minhocas, fungos e bactérias que façam esse serviço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao boiar em rios e mares, provocam a morte de peixes por asfixiamento. Nos lixões e aterros sanitários elas dificultam a degradação de outros materiais e na época das fortes chuvas entopem bueiros e contribuem para as enchentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Afinal diante de tantos malefícios, a sacolinha não é, definitivamente, um demônio em forma de plástico? A resposta é: claro que não!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os maiores problemas residem na maneira indiscriminada de seu uso e, posterior descarte, sem o menor cuidado e responsabilidade por parte expressiva da população brasileira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acredito que entre a sua proibição total como prevê a lei paulistana e a iniciativa da APAS, fico sem dúvida com a segunda. Nada melhor do que “pesar no bolso” para fazer com que os “menos conscientes” pensem duas vezes antes de lançar mão de mais sacolinhas ou até mesmo jogá-las em qualquer lugar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por outro lado, é importante também beneficiar o cliente com a nova medida, não só com o apelo de “salvar o planeta”. Como? Em primeiro lugar premiando aqueles que  utilizarem sacolas retornáveis, pois a sensação legítima dos clientes é a de que com a cobrança, os supermercados irão “ganhar mais dinheiro” e toda a iniciativa não passaria de apenas mais uma forma de engordar os lucros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As grandes cadeias varejistas são potenciais transformadoras na busca de uma sociedade mais justa e sustentável, mas as ações precisam ser bastante claras quanto aos seus objetivos. Quanto melhor informados e beneficiados nas boas atitudes, mais fiéis serão os consumidores.  Dessa maneira, se todos estiverem sintonizados e conscientes, aí sim, poderemos dizer que estamos juntos na luta pelo futuro do planeta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;*Reinaldo Canto é jornalista, consultor e palestrante. Foi diretor de Comunicação do Greenpeace e coordenador de Comunicação do Instituto Akatu. É colunista da revista Carta Capital, colaborador da Envolverde e professor de Gestão Ambiental na FAPPES. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Artigo publicado originalmente na coluna do autor no site da revista Carta Capital: http://www.cartacapital.com.br/carta-verde/a-vida-sem-as-sacolas-plasticas/?autor=599 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Blog: cantodasustentabilidade.blogspot.com &lt;br /&gt;site: www.ecocanto21.com.br&lt;br /&gt;email: reicanto@uol.com.br&lt;br /&gt;Linkedin: Reinaldo Canto &lt;br /&gt;Facebook: Reinaldo Canto &lt;br /&gt;MSN: rreicanto@hotmail.com &lt;br /&gt;Skype: reinaldo.canto &lt;br /&gt;Twitter: @ReinaldoCanto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8061690042395195809-1404915233981542898?l=cantodasustentabilidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cantodasustentabilidade.blogspot.com/feeds/1404915233981542898/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8061690042395195809&amp;postID=1404915233981542898&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8061690042395195809/posts/default/1404915233981542898'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8061690042395195809/posts/default/1404915233981542898'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cantodasustentabilidade.blogspot.com/2012/01/vida-sem-as-sacolas-plasticas.html' title='A VIDA SEM AS SACOLAS PLÁSTICAS'/><author><name>Reinaldo Canto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12898880137063980975</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_29loQXKfdYY/SgFuHP9C0JI/AAAAAAAAABQ/0V8UZYL8EL8/S220/BOB+3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8061690042395195809.post-4142798261032702959</id><published>2012-01-04T10:16:00.000-08:00</published><updated>2012-01-04T10:16:01.976-08:00</updated><title type='text'>Um ano realmente novo ou seguiremos na mesma batida da irracionalidade?</title><content type='html'>&lt;b&gt;Por Reinaldo Canto*&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Começo de ano é propício para a realização de reflexões, avaliações e promessas de todos os gêneros. As chamadas resoluções de ano novo servem para o estabelecimento de compromissos diversos que vão de mudanças de atitudes em relação aos outros e a si mesmo. Se depender da nossa vontade, seremos mais tolerantes, generosos, cultos, saudáveis e responsáveis, neste ano que se inicia, do que fomos em todos os anos anteriores de nossas vidas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Certamente muitos dos nossos sinceros desejos não serão capazes de resistir ao primeiro mês, tragados pela dinâmica de nosso cotidiano. De qualquer modo, a passagem de ano possui esse efeito positivo. Não custa nada parar um momento para, quem sabe, redirecionar diversos aspectos de nossa vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bom seria que fizéssemos também uma boa análise, mais abrangente mesmo, em dimensões globais sobre a irracional e destrutiva maneira pela qual estamos consumindo o planeta.  E, isso não é maneira de dizer, literalmente estamos sugando os recursos planetários e o pior, não necessariamente para dar melhores condições de vida para todos os seres humanos. Até podemos afirmar: muito pelo contrário! O que temos feito é consumir mais rápido e descartar  também em ritmo cada vez mais veloz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um bom exemplo são os celulares. Em 2007 os brasileiros trocavam seus aparelhos, em média, a cada dois anos. Atualmente essa troca já está sendo feita em 1 ano e 4 meses. Esse é apenas um caso entre muitos de produtos antes chamados de duráveis que tem se transformado ao longo dos anos em verdadeiras commodities. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O relatório O Estado do Mundo publicado ainda no ano passado pelo World Watch Institute e com versão em português divulgado pelo Instituto Akatu pelo Consumo Consciente já havia constatado essa preocupante situação. Só para se ter ideia das conclusões alcançadas pelo estudo, hoje são extraídos 50% mais recursos naturais do que há 30 anos. São cerca de 60 bilhões de toneladas anuais retiradas do planeta sem a devida reposição.&lt;br /&gt;Entre 1950 e 2005, aponta o relatório, a produção de petróleo cresceu 8 vezes, a de metais 6, o consumo de gás natural 14, a de carvão 6 vezes e a de cobre, 25 vezes. Números assustadores, certo? Pois, vejam que podem ser ainda mais alarmantes, só a produção de plástico cresceu nesse período de pouco mais de 50 anos, 41 vezes!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como disse antes, se ao menos toda essa voracidade tivesse o nobre objetivo de melhorar a vida de todos os habitantes do planeta... vá lá! Mas não é isso que o Estado do Mundo constatou. Segundo o documento, a fatia dos 16% mais ricos do mundo são diretamente responsáveis pelo consumo de 78% dos recursos disponíveis.  Enquanto os outros 84% consomem 22%!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre as diversas e difíceis promessas de ano novo poderia constar uma que, no meu entender, teria boas chances de sucesso, bastando apenas uma pequena reflexão do consumidor: estou consumindo o que realmente preciso? Tenho exagerado nas minhas compras e desperdiçado demais? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem sabe se ao pensar nisso, a gente não conclua que alguns exageros poderão ser evitados daqui para frente. Uma sociedade mais consciente poderá contribuir em muito para frear o consumo irracional e desenfreado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para finalizar, mais alguns números insanos que irão ajudar na sua reflexão: Em 2008, nós habitantes do planeta adquirimos 68 milhões de veículos, 85 milhões de geladeiras, 297 milhões de computadores e 1,2 bilhão de celulares.  Você imagina que esses números sofreram alguma redução nos anos seguintes? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um feliz 2012 mais sustentável!   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;* Reinaldo Canto é jornalista, consultor e palestrante. Foi diretor de Comunicação do Greenpeace e coordenador de Comunicação do Instituto Akatu. É colunista da revista Carta Capital, colaborador da Envolverde e professor de Gestão Ambiental na FAPPES. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Artigo publicado originalmente na coluna do autor no site da revista Carta Capital: http://www.cartacapital.com.br/carta-verde/um-ano-realmente-novo-ou-seguiremos-na-mesma-batida-da-irracionalidade/?autor=599&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Blog: cantodasustentabilidade.blogspot.com &lt;br /&gt;site: www.ecocanto21.com.br&lt;br /&gt;email: reicanto@uol.com.br&lt;br /&gt;Linkedin: Reinaldo Canto &lt;br /&gt;Facebook: Reinaldo Canto &lt;br /&gt;MSN: rreicanto@hotmail.com &lt;br /&gt;Skype: reinaldo.canto &lt;br /&gt;Twitter: @ReinaldoCanto&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8061690042395195809-4142798261032702959?l=cantodasustentabilidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cantodasustentabilidade.blogspot.com/feeds/4142798261032702959/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8061690042395195809&amp;postID=4142798261032702959&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8061690042395195809/posts/default/4142798261032702959'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8061690042395195809/posts/default/4142798261032702959'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cantodasustentabilidade.blogspot.com/2012/01/um-ano-realmente-novo-ou-seguiremos-na.html' title='Um ano realmente novo ou seguiremos na mesma batida da irracionalidade?'/><author><name>Reinaldo Canto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12898880137063980975</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_29loQXKfdYY/SgFuHP9C0JI/AAAAAAAAABQ/0V8UZYL8EL8/S220/BOB+3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8061690042395195809.post-6290463783170436828</id><published>2011-12-22T08:20:00.000-08:00</published><updated>2011-12-22T08:20:21.846-08:00</updated><title type='text'>Do menino Jesus ao consumismo desenfreado</title><content type='html'>Por Reinaldo Canto*&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Qual será o real símbolo do Natal? O presépio em celebração ao nascimento de Jesus Cristo ou a profusão de sacolas de compras que algumas pessoas mal conseguem carregar?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seriam as canções tradicionais, a trilha essencial do Natal ou os jingles comerciais e as vozes dos locutores nos centros de compras anunciando mais uma oferta “imperdível”?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São questões de fácil resposta. Basta observar as lojas entupidas de pessoas entregues a busca desenfreada por produtos e quinquilharias de todos os gêneros e preços.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Graças a esse estado de coisas, as nossas cidades são testemunhas do arrefecimento nas condições do tráfego, as metrópoles sentem uma piora considerável no trânsito já caótico e os cristãos, ou melhor dizendo, consumidores, de tão ávidos, ansiosos e impacientes para se livrar da tarefa de aquisição de produtos, se tornam agressivos e muitas vezes irracionais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do ponto de vista da sustentabilidade, esse é um momento bastante preocupante. Difícil estabelecer qualquer critério de consumo consciente quando o que importa é preencher a lista de compras. Nesse caso os produtos são escolhidos sem muita reflexão e o fato de consumir de empresas social e ambientalmente responsáveis e até mesmo algo que seja prejudicial à própria saúde humana fica relegado a um triste segundo ou terceiro plano. Nessa hora, o que importa é, simplesmente, comprar!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa época do ano deveria ser propícia ao congraçamento, à paz e a harmonia entre os homens, afinal representam algumas das bases defendidas pelo Cristianismo. Ao invés disso, somos inundados por um clima estressante e até mesmo beligerante. E, ao mesmo tempo em que se escolhem os melhores presentes para entes queridos, também é preciso achar algo para aqueles “não tão queridos” para dizer o mínimo. Do cunhado insuportável à sogra ranzinza, ao colega de trabalho pouco colaborativo, todos devem ser contemplados. Afinal, as convenções têm de ser respeitadas independentemente da vontade e do comprometimento financeiro advindos dessas despesas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Consumo Consciente do Dinheiro e do Crédito&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Até mesmo aqueles que durante todo o ano buscam manter o controle de suas contas e, dessa maneira, deixar a vida financeira gozando de boa saúde, ao chegar dezembro abandonam todo esse esforço e bom senso. Pois entram em cena as “inadiáveis e urgentes” compras de Natal!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muita gente se torna refém de uma engrenagem de consumo insana e me parece distante do próprio espírito do Natal. Alguns poderão alegar, em defesa dessa tradição, a cena dos três Reis Magos adentrando a manjedoura para deixar suas oferendas em homenagem ao nascimento do menino Jesus. Mas pelo que se conhece dessa história bíblica, isso foi só quando Ele nasceu, e não temos registro de novos regalos oferecidos pelos Reis Magos ao longo dos 33 anos de existência terrena de Jesus Cristo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Difícil ir contra a corrente quando a própria presidenta Dilma Rousseff apelou aos brasileiros para irem às compras e dessa maneira manter o mercado aquecido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas será mesmo não ser possível outro comportamento? Faltam poucos dias para o Natal, a maior parte das compras já foi realizada, mas é sempre bom lembrar que consumir conscientemente é, entre outras coisas, evitar os exageros, as compras por impulso, optar pelos produtos de empresas social e ambientalmente responsáveis e sempre que possível evitar o uso das desnecessárias embalagens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É importante lembrar também que muitas vezes o simples encontro entre pessoas que se gostam e sinceras demonstrações de amor, carinho e amizade são suficientes para preencher o espaço de um presente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tenha certeza que, no longo prazo, a sustentabilidade humana no planeta dependerá mais do afeto entre as pessoas do que de um mercado aquecido! Que tal propor um amigo secreto?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pelo sim ou pelo não, com ou sem presentes desejo a todos um Feliz Natal e um ótimo 2012!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;* Reinaldo Canto é jornalista, consultor e palestrante. Foi diretor de Comunicação do Greenpeace e coordenador de Comunicação do Instituto Akatu. É colunista da revista Carta Capital, colaborador da Envolverde e professor de Gestão Ambiental na FAPPES. &lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Artigo publicado originalmente na coluna do autor no site da revista Carta Capital: http://www.cartacapital.com.br/sociedade/do-menino-jesus-ao-consumismo-desenfreado/?autor=599&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Blog: cantodasustentabilidade.blogspot.com &lt;br /&gt;site: www.ecocanto21.com.br&lt;br /&gt;email: reicanto@uol.com.br&lt;br /&gt;Linkedin: Reinaldo Canto &lt;br /&gt;Facebook: Reinaldo Canto &lt;br /&gt;MSN: rreicanto@hotmail.com &lt;br /&gt;Skype: reinaldo.canto &lt;br /&gt;Twitter: @ReinaldoCanto&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8061690042395195809-6290463783170436828?l=cantodasustentabilidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cantodasustentabilidade.blogspot.com/feeds/6290463783170436828/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8061690042395195809&amp;postID=6290463783170436828&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8061690042395195809/posts/default/6290463783170436828'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8061690042395195809/posts/default/6290463783170436828'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cantodasustentabilidade.blogspot.com/2011/12/do-menino-jesus-ao-consumismo.html' title='Do menino Jesus ao consumismo desenfreado'/><author><name>Reinaldo Canto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12898880137063980975</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_29loQXKfdYY/SgFuHP9C0JI/AAAAAAAAABQ/0V8UZYL8EL8/S220/BOB+3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8061690042395195809.post-3716400538971393971</id><published>2011-12-09T08:12:00.000-08:00</published><updated>2011-12-09T08:12:52.621-08:00</updated><title type='text'>Brasil é o quinto país que mais investe em energia renovável</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Por Reinaldo Canto*&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O relatório da Conferência das Nações Unidas para Comércio e Desenvolvimento (a Unctad), coloca o Brasil numa posição de destaque em relação à produção de energias renováveis. O país ocupa agora a quinta posição entre os que mais investiram em energias limpas. O montante no ano passado atingiu a marca de US$ 7 bilhões valor ainda distante dos primeiros colocados nesse ranking.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só a China atingiu o valor recorde de US$ 49 bilhões nos investimentos em energias renováveis em 2010, depois dela a Alemanha com pouco mais de US$ 41 bilhões, os Estados Unidos (US$ 30 bilhões) e a Itália (US$ 14 bilhões) completam os primeiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se o investimento crescente em energias limpas e renováveis é algo obviamente digno de comemoração, não podemos esquecer que ele está ocorrendo também em virtude da demanda que não para de crescer. É importante deixar claro que energia renovável não é sinônimo de energia “não impactante”. Isso significa que, como em qualquer instalação de parque energético, as renováveis também causam impactos ambientais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A energia eólica é um bom exemplo. Entre seus diversos estágios para a sua implementação estão: a fabricação das pás eólicas; o transporte de todos os equipamentos necessários até o seu respectivo local de instalação; a montagem do parque e de todas as linhas de transmissão que vão chegar ao consumidor final. São inúmeros impactos todos eles trazendo conseqüências ambientais e sociais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, voltando ao caso brasileiro, o relatório elogia o fato do país ser um dos únicos a ter fixado uma meta de atingir 75% de sua eletricidade proveniente de energias renováveis até 2030. Mas o estudo deixa claro que o Brasil atua fundamentalmente nos setores já consolidados, como biocombustíveis e hidrelétricas, deixando as chamadas opções mais modernas, como eólica e solar, sem o mesmo empenho e atenção, apesar do nosso enorme potencial disponível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os investimentos mundiais em energias renováveis subiram dos US$ 33 bilhões em 2004 para expressivos US$ 211 bilhões no ano passado um salto de 539,4%, sendo o crescimento médio anual de 38%. O relatório alerta para a necessidade de ainda serem feitos maciços investimentos no setor energético renovável, notadamente nos países em desenvolvimento, carentes de energia e de urgentes investimentos para a melhoria da qualidade de vida de suas populações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;* Reinaldo Canto é jornalista, consultor e palestrante. Foi diretor de Comunicação do Greenpeace e coordenador de Comunicação do Instituto Akatu. É colunista da revista Carta Capital, colaborador da Envolverde e professor de Gestão Ambiental na FAPPES. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Artigo publicado originalmente na coluna do autor no site da revista Carta Capital: http://www.cartacapital.com.br/carta-verde/brasil-e-o-quinto-pais-que-mais-investe-em-energia-renovavel/&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Blog: cantodasustentabilidade.blogspot.com &lt;br /&gt;site: www.ecocanto21.com.br&lt;br /&gt;email: reicanto@uol.com.br&lt;br /&gt;Linkedin: Reinaldo Canto &lt;br /&gt;Facebook: Reinaldo Canto &lt;br /&gt;MSN: rreicanto@hotmail.com &lt;br /&gt;Skype: reinaldo.canto &lt;br /&gt;Twitter: @ReinaldoCanto&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8061690042395195809-3716400538971393971?l=cantodasustentabilidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cantodasustentabilidade.blogspot.com/feeds/3716400538971393971/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8061690042395195809&amp;postID=3716400538971393971&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8061690042395195809/posts/default/3716400538971393971'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8061690042395195809/posts/default/3716400538971393971'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cantodasustentabilidade.blogspot.com/2011/12/brasil-e-o-quinto-pais-que-mais-investe.html' title='Brasil é o quinto país que mais investe em energia renovável'/><author><name>Reinaldo Canto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12898880137063980975</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_29loQXKfdYY/SgFuHP9C0JI/AAAAAAAAABQ/0V8UZYL8EL8/S220/BOB+3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8061690042395195809.post-3763822000445069793</id><published>2011-11-24T08:59:00.000-08:00</published><updated>2011-11-24T09:03:15.017-08:00</updated><title type='text'>O JORNALISMO A SERVIÇO DA ECONOMIA VERDE</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Por Reinaldo Canto*&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A economia, ao longo do tempo, tem sido a grande propulsora do desenvolvimento humano. Desde as chamadas “descobertas” marítimas de alguns séculos atrás, impulsionadas pelas trocas comerciais e a atual febre de consumo na incessante busca por novidades tecnológicas, para ficar em dois exemplos, foram no passar dos anos exercendo uma pressão crescente sobre os recursos do planeta e fazendo surgir problemas desconhecidos no passado, caso mais emblemático do aquecimento global.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já que o desequilíbrio na utilização desses recursos e a consequente insustentabilidade dos padrões de consumo são grandes responsáveis pelo atual estado de coisas, nada melhor do que apostar nas soluções, exatamente vindas das mudanças encampadas ou seriamente encaradas pelos setores relevantes da economia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também não é por outra razão que a denominada “economia verde” seja um dos principais pontos de discussão propostos para a Conferência Rio+20, programada para acontecer em junho do próximo ano, aqui no Rio de Janeiro. E o debate já tem um importante ponto de partida que é o relatório lançado este ano pelo PNUMA, cujo título é “Rumo a uma Economia Verde: Caminhos para o Desenvolvimento Sustentável e a Erradicação da Pobreza”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A quarta edição do Congresso Brasileiro de Jornalismo Ambiental não tem fugido à regra e muitas das plenárias, oficinas, palestras e rodas de conversa tem como foco principal, exatamente a economia. Análises de ações empresariais, a transição para uma economia verde, o desenvolvimento sustentável e a alteração no padrão de consumo são alguns assuntos presentes ao evento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E qual o papel que cabe aos profissionais de comunicação em todo esse cenário? Como podemos contribuir para que o mundo acelere o passo rumo a um desenvolvimento mais equilibrado e menos insustentável?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acredito que a resposta esteja, antes de mais nada, na seriedade e no aprofundamento necessário exigido pelo tema. Fazendo uso do espírito crítico peculiar à nossa profissão, nós jornalistas devemos questionar, indagar e, porque não, cobrar a atuação responsável das empresas e do poder público para que priorizem o atendimento às reais necessidades sociais e ambientais baseadas nos critérios de desenvolvimento sustentável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O congresso tem servido para que façamos um pouco dessa lição de casa, trocando informações e experiências vividas no dia a dia nas mais diferentes mídias, sejam elas segmentadas ou não. Daqui, tenho certeza, sairemos ainda mais preparados para uma batalha que pode até ser árdua, mas também, em razão dos valores nela embutidos, bastante prazerosa e gratificante. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;* Especial para a Envolverde e para o Congresso Brasileiro de Jornalismo Ambiental&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8061690042395195809-3763822000445069793?l=cantodasustentabilidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cantodasustentabilidade.blogspot.com/feeds/3763822000445069793/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8061690042395195809&amp;postID=3763822000445069793&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8061690042395195809/posts/default/3763822000445069793'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8061690042395195809/posts/default/3763822000445069793'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cantodasustentabilidade.blogspot.com/2011/11/o-jornalismo-servico-da-economia-verde.html' title='O JORNALISMO A SERVIÇO DA ECONOMIA VERDE'/><author><name>Reinaldo Canto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12898880137063980975</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_29loQXKfdYY/SgFuHP9C0JI/AAAAAAAAABQ/0V8UZYL8EL8/S220/BOB+3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8061690042395195809.post-8209207378421464071</id><published>2011-11-24T08:52:00.000-08:00</published><updated>2011-11-24T08:56:53.516-08:00</updated><title type='text'>UMA REFLEXÃO SOBRE O FUTURO DO TRANSPORTE NAS CIDADES</title><content type='html'>&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Por Reinaldo Canto*&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No último dia 22/09 ocorreu mais uma edição do Dia Mundial Sem Carro. Ocasião que serve ou deveria servir para pensar e refletir sobre a crescente dependência de veículos de transporte individual.  Qual o futuro dessa opção? Quais os limites para o crescimento da indústria automobilística? Será possível equacionar o fato de que milhares de novos carros sejam despejados todos os meses nas ruas de nossas maiores cidades com a busca pela sustentabilidade e qualidade de vida de seus habitantes?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vivemos um estranho e perigoso momento sem que tenhamos idéia de como sair dele. Só no ano passado, segundo a Anfavea - a associação dos fabricantes de veículos - foram vendidos 3,5 milhões de automóveis no país.  As grandes cidades brasileiras estão abarrotadas de carros, em geral com apenas um ocupante em seu interior. Nos últimos anos, com o crescimento econômico e a comemorada ascensão social, o automóvel deixou de ser apenas um sonho de consumo de muitas pessoas para se tornar uma realidade ao alcance dos bolsos ou via crediário.  Esse quadro que já vinha se desenhando ao longo do tempo acelerou muito em anos recentes. Os sucessivos recordes de produção da indústria automobilística obrigam a transformar fortemente a paisagem e a arquitetura das cidades. O carro adquire assim um protagonismo absoluto preenchendo e desvirtuando os espaços antes ocupados pelas pessoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É óbvio que se imaginarmos qualquer grande cidade brasileira sem carros da maneira como estão hoje configuradas, o caos seria inevitável. Nossos ônibus e trens do metrô já circulam com níveis de lotação máxima ou até mesmo, acima disso, quando esses veículos de transporte coletivo se transformam, em ”latas de sardinha”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por outro lado, se não vivemos atualmente um colapso urbano, parece que isso é apenas uma questão de tempo. Afinal, quantos novos viadutos terão de ser construídos, quantas novas avenidas precisarão ser rasgadas redesenhando e desfigurando o espaço urbano e substituindo  espaços de ocupação legítimos das pessoas, ao reduzir ou mesmo eliminar calçadas, calçadões e praças? Quantos milhões, bilhões de reais ainda serão gastos para obras viárias que privilegiam o automóvel?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma cidade sem carros antes de mais nada, teria naturalmente de garantir um transporte coletivo eficiente, seguro e pontual; ciclovias espalhadas por todas as regiões e vistas mais como corredores de tráfego do que meramente para passeios e as calçadas seriam utilizadas naturalmente pelas pessoas, pois deixariam de parecer crateras lunares ou pistas para disputas de rally.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Praças, parques, calçadões e bulevares passariam a ser regra e não exceção. Os moradores da cidade, bem como seus visitantes recuperariam o que nunca deveriam ter perdido: a ocupação natural e democrática de todos os espaços públicos da cidade.&lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;* Reinaldo Canto é jornalista, consultor e palestrante. Foi diretor de Comunicação do Greenpeace e coordenador de Comunicação do Instituto Akatu. É colaborador da Envolverde e professor de Gestão Ambiental na FAPPES. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PUBLICADO ORIGINALMENTE NO JORNAL DA TARDE EM 24/10/11&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8061690042395195809-8209207378421464071?l=cantodasustentabilidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cantodasustentabilidade.blogspot.com/feeds/8209207378421464071/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8061690042395195809&amp;postID=8209207378421464071&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8061690042395195809/posts/default/8209207378421464071'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8061690042395195809/posts/default/8209207378421464071'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cantodasustentabilidade.blogspot.com/2011/11/uma-reflexao-sobre-o-futuro-do.html' title='UMA REFLEXÃO SOBRE O FUTURO DO TRANSPORTE NAS CIDADES'/><author><name>Reinaldo Canto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12898880137063980975</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_29loQXKfdYY/SgFuHP9C0JI/AAAAAAAAABQ/0V8UZYL8EL8/S220/BOB+3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8061690042395195809.post-3899627245661254622</id><published>2011-11-09T17:35:00.000-08:00</published><updated>2011-11-09T17:36:25.090-08:00</updated><title type='text'>Cobertura Econômica na Mídia é tema de palestra</title><content type='html'>Estão abertas as inscrições para a palestra A Cobertura Econômica na Mídia, realizada pelo Sindijornalistas em parceria com a Arcelor Mittal Tubarão. O evento faz parte do projeto Sustentabilidade para Comunicadores, cuja proposta é debater sobre temas de interesse da sociedade, tendo como eixo temático as seis dimensões da sustentabilidade: social, econômica, política, ambiental, espiritual e cultural. A palestra acontecerá no dia 10 de novembro, no Radisson Hotel, e contará com a presença do jornalista Reinaldo Canto, que atua como professor de Gestão Ambiental na Faculdade Paulista de Pesquisa e Ensino Superior (FAPPES), consultor, palestrante, articulista e colaborador do site Envolverde e de mídias ambientais, além de editor e redator de relatórios de sustentabilidade e colunista da Carta Capital.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pelo site www.sindijornalistases.org.br. O evento, cujo credenciamento começa às 8h30, termina às 12h e também contará com uma mesa redonda da qual participarão as jornalistas Elaine Silva e Beatriz Seixas, respectivamente, editoras do caderno de economia de A Gazeta e repórter de Economia de A Tribuna. Após a mesa redonda será dado início ao debate com a participação do público. Haverá certificado para os participantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Formado em jornalismo pela Cásper Líbero e pós graduado em Inteligência Empresarial e Gestão do Conhecimento pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Reinaldo Canto passou pelas principais emissoras de televisão e rádio do país, como SBT, Globo, Record e Jovem Pan, além de ter sido colaborador de revistas da Editora Abril. Na área de assessoria de imprensa Reinaldo Canto atuou em grandes empresas, como o Banco do Estado de São Paulo (Banespa). Para conhecer mais o trabalho do jornalista basta acessar http://envolverde.com.br/ e http://www.cartacapital.com.br/author/reinaldo-canto &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Programação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;8h30 | Credenciamento&lt;br /&gt;09h00 | Abertura&lt;br /&gt;09h10 | Palestra A cobertura Econômica na Mídia&lt;br /&gt;Palestrante: Reinaldo Canto, jornalista e colunista da Revista Carta Capital&lt;br /&gt;10h10 | Mesa redonda&lt;br /&gt;Mediadora: Suzana Tatagiba – presidente do Sindijornalistas-ES&lt;br /&gt;Participantes: Elaine Silva (Editora de Economia de A Gazeta) e Beatriz Seixas (Repórter de Economia de A Tribuna)&lt;br /&gt;11h30 | Debate&lt;br /&gt;12h00 | Encerramento&lt;br /&gt;12h10 | Brunch&lt;br /&gt;Local: Radisson Hotel&lt;br /&gt;Inscrições: www.sindijornalistases.org.br&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8061690042395195809-3899627245661254622?l=cantodasustentabilidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cantodasustentabilidade.blogspot.com/feeds/3899627245661254622/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8061690042395195809&amp;postID=3899627245661254622&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8061690042395195809/posts/default/3899627245661254622'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8061690042395195809/posts/default/3899627245661254622'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cantodasustentabilidade.blogspot.com/2011/11/cobertura-economica-na-midia-e-tema-de.html' title='Cobertura Econômica na Mídia é tema de palestra'/><author><name>Reinaldo Canto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12898880137063980975</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_29loQXKfdYY/SgFuHP9C0JI/AAAAAAAAABQ/0V8UZYL8EL8/S220/BOB+3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8061690042395195809.post-2088514948531861528</id><published>2011-10-31T13:09:00.000-07:00</published><updated>2011-10-31T13:14:50.512-07:00</updated><title type='text'>SAI LISTA DE FINALISTAS DO PRÊMIO ALLIANZ DE JORNALISMO AMBIENTAL</title><content type='html'>Autores de 45 trabalhos concorrem a nove prêmios que serão entregues durante cerimônia a ser realizada em São Paulo, no dia 21/11. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Reinaldo Canto está entre os finalistas de mídia on line com o artigo: Parabéns, São Paulo: 7 milhões de carros - publicado na coluna Cidadania &amp; Sustentabilidade no site da revista Carta Capital.&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na 5ª edição do Prêmio Allianz Seguros de Jornalismo, os 20 jurados do Comitê de Seleção e Julgamento tiveram a difícil missão de selecionar os finalistas do concurso dentre os 1261 trabalhos inscritos. O júri elegeu cinco reportagens para cada uma das oito subcategorias e para a nova Categoria Especial Comunicação Corporativa. Todas as matérias foram escolhidas por votação, sem qualquer interferência ou participação da Allianz Seguros. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O Prêmio tem como objetivo principal reconhecer o mérito dos jornalistas tanto na cobertura do mercado de Seguros como em Mudanças Ambientais, afinal, os profissionais da imprensa são os grandes responsáveis por informar e esclarecer a sociedade sobre os temas relevantes que a cercam”, diz Max Thiermann, presidente da Allianz Seguros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma das novidades dessa 5ª edição do Prêmio foi a valorização do trabalho feito também pelas empresas para disseminar conceitos de sustentabilidade. Por isso, houve a criação da Categoria Especial Comunicação Corporativa, que premiará com menção honrosa o melhor trabalho feito para o público interno das organizações sobre o tema mudanças ambientais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A edição deste ano também abriu espaço às reportagens publicadas na web. Por entender a importância de sites e blogs na disseminação de informações entre os leitores, foi criada a subcategoria Mídia On-line, tanto para o tema Seguros como para o tema Mudanças Ambientais. Para essas subcategorias, foi designado o mesmo prêmio das demais: R$ 15 mil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra grande inovação deste ano foi a implementação da tecnologia nos processos de inscrição e julgamento, a fim de otimizar os recursos naturais – seguindo o conceito de sustentabilidade que é inerente ao Prêmio – e oferecer mais praticidade aos concorrentes e jurados. A Allianz desenvolveu um sistema on-line que permitiu aos jornalistas realizarem suas inscrições, sem que houvesse a necessidade de envio das reportagens pelos correios, assim como gastos com impressões. No sistema também foram feitas as análises dos jurados, o que garante transparência e agilidade na avaliação dos trabalhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todas as matérias inscritas foram analisadas pelo Comitê de Seleção e Julgamento,  formado por jornalistas; pesquisadores de instituições como INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), USP e Abema (Associação Brasileira de Entidades Estaduais de Meio Ambiente); professores universitários e profissionais especializados nos temas do concurso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, um novo júri será formado, o do Comitê de Premiação, que avaliará os trabalhos finalistas a fim de definir, também por votação, os vencedores da 5ª edição do Prêmio Allianz Seguros de Jornalismo.  A divulgação dos ganhadores acontece durante cerimônia de premiação a ser realizada em 21 de novembro, em São Paulo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao longo de cinco anos, o Prêmio Allianz Seguros de Jornalismo elevou seu número de inscrições e criou novas categorias, consolidando-se atualmente como um dos principais prêmios de jornalismo do país. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Confira a seguir os 45 finalistas do Prêmio Allianz Seguros de Jornalismo e conheça quem foram os 20 integrantes do Comitê de Seleção e Julgamento: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tema Seguros&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Categoria Linguagem Escrita&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mídia Impressa Nacional e Regional&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Matéria&lt;br /&gt; Autor&lt;br /&gt; Coautores&lt;br /&gt; Veículo&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Seguro agrícola: a esperança chamada fundo de catástrofe (Especial)&lt;br /&gt; Leandro Mariani Mittmann&lt;br /&gt;  A Granja&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Cuidado: o seu seguro pode ser pirata&lt;br /&gt; Saulo Luz&lt;br /&gt;  Jornal da Tarde&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Edifício com mais segurança&lt;br /&gt; Thatiana Pimentel&lt;br /&gt;  Diário de Pernambuco&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Proteção a estatal traz risco a seguro da Copa-14&lt;br /&gt; Toni Sciarretta&lt;br /&gt;  Folha de S.Paulo&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Chinês é novidade até para seguradoras&lt;br /&gt; Viviane Favretto&lt;br /&gt;  Gazeta do Povo&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mídia Impressa Especializada em Seguros&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Matéria&lt;br /&gt; Autor&lt;br /&gt; Coautores&lt;br /&gt; Veículo&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Linha amarela cresce e adere ao seguro&lt;br /&gt; Aline Bronzati&lt;br /&gt;  Revista Apólice&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Bons ventos para o mercado de seguros&lt;br /&gt; Karin Fuchs&lt;br /&gt;  Revista Cobertura&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Novas coberturas para instituições de ensino&lt;br /&gt; Jamille  Niero&lt;br /&gt;  Revista Apólice&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Por que o microsseguro depende de um marco regulatório&lt;br /&gt; Márcia Alves &lt;br /&gt;  Revista Seg News&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Expectativa de crescimento envolve a nova classe média&lt;br /&gt; Olga de Mello&lt;br /&gt;  Revista de Seguros&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mídia Impressa Especializada em Economia e Finanças&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Matéria&lt;br /&gt; Autor&lt;br /&gt; Coautores&lt;br /&gt; Veículo&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Efeito Jirau encarece seguros&lt;br /&gt; André Borges &lt;br /&gt; Luciana Otoni&lt;br /&gt; Valor Econômico&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Incubadora de seguros busca investidor anjo&lt;br /&gt; Flávia Furlan &lt;br /&gt;  Brasil Econômico&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Garanta sua cobertura&lt;br /&gt; Lilian Sobral&lt;br /&gt;  IstoÉ Dinheiro&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Expansão agrícola e renda maior levam as seguradoras ao interior&lt;br /&gt; Sérgio Bueno&lt;br /&gt; Marli Lima, Cesar Felício, Mauro Arbex, Murillo Camarotto&lt;br /&gt; Valor Econômico&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Parceiros podem receber seguro de vida&lt;br /&gt; Thais Folego&lt;br /&gt;  Brasil Econômico&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mídia On-line&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Matéria&lt;br /&gt; Autor&lt;br /&gt; Coautores&lt;br /&gt; Veículo&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Seguradora batalha na justiça para comprovar agravamento intencional do risco&lt;br /&gt; Carol Rodrigues&lt;br /&gt;  Portal Revista Cobertura&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;E quem se importa com o resseguro...&lt;br /&gt; Denise Bueno&lt;br /&gt;  Blog Sonho Seguro&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Não me arrisco na banguela&lt;br /&gt;(Especial)&lt;br /&gt; Julliana de Melo &lt;br /&gt; Gustavo Belarmino&lt;br /&gt; Portal NE10&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Brasil agora apoia seguro transgênico&lt;br /&gt; Mauro Zanatta&lt;br /&gt;  Valor Online&lt;br /&gt;(sucursal Brasília)&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Parece seguro, mas não é&lt;br /&gt; Pedro Duarte&lt;br /&gt;  CQCS&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tema Sustentabilidade – Mudanças Ambientais&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Categoria Linguagem Escrita &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mídia Impressa Nacional e Regional&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Matéria&lt;br /&gt; Autor&lt;br /&gt; Coautores&lt;br /&gt; Veículos&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;A usina que explodiu&lt;br /&gt; Aline Moraes&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt; Época&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Xingu – Rito de passagem (Especial)&lt;br /&gt; Daniela Chiaretti&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt; Valor Econômico&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Desapropriada fazenda que preserva floresta &lt;br /&gt; Marta Salomon&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt; O Estado de S. Paulo&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;7 bilhões: expresso terra lotado&lt;br /&gt; Ricardo Arnt&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt; Revista Planeta&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Código Florestal em causa própria&lt;br /&gt; Vinícius Sassine&lt;br /&gt; Josie Jeronimo e Ivan Iunes&lt;br /&gt; Correio Braziliense&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Mídia On-line&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Matéria&lt;br /&gt; Autor&lt;br /&gt; Coautores&lt;br /&gt; Veículo&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Clima extremo: elétricas se preparam&lt;br /&gt; Alexandre Canazio&lt;br /&gt;  Agência CanalEnergia&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;A construção civil nos passos da sustentabilidade&lt;br /&gt; Eber Freitas&lt;br /&gt;  Portal Administradores&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Comunidades carentes vivem a Revolução dos Baldinhos&lt;br /&gt; Fabiano Ávila&lt;br /&gt;  Portal - Instituto CarbonoBrasil&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Manchas verdes e a falsa ideia da biodiversidade&lt;br /&gt; Fernanda Bittencourt Müller&lt;br /&gt;  Portal - Instituto CarbonoBrasil&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Parabéns, São Paulo: 7 milhões de carros&lt;br /&gt; Reinaldo Canto&lt;br /&gt;  Carta Capital&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Categoria Linguagem Audiovisual&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Mídia Eletrônica – Telejornalismo &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Matéria&lt;br /&gt; Autor&lt;br /&gt; Coautores&lt;br /&gt; Programa/Veículo&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Caatinga&lt;br /&gt; Ana Lúcia Pria&lt;br /&gt;  Globo  Rural&lt;br /&gt;TV Globo&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Agropecuária sustentável e bioenergia rural&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Série)&lt;br /&gt; Jorge Luiz dos Santos, com reportagem de Vico Iasi&lt;br /&gt; Sandro Queiroz, José Donizete dos Santos, Olympio Giuzio&lt;br /&gt; Globo Rural&lt;br /&gt;TV Globo&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Produção irregular de carvão no Piauí&lt;br /&gt; José Raimundo&lt;br /&gt; Bárbara Bom Angelo, German Maldonado, Robel Souza, Genser Freire&lt;br /&gt; GloboNews Especial&lt;br /&gt;GloboNews&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Renascimento de Cubatão&lt;br /&gt; Sergio Gabriel Lopes&lt;br /&gt;  Jornal da Band&lt;br /&gt;TV Bandeirantes&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Ecorede&lt;br /&gt;(Série)&lt;br /&gt; Ulisses Serotini&lt;br /&gt; Dejane Arnhold, Carol Fazzio, Debora Lobo, Érica Arruda, Ailton Caldeira, Belmiro Dias, José Dalci, Marcos Alves, Reyd Antônio, Walcir Veiga, Célio Fernandes, Edson Bacana, Emerson Gonçalo, João Batista Figueiredo, Rosnaldo Saturnino, Wilson Ribeiro, Edilson Oliveira, Luis Guilherme, Rodrigo Gonçalves, Kaká Neves, Marcelo Ponce, Oendel Veiga, Luzimar Collares, Monycka Mariahl, Átilla Eugênio, João Carlos, Mário Lino, Walfrido Gomes, Daniele Vallejo, Marcela Albres, Lucimar Lescano&lt;br /&gt; Rede Matogrossense de Televisão (RMT)&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mídia Eletrônica – Radiojornalismo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Matéria&lt;br /&gt; Autor&lt;br /&gt; Coautores&lt;br /&gt; Veículo&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Contaminação de agrotóxico no leite materno&lt;br /&gt; Adalberto Piotto&lt;br /&gt;  CBN&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O Brasil e os Povos da floresta&lt;br /&gt; Akemi Nitahara&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;Rede Nacional de Rádio&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Lixo/entulho: realidade e desafios de uma grande cidade (Série)&lt;br /&gt; Cátia Toffoletto&lt;br /&gt;  CBN&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Sacolas Plásticas&lt;br /&gt; José de Anchieta , com reportagem de Renata Perobelli&lt;br /&gt; Rodrigo Barros e Cláudia Gouvea&lt;br /&gt; Jovem Pan&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Dengue: por que estamos perdendo a batalha, por que podemos vencer a guerra&lt;br /&gt; Vanessa Bugre&lt;br /&gt; Gabriela Rosa&lt;br /&gt; Rádio UFMG Educativa&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Categoria Especial Comunicação Corporativa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Matéria&lt;br /&gt; Autor&lt;br /&gt; Coautores&lt;br /&gt; Veículo/Empresa&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Flex de peso&lt;br /&gt; Bruno Meirelles&lt;br /&gt;  Revista VidaBosch&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Informativo Sustentabilidade&lt;br /&gt; Cynthia Dalvia&lt;br /&gt;  PepsiCo&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O papel das empresas sustentáveis&lt;br /&gt; Maria Aparecida Flosi Pires Barbosa&lt;br /&gt;  Anuário 2011 Sindhosp&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Sustentabilidade: equilíbrio fundamental&lt;br /&gt; Paula Andrade Barbosa&lt;br /&gt;  Revista Essência Grupo Boticário&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Ventos cheios de energia&lt;br /&gt; Roberto Ângelo de Oliveira Souza&lt;br /&gt;  Revista Universo Cemig&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; JURADOS – Comitê de Seleção e Julgamento&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tema Seguros&lt;br /&gt;Linguagem Escrita&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(em ordem alfabética)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;TEMA SEGUROS – LINGUAGEM ESCRITA&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Chrystiane Silva&lt;br /&gt; É editora de economia e finanças pessoais da revista Você S/A, mantém o blog Seu Dinheiro e é produtora e apresentadora dos programas Invista Melhor e Três Minutos com seu Dinheiro. Acumula passagens pela revista Veja e pelos jornais Folha de S. Paulo e Gazeta Mercantil. É bacharel em Comunicação Social – Jornalismo pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) e tem MBA em Finanças e Informações Econômico-Financeiras pela Fundação Instituto de Administração (FIA-USP).&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Denyse Godoy&lt;br /&gt; É colunista de finanças pessoais da Folha de S. Paulo, na qual já teve passagens como correspondente em Nova Iorque e também como repórter do caderno Dinheiro (atual Mercado) e da Folha.com. A jornalista já atuou no IG e no Valor Econômico. Graduada em Jornalismo pela Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP), fez o curso de especialização em Administração de Empresas para Graduados na Fundação Getúlio Vargas (CEAG-FGV), onde atualmente cursa MBA em Gestão. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Estela Benetti&lt;br /&gt; É colunista na editoria de economia do Diário Catarinense, versões impressa e on-line. A jornalista também passou pelos jornais A Notícia e Jornal de Santa Catarina, pela TVCOM de Joinville e pela assessoria de imprensa da Associação Empresarial de Joinville (Acij). Possui MBA em Finanças pela Univille com módulo em Gestão Empresarial pela Universidade do Estado da Pensilvânia Pen State, nos EUA.  É graduada em Jornalismo e em Ciências Econômicas pela Universidade Federal de Santa Maria. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Silvana Mautone&lt;br /&gt; É repórter do setor de transportes da Agência Estado. Há 16 anos na área econômica, a jornalista já passou por veículos como Folha de S.Paulo, revista Época Negócios, revista Exame e jornal Gazeta Mercantil. Graduada em Jornalismo pelo Instituto Metodista de Ensino Superior e em História pela USP, Silvana passou por cursos internacionais, dentre eles o de Relações Internacionais na New York University e cursos na área de global affairs pela London School of Economics and Political Science. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; Vânia Absalão&lt;br /&gt; Atualmente, dirige a VTN Comunicação, empresa especializada em assessoria de imprensa e edição de publicações em seguros, economia e negócios. Tem passagens pela Câmara Americana de Comércio Brasil Estados Unidos, Serviço Federal de Processamento de Dados, Bolsa Brasileira de Futuros, CNSeg e Escola Nacional de Seguros (Funenseg). Foi repórter das revistas Agricultura de Hoje, Tendência e Manchete, da Bloch Editores. Atuou ainda como assessora de comunicação da Organização dos Estados Americanos (OEA). &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tema Especial de Sustentabilidade – Mudanças Ambientais&lt;br /&gt;Júri técnico-científico&lt;br /&gt;(em ordem alfabética)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tema Especial de Sustentabilidade – Mudanças Ambientais&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Luciana Soler&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Linguagem Escrita)&lt;br /&gt; Bacharel em Física pela UFMS, mestre em Sensoriamento Remoto pelo INPE e atualmente finaliza o doutorado em Ecologia e Recursos Naturais pela Universidade de Wageningen, Holanda. É pesquisadora no projeto de colaboração operacional e científica entre o INPE e o Planetary Skin Institute. Integrou equipes em empresas como a Threetek e a Nature Sensoriamento Remoto e Geoprocessamento, bem como em instituições de pesquisa como a Funcate e o Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pesquisa (Coppe/UFRJ).&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Manoel Cardoso&lt;br /&gt;(Linguagem Audiovisual)&lt;br /&gt; Atua como pesquisador no Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), é doutor em Earth and Environmental Science desde 2004 pela University of New Hampshire, EUA. Cardoso é físico por formação e mestre em Meteorologia pela Universidade de São Paulo (USP-SP). O tópico principal de estudo do pesquisador é a modelagem computacional das relações entre condições climáticas e a dinâmica dos ecossistemas terrestres. Possui sete artigos completos publicados em periódicos.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tema Especial de Sustentabilidade – Mudanças Ambientais&lt;br /&gt;Linguagem Escrita&lt;br /&gt;Júri especializado em Sustentabilidade e Jornalismo&lt;br /&gt;(ordem alfabética)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tema Especial de Sustentabilidade – Mudanças Ambientais&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Aldem Bourscheit&lt;br /&gt; É hoje responsável pela comunicação do programa Cerrado-Pantanal do WWF-Brasil. Acumula na bagagem trabalhos para veículos como Valor Econômico, Rádio Gaúcha, revista Página 22 e site O Eco. É graduado em Jornalismo pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos e pós-graduado em Meio Ambiente, Economia e Sociedade pela Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais. Também foi assessor do Ministério do Meio Ambiente e prestou consultoria a empresas e organizações não governamentais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Amália Safatle&lt;br /&gt; É editora-fundadora da revista Página 22 - publicação constituída pelo Centro de Estudos em Sustentabilidade da FGV e por jornalistas independentes - e colunista quinzenal da revista eletrônica Terra Magazine, do portal Terra. Acumula passagem pela revista Carta Capital, na qual trabalhou por dez anos e ocupou os cargos de repórter, editora de economia e colunista na área socioambiental. Também atuou como repórter no jornal Gazeta Mercantil e como assessora de comunicação na Associação Brasileira dos Analistas do Mercado de Capitais (Apimec).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Efraim Neto&lt;br /&gt; É editor da revista Com Ciência Ambiental e ex-consultor de comunicação do Observatório da Equidade do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES) da Presidência da República. Possui graduação em Comunicação Social – Jornalismo pelo Centro Universitário Jorge Amado, Salvador (BA). Tem experiência profissional na cobertura de eventos internacionais (World Youth Congress e Fórum Social Mundial) e em assessoria de comunicação de organizações como a 350.org. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; Marcelo Bauer&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; Ao lado de Andréia Peres, fundou a Cross Content em dezembro de 2001 e conduz projetos para todos os clientes da produtora nas áreas editorial, de responsabilidade social e de branded content. Começou sua carreira como redator de política na Folha de S.Paulo e, posteriormente, foi repórter em O Globo, chefe de reportagem em O Estado de S.Paulo e editor de política na revista IstoÉ. Também integrou a primeira equipe de jornalismo on-line da editora Abril, pelo portal Brasil On-Line.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Sandra Sinicco&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; É fundadora da Ecopress, primeira agência de notícias ambientais do Brasil. Graduada em jornalismo pela Universidade Metodista de São Paulo, tem especialização em Marketing pela ESPM. Foi fundadora da Associação Brasileira das Agências de Comunicação (Abracom) e é CEO do GrupoCASA, agência de comunicação estratégica. Além disso, analisa semanalmente como a imprensa brasileira aborda questões ambientais no programa Mega Brasil, veiculado pela internet e dirigido aos jornalistas.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tema Especial de Sustentabilidade – Mudanças Ambientais&lt;br /&gt;Categoria Linguagem Audiovisual &lt;br /&gt;Radiojornalismo&lt;br /&gt;(ordem alfabética)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tema Especial de Sustentabilidade – Mudanças Ambientais&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Anderson França&lt;br /&gt; Foi coordenador de Jornalismo da rádio Record AM-1000 por dez anos e idealizador e apresentador dos jornais Repórter Record e Central Record de Notícias. Graduado em Jornalismo pela Fundação Cásper Líbero, tem passagens pelas rádios Globo, CBN, Eldorado e Capital. Foi vencedor dos prêmios Banespa Ecologia, Rotary Ecologia e Instituto de Engenharia e Saneamento Ecologia e professor de Comunicação Social da Rádio Oficina nas disciplinas de Radiodifusão, Sonoplastia e História do Rádio.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Lenize Villaça&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; É professora da Universidade Presbiteriana Mackenzie, em São Paulo, no programa de pós-graduação em jornalismo contemporâneo. Na graduação, comanda a disciplina de Radiojornalismo. Possui mestrado em Ciências da Comunicação pela Universidade de São Paulo (ECA-USP) e bacharelado em Comunicação Social – Jornalismo pela Universidade Estadual de Londrina (UEL). Tem passagens pela Rádio Alvorada, em Londrina, e pela Rádio Capital, em São Paulo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Tatiana Ferraz&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; É professora de Telejornalismo e Radiojornalismo na Fundação Cásper Líbero e mestranda em Comunicação na Contemporaneidade. Supervisora do programa laboratório (revista eletrônica) "Edição Extra", que vai ao ar pela rede Gazeta de televisão. Acumula passagens pelas rádios Jovem Pan, Cultura e Eldorado e pelas TVs Gazeta, Record, Cultura e SBT, pela qual fez a cobertura jornalística da Copa do Mundo da França, em Paris. Possui graduação em jornalismo pela Universidade Metodista de São Paulo.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Tema Especial de Sustentabilidade – Mudanças Ambientais&lt;br /&gt;Categoria Linguagem Audiovisual &lt;br /&gt;Telejornalismo&lt;br /&gt;(ordem alfabética)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tema Especial de Sustentabilidade – Mudanças Ambientais&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Heidy Vargas&lt;br /&gt; É professora dos cursos de Jornalismo e RTV da Universidade Metodista de São Paulo e pesquisadora do Centro de Pesquisa do Cinema Documentário da Unicamp (CEPECIDOC). Possui experiência na área de comunicação, com ênfase em telejornalismo e cinema, atuando principalmente nas áreas de jornalismo televisivo e comunitário, história do cinema documentário e cinema documentário brasileiro. Tem passagens pelo Jornal Nacional, da rede Globo, e pelo Jornal da Band, da TV Bandeirantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Mariana Kotscho&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; Foi repórter dos canais SBT, Record e Globo. Em 2008, foi uma das coordenadoras do I Fórum Internacional de Comunicação e Sustentabilidade, em Brasília. No ano de 2002, venceu o prêmio Vladimir Herzog de Jornalismo graças à reportagem sobre o DOPS, exibida pelo canal Globonews, e, em 1999, foi finalista do Grande Prêmio Ayrton Senna de Jornalismo, com reportagens feitas no Ceará para o Jornal Nacional, da rede Globo. Atualmente, dirige e apresenta o programa Papo de Mãe, no ar pela TV Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Silvio Barbosa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; Doutor em Comunicação pela ECA-USP e mestre em Filosofia do Direito também pela USP, graduou-se em Jornalismo pela Cásper Líbero e em Direito pela PUC-SP. É professor adjunto de Ética e Legislação e de Telejornalismo na Faculdade Cásper Líbero e na FMU/FIAM. Foi editor-chefe do Jornal da Gazeta, editor-executivo do Bom Dia Brasil, editor de geral dos telejornais Hoje, SPTV, Jornal da Globo, Jornal da Band e Jornal da Record e editor-executivo e internacional do telejornalismo da TV Cultura. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Vanderlei de Souza&lt;br /&gt; É formado em Jornalismo, Publicidade e Radialismo. Atua há mais de 20 anos nas áreas de Comunicação, Cultura e Educação e no planejamento, produção e elaboração de projetos e cursos. Assessor de imprensa e produtor de vídeos institucionais, é também mestre em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP e professor nos cursos de Jornalismo da Universidade Presbiteriana Mackenzie e da Faculdade Paulus de Tecnologia e Comunicação, mais especificamente nas áreas de jornalismo audiovisual e impresso.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sobre a Allianz Seguros &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No país há 107 anos, a Allianz Seguros está presente em todo o território nacional por meio de suas 60 filiais, seus 1300 funcionários e, também, por meio do apoio de cerca de 14 mil corretores, responsáveis pela comercialização de seus produtos e serviços para pessoas e empresas. A Allianz Seguros atua no Brasil em ramos elementares e em saúde empresarial. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Allianz Seguros é uma empresa do Grupo Allianz SE, um dos líderes mundiais em seguros e o maior da Europa. O grupo conta com 151 mil funcionários que atendem a 76 milhões de clientes em mais de 70 países. Além de oferecer produtos e serviços, a Allianz também se destaca na área de pesquisa de grandes riscos, em estudos de sustentabilidade e nos investimentos em fontes renováveis de energia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Allianz SE é membro da Transparência Internacional e apoia os princípios do Pacto Global das Nações Unidas e as Diretrizes da OCDE para Multinacionais por meio de seu Código de Conduta. A organização é uma das líderes do setor de seguros no índice Dow Jones de Sustentabilidade, listado no FTSE4GOOD, e no Carbon Disclosure Leadership Index (Carbon Disclosure Project, CDP6). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Allianz é a marca global mais sustentável no setor de serviços financeiros. A seguradora aparece na 21ª posição geral no relatório Best Global Green Brands, feito pela consultoria Interbrand, líder mundial em avaliação de marcas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8061690042395195809-2088514948531861528?l=cantodasustentabilidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cantodasustentabilidade.blogspot.com/feeds/2088514948531861528/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8061690042395195809&amp;postID=2088514948531861528&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8061690042395195809/posts/default/2088514948531861528'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8061690042395195809/posts/default/2088514948531861528'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cantodasustentabilidade.blogspot.com/2011/10/sai-lista-de-finalistas-do-premio.html' title='SAI LISTA DE FINALISTAS DO PRÊMIO ALLIANZ DE JORNALISMO AMBIENTAL'/><author><name>Reinaldo Canto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12898880137063980975</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_29loQXKfdYY/SgFuHP9C0JI/AAAAAAAAABQ/0V8UZYL8EL8/S220/BOB+3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8061690042395195809.post-6201480941693283660</id><published>2011-10-21T07:19:00.000-07:00</published><updated>2011-10-21T07:22:34.255-07:00</updated><title type='text'>BRASILEIROS DESCONHECEM RIO+20: E NÓS JORNALISTAS COM ISSO?</title><content type='html'>&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Conferência internacional a ser realizada em 2012 em nosso país é ignorada pela maioria da população&lt;br /&gt;Por Reinaldo Canto*&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pergunte a qualquer vizinho, familiar, amigo ou colega de trabalho sobre a Copa do Mundo no Brasil. Existe alguém que não saiba da sua realização em 2014? É pouco provável que encontremos pessoas alheias a esse fato tão comentado e discutido, nem sempre de maneira muito positiva. O certo é que faltam ainda três anos para o início da disputa e, certamente, a maioria dos brasileiros está devidamente informada sobre esse grande acontecimento.     &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já em relação a Rio+20, evento capaz de atrair representantes de 200 países e que irá colocar o país, vinte anos após a Eco-92, novamente no centro das discussões ambientais com temas relevantes como desenvolvimento sustentável, economia verde e erradicação da pobreza, faça a mesma pergunta e a resposta invariavelmente será uma interrogação. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É chocante, mas ao mesmo não surpreende o resultado da pesquisa divulgada pelo Instituto Vitae Civilis em parceria com a Market Analysis. O estudo concluiu que apenas 11,5% estão familiarizados com a Rio+20 e dois em cada três entrevistados não tem ideia do que se trata.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A enquete foi feita por telefone com 806 pessoas, integrantes de todas as classes sociais. Das respostas, 4,4% disseram ter ouvido “muito” sobre a conferência e 7,7% escutaram “alguma coisa” sobre ela. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Menos mal que essa minoria informada sobre a Rio+20 tem grande interesse nos temas a serem discutidos na conferência (73%) e consideram as mudanças climáticas um problema sério a ser combatido (92%). O que só reforça o caráter, infelizmente, “elitista” do tema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas como é possível aceitar placidamente que discussões sérias e altamente relevantes para a vida das pessoas e suas famílias sejam simplesmente ignoradas? Enquanto a Copa do Mundo, evento transitório, de ganhos duvidosos para o Brasil receba tanta atenção de todos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quero deixar claro que não contesto aqui a boa cobertura da Copa, pois são extremamente relevantes as matérias sobre os valores e orçamentos envolvidos, as grandes obras de estádios e de infraestrutura necessárias para sediar o evento.  É óbvia a importância da Copa e ponto.   Nesse caso, é impossível fazer tal comparação e, certamente, a magnitude da Copa leva nítidas vantagens. Mas, talvez melhor que comparar, a ideia central desse artigo seja de indagar: por que tantos sabem sobre um evento e tão poucos sobre outro?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em entrevista ao jornal O Estado de São Paulo, o coordenador de Processos Internacionais do Instituto Vitae Civilis, Aron Belinky, aponta o ceticismo quanto ao alcance de resultados concretos, a complexidade e difícil compreensão dos temas e até mesmo a responsabilidade do governo em dar visibilidade ao evento, entre as principais razões para o decepcionante interesse da população sobre a Rio+20.&lt;br /&gt;      &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Desafio para a IV Conferência Brasileira de Jornalismo Ambiental   &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E qual a responsabilidade de nós jornalistas? Será que a imprensa tem conseguido colocar na pauta os temas da sustentabilidade de maneira que as pessoas compreendam a sua importância? O que falta e o que devemos fazer para transformar esses assuntos de, “difícil compreensão”, mas vitais para o nosso futuro, em algo que seja facilmente entendível, assimilável por qualquer pessoa?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Afinal, por que tem sido tão complicado “vender” a ideia de que o nosso futuro depende de um mundo mais equilibrado e, portanto, mais sustentável? O que e como precisamos dizer, para uma boa compreensão, que muitos dos nossos problemas atuais residem no consumismo exacerbado, na destruição de nossos recursos mais essenciais em nome da ganância de alguns poucos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em novembro, mais precisamente nos dias 17, 18 e 19, irá acontecer a quarta edição do Congresso Brasileiro de Jornalismo Ambiental e não é por outra razão que a cidade do Rio de Janeiro será a sede desse nosso encontro. (http://cbja-rio2011.com.br/)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa será uma ótima oportunidade para debatermos nosso papel na discussão e no entendimento da Rio+20, assim como, nas coberturas de temas ambientais, desenvolvimento sustentável e afins.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com certeza, a nós jornalistas não podem ser debitadas, isoladamente, a pouca compreensão e interesse em relação a Rio+20. Mas, posso afirmar que temos espaço e condições para desempenhar com maior eficiência o nosso papel de informar a sociedade sobre os desafios rumo a um mundo mais justo e sustentável.     &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* &lt;strong&gt;Reinaldo Canto é jornalista, consultor e palestrante. Foi diretor de Comunicação do Greenpeace e coordenador de Comunicação do Instituto Akatu. É colunista da revista Carta Capital, colaborador da Envolverde e professor de Gestão Ambiental na FAPPES. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Artigo publicado originalmente na coluna do autor, Cidadania &amp; Sustentabilidade, no site da revista Carta Capital: http://www.cartacapital.com.br/carta-verde/brasileiros-desconhecem-rio20-e-nos-jornalistas-com-isso &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Blog: cantodasustentabilidade.blogspot.com &lt;br /&gt;Linkedin: Reinaldo Canto &lt;br /&gt;Facebook: Reinaldo Canto &lt;br /&gt;MSN: rreicanto@hotmail.com &lt;br /&gt;Skype: reinaldo.canto &lt;br /&gt;Twitter: @ReinaldoCanto&lt;br /&gt; &lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8061690042395195809-6201480941693283660?l=cantodasustentabilidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cantodasustentabilidade.blogspot.com/feeds/6201480941693283660/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8061690042395195809&amp;postID=6201480941693283660&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8061690042395195809/posts/default/6201480941693283660'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8061690042395195809/posts/default/6201480941693283660'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cantodasustentabilidade.blogspot.com/2011/10/brasileiros-desconhecem-rio20-e-nos.html' title='BRASILEIROS DESCONHECEM RIO+20: E NÓS JORNALISTAS COM ISSO?'/><author><name>Reinaldo Canto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12898880137063980975</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_29loQXKfdYY/SgFuHP9C0JI/AAAAAAAAABQ/0V8UZYL8EL8/S220/BOB+3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8061690042395195809.post-6850801013731465013</id><published>2011-10-10T11:10:00.000-07:00</published><updated>2011-10-10T11:17:32.468-07:00</updated><title type='text'>FINALISTAS PRÊMIO J&amp;C/HSBC DE IMPRENSA E SUSTENTABILIDADE</title><content type='html'>&lt;em&gt;Comissão de Seleção indica 57 finalistas&lt;br /&gt;Vinícius Sessine (Correio Braziliense) tem três trabalhos selecionados;&lt;br /&gt;Cleide Santos (O Globo) e Samira Cunha (Diário do Nordeste), dois cada&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reunida em São Paulo nesta 2ª.feira (3/10), a&lt;br /&gt;Comissão de Seleção do Prêmio J&amp;Cia/HSBC de&lt;br /&gt;Imprensa e Sustentabilidade indicou 60 trabalhos,&lt;br /&gt;de 57 profissionais, para concorrerem aos R$ 95 mil líquidos que o&lt;br /&gt;concurso oferece. Foram ao todo 692 trabalhos inscritos, divididos&lt;br /&gt;em 190 de jornal, 129 de revista, 25 de rádio, 107 de televisão, 100&lt;br /&gt;de internet, 76 de fotografia, 7 de vídeo e 58 de criação gráfica, representando&lt;br /&gt;23 Estados, além do Distrito Federal (só não estiveram&lt;br /&gt;presentes Amapá, Roraima e Tocantins). Os finalistas são de Amazonas,&lt;br /&gt;Bahia, Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Minas Gerais, Pará,&lt;br /&gt;Paraíba, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Rondônia e&lt;br /&gt;São Paulo. Segundo o relator da comissão, Luciano Martins Costa,&lt;br /&gt;“concluída a primeira etapa da seleção, o Prêmio Jornalistas&amp;Cia/&lt;br /&gt;HSBC de Imprensa e Sustentabilidade já tem uma mensagem importante&lt;br /&gt;para a sociedade: o tema chegou para ficar e se consolida como&lt;br /&gt;uma das prioridades do jornalismo no Brasil. Foram 692 inscritos nas&lt;br /&gt;categorias Jornal, Revista, Rádio, Internet, Televisão e Imagem, com&lt;br /&gt;ampla representatividade de todas as regiões do Brasil, desde os&lt;br /&gt;principais veículos de circulação nacional até emissoras e publicações&lt;br /&gt;regionais, de blogs a portais. Houve uma clara evolução na criatividade&lt;br /&gt;e profundidade das pautas, com novas abordagens ao tema”. Os&lt;br /&gt;classificados passarão agora pelo crivo de um novo júri, a Comissão&lt;br /&gt;de Premiação, que irá apontar os vencedores de cada segmento de&lt;br /&gt;Mídia Nacional e de Mídia Regional e o vencedor do Grande Prêmio.&lt;br /&gt;A festa de premiação acontecerá em 26/10, na EcoHouse, em São&lt;br /&gt;Paulo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Finalistas são de 51 veículos de todo o Pais&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jornal: Ana Paula Pedrosa&lt;br /&gt;Barbosa (O Tempo/MG), com&lt;br /&gt;o trabalho Ações de sustentabilidade&lt;br /&gt;conquistam espaço em&lt;br /&gt;sala de aula; Cleide Aparecida&lt;br /&gt;Carvalho dos Santos (O Globo/&lt;br /&gt;SP), com dois trabalhos: Arrastão&lt;br /&gt;na Amazônia e Pacto pelo fim do&lt;br /&gt;desmatamento coloca Paragominas&lt;br /&gt;no mapa; Daniela Cisneiros&lt;br /&gt;Arrais (Folha de S.Paulo), com&lt;br /&gt;Mude o (seu) mundo; Leonencio&lt;br /&gt;Nossa Júnior (O Estado de&lt;br /&gt;S.Paulo/DF), com Rio Amazonas,&lt;br /&gt;dos Andes ao Atlântico; Rachel&lt;br /&gt;Beatriz Faria Vita (Correio 24&lt;br /&gt;Horas/BA), com Salvador Sustentável;&lt;br /&gt;Ricardo França de&lt;br /&gt;Gusmão (O São Gonçalo/RJ),&lt;br /&gt;com O Peixe chegou. E agora?;&lt;br /&gt;Samira de Castro Cunha&lt;br /&gt;(Diário do Nordeste/CE), com&lt;br /&gt;dois trabalhos: Retrato Sertanejo:&lt;br /&gt;Esperança e Convivência&lt;br /&gt;e Combustíveis limpos: Brasil&lt;br /&gt;investe em inovação; e Vinicius&lt;br /&gt;Jorge Carneiro Sassine (Correio&lt;br /&gt;Braziliense), com três trabalhos:&lt;br /&gt;Angra sob suspeita, A morte no&lt;br /&gt;berço das águas e Código Florestal&lt;br /&gt;em causa própria.&lt;br /&gt;Revista: Alexandre Versignassi&lt;br /&gt;(Superinteressante), com O lado&lt;br /&gt;escuro da comida; Aline Assis&lt;br /&gt;Moraes Ribeiro (Época), com A&lt;br /&gt;usina que explodiu; Bruno Dias&lt;br /&gt;Weis (Trip), com São Paulo e o&lt;br /&gt;rio; Efraim Batista de Souza&lt;br /&gt;Neto (ComCiência Ambiental/&lt;br /&gt;SP), com Da ciência à gestão dos&lt;br /&gt;riscos no Brasil; Fábio Gomes&lt;br /&gt;Pinto Rodrigues (Página 22/&lt;br /&gt;SP), com Inteligência à venda;&lt;br /&gt;Giovana Girardi (Unesp Ciência/&lt;br /&gt;SP), com Jogo “sujo” só até&lt;br /&gt;2014; Jeanne Callegari da Silva&lt;br /&gt;(Vida Simples/SP), com Edição&lt;br /&gt;Sustentabilidade Especial – 100&lt;br /&gt;ideias, ações iniciativas e pessoas&lt;br /&gt;que fazem nosso mundo&lt;br /&gt;melhor: Joana Lehmann Baracui&lt;br /&gt;(Arquitetura&amp;Construção/&lt;br /&gt;SP), com Especial Construção&lt;br /&gt;Sustentável; Natália Cristina C.&lt;br /&gt;Martino (Horizonte Geográfico/&lt;br /&gt;SP), com Estão tirando a água&lt;br /&gt;das nossas matas; e Raquel de&lt;br /&gt;Pinho Carvalho (Revista Capital&lt;br /&gt;Público/ES), com O desafio do&lt;br /&gt;desenvolvimento sustentável.&lt;br /&gt;Rádio: Akemi Nitahara Souza&lt;br /&gt;(Rádio Nacional FM 96,1/DF),&lt;br /&gt;com O Brasil e os povos da&lt;br /&gt;floresta; Ana Lúcia Almeida&lt;br /&gt;Caldas de Oliveira (Rádio Nacional&lt;br /&gt;FM 96,1/DF), com a série&lt;br /&gt;Descarte e reciclagem (cinco matérias);&lt;br /&gt;Cátia Toffoletto Montebelo&lt;br /&gt;(CBN FM 90,5/SP), com&lt;br /&gt;Lixo e entulho: desafios e realidade&lt;br /&gt;de uma cidade grande; Celso&lt;br /&gt;Luís Barbosa Freire (CBN-O&lt;br /&gt;Liberal/PA), com o Homem da&lt;br /&gt;latinha; Eduardo de Matos Silva&lt;br /&gt;(Rádio Gaúcha FM 93,7/RS),&lt;br /&gt;com Tragédia no Rio dos Sinos:&lt;br /&gt;quatro anos depois, pouca coisa&lt;br /&gt;mudou; Marcelle Chagas do&lt;br /&gt;Monte (Rádio Roquette Pinto&lt;br /&gt;FM/RJ), com Cresce o número&lt;br /&gt;de trabalhadores que atuam na&lt;br /&gt;área verde; Nestor Tipa Júnior&lt;br /&gt;(Rádio Gaúcha FM 93,7/RS), com&lt;br /&gt;Campo limpo; Núbia Pereira da&lt;br /&gt;Silva (Rádio Jornal AM 1080, Caruaru/&lt;br /&gt;PE); com Sustentabilidade&lt;br /&gt;e empreendedorismo; e Rodrigo&lt;br /&gt;de Castro Resende (Rádio Sen&lt;br /&gt;Após dois anos como titular&lt;br /&gt;da coluna São Paulo da Folha de&lt;br /&gt;S.Paulo, Fernando de Barros e&lt;br /&gt;Silva deixou o jornal na semana&lt;br /&gt;passada e a partir de janeiro&lt;br /&gt;assumirá a Diretoria de Redação&lt;br /&gt;da piauí. Com a saída de Barros,&lt;br /&gt;que antes foi editor de Política e&lt;br /&gt;crítico de tevê do jornal, Hélio&lt;br /&gt;Schwartsman passou a assinar&lt;br /&gt;a coluna nesta 3ª.feira (4/10). Também&lt;br /&gt;filósofo, ele está na Folha&lt;br /&gt;desde 1998, em que foi, entre&lt;br /&gt;outros, editor de Mundo e de&lt;br /&gt;Opinião e ultimamente integrava&lt;br /&gt;o corpo de articulistas. Hélio vai&lt;br /&gt;escrever a coluna todos os dias,&lt;br /&gt;exceto às 2ªs e 5ªs, quando o espaço&lt;br /&gt;fica a cargo de, respectivamente,&lt;br /&gt;Vinícius Mota, secretário&lt;br /&gt;de Redação (Produção), e Ricardo&lt;br /&gt;Melo, produtor-executivo da&lt;br /&gt;TV Folha.&lt;br /&gt;n Indicado para substituir Marília&lt;br /&gt;Gabriela no Roda Viva (ver&lt;br /&gt;J&amp;Cia 808), Mário Sérgio Conti,&lt;br /&gt;salvo imprevistos, estreia no&lt;br /&gt;comando do programa em 17&lt;br /&gt;de outubro. O planejado era que&lt;br /&gt;ele entrasse no ar já na próxima&lt;br /&gt;2ª.feira (10/9), mas problemas&lt;br /&gt;técnicos com a montagem do&lt;br /&gt;novo cenário forçaram o adiamento.&lt;br /&gt;O “novo” Roda Viva&lt;br /&gt;retoma a proposta original, com&lt;br /&gt;o convidado ficando no centro&lt;br /&gt;da roda e os entrevistadores e&lt;br /&gt;convidados, um nível acima.&lt;br /&gt;n Vitor Hugo Brandalise deixou&lt;br /&gt;o Estadão em 30/9 e segue para&lt;br /&gt;uma temporada de estudos no&lt;br /&gt;exterior. Vai cursar o Master&lt;br /&gt;em Edição Jornalística da Universidade&lt;br /&gt;de La Coruña. Sai&lt;br /&gt;de licença e fica afastado da&lt;br /&gt;redação até novembro de 2012.&lt;br /&gt;Nesse período, porém, continuará&lt;br /&gt;colaborando para o próprio&lt;br /&gt;Estadão, com reportagens para&lt;br /&gt;diversas editorias e de diversos&lt;br /&gt;pontos da Europa. Brandalise é&lt;br /&gt;repórter do caderno Metrópole/&lt;br /&gt;Cidades há quase quatro anos.&lt;br /&gt;Começou por lá em janeiro de&lt;br /&gt;2008, após ser aprovado em 1°&lt;br /&gt;lugar no programa de trainée do&lt;br /&gt;jornal. Seu e-mail de contato é o&lt;br /&gt;vhbrandalise@gmail.com.&lt;br /&gt;n Outra que vai de mudança para&lt;br /&gt;a Espanha para uma temporada&lt;br /&gt;de estudos é Priscila Machado,&lt;br /&gt;repórter de empresas do Brasil&lt;br /&gt;Econômico. Irá cursar o Master&lt;br /&gt;em Estudos Internacionais pela&lt;br /&gt;Universidade de Barcelona e&lt;br /&gt;estará disponível para frilas pelo&lt;br /&gt;priscila.m.n@hotmail.com.&lt;br /&gt;n Quem também está de malas&lt;br /&gt;prontas e se muda nas próximas&lt;br /&gt;semanas para Brasília depois de&lt;br /&gt;cinco anos e meio no Estadão&lt;br /&gt;é Flávia Tavares, que passou&lt;br /&gt;pelos cadernos Aliás, Política e&lt;br /&gt;mais recentemente Metrópole,&lt;br /&gt;além de ter integrado o time de&lt;br /&gt;repórteres especiais do jornal.&lt;br /&gt;Ex-repórter de Negócios da&lt;br /&gt;IstoÉ Dinheiro e da equipe da&lt;br /&gt;Panorama (revista corporativa da&lt;br /&gt;GM), Flávia deve assumir novas&lt;br /&gt;responsabilidades profissionais&lt;br /&gt;na Capital Federal. Até lá estará&lt;br /&gt;disponível para frilas pelo flaviatavares@&lt;br /&gt;hotmail.com, ou no&lt;br /&gt;11-8269-3933, até sua mudança.&lt;br /&gt;Também deixou o Estadão a diagramadora&lt;br /&gt;Cris Calegaro, que&lt;br /&gt;contava pouco mais de três anos&lt;br /&gt;na casa. Começou na equipe de&lt;br /&gt;designers da revista Manequim,&lt;br /&gt;da Editora Abril, nesta 2ª.feira&lt;br /&gt;(3/10).&lt;br /&gt;Prêmio J&amp;Cia/HSBC (continuação da 1ª página)&lt;br /&gt;Finalistas são de 51 veículos de todo o Pais&lt;br /&gt;n Listamos a seguir os finalistas do Prêmio J&amp;Cia/HSBC de Imprensa e Sustentabilidade, com a ressalva de que alguns deles representam&lt;br /&gt;equipes, cujos integrantes relacionaremos na próxima edição:&lt;br /&gt;nado FM 91,7/DF), com Lixo no&lt;br /&gt;lugar certo – Um ano da Lei de&lt;br /&gt;Resíduos Sólidos.&lt;br /&gt;Televisão: André Luiz Rego&lt;br /&gt;Oliveira (TV Senado/DF), com&lt;br /&gt;Rios voadores; André Trigueiro&lt;br /&gt;(Cidades e soluções – Globo&lt;br /&gt;News/RJ), com Poluição mata (1&lt;br /&gt;e 2); Celis Fabrícia Alves da Silva&lt;br /&gt;(TV Aldeia/AC-TV Cultura/SP),&lt;br /&gt;com Do lixo ao mercado: uma&lt;br /&gt;iniciativa sustentável de geração&lt;br /&gt;de emprego e renda; Cristiana&lt;br /&gt;Von Randow Villas Novas (TV&lt;br /&gt;Globo/SP), com Projeto respirar;&lt;br /&gt;Eliaquim Silva de Oliveira (TV&lt;br /&gt;Jornal Meio Dia/SBT-Caruaru/&lt;br /&gt;PE), com A água que não escorre&lt;br /&gt;pelo ralo; Gustavo Marcelo Costa&lt;br /&gt;(Domingo Espetacular-TV Record/&lt;br /&gt;SP); com Transamazônica: a&lt;br /&gt;estrada sem fim; José Floriano&lt;br /&gt;Pereira Lima Filho (TV Brasil/&lt;br /&gt;DF), com Biodiversidade sustentável&lt;br /&gt;na Amazônia – desafios&lt;br /&gt;e oportunidades; Laura Vieira&lt;br /&gt;(TV TEM-Rede Globo, Sorocaba/&lt;br /&gt;SP), com Sustentabilidade (cinco&lt;br /&gt;programas); Mônica Cristina&lt;br /&gt;de Carvalho (TV Jornal Meio&lt;br /&gt;Dia/SBT-Recife/PE), com Saneamento:&lt;br /&gt;questão de cidadania;&lt;br /&gt;e Wendell Rodrigues da Silva&lt;br /&gt;(Correio Cidades/TV Record,&lt;br /&gt;João Pessoa/PB), com O futuro&lt;br /&gt;do Brasil passa pelo etanol.&lt;br /&gt;Internet: Carlos Elyson Ayres&lt;br /&gt;Maciel (NE10/Jornal do Commercio,&lt;br /&gt;Caruaru/PE), com Alinhavando&lt;br /&gt;o futuro; Celso da Silva&lt;br /&gt;Calheiros (O Eco/PE), com ONU&lt;br /&gt;quer mudar fogões à lenha; Liana&lt;br /&gt;John (Abril.com-Campinas/&lt;br /&gt;SP), com Plantadores de florestas,&lt;br /&gt;histórias de gente dedicada&lt;br /&gt;à recuperação das matas brasileiras;&lt;br /&gt;Lucas Renan Bessel (R7/&lt;br /&gt;SP), com Carro elétrico terá caminho&lt;br /&gt;longo e difícil até chegar ao&lt;br /&gt;Brasil; Maurício Hiroaki Hashizume&lt;br /&gt;(Repórter Brasil/SP), com&lt;br /&gt;Roupas da Zara são fabricadas&lt;br /&gt;com mão de obra escrava; Mona&lt;br /&gt;Lisa Dourado Neves (Jornal&lt;br /&gt;do Commercio-Recife/PE), com&lt;br /&gt;O poder da cidadania; Rosana&lt;br /&gt;Rocha Cavalcante Jatobá (G1/&lt;br /&gt;SP), com Um olhar sobre Gaia,&lt;br /&gt;a Terra como organismo vivo; e&lt;br /&gt;Valmir Moratelli Cassaro (iG/&lt;br /&gt;BrTurbo/iBest), com Atafona: a&lt;br /&gt;cidade que está sendo engolida&lt;br /&gt;pelo mar.&lt;br /&gt;Imagem-Fotografia: Alberto César&lt;br /&gt;de Souza Araújo (Amazonas&lt;br /&gt;Em Tempo), com Natureza Extrema;&lt;br /&gt;Cristiano Tavares Mariz&lt;br /&gt;(Exame/DF), com Vidas Secas;&lt;br /&gt;Michel Abrahão Filho (O Globo/&lt;br /&gt;SP), com Sonho sustentável;&lt;br /&gt;Paulo Rossi Jr. (Diário Popular,&lt;br /&gt;Pelotas/RS), com Ladrilã; e Sergio&lt;br /&gt;Ricardo de Oliveira (Revista Empório/&lt;br /&gt;AM), com Soltos para a vida.&lt;br /&gt;Imagem-Vídeo: Luiz Carlos&lt;br /&gt;Ribeiro Ferreira (Gente de&lt;br /&gt;Opinião, Porto Velho/RO), com&lt;br /&gt;Seca continua no Rio Abunã&lt;br /&gt;- RO, fronteira com o Acre; e&lt;br /&gt;Orlando Pedrosa Lima Júnior&lt;br /&gt;(TV Amazonas), com Fungos da&lt;br /&gt;Amazônia.&lt;br /&gt;Imagem-Criação gráfica: Alex&lt;br /&gt;Silva (Brasil Econômico/SP),&lt;br /&gt;com Automóvel do futuro acessível&lt;br /&gt;para poucos; Anna Martha&lt;br /&gt;Silveira (Zero Hora/RS),&lt;br /&gt;com Nosso Mundo Sustentável;&lt;br /&gt;Diogo Franco do Nascimento&lt;br /&gt;(Horizonte Geográfico/SP), com&lt;br /&gt;O predador que virou vítima;&lt;br /&gt;Morgana Miranda Correia&lt;br /&gt;Lima (Correio/BA), com Jogo&lt;br /&gt;da Sustentabilidade; e Renata&lt;br /&gt;Steffen (Superinteressante/SP),&lt;br /&gt;com O lado escuro da comida.&lt;br /&gt;n As duplas que integraram a Comissão&lt;br /&gt;de Seleção, com relatoria&lt;br /&gt;de Luciano Martins Costa, foram&lt;br /&gt;as seguintes: Jornal 1: Dario&lt;br /&gt;Palhares e Leonardo Mourão;&lt;br /&gt;Jornal 2: Hamilton Almeida e&lt;br /&gt;Lucila Cano; &lt;strong&gt;Revista: Reinaldo&lt;br /&gt;Canto e Wilson Baroncelli;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Rádio: Álvaro Buffarah e Joás&lt;br /&gt;Ferreira de Oliveira; Internet:&lt;br /&gt;Luís Perez e Mateus Furlanetto&lt;br /&gt;de Oliveira; Televisão: Paulo&lt;br /&gt;Vieira Lima e Valéria Propato;&lt;br /&gt;Imagem (Fotografia/Vídeo/Criação&lt;br /&gt;gráfica): Amilton Vieira e&lt;br /&gt;Nelson Graubart.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8061690042395195809-6850801013731465013?l=cantodasustentabilidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cantodasustentabilidade.blogspot.com/feeds/6850801013731465013/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8061690042395195809&amp;postID=6850801013731465013&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8061690042395195809/posts/default/6850801013731465013'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8061690042395195809/posts/default/6850801013731465013'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cantodasustentabilidade.blogspot.com/2011/10/finalistas-premio-j-de-imprensa-e.html' title='FINALISTAS PRÊMIO J&amp;C/HSBC DE IMPRENSA E SUSTENTABILIDADE'/><author><name>Reinaldo Canto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12898880137063980975</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_29loQXKfdYY/SgFuHP9C0JI/AAAAAAAAABQ/0V8UZYL8EL8/S220/BOB+3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8061690042395195809.post-2661434793810413377</id><published>2011-10-10T05:56:00.000-07:00</published><updated>2011-10-10T05:59:04.000-07:00</updated><title type='text'>DIA MUNDIAL SEM CARRO/UMA ALEGORIA</title><content type='html'>Por Reinaldo Canto*&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Hoje, 22/09 comemora-se o Dia Mundial Sem Carro. Ocasião que serve ou deveria servir para pensar e refletir sobre a crescente dependência de veículos de transporte individual.  Qual o futuro dessa opção? Quais os limites para o crescimento da indústria automobilística? Será possível equacionar o fato de que milhares de novos carros sejam despejados todos os meses nas ruas de nossas maiores cidades com a busca pela sustentabilidade e qualidade de vida de seus habitantes?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vivemos um estranho e perigoso momento sem que tenhamos idéia de como sair dele. Só no ano passado, segundo a Anfavea - a associação dos fabricantes de veículos - foram vendidos 3,5 milhões de automóveis no país.  As grandes cidades brasileiras estão abarrotadas de carros, em geral com apenas um ocupante em seu interior. Nos últimos anos, com o crescimento econômico e a comemorada ascensão social, o automóvel deixou de ser apenas um sonho de consumo de muitas pessoas para se tornar uma realidade ao alcance dos bolsos ou via crediário.  Esse quadro que já vinha se desenhando ao longo do tempo acelerou muito em anos recentes. Os sucessivos recordes de produção da indústria automobilística obrigam a transformar fortemente a paisagem e a arquitetura das cidades. O carro adquire assim um protagonismo absoluto preenchendo e desvirtuando os espaços antes ocupados pelas pessoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A difícil vida dos pedestres&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É fácil notar a diferença em andar pelas calçadas, por exemplo, de uma Avenida como a Paulista, na área central de São Paulo, em comparação com as pseudo calçadas da maioria dos bairros paulistanos. Na Paulista, essas calçadas cumprem um papel de integração e convivência entre as pessoas. Elas são largas, possuem melhor acessibilidade às pessoas com baixa mobilidade e permitem exercer a caminhada com segurança e tranqüilidade. A Paulista é uma exceção, um verdadeiro oásis numa cidade que exige de seus pedestres, uma condição de artista de circo para a realização diária de evoluções impossíveis na corda bamba da sobrevivência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É óbvio se imaginarmos qualquer grande cidade brasileira sem carros da maneira como estão hoje configuradas, o caos seria inevitável. Nossos ônibus e trens do metrô já circulam com níveis de lotação máxima ou até mesmo, acima disso, quando esses veículos de transporte coletivo se transformam, em ” latas de sardinha”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se de uma hora para outra só fossemos contar com eles, eliminando como num passe de mágica os automóveis, não é preciso ser um especialista em mobilidade urbana para concluir que estaríamos, literalmente, numa situação totalmente insustentável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por outro lado, se não vivemos atualmente um colapso urbano, parece que isso é apenas uma questão de tempo.   Afinal, quantos novos viadutos terão de ser construídos, quantas novas avenidas precisarão ser rasgadas redesenhando e desfigurando o espaço urbano e substituindo  espaços de ocupação legítimos das pessoas, ao reduzir ou mesmo eliminar calçadas, calçadões e praças? Quantos milhões, bilhões de reais ainda serão gastos para obras viárias que privilegiam o automóvel e cujos benefícios são tão efêmeros que em muito pouco tempo passarão a ocupar um triste lugar na prateleira das grandes obras, caras e obsoletas como as que já estamos acostumados a reconhecer?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Mudanças necessárias&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma cidade sem carros antes de mais nada, teria naturalmente de garantir um transporte coletivo eficiente, seguro e pontual; ciclovias espalhadas por todas as regiões e vistas mais como corredores de tráfego do que meramente para passeios e as calçadas seriam utilizadas naturalmente, pois deixariam de parecer crateras lunares ou pistas para disputas de rally.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portanto, o caminhar deixaria de ser uma atividade extraordinária e de lazer da classe média em finais de semana para retomar a sua função mais básica e primordial, ou seja, a de ir de um ponto a outro. Simples assim! Aliás, nada mais nada menos do que o ser humano sempre fez ao longo de sua existência!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Praças, parques, calçadões e bulevares passariam a ser regra e não exceção. Os moradores da cidade, bem como seus visitantes recuperariam o que nunca deveriam ter perdido: a ocupação natural e democrática de todos os espaços públicos da metrópole. &lt;br /&gt;   &lt;br /&gt;* Reinaldo Canto é jornalista, consultor e palestrante. Foi diretor de Comunicação do Greenpeace e coordenador de Comunicação do Instituto Akatu. É colunista da revista Carta Capital, colaborador da Envolverde e professor de Gestão Ambiental na FAPPES. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Artigo publicado originalmente na coluna do autor, Cidadania &amp; Sustentabilidade, no site da revista Carta Capital. http://www.cartacapital.com.br/carta-verde/dia-mundial-sem-carro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Blog: cantodasustentabilidade.blogspot.com &lt;br /&gt;Linkedin: Reinaldo Canto &lt;br /&gt;Facebook: Reinaldo Canto &lt;br /&gt;MSN: rreicanto@hotmail.com &lt;br /&gt;Skype: reinaldo.canto &lt;br /&gt;Twitter: @ReinaldoCanto&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8061690042395195809-2661434793810413377?l=cantodasustentabilidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cantodasustentabilidade.blogspot.com/feeds/2661434793810413377/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8061690042395195809&amp;postID=2661434793810413377&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8061690042395195809/posts/default/2661434793810413377'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8061690042395195809/posts/default/2661434793810413377'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cantodasustentabilidade.blogspot.com/2011/10/dia-mundial-sem-carrouma-alegoria.html' title='DIA MUNDIAL SEM CARRO/UMA ALEGORIA'/><author><name>Reinaldo Canto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12898880137063980975</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_29loQXKfdYY/SgFuHP9C0JI/AAAAAAAAABQ/0V8UZYL8EL8/S220/BOB+3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8061690042395195809.post-1198755003024350456</id><published>2011-09-21T19:31:00.000-07:00</published><updated>2011-09-21T19:33:57.929-07:00</updated><title type='text'>“As novas pautas da sustentabilidade” é  o novo curso oferecido pelo Sindicato dos Jornalistas de São Paulo</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-4LIkYCIry3o/Tnqehx_zXiI/AAAAAAAAAJo/AJnvF6lqeIs/s1600/content_id%255B2%255D.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 241px; height: 93px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-4LIkYCIry3o/Tnqehx_zXiI/AAAAAAAAAJo/AJnvF6lqeIs/s320/content_id%255B2%255D.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5655006585310895650" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abordar os novos desafios da cobertura ambiental e dos temas da sustentabilidade é a proposta do curso &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A aula acontecerá  no sábado, 01 de outubro, das 9h00 às 18h00 na sede do Sindicato, Rua Rego Freitas, 530 – Sobreloja (próximo ao metrô República). O docente será o jornalista Reinaldo Canto, com  31 anos de profissão, com passagens pelas principais empresas de televisão e rádio do Brasil. Foi diretor de Comunicação do Greenpeace Brasil, coordenador de comunicação do Instituto Akatu pelo Consumo Consciente e colaborador do Instituto Ethos de Responsabilidade Social. Colaborador da Envolverde e colunista da Carta Capital&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O curso é destinado a jornalistas, estudantes de Jornalismo e demais profissionais de Comunicação e de ONGs e os valores são diferenciados: R$ 130,00 à vista (ou 2 x de R$ 65,00) para jornalistas sindicalizados e estudantes de Jornalismo pré-sindicalizados e R$ 180,00 à vista (ou 2 x de R$ 90,00) para os não sindicalizados e demais interessados.   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os interessados deverão se pré-inscrever em nosso site www.jornalistasp.org.br&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pré-inscrição é uma reserva de vaga e o pagamento deverá ser feito até  26 de setembro (valor total ou da primeira parcela). Os que já fizeram cursos no Sindicato têm descontos e poderá ser oferecido descontos para grupos, consulte o Departamento de Formação. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No programa: os novos conceitos, as novas pautas e a quebra dos paradigmas da visão tradicional de se fazer jornalismo, crescimento x sustentabilidade, (re) contextualizar  qual o papel das empresas de assessoria de imprensa, dos veículos de comunicação e dos jornalistas em tempos de aquecimento global, mudanças climáticas e dos esgotamentos dos recursos naturais. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outras informações com Marlene ou Fábio no tel. (11) 3217 6299 ramal 6233, de segunda à sexta, das 9h00 às 18h00 ou pelo e-mail: cursos@sjsp.org.br&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8061690042395195809-1198755003024350456?l=cantodasustentabilidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cantodasustentabilidade.blogspot.com/feeds/1198755003024350456/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8061690042395195809&amp;postID=1198755003024350456&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8061690042395195809/posts/default/1198755003024350456'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8061690042395195809/posts/default/1198755003024350456'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cantodasustentabilidade.blogspot.com/2011/09/as-novas-pautas-da-sustentabilidade-e-o.html' title='“As novas pautas da sustentabilidade” é  o novo curso oferecido pelo Sindicato dos Jornalistas de São Paulo'/><author><name>Reinaldo Canto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12898880137063980975</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_29loQXKfdYY/SgFuHP9C0JI/AAAAAAAAABQ/0V8UZYL8EL8/S220/BOB+3.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-4LIkYCIry3o/Tnqehx_zXiI/AAAAAAAAAJo/AJnvF6lqeIs/s72-c/content_id%255B2%255D.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8061690042395195809.post-2933870875838916599</id><published>2011-09-09T11:01:00.000-07:00</published><updated>2011-09-09T11:10:20.392-07:00</updated><title type='text'>Desafios do Jornalismo ambiental em pauta no Rio de Janeiro</title><content type='html'>No período de 17 a 19 de novembro o Brasil será palco de grandes encontros sobre Jornalismo ambiental durante o IV Congresso Brasileiro de Jornalismo Ambiental. Em foco, o aprofundamento do debate com os novos desafios da mídia frente à Sustentabilidade.  O evento deverá reunir cerca de 1200 profissionais membros da Rede Brasileira de Jornalismo Ambiental; Jornalistas e profissionais de comunicação ligados à cobertura de temas ambientais e de sustentabilidade; Profissionais de comunicação de empresas que tem a sustentabilidade como foco operacional; Assessores de imprensa de empresas, ONGs e organismos de governo ligados a questões sociais, ambientais e de sustentabilidade; além de estudantes pesquisadores em comunicação socioambiental.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O que é o IV CBJA&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A 4ª edição do CBJA - Congresso Brasileiro de Jornalismo Ambiental acontecerá entre os dias 17,18 e 19 de novembro, na Pontifícia Universidade Católica, no Rio de Janeiro-RJ, e  terá ênfase na cobertura da conferência Rio + 20. O evento, antes programado para 2012, foi antecipado pela comissão organizadora para estimular o debate e os preparativos para a conferência internacional, marco histórico da pauta mundial sobre Meio Ambiente. Palestras, oficinas, mini-cursos, exposições, lançamentos de livros e mostras cientificas com grandes nomes da pesquisa em Comunicação Ambiental do Brasil. Compõem a grade de programação painéis temáticos como: impactos das mudanças climáticas, uso de redes sociais no jornalismo, espiritualidade, Economia Verde, envolvendo o papel da mídia na construção do novo paradigma mundial de mudança de comportamento frente aos desafios para a garantia da Vida. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Segundo a coordenação o objetivo do CBJA, é colaborar para a formação continuada dos profissionais de comunicação ambiental e fortalecer a Rede Brasileira de Jornalismo Ambiental e suas parcerias. Pela primeira vez as inscrições para o IV CBJA serão gratuitas e o acesso é pelo site www.jornalismoambiental.org.br/&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Eventos Paralelos&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante o Congresso serão realizados outros eventos,  em paralelo, como o  Encontro da RedCalc – Red Latino-Americana de Periodismo Ambiental, que reúne jornalistas que atuam com pautas ambientais e de sustentabilidade em toda a América Latina; o I Encontro Nacional de Pesquisadores em Comunicação Ambiental; I Encontro Nacional da REBIA (Rede Brasileira de Informação Ambiental). O CBJA também conta com uma mostra científica, que reúne grandes nomes da pesquisa em Comunicação Ambiental do Brasil. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Contextualização  histórica&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há 20 anos o Brasil sediou a Rio 92, Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e o Desenvolvimento, a  Rio 92 ou Eco 92 . Desde então, entrou em pauta um ciclo de conferências das Nações Unidas para discussão de problemas que afetam a a Vida, na humanidade. Desses eventos surgiram as Convenções sobre Mudanças Climáticas, Biodiversidade, Desertificação, Agenda 21, Carta da Terra, Declaração sobre Florestas, Declaração de Durban e inúmeros outros documentos, acordos, convenções, códigos ainda não em prática efetiva para o enfretamento da reversão de problemas sérios como fome, miséria, injustiça social e degradação ambiental. Eventos que frustrou esperanças e indignou gente séria, atentas aos processos e formas de utilização de recursos, de toda ordem, para a preservação/adaptação da Vida, em agonia nesse planetinha de constantes mudanças.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Sete bilhões com fome  &lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Informações divulgadas pelas redes ambientais mostram que sete bilhões de seres humanos vivem hoje as seqüelas da maior crise capitalista desde a de 1929.  Um  cenário com desigualdade social, pobreza extrema, fome em mais de bilhão de pessoas e o paradoxo do desperdício de alimentos, da falta de cuidado com a grande matriz natureza sendo devorada por um modelo capital em cheque junto às mentes inteligentes e altruístas mundo afora.  Temos ainda, em pleno século XXI, guerras e situações de violência endêmica, racismo, xenofobia. A proposta de Cadeias Produtivas Sustentáveis de ponta a ponta é uma utopia diante de um sistema de produção e consumo as grandes corporações, mercados financeiros e os governos, que asseguram a sua manutenção, produz e aprofunda a decadência da Vida diante da perda de biodiversidade,  escassez de água potável, aumento da desertificação dos solos e acidificação dos mares, a derrubada das florestas, o aumento da violência, do desemprego, do caos nos grandes centros urbanos.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Nessa crise civilizatória, inédita, governos, instituições internacionais, corporações e com certeza o até o Terceiro Setor, estão em cheque com o modelo de economia, governança e valores considerados ultrapassados, paralisantes, perversos e até criminosos. A economia, conduzida num mercado financeiro global, apoiada no lucro fácil, rápido, especulativo, deixa suas marcas no trabalho escravo à moda moderna; na queima dos combustíveis fósseis, na degradação dos ecossistemas, no desenvolvimento igualado ao crescimento, na produção pela produção e outras práticas distante do tão propalado discurso Sustentável.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Adaptação da Vida&lt;br /&gt; &lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Esse olhar transversalizado sobre as necessidades de adaptação da Vida na Terra alimenta a oportunidade do que os ambientalistas chamam de “reinventar o mundo”, apontando saídas para o perigoso caminho que estamos trilhando. Educadores da rede brasileira tomaram a seguinte posição: “a ação dos atores hegemônicos do sistema internacional e mediocridade dos acordos internacionais negociados nos últimos anos, suas falsas soluções e a negligência de princípios já acordados na Rio92, entendemos que se não devemos deixar de buscar influenciar sua atuação, tampouco devemos ter ilusões que isso possa relançar um ciclo virtuoso de negociações e compromissos significantes para enfrentar os graves problemas com que se defronta a humanidade e a vida no planeta.”.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Entendem que a agenda necessária para uma governança global democrática pressupõe um fim da condição atual de captura corporativa dos espaços multilaterais. Reforçam a idéia de mobilização social onde a mudança somente virá da ação dos mais variados atores sociais: diferentes redes e organizações não governamentais e movimentos sociais de distintas áreas de atuação, incluindo ambientalistas, trabalhadores/as rurais e urbanos, mulheres, juventude, movimentos populares, povos originários, etnias discriminadas, empreendedores da economia solidária. Garantir condições materiais e tecnológicas para que novas formas de produção, consumo e organização política sejam estabelecidas, potencializando a atuação coletiva.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Para  movimentos ambientais brasileiros como REBEA, AMA, RAMA, REBIA, RBJA, e outros coletivos, a Rio +20 poderá ser um importante ponto na trajetória das lutas globais por justiça social e ambiental construídas antes e depois da Rio-92, como Seattle, FSM, Cochabamba, COP 17, G20. Oportunidade que precisa ser potencializada como espaço democrático para gerar forças e resistência na defesa da Vida.  &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Preparação para a Rio + 20&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Conferencia Mundial chamada de Rio + 20, será realizada em junho de 2012, como evento autônomo e plural, provisoriamente denominado Cúpula dos Povos da Rio+20 por Justiça Social e Ambiental, paralelo à Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (UNCSD). A Bahia levará ao evento propostas para ações cotidianas através das campanhas dos Movimentos AMA – Amigos do Meio Ambiente e da RAMA- Rede de Mobilização em Comunicação Ambiental através da Agenda Ambiental Doméstica, com ações proativas para Consumo Consciente, Adoção da Cultura dos 7 Rs - Racionalizar, Reduzir, Repensar, Recriar, Reaproveitar, Repartir, Revolucionar e Desperdício Zero = Lixo Zero = Saúde 10. Ações com agregação em aproveitamento integral de alimentos/segurança alimentar, cultura de prevenção e cuidado com a Vida e construção de cadeias produtivas sustentáveis de ponta a ponta, para comércio justo, inclusão social e bem viver em harmonia com a grande matriz Natureza.&lt;br /&gt;   &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Carbono Zero &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;IV CBJA será carbono negativo, ou seja, serão plantadas mais árvores que o necessário para a neutralização das emissões de carbono do evento, que também adotará práticas ecoeficientes e produtos reciclados. A proposta é que o IV CBJA seja um exemplo do que os jornalistas ambientais esperam ver na sociedade. A Realização é da Rede Brasileira de Jornalismo Ambiental, com organização da REBIA e Envolverde. Tem o apoio institucional da PUC Rio e NIMA; operação da Pega Eventos e patrocínio master o Fundo Vale e Petrobrás e outros como Itaú Unibanco e Fundação Banco do  Brasil. A curadoria é dos jornalistas Dal Marcondes, com a Envolverde e RBJA e Vilmar Berna, com a REBIA e a RBJA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;PROGRAMAÇÃO:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PAINEL 1&lt;br /&gt;Os desafios da cobertura da Rio+20&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Luiz Figueiredo – embaixador, diretor de meio ambiente do Itamaraty (A confirmar) &lt;br /&gt;Ladislau Dowbor – economista e professor da PUC SP (confirmado) &lt;br /&gt;Aron Belinky – Vitae Civilis e Ecopress (A Confirmado) &lt;br /&gt;Sérgio Besserman (A confirmar)&lt;br /&gt;Moderação&lt;br /&gt;Dal Marcondes – jornalista e diretor de redação da Envolverde&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;PAINEL2&lt;br /&gt;Redes Sociais e Sustentabilidade&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alan Dubner (Confirmado) &lt;br /&gt;Ismar Soares – Prof. Educomunicação USP (A confirmar) &lt;br /&gt;Luis Nassif (A confirmar) &lt;br /&gt;Luiz Antônio Prado (colunista da REBIA -A confirmar)&lt;br /&gt;Moderação&lt;br /&gt;      Henrique Camargo – Mercado Ético (A confirmar)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;PAINEL3&lt;br /&gt;Jornalismo em Tempo de Economia Verde&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Amélia Gonzalez – editora do caderno Razão Social – O Globo (A confirmar) &lt;br /&gt;Sonia Araripe – editora revista Plurale (A Confirmar) &lt;br /&gt;Ricardo Voltolini – Editor revista Ideia Sustentável (A confirmar) &lt;br /&gt;Ricardo Arnt -  Revista Planeta (A confirmar)&lt;br /&gt;Moderação&lt;br /&gt;Ricardo Young – ex-presidente do Instituto Ethos (A Confirmar)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;PAINEL4&lt;br /&gt;O jornalismo científico e o diálogo imprensa/academia&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ulisses Capozolli – Editor da Scientific America Brasil (A confirmar) &lt;br /&gt;Eduardo Geraque (A confirmar) &lt;br /&gt;Wilson da Costa Bueno (Confirmado) &lt;br /&gt;Renato Janine&lt;br /&gt;ñ Moderação&lt;br /&gt;Ilza Girardi (Confirmada)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;PAINEL5&lt;br /&gt;As novas pautas da sustentabilidade&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Andrea de Lima – ex-gerente de comunicação do instituto Ethos (A confirmar) &lt;br /&gt;Sonia Favaretto – diretora de comunicação da BM&amp;F Bovespa (A Confirmar) &lt;br /&gt;Celso Marcondes – diretor da revista Carta Capital (A Confirmar)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;strong&gt;Moderação: Reinaldo Canto – ex-diretor de   comunicação do Greenpeace (Confirmado)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;PAINEL6&lt;br /&gt;Sustentabilidade no Rádio e na TV&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Maria Zulmira – Repórter e produtora de TV (A confirmar) &lt;br /&gt;Paulina Chamorro – Gerente de Meio Ambiente da Rádio Eldorado (A confirmar) &lt;br /&gt;Sergio Abranches (A confirmar)&lt;br /&gt;Moderação&lt;br /&gt;João Batista Santafé (A confirmar)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;PAINEL7&lt;br /&gt;Redes Sociais e Sustentabilidade&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alan Dubner (Confirmado) &lt;br /&gt;Ismar Soares – Prof. Educomunicação USP (A confirmar) &lt;br /&gt;Luis Nassif (A confirmar) &lt;br /&gt;Luiz Antônio Prado (colunista da REBIA -A confirmar)&lt;br /&gt;Moderação&lt;br /&gt;      Henrique Camargo – Mercado Ético (A confirmar)&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;PAINEL8&lt;br /&gt;Cidades Sustentáveis&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Andrea Young – Unicamp / INPE (A confirmar) &lt;br /&gt;Luanda Nero – jornalista do Movimento Nossa São Paulo (A confirmar) &lt;br /&gt;Rafael Greca ( A confirmar)&lt;br /&gt;Moderação&lt;br /&gt;André Trigueiro (Confirmado)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8061690042395195809-2933870875838916599?l=cantodasustentabilidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cantodasustentabilidade.blogspot.com/feeds/2933870875838916599/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8061690042395195809&amp;postID=2933870875838916599&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8061690042395195809/posts/default/2933870875838916599'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8061690042395195809/posts/default/2933870875838916599'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cantodasustentabilidade.blogspot.com/2011/09/desafios-do-jornalismo-ambiental-em.html' title='Desafios do Jornalismo ambiental em pauta no Rio de Janeiro'/><author><name>Reinaldo Canto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12898880137063980975</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_29loQXKfdYY/SgFuHP9C0JI/AAAAAAAAABQ/0V8UZYL8EL8/S220/BOB+3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8061690042395195809.post-4755095789217638773</id><published>2011-09-06T14:28:00.000-07:00</published><updated>2011-09-06T14:29:16.706-07:00</updated><title type='text'>AS NOVAS PAUTAS DA SUSTENTABILIDADE</title><content type='html'>8hs/aula&lt;br /&gt;Período: 01 de outubro de 2011, sábado, das 9h00 às 18h00 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem pode participar: jornalistas, estudantes de Jornalismo e demais profissionais de comunicação e ONGs&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vagas: 25&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Local do curso: Espaço Vladimir Herzog, Rua Rego Freitas, 530 – Sobreloja – sede do Sindicato dos Jornalistas – V. Buarque (estação República do metrô)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os interessados deverão fazer sua pré-inscrição aqui no site &lt;br /&gt;A pré-inscrição garante a vaga até 23/09/2011, último dia para pagamento. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Valores: &lt;br /&gt;Para jornalistas sindicalizados e estudantes de Jornalismo pré-sindicalizados &lt;br /&gt;R$ 130,00  à vista ou 2 de R$ 65,00&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para jornalistas, estudantes de Jornalismo não sindicalizados e demais profissionais &lt;br /&gt;R$ 180,00  à vista ou 2 de R$ 90,00 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atenção: Poderá ser oferecido descontos para grupos.&lt;br /&gt; Consulte o Departamento de Formação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Obs.: Despesas com alimentação, acomodação e estacionamento são por conta do participante &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ATENÇÃO&lt;br /&gt;Os que já participaram dos cursos (EXCETO das atividades gratuitas: seminários, cursos e palestras) têm direito a desconto, consulte a tabela com o Departamento de Formação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Objetivo: Abordar os novos desafios da cobertura ambiental e dos temas da sustentabilidade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em tempos de Aquecimento Global, Mudanças Climáticas e do Esgotamento dos Recursos Naturais entre outros, qual o papel das empresas de assessoria de imprensa, dos veículos de comunicação e dos jornalistas? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os novos conceitos, as novas pautas e a quebra dos paradigmas da visão tradicional de se fazer jornalismo, entre elas, crescimento x sustentabilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Docente: Reinaldo Canto é jornalista há 31 anos com passagens pelas principais empresas de televisão e rádio do Brasil. Foi diretor de Comunicação do Greenpeace Brasil, coordenador de comunicação do Instituto Akatu pelo Consumo Consciente e colaborador do Instituto Ethos de Responsabilidade Social. Colaborador da Envolverde e colunista da Carta Capital&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Para pagamento: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Sindicato: Rua Rego Freitas, 530 - Sobreloja, de segunda à sexta, das 9h00 às 12h00 ou das 13h00 às 17h30 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ou depósito bancário: Santander - Agência 0083 - Conta Corrente 13.001.669/9&lt;br /&gt;Favorecido: Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de São Paulo, &lt;br /&gt;CNPJ 62.584.230/0001-00&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Importante: Enviar o comprovante para cursos@sjsp.org.br ou para o fax (11) 3217 6299 ramal 6232. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atenção: Optando pelo pagamento parcelado, entregar os cheques pré-datados no 1o. dia de aula. &lt;br /&gt;Outras formas e datas para pagamento, consulte o Departamento de Formação.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ACEITAMOS CARTÃO DE CRÉDITO, nesse caso, o pagamento deverá ser feito SOMENTE em nossa sede.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CERTIFICADOS: Os certificados, expedidos pelo Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de São Paulo,  serão fornecidos após a freqüência em, no mínimo, 70% das aulas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atenção: Em caso de desistência: &lt;br /&gt;- antes do início do curso: ressarcimento de 85% do valor pago; &lt;br /&gt;- após o início do curso e com até 50% de aulas já ministradas: 50% do valor do curso;&lt;br /&gt;- com mais de 50% das aulas ministradas: não haverá ressarcimento.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8061690042395195809-4755095789217638773?l=cantodasustentabilidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cantodasustentabilidade.blogspot.com/feeds/4755095789217638773/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8061690042395195809&amp;postID=4755095789217638773&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8061690042395195809/posts/default/4755095789217638773'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8061690042395195809/posts/default/4755095789217638773'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cantodasustentabilidade.blogspot.com/2011/09/as-novas-pautas-da-sustentabilidade.html' title='AS NOVAS PAUTAS DA SUSTENTABILIDADE'/><author><name>Reinaldo Canto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12898880137063980975</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_29loQXKfdYY/SgFuHP9C0JI/AAAAAAAAABQ/0V8UZYL8EL8/S220/BOB+3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8061690042395195809.post-720042544776149415</id><published>2011-09-05T09:39:00.000-07:00</published><updated>2011-09-05T09:40:05.284-07:00</updated><title type='text'>Jornalistas ambientais do Brasil se preparam para cobrir a Rio+20</title><content type='html'>Os profissionais da mídia e estudantes começam a se aquecer para a cobertura da Rio+20 já em novembro deste ano, entre os dias 17 e 19. A oportunidade é o IV Congresso Brasileiro de Jornalismo Ambiental (IV CBJA), realizado na cidade do Rio de Janeiro-RJ, pela Rede Brasileira de Jornalismo Ambiental &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando a preocupação é com o desenvolvimento sustentável, a Rio+20 é a mais importante reunião na agenda mundial. Para colaborar com essa desafiadora cobertura da mídia, o IV CBJA contará com painéis, debates e oficinas voltados ao tema. A abertura dessa programação fica por conta do pensador Ignacy Sachs, ecossocioeconomista da École des Hautes Études en Sciences Sociales, de Paris. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outros temas em voga na agenda ambiental brasileira também serão tratados em palestras de inspiração, painéis, minicursos e oficinas do CBJA: vão desde economia verde até o uso das redes sociais, passando por espiritualidade, resíduos sólidos e impactos das mudanças climáticas. Pela primeira vez o CBJA terá inscrições gratuitas, graças ao patrocínio master de Fundo Vale e Petrobras e patrocínio premium de Fundação Banco do Brasil, Itaú, Caixa e Governo Federal. Os interessados já podem se inscrever pelo site oficial www.jornalismoambiental.org.br .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na agenda&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O quê: IV Congresso Brasileiro de Jornalismo Ambiental&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Onde: PUC-RIO -  rua Marquês de São Vicente, 225 - Gávea, Rio de Janeiro-RJ&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando: 17, 18 e 19 de novembro de 2011&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;INFORMAÇÕES PARA A IMPRENSA:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ana Carolina Amaral: carol@envolverde.com.br / 11 8639-3152&lt;br /&gt;Daiani Mistieri: daianimistieri@gmail.com / 11 9185-1332&lt;br /&gt;Site oficial: www.jornalismoambiental.org.br&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8061690042395195809-720042544776149415?l=cantodasustentabilidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cantodasustentabilidade.blogspot.com/feeds/720042544776149415/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8061690042395195809&amp;postID=720042544776149415&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8061690042395195809/posts/default/720042544776149415'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8061690042395195809/posts/default/720042544776149415'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cantodasustentabilidade.blogspot.com/2011/09/jornalistas-ambientais-do-brasil-se.html' title='Jornalistas ambientais do Brasil se preparam para cobrir a Rio+20'/><author><name>Reinaldo Canto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12898880137063980975</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_29loQXKfdYY/SgFuHP9C0JI/AAAAAAAAABQ/0V8UZYL8EL8/S220/BOB+3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8061690042395195809.post-7700559848344369278</id><published>2011-09-03T08:43:00.000-07:00</published><updated>2011-09-03T08:54:38.324-07:00</updated><title type='text'>SEMINÁRIO ENERGIAS RENOVÁVEIS</title><content type='html'>ENERREM 2011&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SEMINÁRIO DE ENERGIAS RENOVÁVEIS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BIOMASSA, EÓLICA E PCHs &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                                  01 de setembro de 2011&lt;br /&gt;                                              São Paulo SP&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Metodologia:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apresentação de Palestras &lt;br /&gt;Exposição dialogada, com apoio de slides;&lt;br /&gt;Discussões em grupo;&lt;br /&gt;Estudo de casos empresariais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   Público Alvo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     Presidentes, diretores gerais, membros de conselho, gerentes de áreas industriais, ambientais, finanças, novos negócios, energia, eficiência energética, investidores, bancos, associações e federações, organizações governamentais, consultorias, advocacias, novos negócios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Benefícios:&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;Neste seminário você irá aprimorar os principais conceitos sobre energias renováveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Programação:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;08h45 - Recepção e entrega das credenciais&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;09h00 – &lt;strong&gt;Abertura do evento pelo Presidente de Mesa, Reinaldo Canto, jornalista especializado em sustentabilidade&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;09h10 - LICENCIAMENTO AMBIENTAL / ASPECTOS JURÍDICOS&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;•	Cenário Ambiental&lt;br /&gt;•	Compensações ambientais em empreendimentos &lt;br /&gt;•	Critérios Ambientais&lt;br /&gt;•	Legislação&lt;br /&gt;•	Riscos no licenciamento ambiental dos projetos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Werner Grau Neto, Advogado/Sócio Especialista Área Ambiental&lt;br /&gt;Pinheiro Neto Advogados&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;10h45 – Coffee break&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;11h00 – ESTUDO DE CASO PARA BIOMASSA &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;•	Bioeletricidade&lt;br /&gt;•	Contexto Atual &lt;br /&gt;•	Potencial até 2020&lt;br /&gt;•	Desafios para seu desenvolvimento&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Zilmar de Souza, Especialista em Bioeletricidade&lt;br /&gt;Única – União da Indústria de Cana-de-açúcar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;12h00 – O FINANCIAMENTO DO BNDES A PROJETOS DE BIOELETRICIDADE, EÓLICOS E PCH´S (Pequenas Centrais Hidrelétricas)&lt;br /&gt;•	A contribuição dos bancos para as energias renováveis&lt;br /&gt;•	Pacotes específicos para investimentos em energias renováveis&lt;br /&gt;•	Condições de financiamento e vantagens para o investidor&lt;br /&gt;Ana Raquel Paiva Martins, Ger. do Depto de Energias Alternativas &lt;br /&gt;BNDES – Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;13h00 – Almoço&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;14h10 – ASPECTOS TRIBUTÁRIOS&lt;br /&gt;•	Regime tributário&lt;br /&gt;•	Questões tributárias relevantes para energias renováveis&lt;br /&gt;•	Benefícios fiscais existentes no setor&lt;br /&gt;Dra. Mariangela Azevedo, Advogada-Sócia Azevedo Moraes Advogados Associados&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;15h10 - Estudo de Caso - Projetos de Energia Eólica e Pequenas Centrais                     Hidrelétricas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Ersa planeja e desenvolve suas atividades aplicando tecnologia, processos e insumos que contribuam para a qualidade sociaoambiental. Atualmente, conta com um portfólio de projetos composto por 11 PCHs em operação, 1 PCH e 4 parques eólicos em construção, além de 5 projetos de PCHs e 2 complexos eólicos em preparação para construção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesta apresentação o seminarista falará sobre as principais características, desafios e peculiaridades deste tipo de projeto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Marcio Severi, Especialista em Assuntos Regulatórios, Superintendente de Comercialização e Regulação &lt;br /&gt;CPFL - Renováveis&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;16h10 - Coffe break&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;16h30 - MESA REDONDA PARA DISCUSSÃO DOS PONTOS CHAVE.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Participação dos seminaristas e presidente de mesa &lt;strong&gt;(Reinaldo Canto)&lt;/strong&gt; para debater as questões mais importantes e estratégicas deste mercado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;17h30 – Encerramento do evento&lt;br /&gt;        INFORMAÇÕES&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Data: &lt;br /&gt;10 de Agosto de 2011&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Carga Horária:&lt;br /&gt;08 horas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Horário de realização:&lt;br /&gt;Das 09h00 as 17h30&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Investimento:&lt;br /&gt;R$1.890,00&lt;br /&gt;(incluindo material de apoio, certificado, estacionamento, almoço e coffee-break)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Local:&lt;br /&gt;Hotel a definir&lt;br /&gt;São Paulo – SP&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8061690042395195809-7700559848344369278?l=cantodasustentabilidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cantodasustentabilidade.blogspot.com/feeds/7700559848344369278/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8061690042395195809&amp;postID=7700559848344369278&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8061690042395195809/posts/default/7700559848344369278'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8061690042395195809/posts/default/7700559848344369278'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cantodasustentabilidade.blogspot.com/2011/09/seminario-energias-renovaveis.html' title='SEMINÁRIO ENERGIAS RENOVÁVEIS'/><author><name>Reinaldo Canto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12898880137063980975</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_29loQXKfdYY/SgFuHP9C0JI/AAAAAAAAABQ/0V8UZYL8EL8/S220/BOB+3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8061690042395195809.post-6826938329259486706</id><published>2011-08-26T11:01:00.000-07:00</published><updated>2011-08-26T11:09:31.221-07:00</updated><title type='text'>A publicidade e o consumo consciente</title><content type='html'>&lt;em&gt;Não deveria ser uma tarefa das mais complicadas redirecionar o trabalho dos publicitários para um apoio efetivo no atendimento aos critérios da sustentabilidade&lt;br /&gt; &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Por Reinaldo Canto*&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A publicidade exerce um papel de protagonismo nas relações de mercado sendo um meio fundamental na disponibilização de informações sobre produtos e serviços aos consumidores. Raras são as empresas que não fazem uso sistemático desse meio para garantir o crescimento de suas vendas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Afinal, como diz o ditado, “a propaganda é a alma do negócio”. Por essa razão somos diuturnamente bombardeados por peças de propaganda materializadas, muitas vezes, como num passe de mágica por meio de imagens ou jingles poderosos e inesquecíveis. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para garantir esse efeito eletrizante, as agências trabalham com dezenas, centenas de profissionais extremamente criativos em busca da mensagem perfeita que vá “fisgar” o cliente/freguês/consumidor para a compra do que se pretende vender.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O grau de sofisticação alcançado pelo setor e o desenvolvimento da capacidade de convencimento não coloca em dúvida as incríveis habilidades dos publicitários em, conforme se dizia antigamente, “vender geladeiras para esquimós”. Mas será que já não passamos do limite e tenhamos que rever alguns dos valores dominantes no setor?&lt;br /&gt;Será mesmo que vender uma geladeira ou outro produto qualquer para quem não precisa deva ser visto como positivo ou uma simples trapaça?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Apologia ao consumismo &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vivemos um momento delicado e único da nossa história no qual a combinação entre consumo e alta tecnologia propiciou acesso inédito a produtos antes disponíveis para alguns poucos privilegiados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Claro que o fato de mais pessoas poderem adquirir produtos é algo muito positivo, apesar de ainda imperar uma grande desigualdade. Mas por outro lado, esse consumo, muitas vezes completamente irracional vem causando uma inédita pressão sobre as fontes energéticas e uma utilização predatória e insana dos recursos naturais do planeta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E a publicidade possui uma cota significativa de responsabilidade nessa equação totalmente desequilibrada. Afinal, boa parte do que lemos, ouvimos e assistimos em anúncios associam determinados produtos ao que certamente, eles não correspondem, melhor dizendo, felicidade, satisfação, conquista e até mesmo amor e respeito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O apelo cotidiano à emoção e a plena satisfação de desejos via mensagens publicitárias na compra de coisas nem sempre úteis ou realmente necessárias só &lt;br /&gt;multiplica a sensação de que algo muito errado domina os destinos da humanidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pressão vertiginosa para a compra do último modelo, mais moderno, sofisticado, com design mais arrojado do que o adquirido pouco tempo antes, imprime ao consumidor desavisado, uma terrível espiral criando a necessidade de consumo da qual nunca será possível estar totalmente satisfeito. Aí não é preciso muito esforço para concluir que estejamos no atual processo de destruição do essencial para produzir o supérfluo e o descartável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Lixo é sinal do desequilíbrio &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse sentido é bastante emblemático o gigantesco aumento na geração de lixo. Em 2010, o Brasil produziu 60,8 milhões de toneladas dos chamados resíduos sólidos urbanos.&lt;br /&gt;Essa quantidade foi 6,8% mais alta que a registrada em 2009 e seis vezes maior que o crescimento populacional que, no mesmo período, ficou em pouco mais de 1%. Podemos aí ter visões diferentes e complementares para a mesma questão: se aumentou a quantidade de lixo é sinal que cresceu também o consumo, por outro lado significou maior desperdício, consumismo exacerbado, aterros e lixões esgotados, contaminações e, consequentemente, grandes problemas no horizonte. (ver também: http://www.cartacapital.com.br/sociedade/brasil-perde-de-goleada-para-a-sociedade-do-desperdicio).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Hora de Mudar? &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem que se abandonem seus objetivos profissionais e, claro, contando com o apoio fundamental dos anunciantes, a categoria dos publicitários não poderia colaborar para que o consumidor faça as melhores escolhas para si e para o planeta? Como? É óbvio que muito terá de se discutir sobre o assunto, mas algumas sugestões poderiam aos poucos fazer parte da realidade dos anúncios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por que não informar mais sobre o produto em questão focado nas suas características reais ao invés de usar pirotecnia e subterfúgios para convencer o comprador?&lt;br /&gt;Pois ao abrir um pote de margarina difícil acreditar que a vida ficará melhor e mais feliz, não é mesmo? Por que não abordar no anúncio as funcionalidades do produto em lugar de substituir essa análise pela falsa sensação da conquista e do status? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Algumas propagandas de carros, por exemplo, procuram associar características ao veículo que, efetivamente não fazem parte da venda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tenho certeza que com a genialidade dos nossos publicitários já demonstrada pelos inúmeros prêmios internacionais recebidos ao longo dos anos, não deverá ser uma tarefa das mais complicadas redirecionar seu trabalho para um apoio efetivo no atendimento aos critérios da sustentabilidade e ao consumo consciente.&lt;br /&gt;Certamente, eles também irão se beneficiar ao longo do tempo. De qualquer maneira, caberá aos responsáveis pelos anúncios, os verdadeiros agentes dessas transformações, caso entendam a urgência de fazer a parte que lhes de dever e direito nesse processo, ou seja, o de implementar ações em prol de um desenvolvimento sustentável, equilibrado e racional. Com a palavra os publicitários!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;* Reinaldo Canto é jornalista, consultor e palestrante. Foi diretor de Comunicação do Greenpeace e coordenador de Comunicação do Instituto Akatu. É colunista da revista Carta Capital, colaborador da Envolverde e professor de Gestão Ambiental na FAPPES.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Artigo publicado originalmente na coluna do autor, Cidadania &amp; Sustentabilidade, no site da revista Carta Capital. http://www.cartacapital.com.br/sociedade/a-publicidade-e-o-consumo-consciente&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Blog: cantodasustentabilidade.blogspot.com&lt;br /&gt;Linkedin: Reinaldo Canto&lt;br /&gt;Facebook: Reinaldo Canto&lt;br /&gt;MSN: rreicanto@hotmail.com&lt;br /&gt;Skype: reinaldo.canto&lt;br /&gt;Twitter: @ReinaldoCanto&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8061690042395195809-6826938329259486706?l=cantodasustentabilidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cantodasustentabilidade.blogspot.com/feeds/6826938329259486706/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8061690042395195809&amp;postID=6826938329259486706&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8061690042395195809/posts/default/6826938329259486706'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8061690042395195809/posts/default/6826938329259486706'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cantodasustentabilidade.blogspot.com/2011/08/publicidade-e-o-consumo-consciente.html' title='A publicidade e o consumo consciente'/><author><name>Reinaldo Canto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12898880137063980975</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_29loQXKfdYY/SgFuHP9C0JI/AAAAAAAAABQ/0V8UZYL8EL8/S220/BOB+3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8061690042395195809.post-3852695982240824795</id><published>2011-08-08T14:15:00.000-07:00</published><updated>2011-08-08T14:17:34.242-07:00</updated><title type='text'>11º EDIÇÃO DO PRÊMIO DE REPORTAGEM SOBRE A MATA ATLÂNTICA DIVULGA SEUS FINALISTAS</title><content type='html'> &lt;br /&gt;Vencedores nas categorias Impresso, Televisão e Internet serão conhecidos dia 10 de agosto em São Paulo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Aliança para a Conservação da Mata Atlântica, uma parceria entre as ONGs Conservação Internacional e Fundação SOS Mata Atlântica, anuncia no dia 10 de agosto, em São Paulo, os vencedores da 11º edição do Prêmio de Reportagem sobre a Mata Atlântica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o objetivo de promover o jornalismo ambiental no Brasil, fomentar a produção de reportagens sobre a Mata Atlântica e reconhecer a excelência profissional de jornalistas que cobrem temas ambientais, a iniciativa existe no Brasil desde o ano 2001 e conta com o patrocínio de Bradesco Capitalização, apoio do Centro Internacional para Jornalistas (ICFJ) e da Federação Internacional de Jornalistas Ambientais (IFEJ). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além das tradicionais categorias Impresso e Televisão, em 2011, o Prêmio ganhou uma nova categoria destinada a reportagens de Internet, um segmento que cresce vertiginosamente no meio jornalístico e consolida-se como um dos principais canais de informação para o público em geral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foram inscritas 75 matérias na categoria Impresso, 46 reportagens na categoria Televisão e 30 matérias na categoria Internet. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Confira a lista de finalistas (em ordem alfabética):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Impresso:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Giovana Girardi, da Revista Unesp Ciência, com a matéria “O Código Florestal ao arrepio da ciência” (outubro de 2010);&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Maria Guimarães, da revista Pesquisa Fapesp, com a matéria “Marionetes de oito patas” (24/3/2011); &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Sérgio Adeodato, da revista Terra da Gente, com a matéria “O recobrimento do Brasil” (novembro de 2010).  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Televisão:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Claudia Tavares, do programa Repórter Eco, da TV Cultura, com a reportagem “Litoral Norte – Encostas” (16/3/2011);&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- José Raimundo Carneiro de Oliveira, do Jornal da Globo, da Rede Globo, com a reportagem “Carvão do Piauí” (10/1/2011);&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Simone Pio Viana, da Rede Minas Televisão, com a reportagem “Árvores da Mata Atlântica” (28/3/2011). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Internet:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Bernardo Vicente Tabak, do portal G1, com a matéria “Projeto de biólogo mostra degradação do meio ambiente no Rio” (27/6/2010);&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Daniel Carvalho de Mello, da Agência Brasil, com a matéria “Barragem do Valo Grande” (19/1/2011);&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Thais Teisen Rodrigues, do portal Ciclo Vivo, com a matéria “Ambientalista trabalha para recompor a orla da represa de Guarapiranga” (27/12/2010).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os vencedores das três categorias poderão participar de uma viagem internacional com foco em jornalismo e meio ambiente. A premiação inclui passagem aérea de ida e volta, em classe turística, da cidade de residência do ganhador até a cidade do evento, além de hospedagem e refeições. Os segundos e terceiros colocados em cada categoria receberão R$ 5.000 e R$ 2.500, respectivamente, além de troféu e certificado no evento do dia 10.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Júri&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para avaliar cada categoria, há um júri formado por cinco profissionais das áreas de comunicação e conservação ambiental, sem a participação de representantes das instituições organizadoras. Para chegar aos vencedores, o júri faz uma avaliação de todas as reportagens, sem ver a quem elas pertencem, atribuindo notas de 0 a 10 em vários critérios para a categoria Impresso (estilo, conteúdo informativo, fontes, “digestão” da informação e tema); para a categoria Televisão (imagens e edição, conteúdo informativo e texto, fontes e entrevistas e tema); e na categoria Internet (estilo e “digestão” da informação, conteúdo informativo, fontes, conteúdo de hipermídia e tema).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As matérias participantes desta edição na categoria Impresso foram avaliadas pelo júri composto por: Adalberto Marcondes, Paulo Lyra, João Paulo Ribeiro Capobianco, Ricardo Ribeiro Rodrigues e Rachel Biderman.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na categoria Televisão, o júri foi formado por: Francisco César Filho, Luciano Candisani, &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sérgio Tulio Caldas, Maria Cecília Wey de Brito e Adriano Paglia.   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Já as matérias concorrentes na categoria Internet foram avaliadas por: Haroldo Castro, Liana John, Wilson Bueno, Reinaldo Canto e Daniela Ramos.  &lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sobre a Aliança para a Conservação da Mata Atlântica&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parceria entre a Conservação Internacional e a Fundação SOS Mata Atlântica, a Aliança para a Conservação da Mata Atlântica foi criada em 1999 para ampliar a escala de atuação das duas organizações, a partir de uma estratégia comum, em favor da conservação da Mata Atlântica. Com a proposta de diminuir o processo de destruição de um dos biomas mais ameaçados do planeta, a união entre as instituições está fundamentada em duas linhas estratégicas: Áreas Protegidas e Comunicação para conservação. Dentre os principais projetos conduzidos pela Aliança estão o Prêmio de Reportagem sobre a Mata Atlântica e o Programa de Incentivo às Unidades de Conservação Públicas e Privadas da Mata Atlântica. Para conhecer mais sobre o Prêmio, visite www.premioreportagem.org.br.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8061690042395195809-3852695982240824795?l=cantodasustentabilidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cantodasustentabilidade.blogspot.com/feeds/3852695982240824795/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8061690042395195809&amp;postID=3852695982240824795&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8061690042395195809/posts/default/3852695982240824795'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8061690042395195809/posts/default/3852695982240824795'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cantodasustentabilidade.blogspot.com/2011/08/11-edicao-do-premio-de-reportagem-sobre.html' title='11º EDIÇÃO DO PRÊMIO DE REPORTAGEM SOBRE A MATA ATLÂNTICA DIVULGA SEUS FINALISTAS'/><author><name>Reinaldo Canto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12898880137063980975</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_29loQXKfdYY/SgFuHP9C0JI/AAAAAAAAABQ/0V8UZYL8EL8/S220/BOB+3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8061690042395195809.post-7969282232487256874</id><published>2011-08-02T14:05:00.000-07:00</published><updated>2011-08-02T14:35:26.114-07:00</updated><title type='text'>A ATMOSFERA DA COPA E O AR DA CIDADE</title><content type='html'>Artigo publicado no Jornal da Tarde, em 01/08/2011&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;JT &lt;br /&gt; OPINIÃO &lt;br /&gt; 01/08/2011 &lt;br /&gt; 2A &lt;br /&gt; SÃO PAULO &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;-------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;A OPINIÃO DE&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reinaldo Canto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;JORNALISTA, CONSULTOR E PALESTRANTE ESPECIALIZADO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;EM SUSTENTABILIDADE&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A atmosfera da Copa e o ar da cidade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;São várias décadas de obras privilegiando a ocupação dos espaços vistos apenas como boas oportunidades de negócios &lt;/em&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A realização da Copa do Mundo e a qualidade do ar de São Paulo seriam temas distintos, caso não tivessem um encontro traçado pelo destino.  E, neste momento, não me refiro à densa névoa que cobre os preparativos para a Copa do Mundo, cercados de mistério e de negociações nebulosas que deixam o ar irrespirável.  Na verdade, ambos os assuntos deverão ser discutidos por nativos e turistas daqui a três anos em 2014, afinal nesta mesma época, os problemas que afetam as condições atmosféricas deverão estar ainda piores do que as registradas nos últimos dias. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A triste combinação entre frio, ar seco e poluição já é responsável por um aumento de 62% das internações na capital paulista, conforme noticiado pelo JT (18/07).  Fatos não raros que se repetem ano após ano, inclusive com registros de mortes diretamente ligadas aos crescentes e inaceitáveis índices de poluição do ar.  E, infelizmente, a população não pode contar com ações realmente sérias do poder público para ao menos reduzir as suas principais causas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tais problemas, é claro, não surgiram recentemente.  São várias décadas de obras privilegiando a ocupação dos espaços vistos apenas como boas oportunidades de negócios.  Faltaram e continuam faltando planejamento e bom senso.  Resultado: mais poluição e menos qualidade de vida. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se hoje já contamos com mais de 7 milhões de veículos circulando por nossas entupidas ruas, a entrada de mais de mil novos carros emplacados diariamente na cidade só faz imaginar que durante a Copa os problemas serão multiplicados.  Mesmo com automóveis menos poluentes, não é possível imaginar que teremos em 2014 um ar mais puro para respirar. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ritmo frenético dos lançamentos imobiliários é outro fator que colabora para piorar as condições climáticas ao eliminar áreas verdes para a subida indiscriminada de espigões.  Uma troca nefasta de árvores que absorvem gás carbônico deixando em seu lugar uma cidade mais impermeabilizada e cinza.  Uma equação bastante simples e óbvia que agrava os casos de enchentes e aumenta a sensação de calor no verão.  Já nestes dias de inverno, entre outros problemas, contribui para dificultar a dispersão de poluentes. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tempo existe para mudar esse estado de coisas e alterar o caminho de São Paulo rumo a um desenvolvimento mais sustentável.  Mas é preciso que, restando três anos para a abertura da Copa do Mundo, nossas autoridades pensem e respirem profundamente, com cuidado para não se intoxicarem, e comecem já a agir em prol da cidade para as pessoas.  Mais transporte coletivo e mais áreas verdes serão muito bem-vindas.  Afinal, com Copa ou sem Copa, os milhões de habitantes de São Paulo vão permanecer por aqui, vivendo e respirando, quem sabe, ares melhores num futuro próximo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-n5sBU68tbLE/TjhsY45BUPI/AAAAAAAAAJY/hFxa9ovZaq0/s1600/reinaldo_pagina.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 181px; height: 320px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-n5sBU68tbLE/TjhsY45BUPI/AAAAAAAAAJY/hFxa9ovZaq0/s320/reinaldo_pagina.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5636374108498383090" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-oFowX6g1bKE/TjhsP0_qONI/AAAAAAAAAJQ/t0LrkJv1oWw/s1600/reinaldo_artigo.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 141px; height: 320px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-oFowX6g1bKE/TjhsP0_qONI/AAAAAAAAAJQ/t0LrkJv1oWw/s320/reinaldo_artigo.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5636373952833665234" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8061690042395195809-7969282232487256874?l=cantodasustentabilidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cantodasustentabilidade.blogspot.com/feeds/7969282232487256874/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8061690042395195809&amp;postID=7969282232487256874&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8061690042395195809/posts/default/7969282232487256874'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8061690042395195809/posts/default/7969282232487256874'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cantodasustentabilidade.blogspot.com/2011/08/atmosfera-da-copa-e-o-ar-da-cidade.html' title='A ATMOSFERA DA COPA E O AR DA CIDADE'/><author><name>Reinaldo Canto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12898880137063980975</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_29loQXKfdYY/SgFuHP9C0JI/AAAAAAAAABQ/0V8UZYL8EL8/S220/BOB+3.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-n5sBU68tbLE/TjhsY45BUPI/AAAAAAAAAJY/hFxa9ovZaq0/s72-c/reinaldo_pagina.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8061690042395195809.post-9027455899294275006</id><published>2011-07-15T08:06:00.000-07:00</published><updated>2011-07-15T08:18:48.758-07:00</updated><title type='text'>CURSO: Consumo consciente do dinheiro e do crédito</title><content type='html'>&lt;strong&gt;NOVO!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bom para seu bolso, Bom para a sua família, &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bom para o Planeta, ÓTIMO PARA O FUTURO! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dia: 15 de setembro de 2011, das 8h30 às 18h&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Objetivo:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O curso levará aos participantes uma visão abrangente sobre as vantagens do uso consciente do dinheiro e do crédito para a vida das pessoas e o impacto dessa ação para o futuro do planeta. Abordará também os riscos de se realizar compras e investimentos sem uma análise aprofundada de seus efeitos e as repercussões negativas que poderão causar para a saúde financeira das pessoas no longo prazo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Principais tópicos:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;I. Sustentabilidade nos negócios&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Sustentabilidade nos negócios (dimensões econômica, social e ambiental – tripple bottom line)&lt;br /&gt;- Linha do tempo da sustentabilidade&lt;br /&gt;- Ciclo de vida dos produtos e pegada ecológica&lt;br /&gt;- Diferenciação entre sustentabilidade nos negócios e investimento social privado&lt;br /&gt;- Eco-eficiência&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;II. O Consumismo e os limites do planeta – Por que estamos passando da medida?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- As mudanças sofridas pelo planeta em poucos anos (tecnológicas, comportamentais, etc)&lt;br /&gt;- Consumo excessivo&lt;br /&gt;- Esgotamento dos recursos naturais&lt;br /&gt;- Desenvolvimento x sustentabilidade&lt;br /&gt;- Longevidade + desenvolvimento&lt;br /&gt;- Ações individuais mais sustentáveis&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;III. Valores da sociedade, desejos e impulsos&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Novos produtos, novas necessidades&lt;br /&gt;- Alcançar o paraíso via compra de produtos&lt;br /&gt;- O Ter ao invés do Ser&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;IV. O que é o consumo consciente?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Principais definições&lt;br /&gt;- Práticas cotidianas&lt;br /&gt;- Água bem essencial para nossa sobrevivência!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;V. O seu dinheiro vale ouro!&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Orçamento doméstico (equilíbrio entre as despesas essenciais e as supérfluas)&lt;br /&gt;- A importância de poupar parte dos ganhos (planejamento futuro + administração do patrimônio)&lt;br /&gt;- Construção dos sonhos (curto, médio e longo prazos) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;VI. Nossos gastos de todo dia&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Resistir ao impulso (pensar duas vezes e se perguntar sobre a necessidade)&lt;br /&gt;- Os apelos negativos da publicidade &lt;br /&gt;- A armadilha das pequenas despesas diárias&lt;br /&gt;- Mês mais longo que salário é sinal de problema no horizonte&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;VII. Créditos e empréstimos&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Quando é realmente necessário?&lt;br /&gt;- A ilusão da “despesa que cabe no bolso”&lt;br /&gt;- Comprar à vista ou a prazo?&lt;br /&gt;- Fugir dos juros abusivos&lt;br /&gt;- A armadilha do carro novo (juros e prestações/análise de caso)&lt;br /&gt;- Tomar dinheiro emprestado (de quem, como e quando?)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;VIII. Reflexões&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Aprender a viver com menos e melhor (consumir menos, viver mais)&lt;br /&gt;- Consumo consciente e qualidade de vida&lt;br /&gt;- Visão de futuro: aposentadoria e/ou escola dos filhos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Metodologia:&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;- Uso de dinâmicas de grupo e discussão de casos práticos &lt;br /&gt;- Exibição de audiovisuais para discussão do tema &lt;br /&gt;- Fornecimento de material didático&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Instrutores: &lt;br /&gt;- Reinaldo Canto (Envolverde)&lt;br /&gt;- Victorio Mattarozzi e Cássio Trunkl (Consultoria Finanças Sustentáveis)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Investimento: R$ 500,00&lt;br /&gt;Inclui certificado, material didático e alimentação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrições: &lt;br /&gt;www.financassustentaveis.com.br/formulario.asp&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Local: &lt;br /&gt;Hotel Tryp Itaim - Sol Meliá &lt;br /&gt;R. Manuel Guedes, 320 - Itaim Bibi - São Paulo - SP &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais informações: &lt;br /&gt;cursos@financassustentaveis.com.br &lt;br /&gt;Tel. (11) 3586-0859 / 3582-0915&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saiba mais sobre outros cursos e palestras sobre sustentabilidade nos negócios em: www.financassustentaveis.com.br/cursos.aspx&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CONSULTORIA FINANÇAS SUSTENTÁVEIS&lt;br /&gt;www.financassustentaveis.com.br&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8061690042395195809-9027455899294275006?l=cantodasustentabilidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cantodasustentabilidade.blogspot.com/feeds/9027455899294275006/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8061690042395195809&amp;postID=9027455899294275006&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8061690042395195809/posts/default/9027455899294275006'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8061690042395195809/posts/default/9027455899294275006'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cantodasustentabilidade.blogspot.com/2011/07/curso-consumo-consciente-do-dinheiro-e.html' title='CURSO: Consumo consciente do dinheiro e do crédito'/><author><name>Reinaldo Canto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12898880137063980975</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_29loQXKfdYY/SgFuHP9C0JI/AAAAAAAAABQ/0V8UZYL8EL8/S220/BOB+3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8061690042395195809.post-6308104872989517257</id><published>2011-07-08T11:20:00.000-07:00</published><updated>2011-07-08T11:27:24.123-07:00</updated><title type='text'>Novos capítulos na batalha dos pedestres pela sobrevivência</title><content type='html'>&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Desafios da campanha de respeito as faixas de pedestres revelam o despreparo de nossos motoristas &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por Reinaldo Canto* &lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os pedestres de São Paulo, melhor dizendo, os pedestres de quase todo o País, enfrentam diariamente uma luta para chegarem vivos aos seus destinos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os obstáculos são inúmeros: vias intransitáveis, calçadas e passarelas inexistentes, transporte público ineficiente e perigoso, motoristas arrogantes e raivosos, além do desrespeito continuado e cotidiano das faixas a eles destinados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa verdadeira guerra pela sobrevivência causou, no ano passado, a morte de 630 pessoas por atropelamento, apenas na capital paulista. No total foram 20 atropelamentos por dia com uma média de 2 mortes diárias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os números correspondem, segundo a CET – Companhia de Engenharia de Tráfego – a 46% do total de 1.357 mortes associadas à violência no trânsito em São Paulo.&lt;br /&gt;Grosso modo, pessoas não motorizadas, além de não estarem se beneficiando desse meio de transporte, acabam por ser vitimadas por ele. Uma triste e absurda ironia do destino!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Uma campanha para cumprir a lei já existente &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diante de números tão chocantes, as autoridades públicas foram obrigadas a tomar algumas iniciativas pontuais visando minimizar tal selvageria. Uma delas nada mais foi do que obrigar motoristas a respeitar, conforme já determina o Código Nacional de Trânsito, ou seja, dar passagem ao pedestre quando este for atravessar a faixa de… pedestres.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No começo de maio a Prefeitura de São Paulo criou um programa em 8 áreas chamadas de Zonas de Máxima Proteção ao Pedestre (ZMPPs) onde vem sendo realizado um difícil trabalho de orientação e fiscalização dos veículos, cujo principal objetivo é o de educar os mal acostumados motoristas, senhores dos espaços públicos, a agir mais do que no cumprimento da lei, como pessoas minimamente civilizadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com os objetivos do programa, bastaria ao cidadão pedestre esticar seu braço para sinalizar a outro cidadão dentro de um veículo motorizado, para que este último interrompesse sua circulação e cedesse gentilmente a passagem ao cidadão pedestre para a travessia na faixa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse período inicial de campanha, orientadores agitaram bandeiras sinalizando que pedestres querem fazer a travessia e fiscais da CET interromperam o trânsito para garantir uma passagem tranqüila.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A distância entre intenção e gesto &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo muito simples e de fácil compreensão. Afinal, se uma pessoa dirige um veículo, ela está, teoricamente, de posse de suas melhores faculdades mentais.&lt;br /&gt;Se possui um carro, podemos concluir que essa pessoa tem o mínimo acesso a meios de comunicação como rádio e televisão, quem sabe seja capaz de ler e entender as informações publicadas por uma revista ou jornal, portanto plenamente capaz de compreender suas responsabilidades e obrigações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas a realidade é bem diferente e mais parece um devaneio, uma utopia sonhar com um mundo assim!! Basta acompanhar os resultados empíricos desses dois meses de campanha. O que vem ocorrendo quando os fiscais não estão presentes?&lt;br /&gt;Qual o comportamento dos motoristas? Bem, nesse caso, como pedestre assíduo e diário exatamente nas áreas destacadas pelo programa, posso afirmar com propriedade: NADA!&lt;br /&gt;Tenho visto in loco que em sua maioria esmagadora, os motoristas continuam a fazer o que sempre fizeram, ou seja, ignorar e desrespeitar os direitos dos não motorizados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pesquisas realizadas pelo órgão de engenharia de tráfego junto aos motoristas constataram o quão ainda estamos distantes de uma solução, isso se formos depender de uma mudança de comportamento pela via do bom senso. Aliás, bom senso é algo que falta na própria percepção dos motoristas em relação as suas atitudes incivilizadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os estudos concluíram que mais de 40% (pelo menos 4 entre 10 motoristas) alegam não parar na faixa de pedestres por temer acidentes. Eles acreditam que o carro de trás não vai parar e o choque, portanto, seria inevitável. Nessa visão torta, não parar nas faixas significaria em última instância, evitar acidentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outros dizem que, quem não para, é o veículo de trás. Alguns cinicamente, diga-se de passagem, quer dizer de não passagem, desrespeitam pedestres pelo nobre motivo de não atrapalhar viaturas e ambulâncias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas também, existem motoristas sinceros, não param porque simplesmente estão com pressa e ponto final. Até na percepção de achar que fazem o certo (ou será mesmo uma mentira deslavada?), nossos condutores respondem com a maior sinceridade.&lt;br /&gt;Quando perguntados se respeitam os direitos dos pedestres, 76,8% disseram que sim. O irônico é que dessa parcela expressiva de cidadãos conscientes de seus deveres, 89,6%fizeram exatamente o contrário momentos antes da resposta e em várias situações colocaram a vida de pessoas em risco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Pensar mais no coletivo e menos no individual&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Loucos ou cínicos, o certo é que temos um longo caminho pela frente para mudar essa realidade nefasta de guerra urbana sem trégua.&lt;br /&gt;Como pedestre, cidadão paulistano e brasileiro peço, encarecidamente, que as autoridades de transporte não desistam diante de tamanhas dificuldades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A campanha precisa ser mantida, ampliada e passar a punir os infratores, pois infelizmente, o bolso acaba por ser uma boa argumentação civilizatória.&lt;br /&gt;Para que possamos viver em cidades mais civilizadas, seguras e sustentáveis será preciso persistir. Os interesses coletivos devem, com exceções é claro, prevalecer sobre os individuais. O que acontecer em São Paulo será exemplo, bom ou ruim, que poderá num futuro próximo ser replicado em outras cidades do país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As cidades pertencem às pessoas estejam elas de carro, bicicleta, a pé, de skate ou patinete, tanto faz, os direitos devem ser os mesmos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fora disso está a barbárie, injustiças e tragédias cotidianas as quais, tristemente, estamos bem acostumados e acomodados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;* Reinaldo Canto é jornalista, consultor e palestrante. Foi diretor de Comunicação do Greenpeace e coordenador de Comunicação do Instituto Akatu. É colunista da revista Carta Capital e colaborador da Envolverde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Artigo publicado originalmente na coluna do autor, Cidadania &amp; Sustentabilidade, no site da revista Carta Capital. http://www.cartacapital.com.br/cultura/novos-capitulos-na-batalha-dos-pedestres-pela-sobrevivencia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Blog: cantodasustentabilidade.blogspot.com&lt;br /&gt;Linkedin: Reinaldo Canto&lt;br /&gt;Facebook: Reinaldo Canto&lt;br /&gt;MSN: rreicanto@hotmail.com&lt;br /&gt;Skype: reinaldo.canto&lt;br /&gt;Twitter: @ReinaldoCanto&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8061690042395195809-6308104872989517257?l=cantodasustentabilidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cantodasustentabilidade.blogspot.com/feeds/6308104872989517257/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8061690042395195809&amp;postID=6308104872989517257&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8061690042395195809/posts/default/6308104872989517257'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8061690042395195809/posts/default/6308104872989517257'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cantodasustentabilidade.blogspot.com/2011/07/novos-capitulos-na-batalha-dos.html' title='Novos capítulos na batalha dos pedestres pela sobrevivência'/><author><name>Reinaldo Canto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12898880137063980975</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_29loQXKfdYY/SgFuHP9C0JI/AAAAAAAAABQ/0V8UZYL8EL8/S220/BOB+3.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8061690042395195809.post-3375879530664743920</id><published>2011-06-28T12:28:00.001-07:00</published><updated>2011-06-28T12:28:51.979-07:00</updated><title type='text'>“As novas pautas da sustentabilidade” é  o novo curso oferecido pelo Sindicato dos Jornalistas de São Paulo</title><content type='html'>Abordar os novos desafios da cobertura ambiental e dos temas da sustentabilidade é a proposta do curso &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A aula acontecerá  no sábado, 09 de julho, das 9h00 às 18h00 na sede do Sindicato, Rua Rego Freitas, 530 – Sobreloja (próximo ao metrô República). O docente será o jornalista Reinaldo Canto, com  31 anos de profissão, com passagens pelas principais empresas de televisão e rádio do Brasil. Foi diretor de Comunicação do Greenpeace Brasil, coordenador de comunicação do Instituto Akatu pelo Consumo Consciente e colaborador do Instituto Ethos de Responsabilidade Social. Colaborador da Envolverde e colunista da Carta Capital&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O curso é destinado a jornalistas, estudantes de Jornalismo e demais profissionais de Comunicação e de ONGs e os valores são diferenciados: R$ 130,00 à vista (ou 2 x de R$ 65,00) para jornalistas sindicalizados e estudantes de Jornalismo pré-sindicalizados e R$ 180,00 à vista (ou 2 x de R$ 90,00) para os não sindicalizados e demais interessados.   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os interessados deverão se pré-inscrever em nosso site www.jornalistasp.org.br&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pré-inscrição é uma reserva de vaga e o pagamento deverá ser feito até  04 de julho (valor total ou da primeira parcela). Os que já fizeram cursos no Sindicato têm descontos e poderá ser oferecido descontos para grupos, consulte o Departamento de Formação. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No programa: os novos conceitos, as novas pautas e a quebra dos paradigmas da visão tradicional de se fazer jornalismo, crescimento x sustentabilidade, (re) contextualizar  qual o papel das empresas de assessoria de imprensa, dos veículos de comunicação e dos jornalistas em tempos de aquecimento global, mudanças climáticas e dos esgotamentos dos recursos naturais. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outras informações com Marlene ou Fábio no tel. (11) 3217 6299 ramal 6233, de segunda à sexta, das 9h00 às 18h00 ou pelo e-mail: cursos@sjsp.org.br&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8061690042395195809-3375879530664743920?l=cantodasustentabilidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cantodasustentabilidade.blogspot.com/feeds/3375879530664743920/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8061690042395195809&amp;postID=3375879530664743920&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8061690042395195809/posts/default/3375879530664743920'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8061690042395195809/posts/default/3375879530664743920'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cantodasustentabilidade.blogspot.com/2011/06/as-novas-pautas-da-sustentabilidade-e-o.html' title='“As novas pautas da sustentabilidade” é  o novo curso oferecido pelo Sindicato dos Jornalistas de São Paulo'/><author><name>Reinaldo Canto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12898880137063980975</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_29loQXKfdYY/SgFuHP9C0JI/AAAAAAAAABQ/0V8UZYL8EL8/S220/BOB+3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8061690042395195809.post-2730729987580455697</id><published>2011-06-25T07:48:00.000-07:00</published><updated>2011-06-25T08:01:06.587-07:00</updated><title type='text'>SUSTENTABILIDADE NO TRÂNSITO</title><content type='html'>Programa SOB NOVA DIREÇÃO:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Recebemos nesta sexta-feira, 24/06, o jornalista Reinaldo Canto, que há mais de 31 na profissão se especializou em sustentabilidade.&lt;br /&gt;Acompanhe a entrevista que foi muito esclarecedora, falando sobre um tema especial: SUSTENTABILIDADE E O TRÂNSITO.&lt;br /&gt;Reinaldo foi diretor de comunicação do Greenpeace, além de ser colaborador da www.envolverde.com.br, também é colunista da revista Carta Capital, com a coluna Cidadania &amp; Sustentabilidade e mantem o blog www.cantodasustentabilidade.blogspot.com.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Link do programa: http://vimeo.com/25574812&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sob Nova Direção: Sustentabilidade e o trânsito &lt;br /&gt;www.sobnovadirecao.com&lt;br /&gt;Programa Sob Nova Direção, apresentado por Sérgio Albuquerque Jr, que acontece semanalmente na www.alltv.com.br, a primeira TV por internet do Brasil, no ar a mais de 8 anos. Todas as sextas-feiras, das 17 as 18h, ao vivo no site www.alltv.com.br.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8061690042395195809-2730729987580455697?l=cantodasustentabilidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cantodasustentabilidade.blogspot.com/feeds/2730729987580455697/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8061690042395195809&amp;postID=2730729987580455697&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8061690042395195809/posts/default/2730729987580455697'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8061690042395195809/posts/default/2730729987580455697'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cantodasustentabilidade.blogspot.com/2011/06/sustentabilidade-no-transito.html' title='SUSTENTABILIDADE NO TRÂNSITO'/><author><name>Reinaldo Canto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12898880137063980975</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_29loQXKfdYY/SgFuHP9C0JI/AAAAAAAAABQ/0V8UZYL8EL8/S220/BOB+3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8061690042395195809.post-8209808337390154319</id><published>2011-06-15T12:23:00.000-07:00</published><updated>2011-06-15T12:26:13.945-07:00</updated><title type='text'>Por que não sustentável e lucrativo?</title><content type='html'>por Reinaldo Canto*&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sempre perguntei a pessoas próximas, afinadas com o tema, se não seria possível falar na adoção de critérios de sustentabilidade com argumentos puramente comerciais.  Significaria usar a linguagem do lucro, dos ganhos financeiros, com os quais todos – sejam eles comerciantes, produtores ou empresários – se entendem muito bem e, invariavelmente, buscam nos seus negócios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos nós sabemos, ou deveríamos saber, que o desenvolvimento sustentável é o único caminho possível diante do vertiginoso e crescente esgotamento dos recursos do planeta. Nesse sentido, já não são poucas as empresas que adotaram critérios de sustentabilidade em suas atividades. Muitas representam, inclusive, fortes exemplos reconhecidos pelo mercado. Parte desse reconhecimento acaba por se registrar na valorização de suas ações em índices como o ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da Bovespa) e o Dow Jones Sustainability (da principal bolsa norte-americana), cujo desempenho das empresas ali presentes é superior ao das integrantes do pregão normal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ouvimos quase todos os dias que determinada empresa tem feito esforços para reduzir o seu consumo de água, energia e insumos. Outras investem no uso de energia limpa, trocam embalagens, aderem as práticas do comércio justo, apoiam o trabalho de comunidades, aplicam a logística reversa e o tratamento de resíduos, etc, etc, etc. São muitas e fundamentais iniciativas. Mas, normalmente quando vem a público, o comunicado dessas empresas, vem acompanhado de números que dão conta do enorme benefício que as medidas adotadas passaram a representar para a sociedade e para o meio ambiente e não para os negócios. Nas entrelinhas fica a mensagem de altruísmo empresarial desconectado de um benefício comercial direto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ora bolas, isso contraria até mesmo a lógica do mercado. A realidade nos mostra que  empresários querem bons resultados para os seus negócios em primeiro lugar. Mas quando a questão é falar de ações para a sustentabilidade parece que a visão hegemônica parte do princípio que são coisas diferentes. Qual o problema de ser bom para todos, inclusive para a própria empresa?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o processo de disseminação do conceito de sustentabilidade, tal postura significa um grande obstáculo. Muitas organizações empresariais poderão raciocinar que, antes de partir para as “boas ações” sustentáveis, é preciso resolver outros problemas “mais importantes”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma visão errada e distorcida da realidade. Sustentabilidade deve ser entendida como algo muito positivo e, principalmente, para o futuro da atividade empresarial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao se alterar processos de produção e, por exemplo, conseguir uma relevante economia de água, o melhor seria dizer o seguinte: economizamos X de água, portanto, nossa conta todo mês será de menos Y e por aí vai. Graças à certificação ambiental tal, melhoramos nossos processos, ganhamos mercado e nosso faturamento aumentou tantos por cento. Uma conta matemática simples de compreender, fácil de transmitir para um pequeno, médio ou grande empresário e muito útil para a causa da sustentabilidade. Uma boa ação para o planeta, para as pessoas e também para os negócios. Por que não?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Daterra: exemplo de bom negócio em todos os quesitos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na semana passada visitei a fazenda Daterra, em Patrocínio, Minas Gerais, a segunda maior produtora de café do Brasil e o que vi e ouvi foi exatamente a conjunção de fatores que faz brilhar os olhos de qualquer empresário: qualidade, sustentabilidade e lucratividade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Se não for sustentável no lucro, consequentemente não será sustentável também para o planeta e o meio ambiente. A palavra sustentável prevê o conceito do tripple bottom line, os três lucros que são o ambiental, o social e o econômico. Portanto, nada que não dê lucro é sustentável”. Palavras do proprietário da fazenda, Luis Norberto Paschoal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele ainda vai mais além na análise tendo como base a sua atividade, “O plantio do café demora sete ou oito anos para dar lucro. Nas empresas não é igual? Não é possível implantar a sustentabilidade e ganhar imediatamente. Mas depois de um período de investimento, os resultados aparecem”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em resumo, hoje, ser sustentável é sim um fator de lucro para a Daterra! E, ao conjugar lucratividade e sustentabilidade, Paschoal serve de exemplo para qualquer empresário. Em 2003, a Daterra foi a primeira fazenda de café a receber o certificado da Rainforest Alliance, que observa uma série de rigorosos critérios sociais e ambientais, mas sem descuidar da viabilidade do negócio.  Mais tarde, outras certificações vieram e com elas novos clientes fiéis, exigentes e dispostos a pagar um pouco mais. Hoje o café Daterra é um produto com grande valor agregado, vendas consolidadas para o exterior e um futuro cada vez mais promissor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Das resistências iniciais a exemplo de competência, os proprietários vizinhos da Daterra começaram a reconhecer os resultados do concorrente, muito superiores aos deles, e também passaram a se adequar à nova realidade e buscar certificações que lhes trouxessem ganhos associados ao aumento da qualidade e uma produção mais sustentável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mauricio Voivodic, secretário-executivo do Imaflora, o parceiro brasileiro da Rainforest Alliance na certificação da Daterra, explica que o fenômeno não se restringe aos produtores de café de Minas Gerais. “As empresas que estão investindo em sustentabilidade são as que estão tendo ganhos de produtividade, de qualidade e aumentando sua parcela no mercado. Porque sustentabilidade trata também de relacionamentos mais duradouros, numa boa relação com seus fornecedores, clientes e trabalhadores. Tudo isso acaba por resultar em benefício econômico. É fundamental enxergar isso, principalmente nas séries históricas de longo prazo.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As mudanças no campo e o Código Florestal&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mudar nem sempre é muito fácil e requer avaliar as questões culturais e comportamentais. Exemplos de negócios sustentáveis e lucrativos causam um efeito fantástico nos mercados em que estão inseridos. Mas não podemos também deixar de constatar que parte dessas mudanças virão, mais dia menos dia, por um outro caminho que não requer muita discussão ou debate: a sobrevivência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para a presidente da Rainforest Alliance, Tensie Whelan, é preciso levar em conta os fortes sinais de mudanças que vêm do campo. “Nos últimos três a cinco anos, os agricultores tiveram muitos problemas com os recursos naturais. Falta de água, esgotamento do solo e aumento da contaminação e perceberam que é preciso investir em sustentabilidade para garantir a própria sobrevivência ”, afirma Whelan.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sinais tão claros e óbvios que deveriam repercutir mais facilmente nas discussões do Código Florestal. Para Luis Paschoal, o proprietário da fazenda Daterra, caso o novo projeto do Código Florestal seja aprovado, “será um desastre para o Brasil”. Ele explica, “não sou xiita, mas conversei com pessoas do setor. Nós aqui no Daterra, somos três vezes mais duros do que o Código atual. Essa votação absolutamente ignorante,vai comprometer o futuro do Brasil”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A convicção de Paschoal em relação ao Código ainda não ecoa com a mesma força que o exemplo de desenvolvimento sustentável da Daterra. Francisco Sergio de Assis, presidente da Federação dos Cafeicultores do Cerrado e vizinho da Daterra, apoia com entusiasmo o projeto do Código Florestal aprovado até aqui pela Câmara dos Deputados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Razões à parte, o caminho para o desenvolvimento sustentável, ainda está repleto de obstáculos e espinhos. Os argumentos, além dos problemas ambientais cada vez mais graves e persistentes, ainda não parecem ser suficientes para fazer com que as obviedades sejam enxergadas como tal. Até lá, resta-nos permanecer firmes no debate e mostrar aos empresários que ser sustentável, antes de ser bondade é questão de inteligência. Porque quando a sobrevivência restar como principal enfoque, muitas coisas boas já estarão irremediavelmente perdidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Reinaldo Canto é jornalista, consultor e palestrante. Foi diretor de Comunicação do Greenpeace e coordenador de Comunicação do Instituto Akatu. É colunista da revista Carta Capital e colaborador da Envolverde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Artigo publicado originalmente na coluna do autor, Cidadania &amp; Sustentabilidade, no site da revista Carta Capital. http://www.cartacapital.com.br/sociedade/por-que-nao-sustentavel-e-lucrativo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Blog: cantodasustentabilidade.blogspot.com&lt;br /&gt;Linkedin: Reinaldo Canto&lt;br /&gt;Facebook: Reinaldo Canto&lt;br /&gt;MSN: rreicanto@hotmail.com&lt;br /&gt;Skype: reinaldo.canto&lt;br /&gt;Twitter: @ReinaldoCanto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Carta Capital/Envolverde)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8061690042395195809-8209808337390154319?l=cantodasustentabilidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cantodasustentabilidade.blogspot.com/feeds/8209808337390154319/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8061690042395195809&amp;postID=8209808337390154319&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8061690042395195809/posts/default/8209808337390154319'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8061690042395195809/posts/default/8209808337390154319'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cantodasustentabilidade.blogspot.com/2011/06/por-que-nao-sustentavel-e-lucrativo.html' title='Por que não sustentável e lucrativo?'/><author><name>Reinaldo Canto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12898880137063980975</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_29loQXKfdYY/SgFuHP9C0JI/AAAAAAAAABQ/0V8UZYL8EL8/S220/BOB+3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8061690042395195809.post-4230948688079954652</id><published>2011-06-06T14:06:00.000-07:00</published><updated>2011-06-06T14:08:49.904-07:00</updated><title type='text'>Palestra no Sindicato debate inserção de pautas sustentáveis no jornalismo</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-vKpT_s6mr5c/Te1B0U52FPI/AAAAAAAAAIs/dhKFNc36fyc/s1600/palestra2%255B1%255D.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-vKpT_s6mr5c/Te1B0U52FPI/AAAAAAAAAIs/dhKFNc36fyc/s320/palestra2%255B1%255D.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5615216677621208306" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-565i3Y5xOGM/Te1BugQzP-I/AAAAAAAAAIk/gZ-0Ify41tM/s1600/palestra1%255B1%255D.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 238px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-565i3Y5xOGM/Te1BugQzP-I/AAAAAAAAAIk/gZ-0Ify41tM/s320/palestra1%255B1%255D.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5615216577591066594" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;      &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;A Comissão Permanente e Aberta de Jornalistas em Assessoria de Comunicação (CPAJAC) do Sindicato realizou na última segunda-feira, dia 30 de maio, no auditório Vladimir Herzog, a palestra “As novas pautas da sustentabilidade”. A atividade direcionada aos profissionais de comunicação e estudantes foi ministrada pelo jornalista especializado na área, diretor-executivo do Instituto dos Mananciais e colunista da Carta Capital, Reinaldo Canto, que falou da necessidade de inserção de pautas que abordem o tema da sustentabilidade nas redações.&lt;br /&gt;A mesa foi coordenada por Sylvio Micelli, da Comissão de Assessoria de Comunicação e contou com a presença do presidente do Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de São Paulo, José Augusto Camargo (Guto). Também estavam presentes no evento a diretora de Sindicalização, Márcia Quintanilha e Denise Fon, da Comissão de Ética do SJSP - ambas da CPAJAC.&lt;br /&gt;O presidente do Sindicato abriu o encontro relembrando o valor histórico da Comissão de Assessoria. Ele falou sobre a luta pela consolidação da função de assessoria de imprensa enquanto atividade jornalística, realizada há mais de 20 anos atrás. “Nesta época, o debate sobre o tema era intenso e não foi uma discussão fácil. Hoje somos referência internacional para países que ainda não conseguiram avançar nesse ponto. Não é a toa que temos uma brasileira na secretaria da Federação Internacional dos Jornalistas (FIJ), que é a Beth Costa, ex-presidente da Fenaj e do Sindicato dos Jornalistas do Município do Rio de Janeiro".&lt;br /&gt;Guto também ressaltou as condições mercadológicas atuais da assessoria, que em sua avaliação, têm crescido muito nos últimos tempos. “O 23º Encontro Estadual de Jornalistas em Assessoria de Comunicação (EJAC), que ocorrerá de 26 a 28 de agosto, discutirá a assessoria de imprensa no cenário de crescimento econômico, informou.”&lt;br /&gt;Já o palestrante, Reinaldo Canto, apresentou um conjunto de slides sobre a realidade jornalística nos dias atuais e as suas possibilidades de mudança. Para o especialista, o principal é fazer com que a sustentalidade faça parte da pauta diária das redações. “Para que isso aconteça é preciso pensar em editorias transversais que perpasse a questão em todas as editoriais, não só na de meio ambiente”. &lt;br /&gt;O jornalista também esclareceu que o tema trata de qualidade de vida e, é importante que ela não pode seja rotulada ou ideologizada. “Desenvolvimento sem sustentabilidade não é desenvolvimento. A pergunta é: Qual o papel do jornalismo na criação de um futuro sustentável em tempos de Aquecimento Global, Mudanças Climáticas e Crise Econômica? O fundamental é a análise mais abrangente somada a aspectos econômicos, ambientais e sociais”, salientou.&lt;br /&gt;Dados da pesquisa Ethos/ Akatu, apresentados por Reinaldo, apontam que 84% da população não sabe o que é sustentabilidade. Mesmo assim, na prática, existem ações positivas como evitar desperdício de água fechando torneiras, apagar  luzes, separar o lixo e reciclagem. Para finalizar ele apresentou ações estratégicas do Greenpeace e do Instituto Akatu, (organizações onde já trabalhou) de assessoria de imprensa para comunicar suas ações. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Fotos André Freire)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8061690042395195809-4230948688079954652?l=cantodasustentabilidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cantodasustentabilidade.blogspot.com/feeds/4230948688079954652/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8061690042395195809&amp;postID=4230948688079954652&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8061690042395195809/posts/default/4230948688079954652'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8061690042395195809/posts/default/4230948688079954652'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cantodasustentabilidade.blogspot.com/2011/06/palestra-no-sindicato-debate-insercao.html' title='Palestra no Sindicato debate inserção de pautas sustentáveis no jornalismo'/><author><name>Reinaldo Canto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12898880137063980975</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_29loQXKfdYY/SgFuHP9C0JI/AAAAAAAAABQ/0V8UZYL8EL8/S220/BOB+3.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-vKpT_s6mr5c/Te1B0U52FPI/AAAAAAAAAIs/dhKFNc36fyc/s72-c/palestra2%255B1%255D.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8061690042395195809.post-4053341595879372979</id><published>2011-05-24T12:52:00.000-07:00</published><updated>2011-05-24T12:55:13.663-07:00</updated><title type='text'>25 ANOS DA SOS MATA ATLÂNTICA: MATURIDADE E NOVOS DESAFIOS</title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Na cerimônia de comemoração, a presença plural e heterogênea de todos os setores mostra o que se deve esperar do movimento ambientalista nos próximos anos&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Por Reinaldo Canto* &lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na última quinta-feira 19, a mais importante organização ambiental 100% brasileira comemorou seus 25 anos de existência marcados por muita luta, diversas frustrações, mas também de êxitos emblemáticos como a criação do Pólo Ecoturístico do Lagamar no litoral sul de São Paulo e a criação do Atlas dos Remanescentes Florestais da Mata Atlântica – que apresenta o resultado do mapeamento e monitoramento da floresta e seus ecossistemas associados, entre outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que mais chamou a atenção das pessoas que lotaram o Porão das Artes, no Parque do Ibirapuera, foi à diversidade entre as autoridades e lideranças ali presentes. Que a comemoração dos 25 anos da organização já é um motivo e tanto para comparecer, todos sabemos, mas o significado e representatividade dessas participações devem ser destacados como algo muito positivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pelo local passaram e alguns também foram homenageados, parlamentares e lideranças partidárias de matizes diversas, empresários de destaque no cenário nacional, representantes de governos variados, além dos chamados formadores de opinião jornalistas, artistas, economistas, entre outros istas de destaque.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Um novo caminho e uma montanha como obstáculo&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vivemos. sem dúvida, uma nova realidade na história das lutas ambientais no Brasil, ou seja, a de superar visões míopes, reducionistas e obtusas e colocar em seu lugar um olhar mais claro e objetivo com vistas ao futuro comum a que todos nós estamos destinados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se como muitos disseram sobre o movimento ambientalista que, “seus integrantes caberiam facilmente numa Kombi” quando a SOS Mata Atlântica deu seus primeiros passos, a cerimônia dos 25 anos deixou claro que esse passado já está totalmente superado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A questão é que mesmo a justa alegria pela comemoração do aniversário da entidade, foi pontuada por falas que lembravam a todo instante o delicado momento pelo qual passamos: A iminência da aprovação do novo texto do Código Florestal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Reflexos do debate contribuíram para acelerar o desmatamento&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O anúncio de que o ritmo do desmatamento na Amazônia cresceu cinco vezes (473%) nos meses de março e abril, em comparação com o mesmo período do ano passado, não tirou o brilho da festa, mas potencializou as preocupações de todos com o futuro.&lt;br /&gt;Se a consciência para a adoção de critérios de desenvolvimento sustentável vem crescendo de maneira sólida, também é verdade que ainda existem, e não são poucos, os que acham o meio ambiente apenas um estorvo no caminho da ganância e do lucro a qualquer preço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O relatório do deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP), que dá nova redação e altera pontos importantes do Código Florestal em vigência, é um desses exemplos, baseado no  modelo predatório de desenvolvimento do século XX. Ele é defendido com unhas e dentes por setores do agronegócio conhecidos por seu reacionarismo e truculência e, por outro lado, é combatido por amplos setores que, longe de apenas exercerem uma militância ambiental, querem uma discussão mais democrática e pluralista, entre eles, os cientistas ligados a Academia Brasileira de Ciências e a SBPC (Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Recentemente, as entidades divulgaram um documento apelando para o bom senso e pediram abertamente para que o debate não seja ideológico, mas baseado em pesquisas científicas que apontem os melhores e mais confiáveis caminhos em que estejam contemplados o desenvolvimento e a preservação ambiental. Os cientistas deixaram claro que muito tem a contribuir, mas até o momento sequer foram ouvidos.&lt;br /&gt;Façamos votos agora, para que os festejos pelos 25 anos da SOS Mata Atlântica, não sejam manchados pela aprovação de um novo Código Florestal, que tanto mal fará para o futuro do Brasil e dos brasileiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vida longa SOS Mata Atlântica!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*Reinaldo Canto é jornalista, consultor e palestrante. Foi diretor de comunicação do Greenpeace e coordenador de comunicação do Instituto Akatu. É colunista de Carta Capital e colaborador da Envolverde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Artigo publicado originalmente na coluna Cidadania &amp; Sustentabilidade:  http://www.cartacapital.com.br/carta-verde/maturidade-e-novos-desafios&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Blog: cantodasustentabilidade.blogspot.com&lt;br /&gt;Linkedin: Reinaldo Canto&lt;br /&gt;Facebook: Reinaldo Canto&lt;br /&gt;MSN: rreicanto@hotmail.com&lt;br /&gt;Skype: reinaldo.canto&lt;br /&gt;Twitter: @ReinaldoCanto&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8061690042395195809-4053341595879372979?l=cantodasustentabilidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cantodasustentabilidade.blogspot.com/feeds/4053341595879372979/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8061690042395195809&amp;postID=4053341595879372979&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8061690042395195809/posts/default/4053341595879372979'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8061690042395195809/posts/default/4053341595879372979'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cantodasustentabilidade.blogspot.com/2011/05/25-anos-da-sos-mata-atlantica.html' title='25 ANOS DA SOS MATA ATLÂNTICA: MATURIDADE E NOVOS DESAFIOS'/><author><name>Reinaldo Canto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12898880137063980975</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_29loQXKfdYY/SgFuHP9C0JI/AAAAAAAAABQ/0V8UZYL8EL8/S220/BOB+3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8061690042395195809.post-2197573082250791725</id><published>2011-05-19T12:52:00.000-07:00</published><updated>2011-05-19T12:53:45.487-07:00</updated><title type='text'>O que aconteceu no Green Drinks? 05 de maio de 2011</title><content type='html'>Nosso convidado foi Reinaldo Canto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao entrar no mundo da sustentabilidade descobriu que provocar é uma boa forma de por o tema em pauta. Um de seus artigos mais polêmicos dizia que quem trabalha com sustentabilidade não deve ser taxado como “chato” e viver se defendendo. Os rótulos da sustentabilidade (esquerda? Direita? Muito pelo contrário!)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existem, portanto, diversos rótulos e paradigmas. Os paradigmas envolvem o medo de mudanças, a oposição ao desenvolvimento - como pode haver desenvolvimento sem sustentabilidade? O desenvolvimento precisa ser sustentável. Outros paradigmas são o distanciamento da realidade – futuro é longe; a fauna e a flora ficam longe – o meio ambiente e os seres humanos são um todo, e não partes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A questão do consumo também foi discutida..os números eram impressionantes!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um fato: A realidade já não é mais a mesma – cresce mais a quantidade de lixo produzida no Brasil do que a população!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Questão: Petróleo vale mais que água! Que tipo de valor estamos considerando?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A partir disso pudemos estabelecer uma discussão sobre valor, valores, publicidade e diversos outros assuntos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O imediatismo é que nos faz distanciarmos da realidade - “a água está acabando? Mas eu tenho água na minha torneira”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A questão do TER x SER - a publicidade e os efeitos: os desejos latentes que são despertados. Mas também pode se tornar um aliado – pega na emoção!&lt;br /&gt;Novamente é levantada a questão de como lidar com esta diferença entre esquerda e direita. A carta capital tem pessoas mais radicais e é um veículo mais de esquerda. A dificuldade está em passar que sustentabilidade é um tema macro, não é ideologia!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por fim, Reinaldo- que trabalhou dois anos como diretor de comunicação do Greenpeace - contou um pouco da história do Greenpeace e passou vídeo inspirador que você pode conferir no link abaixo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://www.youtube.com/watch?v=cbLg1SoA2w0&amp;feature=fvst&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8061690042395195809-2197573082250791725?l=cantodasustentabilidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cantodasustentabilidade.blogspot.com/feeds/2197573082250791725/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8061690042395195809&amp;postID=2197573082250791725&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8061690042395195809/posts/default/2197573082250791725'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8061690042395195809/posts/default/2197573082250791725'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cantodasustentabilidade.blogspot.com/2011/05/o-que-aconteceu-no-green-drinks-05-de.html' title='O que aconteceu no Green Drinks? 05 de maio de 2011'/><author><name>Reinaldo Canto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12898880137063980975</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_29loQXKfdYY/SgFuHP9C0JI/AAAAAAAAABQ/0V8UZYL8EL8/S220/BOB+3.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8061690042395195809.post-4582051497232681374</id><published>2011-05-17T11:14:00.000-07:00</published><updated>2011-05-17T11:18:03.928-07:00</updated><title type='text'>Palestra sobre sustentabilidade no Sindicato</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-4lQOyCNG67A/TdK7kUlVhRI/AAAAAAAAAIY/FxMEtyfhBho/s1600/1260%255B1%255D.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 156px; height: 209px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-4lQOyCNG67A/TdK7kUlVhRI/AAAAAAAAAIY/FxMEtyfhBho/s320/1260%255B1%255D.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5607750718704682258" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;A Comissão de Assessoria de Comunicação do Sindicato realiza no próximo dia 30 de maio, das 19h30 às 21h30, no auditório Vladimir Herzog a palestra “As novas pautas da sustentabilidade”, com o diretor-executivo do Instituto dos Mananciais e colunista da Carta Capital, Reinaldo Canto. O evento destina-se a estudantes de comunicação, jornalistas, assessores de imprensa de empresas públicas e privadas e ONGs. As inscrições – R$ 30,00 (não sindicalizados) e R$ 15,00 (associados e estudantes) devem ser realizadas até 15 de maio com Melissa ou Paula através do (11) 3217-6299 – diretoria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O objetivo é abordar os novos desafios da cobertura ambiental e dos temas da sustentabilidade. Em tempos de Aquecimento Global, Mudanças Climáticas e Crise Econômica, qual o papel das assessorias de imprensa, dos veículos de comunicação e dos jornalistas? Os novos conceitos, as novas pautas e a quebra dos paradigmas da visão tradicional de se fazer jornalismo, entre elas crescimento x sustentabilidade. A capacitação e os desafios do assessor de imprensa para comunicar as ações das empresas, governos e ONGs.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O palestrante, Reinaldo Canto, é jornalista há 31 anos com passagens pelas principais empresas de televisão e rádio do Brasil. Foi diretor de Comunicação do Greenpeace Brasil, coordenador de comunicação do Instituto Akatu pelo Consumo Consciente e colaborador do Instituto Ethos de Responsabilidade Social. Atualmente é diretor-executivo do Instituto dos Mananciais e colunista da Carta Capital.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Assessoria de Imprensa)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8061690042395195809-4582051497232681374?l=cantodasustentabilidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cantodasustentabilidade.blogspot.com/feeds/4582051497232681374/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8061690042395195809&amp;postID=4582051497232681374&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8061690042395195809/posts/default/4582051497232681374'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8061690042395195809/posts/default/4582051497232681374'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cantodasustentabilidade.blogspot.com/2011/05/palestra-sobre-sustentabilidade-no.html' title='Palestra sobre sustentabilidade no Sindicato'/><author><name>Reinaldo Canto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12898880137063980975</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_29loQXKfdYY/SgFuHP9C0JI/AAAAAAAAABQ/0V8UZYL8EL8/S220/BOB+3.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-4lQOyCNG67A/TdK7kUlVhRI/AAAAAAAAAIY/FxMEtyfhBho/s72-c/1260%255B1%255D.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8061690042395195809.post-8739112812754694002</id><published>2011-05-08T19:15:00.000-07:00</published><updated>2011-05-09T11:59:49.888-07:00</updated><title type='text'>LIXO 6 X 0 BRASIL – GOLEADA PARA A SOCIEDADE DO DESPERDÍCIO</title><content type='html'>&lt;em&gt;Por Reinaldo Canto*&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 2010, o Brasil produziu 60,8 milhões de toneladas dos chamados resíduos sólidos urbanos. Essa quantidade foi 6,8% mais alta que a registrada em 2009 e seis vezes maior que o crescimento populacional que, no mesmo período, ficou em pouco mais &lt;br /&gt;de 1%. De todo esse resíduo, cerca de 6,5 milhões de toneladas foram parar em rios, córregos e terrenos baldios. Ainda 42,4%, ou seja, 22,9 milhões de toneladas foram depositados em lixões e aterros controlados e que não fazem o tratamento adequado dos resíduos. Estas conclusões fazem parte do estudo Panorama dos Resíduos Sólidos divulgado na semana passada pela Abrelpe (Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Detalhes do mesmo relatório demonstram que estamos muito, mas muito distantes de tornar o consumo consciente uma prática cotidiana na vida das pessoas em nosso país. Um bom exemplo é que no ano passado, a média de lixo gerado por brasileiro ficou em 378 quilos, o que é 5,3% superior aos 359 quilos de lixo per capita computados em 2009.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O que esperar do futuro&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em uma sociedade de consumo que vem se caracterizando pelo culto ao descartável, a quantidade de lixo é proporcional a falta de consciência e ações que passam por todos os setores, sejam eles públicos ou privados, até chegar ao próprio cidadão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se por um lado podemos registrar com orgulho que no Brasil temos o mais alto nível de reciclagem de latinhas de alumínio do mundo, por outro, também é fácil afirmar que existem materiais tão diversos como papel, papelão, vidro, isopor, garrafas PET, sacolas plásticas e tantos outros que são perfeitamente recicláveis e que simplesmente não o são, por falta de apoio a coleta e comercialização. Pelo menos 30% dos lixos domiciliares são compostos de materiais recicláveis, mas apenas 1% acaba sendo, efetivamente, recuperado pela coleta seletiva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É muito triste imaginar que toneladas de material reciclável entopem os lixões e aterros quando poderiam voltar a ser utilizados por empresas em produção de novos produtos. Um caso exemplar é o do vidro. Um quilo de vidro é totalmente aproveitado na reciclagem num círculo virtuoso que contribui para que não sejam necessárias as extrações de matérias-primas existentes na natureza. Isso vale para todos os outros materiais que são descartados. Papéis reutilizados e reciclados evitam o corte de árvores; sacolas plásticas reutilizadas e recicladas deixam de entupir bueiros, poluir rios e mares etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As razões para esse estado de coisas são inúmeras: ausência de políticas públicas efetivas de incentivo a coleta e reciclagem e de educação ambiental para a população; uma parte da iniciativa privada que não se empenha em tratar resíduos e criar ações para reaproveitamento de materiais na sua linha de produção e o cidadão que desperdiça, não reutiliza, não recicla e ainda joga lixo nas praças, ruas, rios e lagos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Política Nacional de Resíduos Sólidos para mudar a realidade&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Boa parte das esperanças para reverter esse quadro reside na Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), regulamentada em dezembro de 2010 e que estabelece o princípio da responsabilidade compartilhada em relação à destinação dos resíduos. Todos os integrantes da cadeia produtiva sejam eles fabricantes, distribuidores, importadores, comerciantes e até mesmo os consumidores serão responsáveis por todo o processo de ciclo de vida do produto até a disposição final, também conhecido como logística reversa. Nessa conta de responsabilidades também estarão inseridos os serviços de limpeza públicos e de manejo dos resíduos sólidos. A lei prevê ainda o fim dos lixões em todos os municípios brasileiros até 2014.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diante do aumento da geração de lixo, os desafios propostos pela nova política são enormes e vão requerer esforços dobrados nos próximos anos. Portanto, é preciso também trazer outras questões para a discussão que contribuam para avançar nesse processo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Cobrar o que é de graça, aumentar o preço do que for muito barato&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um caminho é dar o devido valor ao que hoje é tratado como lixo. Se o poder público garantisse preços convidativos para os materiais hoje menos atrativos, tenho certeza que teríamos mais plásticos, papéis, vidros, isopores, entre outros, sendo recolhidos com eficiência e, consequentemente, voltariam para a cadeia produtiva ao invés de descartados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vivemos situações críticas em várias áreas vitais para a sobrevivência humana, a questão da geração do lixo, da contaminação das águas, o desmatamento e o aquecimento global estão entre as principais. Infelizmente, medidas isoladas sejam do poder público, sejam da iniciativa privada e até de cidadãos mais conscientes são louváveis, mas de resultado limitado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cobrar por todos esses materiais e embalagens dando valor ao que as pessoas hoje descartam seria uma maneira rápida de mudar a realidade tenebrosa do desperdício, do descarte inconseqüente e da falta de educação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O melhor, é claro, seria conquistar consciências, mas é óbvio também que os resultados tem sido modestos até mesmo nos países ditos desenvolvidos e educados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Boa notícia chega do varejo!&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Falando em outros países, algo que já foi adotado fora do Brasil vai chegar por aqui nos próximos dias: a cobrança pelas sacolas plásticas!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No próximo dia 9 de maio, um acordo será assinado pela APAS (Associação Paulista de Supermercados) e o Governo do Estado de São Paulo prevendo, inicialmente, uma campanha de 6 meses para a conscientização do consumidor para a importância de usar sacolas retornáveis, caixas ou carrinhos de feira no transporte das compras. Após esse período, ou seja, meados de novembro, as sacolas plásticas tradicionais, que demoram cerca de 100 anos para se decompor, serão substituídas por sacolinhas feitas à base de amido. Essa nova sacola se decompõe no máximo em 180 dias e será vendida pelo preço de custo (R$ 0,20 a unidade).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa experiência já foi adotada com sucesso em Jundiaí, cidade de 370 mil habitantes, próxima a Campinas. Hoje apenas 5% dos consumidores acabam por adquirir as sacolinhas biodegradáveis. A maioria esmagadora já se acostumou a nova realidade e, como em outros países, abandonou o uso das sacolas descartáveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem sabe se com mais ações como essa e um pouquinho mais de consciência, os números do Panorama de Resíduos Sólidos em 2012 não poderão apresentar surpresas mais agradáveis que os deste ano?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*Reinaldo Canto é jornalista, consultor e palestrante. Foi diretor de comunicação do Greenpeace e coordenador de comunicação do Instituto Akatu. É colunista de Carta Capital e colaborador da Envolverde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Artigo publicado originalmente na coluna Cidadania &amp; Sustentabilidade: &lt;br /&gt;http://www.cartacapital.com.br/sociedade/brasil-perde-de-goleada-para-a-sociedade-do-desperdicio&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Blog: cantodasustentabilidade.blogspot.com&lt;br /&gt;Linkedin: Reinaldo Canto&lt;br /&gt;Facebook: Reinaldo Canto&lt;br /&gt;MSN: rreicanto@hotmail.com&lt;br /&gt;Skype: reinaldo.canto&lt;br /&gt;Twitter: @ReinaldoCanto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Envolverde/Carta Capital)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8061690042395195809-8739112812754694002?l=cantodasustentabilidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cantodasustentabilidade.blogspot.com/feeds/8739112812754694002/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8061690042395195809&amp;postID=8739112812754694002&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8061690042395195809/posts/default/8739112812754694002'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8061690042395195809/posts/default/8739112812754694002'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cantodasustentabilidade.blogspot.com/2011/05/lixo-6-x-0-brasil-goleada-para.html' title='LIXO 6 X 0 BRASIL – GOLEADA PARA A SOCIEDADE DO DESPERDÍCIO'/><author><name>Reinaldo Canto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12898880137063980975</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_29loQXKfdYY/SgFuHP9C0JI/AAAAAAAAABQ/0V8UZYL8EL8/S220/BOB+3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8061690042395195809.post-6623973429389589105</id><published>2011-05-02T12:33:00.000-07:00</published><updated>2011-05-02T18:46:31.199-07:00</updated><title type='text'>GREEN DRINKS</title><content type='html'>Caros frequentadores do Green Drinks e demais interessados,&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Nosso próximo encontro será com Reinaldo Canto, jornalista que já trabalhou em emissoras de rádio, de TV e também atuou como assessor de imprensa em grandes empresas. Especializando-se em sustentabilidade e consumo consciente, Reinaldo foi diretor de Comunicação do Greenpeace, coordenador de comunicação do Instituto Akatu pelo Consumo Consciente, além de correspondente da Envolverde, Carta Capital e mídias ambientais na COP-15 em Copenhague. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como colunista de Cidadania &amp; Sustentabilidade pela Carta Capital, Reinaldo escreveu recentemente artigos como os polêmicos “Nem direita, nem esquerda, muito pelo contrário” e “Parabéns, São Paulo: 7 milhões de carros” que serão a base de nosso bate-papo e podem ser visualizados em &lt; www.cartacapital.com.br&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Venha participar!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Local: Ekoa Café - Rua Fradique Coutinho, 914 - Vila Madalena&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Data:   05/05/2011 (quinta-feira)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Horário:  19:30 às 22:00&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8061690042395195809-6623973429389589105?l=cantodasustentabilidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cantodasustentabilidade.blogspot.com/feeds/6623973429389589105/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8061690042395195809&amp;postID=6623973429389589105&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8061690042395195809/posts/default/6623973429389589105'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8061690042395195809/posts/default/6623973429389589105'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cantodasustentabilidade.blogspot.com/2011/05/green-drinks.html' title='GREEN DRINKS'/><author><name>Reinaldo Canto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12898880137063980975</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_29loQXKfdYY/SgFuHP9C0JI/AAAAAAAAABQ/0V8UZYL8EL8/S220/BOB+3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8061690042395195809.post-3509890688007310893</id><published>2011-04-29T11:03:00.000-07:00</published><updated>2011-04-29T11:08:10.887-07:00</updated><title type='text'>TI e Desenvolvimento Sustentável na Conferência HDI</title><content type='html'>HDI promove 4ª Conferência &amp; Expo Internacional HDI Brasil 2011 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;( São Paulo, São Paulo, Brasil - Comunique-se - ) Considerado o principal evento da América Latina no segmento, evento do HDI no Brasil apresentará uma grade de palestras com conteúdos sobre as melhores práticas e tendência do setor através de cases, novas tecnologias e palestras. Expectativas é receber mais de 700 pessoas, entre congressistas e visitantes&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Propagar as melhores práticas globais para os processos de Service Desk, Help Desk e Suporte a fim de transformar, modificar, reposicionar e alinhar este setor no Brasil de acordo as tendências internacionais é a proposta do HDI (Help Desk Intitute), maior associação mundial de profissionais do mercado de Suporte e Serviços de TI, ao promover a 4ª Conferência &amp; Expo Internacional HDI Brasil 2011. O encontro acontece em São Paulo nos dias 26 e 27 de maio.&lt;br /&gt;Considerado o único evento do país focado exclusivamente para o setor, este ano o HDI traz uma discussão baseada nos atuais cenários de mercado: como lidar com a Geração Y, que hoje representa grande parte dos profissionais atuantes no mercado de suporte, assim como a invasão das Redes Sociais, que alavanca um novo movimento no mercado em geral e, consequentemente, vai impactar no trabalho da TI (Tecnologia da Informação) e nas questões de segurança. &lt;br /&gt;Para abordar os temas citados acima e seguindo a tradição de trazer especialistas internacionais para palestrar no evento, a Conferência HDI 2011 contará com a presença de um dos maiores especialistas do mundo em uso das mídias sociais para suporte a cliente e um dos principais experts em Gestão de Serviços de TI, Chris Dancy e Rick Joslin, respectivamente. “Nosso objetivo é prover aos participantes e profissionais do evento o conhecimentos às melhores tendências praticadas no mercado internacional”, avalia Luiz Couto, CEO do HDI Brasil.&lt;br /&gt;Dancy, que é fundador do ServiceSphere™, organização dedicada a auxiliar operações de TI a adotar com sucesso ferramentas e práticas de ITSM (Information Technology Service Management), dará início ao evento, abordando como o uso das mídias sociais para o Gerenciamento de Serviços de TI pode alavancar na eficiência de uma operação ou negócio.&lt;br /&gt;Já o diretor executivo de cursos e certificações do HDI dos EUA, Rick Joslin, que marca a sua presença na abertura do dia 27, versa sobre os impactos da mobilidade e da virtualização no service desk. O executivo acredita que, apesar das novas tecnologias serem consideradas um braço importante na cadeia de suporte, ainda não há um amparo dessas ofertas em relação às melhores práticas.&lt;br /&gt;Além dos Keynote Speakers internacionais, também está programada a apresentação de dois palestrantes brasileiros para este encontro. A coaching e especialista em Medicina Comportamental, Leila Navarro, encerra o ciclo de apresentações do dia 26 com uma palestra sobre motivação. Com foco no perfil comportamental da Geração Y e nas rotinas de um departamento de Help Desk, Leila abordará temas como o desenvolvimento de habilidades extraordinárias em pessoas comuns e a superação do paternalismo nas organizações, entre outros.&lt;br /&gt;O fechamento do evento fica a cargo de Sergio Almeida, um dos maiores especialistas em atendimento a cliente do país, com 11 livros publicados sobre o tema. Partindo do pressuposto de que o cliente é o melhor vendedor do mundo, já que o atendimento baseado na assertividade garante o seu retorno com outros clientes, Almeida ensina técnicas para conquistar a excelência no atendimento ao cliente, cabendo a todos da empresa, sem exceção, colocar em prática essa metodologia.&lt;br /&gt;A grade de programação terá, além dos palestrantes brasileiros e dos keynotes norte-americanos, workshops práticos e paineis de debate com profissionais do setor e membros do Strategic Advisory Board - conselho estratégico do HDI Brasil. Ao todo, serão 27 palestras, dois workshops e quatro paineis de discussão. E, para gerar a troca de informações e o networking entre os presentes, o HDI Brasil promoverá um happy hour ao fim do primeiro dia de evento.&lt;br /&gt;“A realização deste evento sempre esteve focada no conteúdo, por isso trazemos especialistas internacionais e profissionais do Brasil reconhecidos no mercado de suporte e serviços de TI. Contrariando a maioria das conferências desse perfil que acontecem no Brasil, não temos palestras com propagandas de empresas ou produtos. Fazemos questão de que o conteúdo trazido seja de conhecimento e de experiências para os congressistas”, explica Nino Albano, diretor de conteúdo do HDI Brasil. &lt;br /&gt;A expectativa é que mais de 700 pessoas passem pelo evento. Além das palestras, a Conferência e Expo 2011 contará com XX expositores de serviços e produtos relacionados ao mercado de suporte e serviços de TI, que estarão reunidos no Expo Hall, que traz as últimas novidades do mercado em termos de tecnologia e serviços. &lt;br /&gt;Além disso, o encontro anual do HDI promoverá sua tradicional premiação, que é reconhecida como o principal do mercado brasileiro de suporte, e que premia os profissionais e as equipes que mais contribuíram para melhorar a imagem do centro de suporte em suas empresas. O prêmio abrange quatro categorias: Melhor Analista de Suporte, Melhor Equipe Interna de Suporte, Melhor Equipe Externa de Suporte e o lançamento de 2011, Melhor Gerente de Suporte do Brasil.&lt;br /&gt;As inscrições, que ficarão abertas até XX/XX, tem preços cumulativos, ou seja, quanto maior o número de participantes de uma mesma empresa, maiores serão os descontos. O valor individual é de RS 1.280,00. Para empresas filiadas ao HDI Brasil, há desconto adicional de 5%. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4ª Conferência &amp; Expo Internacional HDI Brasil 2011&lt;br /&gt;Datas: 26 e 27 de maio de 2011 &lt;br /&gt;Horário: 7h às 18h30min&lt;br /&gt;Local: Centro Fecomercio de Eventos&lt;br /&gt;Endereço: Rua Doutor Plínio Barreto, 285, Bela Vista&lt;br /&gt;Informações pelo telefone (11) 3054 2005 ou e-mail falecom@hdibrasil.com.br&lt;br /&gt;Inscrições através do site www.hdibrasil.com.br/2011&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reinaldo Canto :: AGÊNCIA ENVOLVERDE &lt;br /&gt;A contribuição da área de TI para o desenvolvimento sustentável&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O objetivo central da palestra é o de apresentar noções de sustentabilidade/desenvolvimento sustentável/consumo consciente e como fazer com que o trabalho da empresa trilhe sem traumas o caminho para o desenvolvimento sustentável. A palestra também aborda questões ligadas ao dia-a-dia das pessoas e como elas podem agir de maneira mais consciente na empresa, em casa e no convívio social.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Palestrante:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jornalista especializado em sustentabilidade; é colunista do site da revista Carta Capital; editor de relatórios de sustentabilidade, consultor e palestrante. Trabalhou nas principais emissoras de rádio e televisão do país (Globo, Band e Record, entre outras); foi assessor de imprensa de grandes empresas; ex-diretor de comunicação do Greenpeace; ex-coordenador de comunicação do Instituto Akatu pelo Consumo Consciente e ex-assessor de imprensa do Instituto Ethos de Responsabilidade Social. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Data da Palestra de Reinaldo Canto: 27/05 - 14:45hs&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8061690042395195809-3509890688007310893?l=cantodasustentabilidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cantodasustentabilidade.blogspot.com/feeds/3509890688007310893/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8061690042395195809&amp;postID=3509890688007310893&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8061690042395195809/posts/default/3509890688007310893'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8061690042395195809/posts/default/3509890688007310893'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cantodasustentabilidade.blogspot.com/2011/04/ti-e-desenvolvimento-sustentavel-na.html' title='TI e Desenvolvimento Sustentável na Conferência HDI'/><author><name>Reinaldo Canto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12898880137063980975</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_29loQXKfdYY/SgFuHP9C0JI/AAAAAAAAABQ/0V8UZYL8EL8/S220/BOB+3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8061690042395195809.post-3139625783810751983</id><published>2011-04-18T10:36:00.000-07:00</published><updated>2011-04-18T13:01:35.791-07:00</updated><title type='text'>Nem direita, nem esquerda, muito pelo contrário!*</title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Rotular e engessar o conceito da sustentabilidade é um desserviço à busca pelo desenvolvimento sustentável &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por Reinaldo Canto**&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não tem sido incomum, ao participar de encontros, debates e palestras, ao escrever artigos e até mesmo em conversas informais, ser questionado sobre este ou aquele posicionamento em prol da sustentabilidade com a visão tradicional da política construída ao longo dos últimos dois séculos. Dependendo do ponto de vista do observador, a sustentabilidade tem sido tachada de direitista e reacionária ou de esquedista e socializante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vale lembrar qual a definição para sustentabilidade consagrada no relatório Bruntland, intitulado Nosso Futuro Comum de 1987, “a capacidade das gerações atuais suprirem as suas necessidades, sem comprometer a capacidade das futuras gerações fazerem o mesmo”. Ela é até bastante simples na sua concepção, mas também muito complexa na sua aplicação.Ter a noção de que precisamos pensar no futuro da humanidade é algo, tão óbvio e ululante como afirmaria o dramaturgo Nelson Rodrigues, que sua compreensão não escapa ao raciocínio de crianças em tenra idade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o que é ainda mais facilmente observável é a total miopia que impera quando se discutem ações efetivas para colocar tal conceito em prática. Os obstáculos vão da prevalência dos interesses individuais sobre os coletivos quando nos referimos a postura das pessoas e das empresas, até chegarmos à priorização nefasta de governos e nações dos interesses regionais e nacionais sobre os problemas do planeta que afetam a todos indistintamente. Resumindo: é o famoso cada um no seu quadrado!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ai se argumentamos contrariamente a tais posturas, apelando para a redução do consumismo e da exploração irracional dos recursos naturais; por medidas de combate ao desmatamento e ao aquecimento global, entre algumas das principais bandeiras do movimento ambiental, surgem os rótulos usados indistintamente pelos ideólogos da direita e da esquerda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o mesmo tema, só para ficar num exemplo, o do consumismo, a direita afirma ser uma reação socialista e anticapitalista. Já para a esquerda constitui-se em típica ação elitista contra os direitos do povo de consumir e conquistar empregos. Como se o consumo excessivo e insano pudesse ser visto com bons olhos no longo prazo. As trocas alucinadas de carro, celulares e televisores, a compra de objetos e quinquilharias pouco ou nada úteis, com enormes desperdícios de materiais e matérias-primas que, com certeza deverão fazer falta em breve, são vistos como positivos por muita gente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Visão global&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sustentabilidade não deve e não pode estar a serviço de quaisquer das visões hegemônicas da política e da economia do Século XX. Crescimento dissociado do desenvolvimento sustentável é um perigo e um retrocesso. Priorizar o atendimento das necessidades de uma cidade, de um país ou de uma região, desvinculado de uma visão global, é um mergulho no escuro com consequências desconhecidas e certamente trágicas para todos os habitantes do planeta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Código Florestal&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dos casos mais interessantes e emblemáticos dessa polarização e demonização é o do atual debate sobre o Código Florestal, o polêmico projeto do deputado federal Aldo Rebelo (PCdoB – SP). A aprovação das alterações no Código é defendida igualmente pelo Partido Comunista do Brasil e por setores majoritários do agronegócio nacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do lado oposto, os ambientalistas também consideram a necessidade de atualização do código, vigente desde 1965, mas não aceitam diversos artigos do projeto, pois avaliam que será um estímulo ao desmatamento, ao aumento da ocupação e contaminação dos rios, além de garantir a anistia daqueles que burlaram a lei e cometeram crimes ambientais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem acompanha as calorosas discussões já deve ter notado a farta e raivosa classificação com que ambos os lados rotulam os adversários. Claro, que como alguém que defende a causa da sustentabilidade, não concordo com diversos itens da nova proposta do deputado Rebelo, mas considero um desserviço colocarmos um lado como representante do bem e outro do mal. Quando essa polaridade surge em qualquer tipo de debate, político, social, econômico, futebolístico ou que mais for, o diálogo já está sepultado.&lt;br /&gt;Afinal, não existe diálogo se do outro lado está um inimigo que só deseja o mal e a destruição. Ponto final!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se taxarmos o projeto do deputado Rebelo de apenas estar a serviço do agronegócio, do latifúndio e dos destruidores das florestas e da biodiversidade de nosso país, estaremos apenas enxergando o demônio.&lt;br /&gt;Por outro lado, como ocorreu recentemente comigo, ser acusado por integrantes do PCdoB de representar os interesses de multinacionais e governos estrangeiros que não querem o desenvolvimento do Brasil, aí teremos o surgimento de outro capeta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Felizmente, nesse caso específico, do Código Florestal, ambos os demônios estão sentando para conversar. As bancadas, ruralista e ambientalista, estão negociando um acordo no Congresso Nacional sob a mediação dos Ministérios do Meio Ambiente e da Agricultura para que se chegue a um denominador comum e que o bom senso prevaleça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O importante nesse caso e nos muitos outros com os quais iremos nos defrontar num futuro imediato é, como Walter Franco disse em música nos anos 80, “manter a mente aberta, a espinha ereta e o coração tranquilo”. E, acrescentando: não nos esqueçamos de ter um olhar no horizonte e no futuro dos nossos filhos! FORA SATANÁS!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*Quero deixar claro que o título deste artigo não está plagiando a declaração do prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab quando definiu o seu novo partido PSD. A ideia central é bem distinta!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;**Reinaldo Canto é jornalista, consultor e palestrante. Foi diretor de comunicação do Greenpeace e coordenador de comunicação do Instituto Akatu. É colunista de Carta Capital e colaborador da Envolverde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Artigo publicado originalmente na coluna Cidadania &amp; Sustentabilidade: &lt;br /&gt;http://www.cartacapital.com.br/destaques_carta_capital/nem-direita-nem-esquerda-muito-pelo-contrario&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Blog: cantodasustentabilidade.blogspot.com&lt;br /&gt;Linkedin: Reinaldo Canto&lt;br /&gt;Facebook: Reinaldo Canto&lt;br /&gt;MSN: rreicanto@hotmail.com&lt;br /&gt;Skype: reinaldo.canto&lt;br /&gt;Twitter: @ReinaldoCanto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Envolverde/Carta Capital)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8061690042395195809-3139625783810751983?l=cantodasustentabilidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cantodasustentabilidade.blogspot.com/feeds/3139625783810751983/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8061690042395195809&amp;postID=3139625783810751983&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8061690042395195809/posts/default/3139625783810751983'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8061690042395195809/posts/default/3139625783810751983'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cantodasustentabilidade.blogspot.com/2011/04/nem-direita-nem-esquerda-muito-pelo.html' title='Nem direita, nem esquerda, muito pelo contrário!*'/><author><name>Reinaldo Canto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12898880137063980975</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_29loQXKfdYY/SgFuHP9C0JI/AAAAAAAAABQ/0V8UZYL8EL8/S220/BOB+3.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8061690042395195809.post-224360490726338158</id><published>2011-04-05T05:21:00.000-07:00</published><updated>2011-04-05T05:37:53.246-07:00</updated><title type='text'>Publicidade infantil e os limites da liberdade de expressão comercial</title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Uma criança deve ser vista como consumidora? &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Por Reinaldo Canto*&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pais e mães sabem que criar filhos é um desafio e tanto. Ainda mais no final da primeira década do século XXI existem alguns detalhes específicos cujos pais de antigamente, com certeza, não se defrontaram. Claro que os mais velhos vão dizer que esses desafios simplesmente se modificam e não podem ser feitas afirmações de que tal época foi mais difícil ou mais fácil do que outra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Posso até concordar que a intensidade vai de cada endereço e de cada calo que se sentirá apertado, mas quando se refere aos apelos do consumo, plagiando o nosso ex-presidente Lula, “nunca antes neste país”, eles foram tão grandes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pense numa criança pequena sendo bombardeada por produtos na televisão, no DVD, no computador, no cinema, no supermercado, na casa do vizinho, na escola e sacrilégio maior, até na farmácia da esquina.  Todos eles expondo de maneira até desavergonhada, os personagens que apenas deveriam entreter e melhor ainda educar nossas crianças. Mas não, eles vendem de tudo! Desde salgadinhos pouco nutritivos, fast foods, pastas de dente e um sem número de bugigangas e quinquilharias de qualidade bastante duvidosa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Trabalho Árduo&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entidades de defesa da criança e do adolescente como o Instituto ALANA já promoveram discussões e pesquisas sobre a urgente necessidade de se reduzir a exposição de crianças à publicidade. Trabalhos divulgados pelo Instituto, entre eles, os livros O que fazer para proteger nossas crianças do consumismo e Por que a publicidade faz mal para as crianças buscam orientar pais, familiares, educadores e interessados no tema, sobre o problema do consumismo infantil.  Veja: www.criancaeconsumo.org.br&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo a ALANA, “algumas empresas ainda não atentaram para o fato de que responsabilidade social envolve respeito à infância e continuam trabalhando na velha lógica do lucro”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Reação e Oposição&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Associações ligadas aos fabricantes de alimentos também têm se pronunciado e tomado algumas medidas para atender aos apelos de parte da sociedade que trabalha pela defesa da infância. São os casos da Associação Brasileira da Indústria de Alimentos (ABIA) em conjunto com a Associação Brasileira de Anunciantes (ABA) que já chegaram a estabelecer um compromisso para reduzir a exposição do público infanto-juvenil aos anúncios.  As duas entidades receberam o apoio de 24 empresas com forte presença no mercado de produtos dirigidos às crianças, entre elas, Nestlé, Sadia , Danone e Unilever.  A ideia central é que a publicidade, seja dirigida aos pais e não mais às crianças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na verdade, o que a associação representante do setor de alimentos está fazendo, é convencer as empresas associadas a seguir o exemplo do que já vem sendo aplicado, com total normalidade, em países da União Européia e pelos EUA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essas ações de autoregulamentação representam uma reação do mercado aos mais de 180 projetos de lei que coíbem e restringem a propaganda que tramitam no Congresso Nacional, parte desses projetos dirigidos à publicidade infantil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No final do ano passado participei de evento promovido pela Associação Brasileira das Agências de Comunicação (Abracom) e tive a oportunidade de conhecer o Instituto Palavra Aberta , cujo mote principal de sua atuação é a defesa intransigente da liberdade de expressão comercial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa entidade considera o caminho da autoregulamentação como o único possível para se evitar prejuízos à economia. Após defenderem a publicidade infantil, perguntei  se a organização defendia os direitos de consumidora da minha filha de quase 4 anos de idade.  A presidente-executiva do instituto, Patrícia Blanco, disse que sim e completou,  “cabe aos pais e não ao governo dizer o que os filhos devem assistir ou consumir”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vejo diariamente minha filha ser submetida aos apelos publicitários, nem sempre honestos e positivos.  Essa exposição obriga a nós pais a ter de administrar, além dos inúmeros desafios  que estão inseridos no contexto da educação de uma criança, uma infinidade de desejos por brinquedos, produtos alimentícios, etc. Posso afirmar que essa não é uma luta nada agradável!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Creio que é preciso, obviamente, um enorme cuidado com a regulamentação excessiva e com atos que possam ser classificados como censura. Concordo também com as diversas entidades ligadas a veículos de comunicação que não se deve tutelar a sociedade e tratar as pessoas de maneira “infantilizada”.  Por outro lado, sou absolutamente contrário a ideia do “deus mercado” como protagonista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos os setores têm o direito e o dever de se pronunciar, debater e expor livremente suas posições. A livre iniciativa, a sociedade civil organizada, as autoridades públicas devem ter seus espaços de discussão preservados e amplamente divulgados. Agora, nessa mesma linha o direito à informação, inclusive sobre os efeitos nocivos de qualquer produto, precisa estar disponível ao consumidor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em relação à criança, ela é antes de mais nada, um ser em formação que precisa receber toda atenção e cuidados, dos pais, dos educadores, da sociedade e das autoridades públicas. O que menos interessa nessa sua fase delicada de desenvolvimento, é ser tratada como um mero comprador de produtos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse momento em que se procuram caminhos para se chegar ao almejado desenvolvimento sustentável, não me parece alvissareiro estimular uma nova geração consumista e oca de valores fundamentais. Consumo consciente já para as atuais e as futuras gerações!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;DA SÉRIE:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A Insustentável Estupidez Humana – Capítulo 1:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Recentemente foi desativada e destruída a Ciclovia da Estrada da Colônia que servia de ligação entre os bairros Vargem Grande e Colônia, com o centro de Parelheiros, no extremo sul da cidade de São Paulo.  Com 1,8 quilômetros de extensão, a ciclovia estava em funcionamento desde 2006 e fazia parte do cotidiano de um grande número de moradores da região.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E qual foi a razão para o seu fechamento? Segurança! O Ministério Público Estadual determinou à Prefeitura da capital, que a ciclovia fosse interditada até que fossem feitas adequações para melhorar a segurança dos ciclistas. A Prefeitura entendeu que deveria destruir suas pistas e assim foi feito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O MPE nega que pediu a destruição da ciclovia, já a autoridade municipal diz que sim. O fato é que São Paulo contabiliza quase 2 quilômetros a menos de ciclovias e os ciclistas de Parelheiros e adjacências correm um enorme risco de acidentes, pois terão agora que disputar espaço com os carros para percorrer o mesmo trajeto.  Difícil não se indignar!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A Insustentável Estupidez Humana- Capítulo 2:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quero mandar um abraço para as duas motoristas que no último domingo, foram capazes de avançar com seus carros, quando atravessava na faixa de pedestres com minha filha de quatro anos no colo, na Rua Bela Cintra, região dos Jardins, em São Paulo.  A primeira me fez parar para não ser atropelado, já a segunda passou por trás e dirigiu alguns impropérios não totalmente assimilados dada a alta velocidade do veículo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como já fiz menção em artigo anterior, muito provavelmente essas mulheres motoristas, dentro da lógica da selva e da indigência mental, tiveram o único objetivo de me ensinar que atravessar a faixa de pedestres só deve ocorrer quando nenhum carro estiver se aproximando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pelo menos podemos ficar satisfeitos pelo fato de que algumas mulheres não poderem mais ser chamadas de sexo frágil.  Muito pelo contrário, suas atitudes raivosas e intolerantes invejariam a muitos trogloditas do sexo masculino. Parabéns sexo forte!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*Reinaldo Canto é jornalista, consultor e palestrante. Foi diretor de comunicação do Greenpeace e coordenador de comunicação do Instituto Akatu. É colunista de Carta Capital e colaborador da Envolverde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Artigo publicado originalmente na coluna Cidadania &amp; Sustentabilidade: http://www.cartacapital.com.br/sociedade/publicidade-infantil-e-os-limites-da-liberdade-de-expressao-comercial&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Blog: cantodasustentabilidade.blogspot.com&lt;br /&gt;Linkedin: Reinaldo Canto&lt;br /&gt;Facebook: Reinaldo Canto&lt;br /&gt;MSN: rreicanto@hotmail.com&lt;br /&gt;Skype: reinaldo.canto&lt;br /&gt;Twitter: @ReinaldoCanto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Envolverde/Carta Capital)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8061690042395195809-224360490726338158?l=cantodasustentabilidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cantodasustentabilidade.blogspot.com/feeds/224360490726338158/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8061690042395195809&amp;postID=224360490726338158&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8061690042395195809/posts/default/224360490726338158'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8061690042395195809/posts/default/224360490726338158'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cantodasustentabilidade.blogspot.com/2011/04/publicidade-infantil-e-os-limites-da.html' title='Publicidade infantil e os limites da liberdade de expressão comercial'/><author><name>Reinaldo Canto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12898880137063980975</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_29loQXKfdYY/SgFuHP9C0JI/AAAAAAAAABQ/0V8UZYL8EL8/S220/BOB+3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8061690042395195809.post-4559524906523066130</id><published>2011-03-25T06:29:00.000-07:00</published><updated>2011-03-25T06:38:24.180-07:00</updated><title type='text'>Uma reflexão sobre a guerra urbana no cotidiano das cidades brasileiras</title><content type='html'>Viver em sociedade pressupõe, um certo grau de tolerância e respeito ao próximo e, muitas vezes, a subordinação de vontades. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Por Reinaldo Canto*&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Viver em sociedade pressupõe, um certo grau de tolerância e respeito ao próximo e, muitas vezes, a subordinação de vontades, desejos e interesses particulares, em nome de uma convivência pacífica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Infelizmente, não é o que vemos com freqüência em nossas cidades, notadamente, as maiores aqui em nosso país. A busca por uma relativa harmonia fica ainda mais prejudicada quando estão nítidos os gravíssimos problemas de infraestrutura, ou melhor, da falta dela, que potencializam dissabores e momentos de irritação de seus habitantes. Se a isso juntarmos a prepotência e arrogância de alguns que acreditam ter mais direitos que outros, o cenário está aí, montado sobre bases de um cotidiano cercado de batalhas e tensões permanentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Basta caminhar alguns metros em uma metrópole como São Paulo para flagrar inúmeros e repetitivos casos de desrespeito ao direito coletivo. São calçadas intransitáveis; lixos espalhados e jogados no chão ao lado de lixeiras; praças com bancos quebrados e monumentos depredados; além de ruas e avenidas mal sinalizadas e iluminadas, entre tantos outros problemas facilmente detectáveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo as pessoas menos propensas a atitudes condenáveis, acabam sendo “contaminadas” pela desordem geral, digo isso, porque não posso imaginar que sejamos todos ou a maioria composta de seres com instintos selvagens dispostos a fazer valer as máximas do “vale-tudo” e do “salve-se quem puder”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Motoristas ensandecidos&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, tenho cá minhas dúvidas quanto a bipolaridade entre médico e monstro que acomete cidadãos ao adentrarem as suas máquinas maravilhosas. O pai carinhoso, o amigo fiel, o vizinho gentil e por aí vai, quando se vê solitário dentro de seu veículo, transforma-se como numa maldição, num maligno Mr. Hyde pronto a exibir uma ferocidade a qualquer um que ouse manifestar os mesmos direitos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os iguais são rechaçados e fustigados o tempo que durar a viagem e apenas mal tolerados, pois a verdade absoluta está sentada naquele banco de motorista e todos os outros sempre estarão errados. Já aos desiguais, a esses não resta absolutamente nenhuma clemência. Pedestres que façam menção de atravessar na faixa reivindicando esse direito serão agredidos e ameaçados verbalmente, quando não atropelados, para que não restem dúvidas de sua insignificância e inferioridade. Bicicletas, também não poderão ter outro destino, vide o caso de Porto Alegre, cuja ousadia foi punida por, blasfêmia maior, reivindicar melhores condições de mobilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os motoristas histéricos que buzinam escandalosamente nas situações mais triviais, os que agem em flagrante desrespeito as leis e ainda os que colocam a sua vida e dos outros em risco devem estar, sob domínio de algum surto psicótico e têm usado seus veículos com freqüência cada vez mais assustadora, como arma letal. As autoridades do trânsito, bem como os responsáveis pelos testes para aquisição ou renovação da carteira de habilitação deveriam ter condições de punir e prevenir, alguns desses comportamentos inaceitáveis com a perda da licença para dirigir. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Triste resultado&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Infelizmente ainda teremos muitas razões para crer que esse quadro deverá se agravar. Uma pesquisa divulgada no mês passado demonstra o quão longe estamos de uma mudança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o IPEA (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), um em cada quatro brasileiros afirma que, pasmem, mesmo que o transporte coletivo fosse eficiente, não deixaria de usar o carro como principal meio de deslocamento diário. Entre as diversas argumentações estão o fato dos entrevistados considerarem o transporte coletivo ruim e ineficiente. Quanto a isso não há o que discutir, até porque 44,3% dos ouvidos pela pesquisa são usuários desse tipo de transporte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em geral, o que a pesquisa revela, é a falsa ilusão de que todos os problemas serão resolvidos quando o cidadão adquirir seu carro. Apesar de todos os problemas do trânsito caótico das cidades brasileiras, as pessoas ainda sonham com o transporte individual como se com ele, fosse possível alcançar o nirvana, o paraíso, a felicidade suprema. Ledo engano!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A barbárie do eu sozinho&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma sociedade se constrói com a busca por soluções sustentáveis em que prevaleçam os interesses coletivos sobre os individuais. Obviamente numa democracia baseada nos pilares da livre iniciativa nos quais estamos inseridos, direitos individuais e de minorias devem ser respeitadas. Mas o que preocupa no atual cenário é a motivação, de uma parte significativa da população, pelo desejo de encontrar caminhos pessoais e particulares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por seu lado, as nossas autoridades públicas de olho nos votos e no atendimento a essas solicitações, gastam fortunas com obras viárias sem futuro estimulando o uso do transporte individual. Assim, as cidades vão sendo ocupadas, rasgadas e desfiguradas, para, ao invés de servir como espaço de convivência agradável para seus habitantes, transformar-se em vias congestionadas e cada vez mais estressantes e violentas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para que tenhamos qualidade de vida no futuro é preciso urgentemente frear esse processo insano e contraproducente. Construir as bases para uma cidade que priorize a implementação de políticas e investimentos de planejamento urbano garantindo a todos direitos iguais de acesso, mobilidade e de uso dos equipamentos e espaços públicos. Ações do poder público que não visem reduzir as enormes desigualdades e que não trilhem o caminho do desenvolvimento sustentável devem ser colocadas em segundo plano ou mesmo descartadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*Reinaldo Canto é jornalista, consultor e palestrante. Foi diretor de comunicação do Greenpeace e coordenador de comunicação do Instituto Akatu. É colunista de Carta Capital e colaborador da Envolverde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Artigo publicado originalmente na coluna Cidadania &amp; Sustentabilidade: http://www.cartacapital.com.br/destaques_carta_capital/uma-reflexao-sobre-a-guerra-urbana-no-cotidiano-das-cidades-brasileiras-3&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Blog: cantodasustentabilidade.blogspot.com&lt;br /&gt;Linkedin: Reinaldo Canto&lt;br /&gt;Facebook: Reinaldo Canto&lt;br /&gt;MSN: rreicanto@hotmail.com&lt;br /&gt;Skype: reinaldo.canto&lt;br /&gt;Twitter: @ReinaldoCanto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Envolverde/Carta Capital)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8061690042395195809-4559524906523066130?l=cantodasustentabilidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cantodasustentabilidade.blogspot.com/feeds/4559524906523066130/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8061690042395195809&amp;postID=4559524906523066130&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8061690042395195809/posts/default/4559524906523066130'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8061690042395195809/posts/default/4559524906523066130'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cantodasustentabilidade.blogspot.com/2011/03/uma-reflexao-sobre-guerra-urbana-no.html' title='Uma reflexão sobre a guerra urbana no cotidiano das cidades brasileiras'/><author><name>Reinaldo Canto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12898880137063980975</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_29loQXKfdYY/SgFuHP9C0JI/AAAAAAAAABQ/0V8UZYL8EL8/S220/BOB+3.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8061690042395195809.post-6956100962872976077</id><published>2011-03-20T12:18:00.000-07:00</published><updated>2011-03-20T12:26:09.620-07:00</updated><title type='text'>VI FÓRUM ÁGUA EM PAUTA</title><content type='html'>DIAS 21 E 22 DE MARÇO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Venha discutir a importância do jornalismo na conscientização sobre o uso racional da água e o investimento em saneamento básico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Descubra o valor que a água tem. E beba um copo dela conosco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;21 de Março&lt;br /&gt;10h00 - Coffee Receptivo e entrega do material de apoio&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;10h30 - Abertura Solene&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;11h00 -  Conferência de Abertura &lt;br /&gt;“Água e Saúde”&lt;br /&gt;Em artigo publicado na Proceedings of The Royal Society, o cientista Dr. Christopher Eppig aborda os resultados de um estudo que mostra a relação de doenças infecciosas com o QI de populações de baixa renda, localizadas em países pobres. Além de comentar as principais conclusões deste estudo, ele irá traçar um panorama da relação entre saúde, saneamento básico e água, especialmente no Brasil.   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;13h00 - Intervalo Almoço&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;14h30 - Painel I - Saneamento Básico&lt;br /&gt;“Saneamento básico: dados, fatos e sensibilização pública”&lt;br /&gt;Esse painel tem como objetivo fornecer elementos objetivos para a compreensão da importância do saneamento como política pública e discutir estratégias de sensibilização social e jornalística para o tema. A partir de dados de investimento, os painelistas serão estimulados a pensar em uma agenda jornalística positiva que contemple, de maneira sistemática, a cobertura ligada a saneamento básico no país em seus mais diversos aspectos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;16h00 - Intervalo coffee&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;16h15 - Painel II - Indústria e Água&lt;br /&gt;“Água e produção industrial: estamos preparados para crescer com sustentabilidade?”&lt;br /&gt;As expectativas de crescimento do PIB brasileiro dependem significativamente do crescimento da produção industrial. Ambientalistas e jornalistas perguntam-se qual o preço a ser pago pelo desenvolvimento, enquanto os setores industriais identificam maneiras de crescer de maneira sustentável e regulada. A indústria é uma das maiores consumidoras de água e procura novos meios de produção com redução dos impactos. Discutir esse panorama é o objetivo do Painel II.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;22 de Março&lt;br /&gt;11h30 - Painel III - Conservação dos Mananciais e Políticas Públicas&lt;br /&gt;A fonte: como monitorar a qualidade dos mananciais e discutir, nos meios de comunicação e jornalismo, as políticas públicas de preservação ambiental dos mananciais, procurando novas formas de financiamento, divulgação e conscientização sobre a finitude dos recursos hídricos e a importância de resguardar os rios, os aqüíferos, lagoas, riachos e córregos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;13h30 - Intervalo Almoço&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;15h00 - Speech: Água e suas Fontes &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;15h30 - Conferência de Encerramento: Planeta China: Terra, Água e Alimentação&lt;br /&gt;Como a China busca resolver o problema da alimentação de 1 bilhão e meio de habitantes em 2025? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PAINELISTAS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Carolina Mota &lt;br /&gt;Procuradora da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo – FAPESP&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Christopher Eppig&lt;br /&gt;Cientista, biólogo e concluinte de pós-doutorado, pela Universidade do Novo México, Albuquerque (EUA)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dan Robson Pereira Dias&lt;br /&gt;Diretor da By Dan. Responsável pela expedição do projeto Flutuador do Rio Tietê&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jaderson Spina&lt;br /&gt;Secretário de Planejamento e Meio Ambiente da Prefeitura Municipal de Jundiaí.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jayme Martins&lt;br /&gt;Overchina e ex-China Radio International e correspondente do Estadão na China&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Prof. José Luiz Proença&lt;br /&gt;AUN - Agência Universitária de Notícias (ECA/USP)&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Junior Ruiz Garcia&lt;br /&gt;Pesquisador do Instituto de Economia / Universidade Estadual de Campinas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Marussia Whately&lt;br /&gt;Arquiteta e urbanista &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Milena Venancio Serro&lt;br /&gt;Coordenadora de Comunicação do Instituto Trata Brasil&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Reinaldo Canto&lt;br /&gt;Colaborador da Envolverde e colunista de Carta Capital, além de atuar como consultor, palestrante e articulista &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mini currículo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reinaldo Canto é jornalista formado pela Cásper Líbero e pós-graduado em Inteligência Empresarial e Gestão do Conhecimento pela UFRJ. Com 31 anos de profissão, passou pelas principais emissoras de televisão e rádio do país, entre elas, Record, Globo, SBT, Bandeirantes e Jovem Pan, trabalhou como assessor de imprensa de grandes empresas como Banespa e Cosesp, além de ter sido colaborador de revistas da Editora Abril como Arquitetura e Construção e Casa Claudia. Nos últimos anos especializou-se em sustentabilidade e consumo consciente. Nesse período foi Diretor de Comunicação do Greenpeace, coordenador de comunicação do Instituto Akatu pelo Consumo Consciente, passagens pela comunicação do Instituto Ethos e correspondente da Carta Capital, da Envolverde e de outras mídias ambientais na COP-15 em Copenhague. Hoje Reinal do Canto é consultor, palestrante, articulista e colaborador da Envolverde e mídias ambientais, além de editor e redator de relatórios de sustentabilidade e colunista de Carta Capital (coluna: Cidadania &amp; Sustentabilidade, em www.cartacapital.com.br). &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sidney Mazzoni&lt;br /&gt;Editor-chefe do Jornal de Jundiaí&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8061690042395195809-6956100962872976077?l=cantodasustentabilidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cantodasustentabilidade.blogspot.com/feeds/6956100962872976077/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8061690042395195809&amp;postID=6956100962872976077&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8061690042395195809/posts/default/6956100962872976077'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8061690042395195809/posts/default/6956100962872976077'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cantodasustentabilidade.blogspot.com/2011/03/vi-forum-agua-em-pauta.html' title='VI FÓRUM ÁGUA EM PAUTA'/><author><name>Reinaldo Canto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12898880137063980975</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_29loQXKfdYY/SgFuHP9C0JI/AAAAAAAAABQ/0V8UZYL8EL8/S220/BOB+3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8061690042395195809.post-6107355946574378290</id><published>2011-03-20T12:10:00.000-07:00</published><updated>2011-03-20T12:17:16.350-07:00</updated><title type='text'>COLUNA EM NOVO ENDEREÇO</title><content type='html'>A coluna Cidadania &amp; Sustentabilidade também está sendo veiculada pelo site Ciranda no Bairro - Guia de Informações e Entretenimento para os bairros Cursino, Ipiranga, Saúde e Sacomã, da capital paulista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Confiram:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://www.cirandanobairro.com.br/?area=colunistas&amp;coluna=8&amp;secao=postagem&amp;id=30&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8061690042395195809-6107355946574378290?l=cantodasustentabilidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cantodasustentabilidade.blogspot.com/feeds/6107355946574378290/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8061690042395195809&amp;postID=6107355946574378290&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8061690042395195809/posts/default/6107355946574378290'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8061690042395195809/posts/default/6107355946574378290'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cantodasustentabilidade.blogspot.com/2011/03/coluna-em-novo-endereco.html' title='COLUNA EM NOVO ENDEREÇO'/><author><name>Reinaldo Canto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12898880137063980975</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_29loQXKfdYY/SgFuHP9C0JI/AAAAAAAAABQ/0V8UZYL8EL8/S220/BOB+3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8061690042395195809.post-796707441130319674</id><published>2011-03-11T12:19:00.000-08:00</published><updated>2011-03-11T12:23:08.442-08:00</updated><title type='text'>Parabéns São Paulo chegamos aos 7 milhões de carros!</title><content type='html'>Por Reinaldo Canto* &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o Detran, a cidade vai atingir essa impressionante marca até o fim de março. Mas afinal, tal fato é digno de júbilo ou de pesar? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A resposta para o questionamento acima mencionado irá depender, obviamente, do ponto de vista e dos valores do observador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para os adeptos da velha economia e amantes do transporte individual a notícia poderá ser motivo de comemorações. Esses hão de considerar que o expressivo número significa que São Paulo transformou-se numa metrópole digna do primeiro mundo, com uma economia pujante e próspera, na qual cada vez mais pessoas podem satisfazer seus desejos de consumo.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já para aqueles que compartilham os valores do desenvolvimento sustentável e da melhoria da qualidade de vida, a informação causa, no mínimo, um certo desânimo. Simboliza uma vitória do retrocesso e do passado em detrimento da construção de uma cidade mais equilibrada e amigável para se viver. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Números não mentem&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Algumas informações adicionais são importantes para que os indecisos possam fazer suas escolhas. Segundo matéria publicada pelo caderno Metrópole do jornal O Estado de São Paulo baseada em dados fornecidos pelo Detran, em 1970, a capital paulista tinha registrados 965 mil veículos para 14 mil quilômetros de vias. Já para os 7 milhões de veículos existem hoje na cidade, 17 mil quilômetros de ruas e avenidas pavimentadas.  Não é por outra razão que os congestionamentos por estas bandas são cada vez mais freqüentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Espanta também o fato da frota de veículos crescer seis vezes mais rápido que a população de São Paulo. Já temos mais veículos por habitante (630 para cada mil paulistanos) do que Japão (395), Estados Unidos (478) e Itália (539 veículos para cada mil italianos).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Direito fundamental&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contribui de maneira decisiva para esse crescimento descomunal um fator cultural bastante disseminado em nosso país: o sonho de possuir um carro próprio. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ouço com insistência que o estabelecimento de medidas de cerceamento a venda de veículos, seria uma indesculpável discriminação com as classes C e D que, graças às facilidades do crédito, finalmente podem adquirir carros com prestações que caibam nos seus bolsos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo essa lógica ser proprietário de um veículo de passeio seria um direito inalienável tanto quanto os direitos a saúde, alimentação, moradia e educação. Mas é preciso, antes de mais nada, levar em conta as necessidades da sociedade como um todo. Aí sim, um dos principais direitos fundamentais fica enormemente prejudicado com o entupimento das nossas vias por esses veículos de passeio, ou seja, o direito de ir e vir. E pelo que podemos assistir, antes de melhorar, essa situação deve piorar ainda mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ignorância e insanidade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A marca de 7 milhões de veículos em breve será superada, pois as vendas continuam a crescer de maneira acelerada e constante. Portanto, devemos esperar congestionamentos cada vez maiores, pessoas estressadas e também o aumento dos casos de doenças provocadas pela poluição que já matam cerca de 20 pessoas todos os dias na região metropolitana, segundo o Laboratório de Poluição Atmosférica da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além de entupir as ruas de nossas cidades e ampliar os níveis de poluição do ar, a cadeia de produção da indústria automobilística é intensiva em uso de energia, água e matérias-primas extraídas sem pudor nem dó da natureza. Isso significa que, do ponto de vista do planeta, essa atividade é totalmente insustentável e, portanto, sem futuro, seja pelo bem ou pelo mal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mudanças necessárias em todos os setores&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa espiral de insanidade que a todos prejudica indistintamente, pode e deve ser interrompida. Talvez possa começar pela questão psicológica rompendo com o ego, como Dal Marcondes outro colunista de Carta Capital lembrou bem em artigo recente (http://www.cartacapital.com.br/carta-verde/carro-extensao-das-pernas-ou-do-ego). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Possuir um carro, não faz uma pessoa melhor que fique isso bem claro! Conclusões no sentido oposto também devem ser evitadas, a ausência de um carro na garagem não é um inequívoco sinal de fracasso.   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro ponto a se levar em conta é a busca pela convivência harmônica entre os habitantes da capital. A prevalência do individual sobre o coletivo é um dos fatores que faz de São Paulo uma cidade difícil de viver. Uma cidade deve ser de todas as pessoas que nela residem ou transitam. Ruas, avenidas, calçadas, pontes e viadutos deveriam ser locais mais agradáveis para o deslocamento cotidiano e não de disputa insana pela ocupação de pequenos espaços a qualquer custo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caminhos para mudar essa realidade existem e são até mais simples do que parecem. No campo individual, por exemplo, mesmo que você ame seu carro, evite o seu uso em toda e qualquer circunstância sempre que possível. Você verá que andar a pé, de bicicleta ou de transporte coletivo pode ser bem interessante e agradável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por outro lado, é preciso também exigir que as nossas autoridades públicas façam pesados investimentos em transportes coletivos e deixem de gastar dinheiro do orçamento com obras viárias. Quase sempre são obras muito caras que privilegiam e incentivam o uso de carros de passeio. Campanhas e fiscalização maciças para questões como respeito a faixa de pedestres, reforma de calçadas e garantia de acessibilidade vão contribuir para uma gradual e benéfica transformação em prol de uma metrópole mais sustentável e feliz. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*Reinaldo Canto é jornalista, consultor e palestrante. Foi diretor de comunicação do Greenpeace e coordenador de comunicação do Instituto Akatu. É colunista de Carta Capital e colaborador da Envolverde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;**Artigo publicado originalmente na coluna Cidadania &amp; Sustentabilidade: http://www.cartacapital.com.br/destaques_carta_capital/parabens-sao-paulo-7-milhoes-de-carros&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Blog: cantodasustentabilidade.blogspot.com&lt;br /&gt;Linkedin: Reinaldo Canto&lt;br /&gt;Facebook: Reinaldo Canto&lt;br /&gt;MSN: rreicanto@hotmail.com&lt;br /&gt;Skype: reinaldo.canto&lt;br /&gt;Twitter: @ReinaldoCanto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Envolverde/Carta Capital)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8061690042395195809-796707441130319674?l=cantodasustentabilidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cantodasustentabilidade.blogspot.com/feeds/796707441130319674/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8061690042395195809&amp;postID=796707441130319674&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8061690042395195809/posts/default/796707441130319674'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8061690042395195809/posts/default/796707441130319674'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cantodasustentabilidade.blogspot.com/2011/03/parabens-sao-paulo-chegamos-aos-7.html' title='Parabéns São Paulo chegamos aos 7 milhões de carros!'/><author><name>Reinaldo Canto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12898880137063980975</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_29loQXKfdYY/SgFuHP9C0JI/AAAAAAAAABQ/0V8UZYL8EL8/S220/BOB+3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8061690042395195809.post-6063121894122677593</id><published>2011-02-25T10:24:00.000-08:00</published><updated>2011-02-25T10:25:29.237-08:00</updated><title type='text'>A porta dos fundos do ensino “superior”</title><content type='html'>Por Reinaldo Canto* &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Primeiro contato de muitos jovens com a faculdade começa com trotes violentos e humilhantes. O que esperar depois?  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos os anos, nesta época, a triste cena se repete em dezenas de universidades. Calouros chamados de bichos são agredidos e obrigados a cumprir ordens de veteranos alterados e histéricos. Por vezes alguns desses novos universitários enfrentam situações ainda mais graves sofrendo traumas psicológicos, ferimentos e nos casos extremos, até mesmo a morte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mais comum é vermos jovens cobertos de tinta pedindo dinheiro nos cruzamentos para a compra de bebidas alcoólicas. As pessoas, com algumas poucas exceções, observam esse espetáculo, mais parecido com um circo de horrores, com complacência e mesmo simpatia. Claro, diriam muitos deles, são jovens comemorando um momento especial de suas vidas. Será mesmo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, vejam abaixo algumas das manchetes de imprensa selecionadas aleatoriamente nas duas últimas semanas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Trotes com álcool levam calouros a posto médico;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Faculdade é criticada por trote violento;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Trote teve direito a desfile de “bixetes” sobre passarela de calouros;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Universidade investiga trote com fezes de animal e urina;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Três calouros são internados em coma alcoólico após trote.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Tomei o cuidado de não citar os estabelecimentos e as cidades, pois fiz apenas um apanhado sem qualquer pretensão estatística, só ilustrativa).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, diante desses fatos fartamente divulgados pelos veículos de comunicação, proponho uma reflexão:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que esperar do futuro desses jovens? Qual a responsabilidade desses estabelecimentos ditos de ensino superior?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os administradores dessas faculdades e universidades costumam fazer vistas grossas aos trotes. A alegação mais comum é de que não é possível controlar a ação dos estudantes que ocorrem em pontos diversos, muitas vezes fora do estabelecimento de ensino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lavar as mãos não parece ser a atitude correta de dirigentes universitários responsáveis pela formação das futuras lideranças do país. É preciso romper esse círculo vicioso e gratuito, e criar junto com seus estudantes, familiares e funcionários, alternativas mais amigáveis e construtivas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esses mesmos gestores, que nada fazem diante de casos de trotes violentos, deveriam refletir se estão realmente contribuindo para a formação de homens e mulheres aptos a construir um mundo melhor para se viver. Algo tão marcante para um jovem, que é o ingresso numa faculdade, não deveria ocorrer de uma maneira mais positiva e gratificante a ser lembrado pelo resto de suas vidas? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao permitir atos de barbárie logo na porta de entrada, dirigentes omissos, nada estarão contribuindo para a disseminação de valores como ética, respeito, solidariedade e compromisso com o futuro. Pelo contrário, estarão prestando seu apoio, mesmo que involuntário, a um mundo em que prevalece a prepotência, a selvageria e a truculência. Esse calouro maltratado, fatalmente tenderá, a reproduzir os mesmos atos nos anos seguintes. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A faculdade tem a obrigação de criar um ambiente propício ao desenvolvimento de seus estudantes.  É um tempo e espaço preciosos na vida dos jovens que deve ser bem aproveitado para a troca de experiências e enriquecimento pessoal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enxergar a importância da universidade &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas se as faculdades possuem responsabilidades inerentes à formação e educação de seus alunos, estes por sua vez também devem assumir um compromisso junto à sociedade que representam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo dados do MEC, o Brasil possui 5 milhões de estudantes universitários, sendo que a esmagadora maioria, ou 90% cursam faculdades particulares.  No universo  populacional de quase 200 milhões de habitantes essa classe  com representação menor que 3% pode ser considerada a elite da elite ou como diriam os franceses .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um jovem que tem a oportunidade de cursar uma universidade precisa ter em mente a responsabilidade de integrar um seleto grupo de privilegiados. Uma elite que deveria pensar e trabalhar pela construção de um Brasil melhor para o seu povo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O desafio vai além de enxergar a faculdade como um mero caminho para se alcançar o mercado de trabalho. É preciso ser um profissional preparado a desempenhar habilidades técnicas, mas também repleto de valores fundamentais para o exercício de uma vida saudável em sociedade. Princípios éticos, solidários, livres de preconceito e com um olhar apurado para o respeito aos direitos das pessoas. Enfim, jovens com sólida formação humana e intelectual capazes de reverter em benefício de toda a sociedade, a confiança neles depositada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trotes solidários para o início de um processo de mudança&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma maneira de romper com esse ciclo de inércia é exatamente colocar nossos jovens na linha de frente do voluntariado. Nesse sentido, as universidades deveriam criar condições e incentivar estudantes, por meio de palestras, eventos e programas específicos que envolvam atividades de cunho social e ambiental. Conhecer e colaborar com as diversas realidades que compõem o nosso país.  Valores como cidadania, solidariedade e tolerância poderiam ser cultivados, inclusive, logo na entrada desses estudantes na universidade. Essas ações poderiam muito bem substituir os trotes medíocres e sem sentido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É preciso mudar essa rota e desde já trilhar o caminho da construção de uma nova visão.  Uma visão de sustentabilidade onde todos atuam e todos ganham, sejam eles estudantes, trabalhadores ou empresários.  A Sociedade brasileira, com certeza, irá agradecer e recompensar essa nova elite mais comprometida com o futuro do país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*Reinaldo Canto é jornalista, consultor e palestrante. Foi diretor de comunicação do Greenpeace e coordenador de comunicação do Instituto Akatu. É colunista de Carta Capital e colaborador da Envolverde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;**Artigo publicado originalmente na coluna Cidadania &amp; Sustentabilidade: http://www.cartacapital.com.br/sociedade/a-porta-dos-fundos-do-ensino-superior&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Blog: cantodasustentabilidade.blogspot.com&lt;br /&gt;Linkedin: Reinaldo Canto&lt;br /&gt;Facebook: Reinaldo Canto&lt;br /&gt;MSN: rreicanto@hotmail.com&lt;br /&gt;Skype: reinaldo.canto&lt;br /&gt;Twitter: @ReinaldoCanto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Envolverde/Carta Capital)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8061690042395195809-6063121894122677593?l=cantodasustentabilidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cantodasustentabilidade.blogspot.com/feeds/6063121894122677593/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8061690042395195809&amp;postID=6063121894122677593&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8061690042395195809/posts/default/6063121894122677593'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8061690042395195809/posts/default/6063121894122677593'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cantodasustentabilidade.blogspot.com/2011/02/porta-dos-fundos-do-ensino-superior.html' title='A porta dos fundos do ensino “superior”'/><author><name>Reinaldo Canto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12898880137063980975</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_29loQXKfdYY/SgFuHP9C0JI/AAAAAAAAABQ/0V8UZYL8EL8/S220/BOB+3.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8061690042395195809.post-4091270387376520246</id><published>2011-02-19T03:31:00.000-08:00</published><updated>2011-02-19T03:34:17.082-08:00</updated><title type='text'>É a comida, estúpido*</title><content type='html'>Por Reinaldo Canto** &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O mundo, assim denominado “rico e democrático”, comemorou a queda de persistentes e longevas ditaduras na Tunísia e no Egito. Esse mesmo mundo “rico e democrático” também exultou, recentemente, os sinais da retomada do crescimento global no Fórum Econômico de Davos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como diria a música da Blitz, “tudo muito bom, bom, tudo muito bem, bem”, se não fosse uma questão que vem sendo tratada de maneira bastante marginal dada a sua importância e urgência: a crise mundial de alimentos!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem acompanhou a cobertura passo a passo das manifestações que tomaram, primeiramente, as ruas de Túnis capital da Tunísia e até dias atrás as ruas e a agora globalmente conhecida Praça Tahrir, no Cairo, viu, ouviu e leu, os líderes da oposição e a própria população declararem estar fartos de corrupção, repressão e ávidos por liberdade.  Mas esse contundente, basta! ocorreu, no caso da Tunísia, 23 anos depois da tomada do poder de Zine El Abidine Ben Ali e no caso do Egito após 30 anos da ditadura de Hosni Mubarak. E por que só agora?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao lado de fatores políticos, sociais e tecnológicos (redes sociais, internet e celulares contribuíram para disseminar as informações sobre os protestos), o aumento no preço dos alimentos é algo que não pode ser visto como secundário nos protestos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo a Organização para Agricultura e Alimentação (FAO, na sigla em inglês), em dezembro de 2010, os preços do trigo, óleo, milho, arroz, carne e leite tiveram aumentos recordes. O milho sofreu reajuste de 60%, o trigo de 43% e o açúcar aumentou 77%.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O aumento no preço dos alimentos afeta a todos, mas os países africanos estão entre os que importam a maior parte da comida consumida por seus povos. O Egito se destaca como um dos maiores importadores do mundo, principalmente cereais. Como em outros países árabes ao lado do Egito, entre eles a Tunísia e a Argélia, as famílias gastam de 40% a 50% da renda na compra de alimentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A comida mais cara agravou o problema do desemprego, já crônico entre os jovens dos países citados. E esses fatores estão muito longe de se restringir apenas as nações já convulsionadas por rebeliões. A situação ainda tende a se agravar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além da redução das áreas de plantio em razão da degradação do solo e das mudanças climáticas, além do uso de terras agricultáveis para a produção de biodiesel, a China aparece como outro grande fator de desestabilização. A previsão é a de que o gigante asiático irá importar 8 milhões de toneladas de milho e, tal volume deverá dobrar até 2015.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Será coincidência que tenha sido exatamente no continente africano, o mais afetado pela escassez e subida de alimentos, o palco de duas revoluções quase simultâneas?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguém acredita que, subitamente, a população egípcia decidisse derrubar Mubarak por apenas almejar a democracia. Adoraria acreditar que sim, mas tenho cá minhas dúvidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até mais grave que o problema dos preços e da escassez dos alimentos está a incapacidade de nossas lideranças de enxergar os caminhos que busquem as soluções. Quando tentam, invariavelmente, reduzem a uma questão em defesa de interesses de fronteiras ou blocos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É o caso da proposta do presidente francês, Nicolas Sarkozy, de controlar o preço das commodities.  Felizmente, essa ideia não avançou quando apresentada no Fórum de Davos, o que traria ainda maiores problemas, pois o prejuízo seria grande para os países pobres exportadores de alimentos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como dito anteriormente, pensar o mundo em blocos e fronteiras é no mínimo burro. Todos os dias nos chegam sinais mostrando que a vida no planeta depende de visões e soluções globais. A sustentabilidade precisa parar de ser vista como utopia e sonho de ambientalistas. Ou trabalhamos em busca de um mundo mais sustentável ou teremos um futuro incerto e perigoso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto assistimos a queda de ditaduras vemos motivos para comemorar e nos solidarizar com esses povos, mas o fato é que a crise de alimentos não vai se restringir aos países autoritários. Mesmo as democracias não estarão seguras se as pessoas não tiverem o que comer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*O título do artigo é uma adaptação livre para o bordão “É a economia, estúpido!” usado na disputa presidencial de 1.992 nos Estados Unidos pela campanha vitoriosa de Bill Clinton. Naquele ano Clinton derrotou Bush pai que tentava a reeleição, ao chamar atenção para as reais preocupações do povo norte-americano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;**Reinaldo Canto é jornalista, consultor e palestrante. Foi diretor de comunicação do Greenpeace e coordenador de comunicação do Instituto Akatu. É colunista de Carta Capital e colaborador da Envolverde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Artigo publicado originalmente na coluna Cidadania &amp; Sustentabilidade: http://www.cartacapital.com.br/destaques_carta_capital/e-a-comida-estupido&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Blog: cantodasustentabilidade.blogspot.com&lt;br /&gt;Linkedin: Reinaldo Canto&lt;br /&gt;Facebook: Reinaldo Canto&lt;br /&gt;MSN: rreicanto@hotmail.com&lt;br /&gt;Skype: reinaldo.canto&lt;br /&gt;Twitter: @ReinaldoCanto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Envolverde/Carta Capital)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8061690042395195809-4091270387376520246?l=cantodasustentabilidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cantodasustentabilidade.blogspot.com/feeds/4091270387376520246/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8061690042395195809&amp;postID=4091270387376520246&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8061690042395195809/posts/default/4091270387376520246'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8061690042395195809/posts/default/4091270387376520246'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cantodasustentabilidade.blogspot.com/2011/02/e-comida-estupido.html' title='É a comida, estúpido*'/><author><name>Reinaldo Canto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12898880137063980975</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_29loQXKfdYY/SgFuHP9C0JI/AAAAAAAAABQ/0V8UZYL8EL8/S220/BOB+3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8061690042395195809.post-6722855402621651501</id><published>2011-02-17T06:20:00.001-08:00</published><updated>2011-02-17T06:20:47.375-08:00</updated><title type='text'>2º Prêmio Fecomercio de Sustentabilidade: Inscrições terminam dia 28 de fevereiro</title><content type='html'>Federação e Fundação Dom Cabral prorrogam as inscrições para a segunda edição do Prêmio que visa estimular práticas sustentáveis e instituir novas formas de relacionamento entre empresas, governo e consumidores&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As inscrições para o 2º Prêmio Fecomercio de Sustentabilidade vão até 28 fevereiro de 2011. As inscrições podem ser feitas no site www.fecomercio.com.br/sustentabilidade . A premiação acontecerá em abril.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As inscrições e premiação foram distribuídas em três categorias, com algumas subcategorias: Empresa (Microempresa, Pequena/Média Empresa, Grande Empresa e Entidade Empresarial); Órgão Público e Academia (Professor e Estudante). O primeiro colocado de cada categoria/sub-categoria receberá como prêmio um título de previdência correspondente ao valor de R$ 15 mil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O prêmio aborda nesta segunda edição o tema dos Princípios do Varejo Responsável. A escolha dos projetos vencedores seguirá critérios de avaliação como:benefícios sociais, ambientais e econômicos gerados na organização após implantação do projeto, alinhamento da prática relatada com um ou mais princípios fundamentais do Varejo Responsável, número de pessoas, organizações e regiões beneficiadas pelo projeto e a capacidade de aplicação do projeto em outras entidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os materiais inscritos serão analisados por uma banca julgadora, formada pelos setores empresarial, público e órgãos públicos. Saiba mais sobre o prêmio e faça a inscrição do seu projeto no site: www.fecomercio.com.br/sustentabilidade&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8061690042395195809-6722855402621651501?l=cantodasustentabilidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cantodasustentabilidade.blogspot.com/feeds/6722855402621651501/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8061690042395195809&amp;postID=6722855402621651501&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8061690042395195809/posts/default/6722855402621651501'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8061690042395195809/posts/default/6722855402621651501'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cantodasustentabilidade.blogspot.com/2011/02/2-premio-fecomercio-de-sustentabilidade.html' title='2º Prêmio Fecomercio de Sustentabilidade: Inscrições terminam dia 28 de fevereiro'/><author><name>Reinaldo Canto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12898880137063980975</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_29loQXKfdYY/SgFuHP9C0JI/AAAAAAAAABQ/0V8UZYL8EL8/S220/BOB+3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8061690042395195809.post-1721648358981524974</id><published>2011-02-16T10:31:00.000-08:00</published><updated>2011-02-16T10:36:41.549-08:00</updated><title type='text'>Aldo Rebelo propõe vale-tudo premiando desmatadores</title><content type='html'>O colunista Reinaldo Canto comenta entrevista do deputado ao site Sul 21 republicada em CartaCapital* &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na entrevista intitulada “Aldo Rebelo diz que críticos estão “desinformados” sobre novo Código Florestal”, do site Sul 21, republicada aqui na CartaCapital, o deputado Aldo Rebelo, apenas insiste em bater na mesma tecla que tem causado tanto mal estar, desde que seu projeto foi aprovado em Comissão em julho do ano passado. Não é por outra razão que o próprio Governo Federal, por meio do Ministério do Meio Ambiente, está elaborando um projeto alternativo que modernize o Código Florestal, mas sem jogar por terra pontos importantes de preservação ambiental, que integram a lei vigente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre eles, a revogação da anistia a produtores rurais que desmataram até 2008 e a reintrodução das áreas acima de 1.800 metros e topos de morros como sendo de preservação permanente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando se fala da necessidade de modernização da lei e a adaptação à nova realidade, pouca gente discorda. O que não é concebível é que se destrua a lei vigente e se coloque no lugar um vale-tudo premiando os desmatadores e comprometendo o futuro de todos os brasileiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E os desafios para a modernização da lei também devem levar em conta a dramática expansão da ocupação humana desde a entrada em vigor do atual Código Florestal no já distante ano de 1965.  Hoje quando se afirma que as águas de um rio invadiram casas e cidades, raramente ouvimos dizer que essas casas e cidades é que invadiram o espaço destinado ao escoamento das águas dos rios. Os cuidados, portanto, devem ser redobrados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diante desses fatos e se levarmos em conta que a nova lei proposta pelo deputado Aldo só agrada a um lado, obviamente deveria passar por novas discussões e revisões. Pois caso entrasse em vigor como está, certamente, não atenderia aos interesses da sociedade brasileira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*Publicado originalmente em: http://www.cartacapital.com.br/carta-verde/aldo-rebelo-propoe-vale-tudo-premiando-desmatadores&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reinaldo Canto&lt;br /&gt;Jornalista&lt;br /&gt;Coluna: Cidadania &amp; Sustentabilidade (www.cartacapital.com.br)&lt;br /&gt;Blog: cantodasustentabilidade.blogspot.com&lt;br /&gt;Linkedin: Reinaldo Canto&lt;br /&gt;Facebook: Reinaldo Canto&lt;br /&gt;MSN: rreicanto@hotmail.com&lt;br /&gt;Skype: reinaldo.canto&lt;br /&gt;Twitter: @ReinaldoCanto&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8061690042395195809-1721648358981524974?l=cantodasustentabilidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cantodasustentabilidade.blogspot.com/feeds/1721648358981524974/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8061690042395195809&amp;postID=1721648358981524974&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8061690042395195809/posts/default/1721648358981524974'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8061690042395195809/posts/default/1721648358981524974'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cantodasustentabilidade.blogspot.com/2011/02/aldo-rebelo-propoe-vale-tudo-premiando.html' title='Aldo Rebelo propõe vale-tudo premiando desmatadores'/><author><name>Reinaldo Canto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12898880137063980975</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_29loQXKfdYY/SgFuHP9C0JI/AAAAAAAAABQ/0V8UZYL8EL8/S220/BOB+3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8061690042395195809.post-7244203186748097347</id><published>2011-02-11T08:57:00.000-08:00</published><updated>2011-02-11T09:03:10.361-08:00</updated><title type='text'>A vez da sociedade civil</title><content type='html'>Fórum Social Mundial discute os novos caminhos para o futuro da humanidade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Por Reinaldo Canto*&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De Davos na Suíça para Dacar no Senegal. Do frio congelante da Europa, para o calor escaldante da África. Essas são algumas, mas certamente não as maiores diferenças entre o Fórum Econômico Global encerrado na semana passada e o Fórum Social Mundial que está sendo realizado nestes dias. Elas, sem dúvida, vão muito além de questões geográficas e climáticas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ambos os encontros tem a nobre missão de discutir, refletir sobre atuais e futuros caminhos para a humanidade. E, terminam aí as suas semelhanças. Davos teve como protagonistas as cerca de 2.500 lideranças empresarias, executivos representantes do poder econômico mundial. Já o fórum de Dacar terá em torno de 100 mil participantes representantes de uma gama variada de etnias, ideologias, culturas, religiões, enfim de uma enorme diversidade que compõe boa parte da sociedade civil planetária. Um espaço aberto de discussão heterogêneo, plural e participativo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Palco da pluralidade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Fórum Social Mundial tem sido palco em suas diversas edições, de uma série de propostas que colocam o ser humano no centro do processo. São propostas e caminhos que tem em comum, o fato de colocar a economia a serviço do homem e não o homem a serviço da economia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre as reflexões que definem o fórum está a busca por organizar a sociedade de uma maneira que ela seja capaz de atender as necessidades humanas. Daí vem o slogan sempre presente nesses encontros da construção de, “um outro mundo possível”. Do desenvolvimento de projetos alternativos para um novo modelo civilizatório.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Exemplos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vale destacar, como exemplo, algumas das discussões que fazem parte do fórum nesses dias:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Princípios para um novo paradigma de civilização,  que tem como objetivo superar as rupturas com a biosfera criando as condições para harmonizar as necessidades de sustentabilidade do planeta com as necessidades de desenvolvimento. Colocar na mesma agenda, o impulso as forças produtivas ao lado da implementação de justiça social, ética, integridade e transparência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diálogo, articulação e construção de plataformas de ação, na busca por uma nova relação entre governos e sociedade civil. Uma nova cultura política baseada na ética, transparência, horizontalidade e compartilhamento do conhecimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A crítica contundente é outro aspecto marcante do Fórum Social Mundial. Um painel denominado Críticas aos ideais civilizatórios de crescimento e progresso, afirma que o atual modelo de desenvolvimento e crescimento desordenado é responsável por destruições, exclusões e desigualdades. Pelos problemas climáticos e a agressão aos limites do planeta.  Um modelo que valoriza mais o “ter” do que o “ser”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chama ainda a atenção propostas polêmicas como a de crescimento zero que visa antes do puro e simples crescimento econômico, a redução da pobreza, das desigualdades e a busca por melhorias na qualidade de vida das pessoas.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FSM: Rico, plural e democrático&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Independentemente dos resultados obtidos no curto prazo, o Fórum Social Mundial é um espaço onde ocorrem momentos inspiradores capazes de trazer à tona, questões importantes sobre o papel a ser desempenhado por governos, empresas e sociedade civil.  Papel que deve levar em conta, acima de tudo, a valorização da diversidade humana baseada em visões de mundo diferentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Jornalista, consultor e palestrante. Foi diretor de comunicação do Greenpeace e coordenador de comunicação do Instituto Akatu. É colunista de Carta Capital e colaborador da Envolverde. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Artigo publicado originalmente na coluna Cidadania &amp; Sustentabilidade: http://www.cartacapital.com.br/destaques_carta_capital/a-vez-da-sociedade-civil&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Blog: cantodasustentabilidade.blogspot.com&lt;br /&gt;Linkedin: Reinaldo Canto&lt;br /&gt;Facebook: Reinaldo Canto&lt;br /&gt;MSN: rreicanto@hotmail.com&lt;br /&gt;Skype: reinaldo.canto&lt;br /&gt;Twitter: @ReinaldoCanto&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8061690042395195809-7244203186748097347?l=cantodasustentabilidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cantodasustentabilidade.blogspot.com/feeds/7244203186748097347/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8061690042395195809&amp;postID=7244203186748097347&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8061690042395195809/posts/default/7244203186748097347'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8061690042395195809/posts/default/7244203186748097347'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cantodasustentabilidade.blogspot.com/2011/02/vez-da-sociedade-civil.html' title='A vez da sociedade civil'/><author><name>Reinaldo Canto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12898880137063980975</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_29loQXKfdYY/SgFuHP9C0JI/AAAAAAAAABQ/0V8UZYL8EL8/S220/BOB+3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8061690042395195809.post-3796730574826977140</id><published>2011-02-10T10:48:00.001-08:00</published><updated>2011-02-10T10:48:49.120-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-anB47ets7Es/TVQzCG1I6cI/AAAAAAAAAIQ/uciI-cWcakE/s1600/Mao%2Bna%2BPraca.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 229px; height: 320px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-anB47ets7Es/TVQzCG1I6cI/AAAAAAAAAIQ/uciI-cWcakE/s320/Mao%2Bna%2BPraca.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5572134750250396098" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8061690042395195809-3796730574826977140?l=cantodasustentabilidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cantodasustentabilidade.blogspot.com/feeds/3796730574826977140/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8061690042395195809&amp;postID=3796730574826977140&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8061690042395195809/posts/default/3796730574826977140'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8061690042395195809/posts/default/3796730574826977140'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cantodasustentabilidade.blogspot.com/2011/02/blog-post.html' title=''/><author><name>Reinaldo Canto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12898880137063980975</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_29loQXKfdYY/SgFuHP9C0JI/AAAAAAAAABQ/0V8UZYL8EL8/S220/BOB+3.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-anB47ets7Es/TVQzCG1I6cI/AAAAAAAAAIQ/uciI-cWcakE/s72-c/Mao%2Bna%2BPraca.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8061690042395195809.post-262437215593694816</id><published>2011-02-10T10:06:00.000-08:00</published><updated>2011-02-10T10:07:01.684-08:00</updated><title type='text'>Convocatória para o IV Congresso Brasileiro de Jornalismo Ambiental</title><content type='html'>Conforme a deliberação no III CBJA – Congresso Brasileiro de Jornalismo Ambiental, estamos convidando a todos para o IV CBJA que, este ano, acontecerá na Cidade do Rio de Janeiro, nos dias 12, 13, 14 e 15 de outubro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O local ainda está sendo buscado, assim como os patrocinadores. Aceitamos sugestões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde já, peço aos colegas que nos ajudem com a presença, participação, reflexão, e também divulgação, transformando este momento numa oportunidade para que a sociedade possa refletir sobre a importância estratégica da democratização da informação socioambiental na mobilização da sociedade no rumo da mudança para a sustentabilidade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DIVULGAÇÃO - Em breve, teremos uma página na WEB para o IV CBJA e banner, que convidamos os colegas a veicularem em seus sites e blogs.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O IV CBJA E A RIO+20 - Entre seus objetivos, este IV CBJA servirá como uma espécie de preparação para a cobertura da conferência Rio + 20, que acontecerá também no Rio de Janeiro, no próximo ano, em comemoração aos 20 anos da RIO 92, que reuniu Chefes de Estado do todo o planeta, no Rio, para criar uma pauta ambiental global. Esperamos que a dinâmica deste IV CBJA permita a reflexão e o debate sobre os avanços e retrocessos da pauta ambiental no Brasil e no mundo, em especial em relação aos impactos das mudanças climáticas sobre os diversos setores da sociedade, do ambiente e da economia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;OFICINAS DE CAPACITAÇÃO – O IV CBJA irá oferecer espaço para oficinas de formação para estudantes e jovens jornalistas em vários temas da pauta ambiental, como forma de melhor preparar esse público para o exercício do jornalismo ambiental nos próximos anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MOSTRA DE TRABALHOS CIENTÍFICOS: Nesse próximo congresso estaremos ampliando as formas de apresentação de trabalhos acadêmicos e também os eixos temáticos, com o intuito de estimular mais pesquisas na área da comunicação ambiental.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;REDCALC - Nesta edição do CBJA vamos fazer, também, um Encontro da RedCalc –Red Latino-Americana de Periodismo Ambiental, que reúne jornalistas que atuam com pautas ambientais e de sustentabilidade em toda a América Latina. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MAIS INFORMAÇÕES:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;REALIZAÇÃO: Rede Brasileira de Jornalismo Ambiental – RBJA, Rede Brasileira de Informação Ambiental – REBIA, Instituto Envolverde – Jornalismo &amp; Sustentabilidade e ECOMÍDIAS – Associação Brasileira de Mídias Ambientais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CURADORIA: Dal Marcondes – Envolverde e RBJA e Vilmar Berna – REBIA e RBJA  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SECRETARIA EXECUTIVA: Instituto Envolverde – Jornalismo &amp; Sustentabilidade -&lt;br /&gt;11 3034-4887 - anamaria@envolverde.com.br Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;COORDENAÇÃO EXECUTIVA: Fabrício Ângelo RBJA/Rebia - fabrangelo@gmail.com Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. - (21) 9509-3960&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GRUPO DE APOIO: Efraim Neto – RBJA/REBIA; Ana Maria Vasconcellos – Envolverde; Larissa Godoy – Envolverde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parceiros e veículos de apoio:&lt;br /&gt;(Espaço para que os colegas possam indicar seus apoiamentos. Podemos aproveitar e atualizar a página  http://www.portaldomeioambiente.org.br/comunicacao-ambiental/quem-cobre-meio&lt;br /&gt;-ambiente.html )&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8061690042395195809-262437215593694816?l=cantodasustentabilidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cantodasustentabilidade.blogspot.com/feeds/262437215593694816/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8061690042395195809&amp;postID=262437215593694816&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8061690042395195809/posts/default/262437215593694816'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8061690042395195809/posts/default/262437215593694816'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cantodasustentabilidade.blogspot.com/2011/02/convocatoria-para-o-iv-congresso.html' title='Convocatória para o IV Congresso Brasileiro de Jornalismo Ambiental'/><author><name>Reinaldo Canto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12898880137063980975</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_29loQXKfdYY/SgFuHP9C0JI/AAAAAAAAABQ/0V8UZYL8EL8/S220/BOB+3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8061690042395195809.post-3093566116847807940</id><published>2011-02-07T12:53:00.000-08:00</published><updated>2011-02-07T12:54:16.057-08:00</updated><title type='text'>Coleta de lixo reciclável gera polêmica no site de CartaCapital</title><content type='html'>Redação Carta Capital&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;7 de fevereiro de 2011 às 16:30h&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;A estreia do jornalista Reinaldo Canto como colunista no site de CartaCapital deflagrou uma polêmica com a Arquidiocese de São Paulo, que nos mandou email contestando informações publicadas neste espaço. Assinada pelo seu secretário de Comunicação, Rafael Alberto, a nota desmente que a Arquidiocese tenha mandado fechar um ponto de coleta seletiva. O jornalista Reinaldo Canto respondeu à contestação e daí foi aberto um espaço que pode aprofundar o debate sobre o papel que a Igreja Católica pode assumir na defesa de um desenvolvimento economicamente sustentável. Leia a troca de correspondência entre eles:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ARQUIDIOCESE DE SÃO PAULO CONTESTA ARTIGO DO COLUNISTA REINALDO CANTO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São Paulo, 3 de fevereiro de 2011&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assunto: Sobre artigo “Fim de ponto de coleta é retrocesso injustificável”, de Reinaldo Canto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Li, com espanto, na coluna de Reinaldo Canto publicada dia 27 de janeiro passado, a informação de que a Arquidiocese de São Paulo teria mandado fechar o ponto de coleta seletiva da Associação Reciclázaro, na Paróquia São João Maria Vianney, na Lapa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que causa espanto é o fato de o colunista ter ficado satisfeito apenas com, segundo ele, informações da imprensa, sem procurar nossa assessoria de imprensa para esclarecer o assunto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aliás, uma simples consulta ao site da própria associação, no link “http://www.reciclazaro.org.br/html/index.html“, mostraria ao colunista que “o local da coleta seletiva na Paróquia São João Maria Vianney foi desativado por entendimento da própria Associação, e não por oposição, orientação ou ordem da Arquidiocese de São Paulo, nem da autoridade eclesiástica”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim… Espero que a revista Carta Capital informe seus leitores a respeito da informação publicada, uma vez que ela não é verdadeira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Arquidiocese de São Paulo incentiva todas as ações sociais promovidas nos espaços de suas paróquias, e continuará apoiando o belo trabalho da Associação Reciclázaro – cuja diretoria entendeu ser melhor encontrar um local mais bem adequado, inclusive em parceria com o Poder Público, para substituir o ponto que funcionava no espaço da referida paróquia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sendo isso o que me cabe esclarecer,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rafael Alberto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Secretário de Comunicação da Arquidiocese de São Paulo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O COLUNISTA REINALDO CANTO RESPONDE À ARQUIDIOCESE DE SÃO PAULO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São Paulo, 4 de janeiro de 2011&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Prezado Rafael Alberto&lt;br /&gt;Secretário de Comunicação da Arquidiocese de São Paulo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Realmente as informações utilizadas foram as publicadas na imprensa durante o mês de janeiro. As matérias fazem referência ao fechamento do ponto de coleta logo após a saída do padre José Carlos. Tanto que a associação direta entre os fatos motivou os moradores da região, representantes da sociedade civil a fazer um abaixo-assinado cujo destinatário é exatamente Dom Odilo Scherer, Cardeal Arcebispo de São Paulo. A Arquidiocese tem razão ao afirmar que a Associação Reciclázaro comunicou ter sido a responsável pelo fechamento, mas causa estranhamento a própria declaração de D. Odilo quanto a saída do padre José Carlos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“É bom que a comunidade decida depois, com o novo pároco, como continua. Por outro lado, é também uma questão que a comunidade, o povo, deve decidir junto com a administração pública, não somente com a Igreja”, concluiu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que enfatizo, como está no artigo, é que independente de quem tenha partido a decisão, o que me deixa triste é o fechamento de um serviço tão importante em uma cidade carente de locais para a coleta de materiais recicláveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não vi até agora, e estou pronto a relatar se for o caso, qualquer apoio da Arquidiocese a manutenção do ponto ou mesmo a abertura de outros locais de coleta nas muitas paróquias existentes em nossa cidade. Ao invés de reproduzir notas de defesa ou esclarecimento, ficaria muito mais satisfeito em escrever sobre ações efetivas tomadas pela igreja em prol da sustentabilidade. Serei o primeiro a aplaudir e agradecer a iniciativa da Igreja Católica em São Paulo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atenciosamente,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reinaldo Canto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ARQUIDIOCESE DE SÃO PAULO COMENTA A RESPOSTA DE REINALDO CANTO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São Paulo, 7 de janeiro de 2011&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como diz o Reinaldo, o mais importante é divulgar ações de sustentabilidade da Igreja…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sobre isso, Reinaldo, posso te indicar centenas de ações. O próprio ponto de coleta na São João Maria Vianney é uma delas… Eu mesmo participei de uma reunião, em nome de dom Odilo, com a subprefeitura e a Secretaria do Verde, para cobrar do Poder Público um local adequado para reinstalar, mais satisfatoriamente, aquele ponto de coleta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Igreja se preocupa tanto com a questão da sustentabilidade que criou uma Pastoral que trabalha especificamente com a educação ambiental… Estou falando da Pastoral da Ecologia que, na Arquidiocese de São Paulo, é responsável, entre outras iniciativas, pela luta contra a instalação de um aterro sanitário no Morro do Cruzeiro (http://noticias.r7.com/sao-paulo/noticias/aterro-sanitario-ameaca-area-ambiental-em-sao-paulo-20100611.html).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você quiser acompanhar o trabalho da Pastoral da Ecologia (vale a pena.. .é trabalho de formiguinha mesmo), pode procurar pela Iracema. Diga que fui eu quem indicou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abraços!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rafael&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O COLUNISTA REINALDO CANTO RESPONDE AO COMENTÁRIO DA ARQUIDIOCCESE DE SÃO PAULO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São Paulo, 7 de janeiro de 2011-02-07&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olá Rafael,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vou dar uma olhada nas informações disponíveis sobre o aterro e quem sabe fazer uma entrevista sobre a Pastoral Ecológica. O que acha?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fico muito feliz em saber que a Igreja está bastante envolvida com a questão da sustentabilidade em São Paulo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abraço,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reinaldo Canto&lt;br /&gt;Jornalista&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8061690042395195809-3093566116847807940?l=cantodasustentabilidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cantodasustentabilidade.blogspot.com/feeds/3093566116847807940/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8061690042395195809&amp;postID=3093566116847807940&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8061690042395195809/posts/default/3093566116847807940'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8061690042395195809/posts/default/3093566116847807940'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cantodasustentabilidade.blogspot.com/2011/02/coleta-de-lixo-reciclavel-gera-polemica.html' title='Coleta de lixo reciclável gera polêmica no site de CartaCapital'/><author><name>Reinaldo Canto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12898880137063980975</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_29loQXKfdYY/SgFuHP9C0JI/AAAAAAAAABQ/0V8UZYL8EL8/S220/BOB+3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8061690042395195809.post-4729110738645796306</id><published>2011-02-04T05:43:00.000-08:00</published><updated>2011-02-04T05:52:44.609-08:00</updated><title type='text'>O campo pode oferecer muitas soluções para alcançarmos uma sociedade sustentável</title><content type='html'>Por Reinaldo Canto*  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Relatório Estado do Mundo mostra que inovações agrícolas serão capazes de enfrentar a fome e problemas climáticos do planeta&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ninguém coloca em dúvida a importância estratégica do setor agrícola para o equilíbrio da economia mundial, seja no que se refere à produção de alimentos,  insumos para a indústria e nos biocombustíveis. E a enorme importância do setor vem acompanhada de uma quantidade de problemas de tamanho proporcional, muitos deles relacionados aos impactos causados pela atividade no meio ambiente, entre eles, podemos citar o enorme consumo de água (70% de toda a água consumida no mundo abastecem o setor agrícola); a contaminação do solo e das águas pelo uso excessivo de agrotóxicos; desmatamento e ocupação indiscriminada de áreas que deveriam ser destinadas à preservação e não para áreas de plantio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos últimos anos temos outros fatores, a escassez e o aumento no preço dos alimentos, como responsáveis ou pelo menos um componente importante para a deposição de governos e revoltas generalizadas (Tunísia, cujo governo há 23 anos no poder, caiu tendo o valor dos alimentos como estopim para a rebelião popular e o Egito onde os alimentos tiveram aumento de pelo menos 40% nos últimos anos).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Desigualdade na distribuição&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Temos ainda 1 bilhão de pessoas no mundo que vivem em situação de fome crônica por falta de acesso regular aos alimentos e de outro lado 40% desses alimentos são desperdiçados em seus diversos processos de produção antes de serem consumidos. &lt;br /&gt;Outros problemas causados pela agricultura ainda podem ser nomeados: troca de produção de alimentos pela de biocombustíveis; crescimento na produção de alimentos transgênicos e ampliação de monoculturas e latifúndios. Isso sem entrar em detalhes com relação a todos os problemas causados pela pecuária.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Inovação agrícola como solução&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas se a produção agrícola é causadora de muitos problemas da humanidade, ela é  também o setor onde se encontram muitas das soluções na busca por um mundo mais sustentável. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É o que revela o recente relatório Estado do Mundo divulgado pelo WorldWatch Institute que trás experiências recentes de sucesso em inovação agrícola na África, exatamente o continente que mais sofre com problemas relacionados com a produção de alimentos ou a ausência dela. São projetos que contribuem para o combate a fome e a pobreza, além de minimizar o impacto ambiental.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São exemplos que podem ser reproduzidos facilmente. Entre eles, podemos destacar:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Movimento para Alimentos Locais &lt;/strong&gt;que tem como objetivo servir alimentos produzidos localmente para abastecer as escolas. Dessa maneira é possível reduzir os custos de transporte desses alimentos, eliminar a figura do intermediário e fazer chegar aos estudantes, alimentos mais baratos, frescos e saudáveis. Como conseqüência ocorre a redução no consumo de alimentos processados melhorando a nutrição de crianças e jovens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A adoção da &lt;strong&gt;Jardinagem Vertical &lt;/strong&gt;é uma boa solução que pode ser adotada facilmente em aglomerados urbanos como a experiência adotada no Quênia. Na maior favela de Nairóbi, capital do país, cerca de mil agricultoras cultivam alimentos em sacos de terra perfurados. A medida têm sido tão eficaz que essas agricultoras urbanas além de prover alimentos em casa, estão sendo capazes até mesmo de abastecer a comunidade, contribuindo para terem também uma fonte de renda. Segundo o relatório Estado do Mundo, hoje 33% da população africana vivem nas cidades e essa porcentagem deverá subir para 60% até 2050. Portanto, a adoção da jardinagem vertical em outros países africanos e mesmo em outros continentes parece ser uma alternativa à segurança alimentar futura em várias partes do mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A experiência de &lt;strong&gt;Planejamento de Co-gestão &lt;/strong&gt;como o adotado por cerca de 6 mil mulheres em Gâmbia, outro país africano, para a produção de ostras, tem dado tão certo que está servindo de exemplo para que o governo local, incentive a formação de novos grupos em outras áreas de produção. O trabalho dessas mulheres resultou em um plano de manejo sustentável para um local que anteriormente era degradado devido à sobrepesca dos recursos.  O governo por sua vez, faz a sua parte, com a abertura de linhas de crédito que dão sustentação ao negócio.&lt;br /&gt;      &lt;br /&gt;Em Uganda, o programa &lt;strong&gt;Developing Innovations in School &lt;/strong&gt;está trabalhando com jadinagem de vegetais  nativos, educação para nutrição e habilidades de cozinha visando ensinar as crianças como cultivar variedades locais e combater o déficit de comida ao mesmo tempo que revitaliza tradições culinárias nacionais.&lt;br /&gt;Não é sem razão que o relatório Estado do Mundo 2011 divulgou projetos que obtiveram sucesso no continente mais pobre e mais afetado pela escassez de alimentos no mundo. Segundo o documento, atualmente 33% das crianças africanas passam fome ou são mal nutridas e até 2025 esse número deve crescer para 42 milhões de crianças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O problema não é só africano&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, se o problema é mais crônico na África, é preciso estar alerta para a ocorrência do problema da falta de alimentos em outras partes do mundo. O documento destaca que meio século após a Revolução Verde, grande parte da humanidade ainda está faminta. Enquanto isso, os investimentos no desenvolvimento agrícola tanto por parte dos governos, quanto de financiadores e fundações internacionais estão em níveis historicamente baixos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde 1980 a participação da agricultura nos auxílios ao desenvolvimento global caiu de mais de 16% para apenas 4% nos dias de hoje.&lt;br /&gt;Apesar da gravidade do problema, em 2010, governos, fundações e indivíduos forneceram menos de 4 bilhões de dólares para apoiar projetos agrícolas na África, com base nas estatísticas das Nações Unidas, Banco Mundial, Fundo Monetário Internacional e Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Exemplo também para o Brasil&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Brasil, certamente, temos uma realidade bastante diferente, mas nada do que aconteça na África não deva servir de exemplo para o combate de alguns problemas que tenderão a evoluir nos próximos anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo a ANVISA, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária, o nosso país é o campeão mundial no uso de agrotóxicos, embora não seja o campeão mundial de produção agrícola posição ainda ocupada pelos Estados Unidos.&lt;br /&gt;   &lt;br /&gt;O consumo de biodiesel deverá continuar em franca expansão tanto para o mercado externo, mas principalmente absorvido pelo mercado interno. Graças à mistura obrigatória de biodiesel no diesel, na ordem de 5%, ela reduz a dependência da importação do óleo diesel e reflete positivamente na balança comercial brasileira. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No ano passado, o consumo de biodiesel no Brasil foi de 2,5 bilhões de litros, um crescimento de 56% em relação a 2009, segundo a União Brasileira de Biodiesel. Agora o setor espera um novo marco regulatório que irá elevar a mistura do biodiesel para 10% até 2014 e para 20% até 2020.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se por um lado, o maior uso do biodiesel é bastante positivo para a balança comercial brasileira, também é verdade que precisaremos aumentar a produção utilizando mais áreas agricultáveis para dar conta dessa demanda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Garantir alimentos para todos&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Relatórios como o Estado do Mundo tem, entre seus vários objetivos, demonstrar que é possível, sim, resolver vários dos nossos problemas. Basta para isso a união de todos os setores, público, privado e sociedade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitas das soluções contam com a criatividade das pessoas e são relativamente fáceis de executar e obter bons resultados. Mesmo assim é preciso apoio, seja na África, no Brasil ou em outras localidades do planeta. A governança mundial precisa estar voltada, em primeiro lugar, ao atendimento das necessidades das pessoas. Dessa maneira daremos passos decisivos para sermos capazes de construir uma sonhada sociedade, mais justa, solidária e sustentável.    &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;* Jornalista, consultor e palestrante. Foi diretor de comunicação do Greenpeace e coordenador de comunicação do Instituto Akatu. É colunista de Carta Capital e colaborador da Envolverde. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Artigo publicado originalmente na coluna Cidadania &amp; Sustentabilidade: http://www.cartacapital.com.br/sociedade/o-campo-pode-oferecer-muitas-solucoes-para-alcancarmos-uma-sociedade-sustentavel&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Blog: cantodasustentabilidade.blogspot.com&lt;br /&gt;Linkedin: Reinaldo Canto&lt;br /&gt;Facebook: Reinaldo Canto&lt;br /&gt;MSN: rreicanto@hotmail.com&lt;br /&gt;Skype: reinaldo.canto&lt;br /&gt;Twitter: @ReinaldoCanto&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8061690042395195809-4729110738645796306?l=cantodasustentabilidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cantodasustentabilidade.blogspot.com/feeds/4729110738645796306/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8061690042395195809&amp;postID=4729110738645796306&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8061690042395195809/posts/default/4729110738645796306'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8061690042395195809/posts/default/4729110738645796306'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cantodasustentabilidade.blogspot.com/2011/02/o-campo-pode-oferecer-muitas-solucoes.html' title='O campo pode oferecer muitas soluções para alcançarmos uma sociedade sustentável'/><author><name>Reinaldo Canto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12898880137063980975</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_29loQXKfdYY/SgFuHP9C0JI/AAAAAAAAABQ/0V8UZYL8EL8/S220/BOB+3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8061690042395195809.post-7597734195051742440</id><published>2011-02-02T08:11:00.000-08:00</published><updated>2011-02-02T08:14:13.027-08:00</updated><title type='text'>Fórum de Davos começa com olhos voltados para Europa e EUA</title><content type='html'>&lt;em&gt;Por Reinaldo Canto, especialmente para o Instituto Ethos&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A 41ª. edição do Fórum Econômico Mundial teve início na última quarta-feira, 26/01, como sempre na cidade de Davos, na Suíça. E o clima é de muitas incertezas diante de problemas que não são de hoje, mas persistem em preocupar os mais importantes países do mundo: dívidas impagáveis, desequilíbrio e guerra cambial, o futuro da zona do euro e a desaceleração econômica dos Estados Unidos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto à crise mundial, alguns dos economistas mais conhecidos e com importante papel na análise do cenário econômico mundial inverteram sua percepção sobre o momento atual. O eterno pessimista Nouriel Roubini afirmou em Davos que o mundo está saindo da crise, mas chamou a atenção para futuros problemas na produção de alimentos. Já o otimista,, se assim podemos chamar, Joseph Stiglitz expôs sua preocupação quanto a um recrudescimento da crise econômica. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O temor de Stiglitz, economista detentor do Prêmio Nobel, não encontra abrigo na visão dos executivos mundiais. Na véspera da abertura da conferência, a PricewaterhouseCoopers divulgou pesquisa anual sobre a confiança de executivos no futuro da economia. Dos 1.201 CEOs consultados em 69 países, 48% declararam estar “muito confiantes” sobre o crescimento de receitas nos próximos 12 meses – perto do nível de 50% atingido em janeiro de 2008 e bem acima da taxa de 31% observada há um ano. Os brasileiros estão entre os mais otimistas, com um índice de 68% entre aqueles que esperam contratar mais funcionários neste ano. Por outro lado, 63% dos executivos nacionais disseram temer o aumento de impostos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Emergentes e a nova ordem mundial &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O otimismo que reina nos países emergentes faz coro com o tema oficial da reunião deste ano – "Normas Compartilhadas para a Nova Realidade" –, que procura refletir um pouco a nova configuração do mundo, com a inserção das potências econômicas emergentes em lugar de destaque junto aos países desenvolvidos, os quais tradicionalmente ocupam uma posição de protagonismo nas relações internacionais. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto o chamado bloco de países ricos tenta encontrar saídas para seus sérios problemas econômicos, os emergentes continuam a desenhar uma nova ordem mundial e a consolidar-se como protagonistas, com o óbvio destaque para o desempenho econômico dos BRICs, nos últimos anos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Davos, os emergentes têm sua própria agenda. Entre os pontos a levantar, querem soluções para suavizar a política monetária dos países desenvolvidos que prejudicam as exportações do bloco e buscam o definitivo reconhecimento como potências econômicas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todas essas questões, e outras que ainda irão surgir nos debates e encontros das lideranças, embora se refiram a problemas reais, ainda têm como base uma ordem antiga e ultrapassada, que a cada dia se mostra mais desconectada dos novos tempos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Podemos considerar como a principal característica da velha ordem uma visão estanque que considera a solução para problemas nacionais ou, na melhor das hipóteses, a busca pelo atendimento pontual de questões ligadas a blocos econômicos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ansiado protagonismo dos emergentes é apenas um dos muitos sinais de que o mundo vem passando por um processo acelerado de mudanças. A interdependência das várias regiões do planeta deveria ser levada em conta num cenário tão importante quanto o do fórum de Davos. Pensar que o atendimento de reivindicações de alguns será benéfico para todo o conjunto de nações do mundo é parte de uma visão que, no fim das contas, compromete toda a economia do planeta, inclusive daqueles países que se acharam contemplados a priori. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um momento importante, o qual esperamos que os participantes do fórum aproveitem para discutir e refletir a fundo, será o lançamento de uma rede de risco global pela qual empresas, governos e organizações sejam capazes de enfrentar em conjunto de ameaças complexas. A criação dessa rede pode dar origem a um processo de tomada de decisões que envolvam soluções mais globais e menos regionais em todas as esferas das relações entre os países, inclusive no enfrentamento das questões climáticas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Instabilidade social e crise de alimentos &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem a certeza de ter-se livrado da pior crise desde o pós-guerra, o mundo e suas lideranças ainda demonstram estar caminhando sem uma direção certa e consistente. Em alguns aspectos, essa indefinição se mostra perigosa, pois apresenta até mesmo uma tentativa de volta ao discurso neoliberal. O frouxo controle sobre o setor financeiro foi um dos principais pilares da crise que atingiu o mundo nos três últimos anos, com as graves conseqüências já conhecidas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tão importante quanto discutir as crises que atingem países do bloco europeu incapazes de pagar suas dívidas é não deixar e considerar as crises provocadas pelo aumento no preço dos alimentos e o descontrole inflacionário que já vêm ocorrendo em vários países do mundo. O exemplo mais recente é o da Tunísia, onde uma revolta geral provocou a queda de um regime que perdurava há 23 anos. Também não devem estar fora da agenda econômica dos países uma séria discussão sobre as mudanças climáticas, o uso racional da água e o investimento em energias limpas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ninguém espera do encontro de Davos a solução de todos os problemas atuais, mas que se dêem passos consistentes na direção de um cenário menos caótico e insustentável.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8061690042395195809-7597734195051742440?l=cantodasustentabilidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cantodasustentabilidade.blogspot.com/feeds/7597734195051742440/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8061690042395195809&amp;postID=7597734195051742440&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8061690042395195809/posts/default/7597734195051742440'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8061690042395195809/posts/default/7597734195051742440'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cantodasustentabilidade.blogspot.com/2011/02/forum-de-davos-comeca-com-olhos.html' title='Fórum de Davos começa com olhos voltados para Europa e EUA'/><author><name>Reinaldo Canto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12898880137063980975</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_29loQXKfdYY/SgFuHP9C0JI/AAAAAAAAABQ/0V8UZYL8EL8/S220/BOB+3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8061690042395195809.post-4176593186755755631</id><published>2011-01-31T10:24:00.000-08:00</published><updated>2011-01-31T10:28:04.712-08:00</updated><title type='text'>Pesquisa sobre bem-estar em São Paulo é patrimônio da cidade</title><content type='html'>Boletim Ethos de Responsabilidade Social na CBN (no ar dia 21/01), comentário de Jorge Abrahão, presidente do Instituto:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma importante ação para transitarmos para uma sociedade sustentável é desenvolvermos ferramentas para medir e controlar os reais avanços alcançados. Há muito o produto interno bruto (PIB) e depois o índice de desenvolvimento humano (IDH) deixaram de cumprir totalmente com o objetivo de detectar os avanços e progressos. Claro que eles ainda cumprem um papel importante, mas não são capazes de integrar outras dimensões que reflitam os verdadeiros anseios de uma sociedade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São Paulo já tem os indicadores da cidade que mostram a realidade de todas as subprefeituras, o que permite identificar a situação de cada área e se promessas políticas foram efetivamente cumpridas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra importante ferramenta são os Indicadores de Referência de Bem-Estar no Município (Irbem), experiência inédita no mundo, que nos permite conhecer a percepção dos paulistanos para a qualidade de vida da cidade. A pesquisa trabalha com indicadores que refletem de maneira bastante ampla a percepção das pessoas para o que é qualidade de vida. O processo de construção dos indicadores com a participação efetiva da população elegendo os pontos que consideram mais importantes é sem dúvida, uma de suas grandes virtudes. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essas informações valiosas servem de orientação para ações de governos, empresas e organizações da sociedade civil. Mas o problema é se apropriar dessas informações e colocá-las em prática. É preciso que esses dados sensibilizem os principais atores capazes de implementar movimentos transformadores, mas que nem sempre estão abertos a mudanças. A cultura usual de tomada de decisões é pessoal ou de pequenos grupos, o que, em geral, não atende as necessidades da sociedade como um todo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Houve melhora, mas com índices abaixo da média &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São Paulo ainda é uma cidade que oferece uma baixa qualidade de vida, mas ao mesmo tempo dá sinais de melhorar lentamente, segundo a percepção de seus habitantes. Isso é o que mostrou a pesquisa do Irbem 2010, divulgada nesta quinta-feira (20/1) pela Rede Nossa São Paulo. Foram analisadas 25 áreas e avaliados 169 itens que indicam o nível de satisfação da população com os temas e aspectos citados como os mais importantes para a qualidade de vida e o bem-estar na cidade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embora tenha havido uma pequena melhora em relação à pesquisa de 2009, é importante destacar que a maior parte dos itens avaliados (73%) está abaixo da média de 5,5 pontos, numa escala que vai de 1 a 10. Ou seja, para a população de São Paulo, sua qualidade de vida ainda está longe de ser satisfatória. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo a enquete, que tem uma margem de erro de três pontos percentuais para cima e para baixo, a qualidade de vida em 2010 melhorou levemente para 34% dos entrevistados e de forma significativa para 13%. Para 6%, ela piorou ligeiramente, 3% afirmam que piorou muito e 44% consideram que as condições de vida na cidade permanecem estáveis. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pesquisa apontou que 51% dos habitantes de São Paulo deixariam a cidade se tivessem oportunidade. Já 48% não querem sair da capital, enquanto 1% não responderam. Os dados registraram uma ligeira melhora em comparação à pesquisa de 2009, quando 57% dos entrevistados gostariam de deixar a cidade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dos diversos itens abordados na pesquisa, que vão das relações afetivas até as questões de segurança, transporte, saúde, habitação, consumo, meio ambiente e trabalho, passando pela utilização dos serviços públicos, os que mereceram as melhores notas de satisfação foram aqueles que podemos chamar de pessoais, por envolver a relação com a família e amigos, a espiritualidade e a carreira profissional. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por exemplo, nos itens referentes a trabalho, estão acima da média a “perspectiva de futuro, crescimento e carreira” (que passou de 6,5 em 2009 para 6,7 em 2010), as “condições de trabalho” (que manteve o índice de 6,3) e as “oportunidades de formação profissional” (que foram de 5,7 para 5,8). Um bom sinal para as nossas empresas na relação com seus profissionais. Ainda na área do trabalho, uma pequena oscilação para baixo pode ser observada no item “equilíbrio entre trabalho e vida pessoal”, que caiu de 6,4 para 6,3, em relação à pesquisa de 2009. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em relação aos itens ligados ao consumo, a pesquisa constatou que está havendo uma progressiva conscientização das pessoas, comparando-se aos resultados da pesquisa realizada em 2009. No item “incentivo ao consumo moderado e sustentável”, a satisfação média passou de 5,1 para 5,5; na “durabilidade cultural e material dos produtos”, de 5,1 para 5,4; no “respeito ao direito do consumidor”, de 5,0 para 5,3; e na “informação disponível sobre o impacto ambiental dos produtos e empresas”, de 4,9 para 5,3. Embora ainda estejam abaixo da média de 5,5 pontos estabelecida pela pesquisa, esses itens em crescimento devem ser observados com bastante atenção. A contribuição das empresas para que essas médias de satisfação possam crescer com maior rapidez nos próximos anos será decisiva. As empresas só têm a ganhar aumentando a transparência e a qualidade das informações e fabricando produtos com maior durabilidade e eficiência e menor impacto ambiental. Os consumidores, como demonstra a pesquisa, tenderão a dar respostas positivas a essas ações. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O paulistano também está mais consciente em relação a “sua responsabilidade ambiental” (a média passou de 6,2 para 6,5) e sua percepção é de que a cidade está melhor no quesito ambiental, como na “coleta seletiva” (de 5,3 para 5,9) e na “revitalização e conservação de parques, praças e várzeas existentes (de 4,8 para 5,1). Houve melhora, mas insuficiente para atingir um grau satisfatório na “qualidade do ar” (de 3,7 para 4,0), na “despoluição e preservação de rios, lagos e represas” (de 3,7 para 3,9) e num item que registrou evolução, mas com certeza teria um resultado diferente se a pesquisa tivesse sido realizada nos últimos dias: a “manutenção de bueiros e galerias e controle de enchentes”, que passou de 4,0 para 4,4. Como o levantamento ocorreu no final do ano passado, antes das enchentes deste ano, o resultado tem explicação. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os níveis mais baixos de satisfação, como já havia sido observado na pesquisa anterior, estão nos itens relativos à transparência e honestidade dos governantes e das instituições. Apesar de uma ligeira melhora em relação à pesquisa anterior, Ministério Público, Subprefeituras, Prefeitura de São Paulo, Tribunal de Contas e Câmara Municipal seguem avaliados como não confiáveis por metade ou mais dos paulistanos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por fim, o tema “Transparência e Participação Política” traz outros resultados preocupantes, pois revela desconhecimento ou até mesmo desinteresse das pessoas em participar dos assuntos ligados à vida pública e à democracia participativa: a satisfação média com a “forma de participação na escolha dos subprefeitos” foi de 3,4 para 3,6; com a “participação popular em conselhos das subprefeituras”, de 3,3 para 3,5; e com o “acompanhamento das ações dos políticos eleitos”, de 2,8 para 3,1. Alguns desses aspectos podem estar ligados a um grande ceticismo em relação ao comportamento das nossas autoridades públicas, que recebeu baixíssimas avaliações: a “transparência dos gastos e investimentos públicos” foi de 2,7 para 3,0; a “punição à corrupção”, de 2,6 para 3,0; e a “honestidade dos governantes”, de 2,3 para 2,7. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em lugar de susto ou perplexidade, os resultados dessa pesquisa devem nos levar a mirar o futuro, debruçando-nos sobre os números e nos espelhando nos objetivos do próprio Irbem, que são os de promover o conhecimento sobre os fatores mais importantes para o bem-estar das pessoas e dar oportunidade para que os gestores públicos, as empresas e a sociedade civil orientem suas ações para melhorar a qualidade de vida da população.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8061690042395195809-4176593186755755631?l=cantodasustentabilidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cantodasustentabilidade.blogspot.com/feeds/4176593186755755631/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8061690042395195809&amp;postID=4176593186755755631&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8061690042395195809/posts/default/4176593186755755631'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8061690042395195809/posts/default/4176593186755755631'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cantodasustentabilidade.blogspot.com/2011/01/pesquisa-sobre-bem-estar-em-sao-paulo-e.html' title='Pesquisa sobre bem-estar em São Paulo é patrimônio da cidade'/><author><name>Reinaldo Canto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12898880137063980975</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_29loQXKfdYY/SgFuHP9C0JI/AAAAAAAAABQ/0V8UZYL8EL8/S220/BOB+3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8061690042395195809.post-5554665883355288073</id><published>2011-01-27T11:25:00.000-08:00</published><updated>2011-01-27T15:05:42.581-08:00</updated><title type='text'>Fim de ponto de coleta é retrocesso injustificável</title><content type='html'>Artigo de estréia publicado na coluna Cidadania e Sustentabilidade na Carta Capital (www.cartacapital.com.br)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reinaldo Canto &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parte do problema das chuvas que matam pessoas e destroem vidas se deve ao péssimo gerenciamento do lixo o que torna ainda mais grave o sucateamento da coleta seletiva em São Paulo. Por Reinaldo Canto. Foto: Agência Brasil&lt;br /&gt;Parte do problema das chuvas que matam pessoas e destroem vidas se deve ao péssimo gerenciamento do lixo, o que torna ainda mais grave o sucateamento da coleta seletiva em São Paulo &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No mínimo, a notícia sobre o fechamento de um ponto de coleta da Associação Reciclázaro no bairro da Lapa, em São Paulo, deve no mínimo, ser definida como triste, muito triste. O local funcionava na Igreja São João Maria Vianney e segundo a imprensa, a decisão para o fechamento partiu da Arquidiocese de São Paulo. A decisão revoltou os moradores acostumados a fazer uso do ponto de coleta entregando ali seus materiais recicláveis. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na disputa entre a sociedade civil e os representantes da igreja, por enquanto, prevaleceu a vontade do clero. Os moradores organizaram um abaixo-assinado e prometem manter a briga. Mas sem entrar nos méritos e argumentos, gostaria de registrar o absurdo de vivermos tal situação, na maior metrópole do país que gera entre 14 e 15 mil toneladas de lixo por dia e recicla cerca de míseros 1% desse total, ainda se dar ao luxo, ao despautério de perder um ponto de coleta. Vejo isso como uma completa insensatez!&lt;br /&gt;Se ainda fizermos menção ao fato de que 30 famílias obtinham sua renda do recolhimento e reciclagem de 50 toneladas de lixo mensais e de que tal local de coleta existia há 13 anos, tendo sido exatamente ali que nasceu a ONG Associação Reciclázaro, será difícil conter, pelo menos, uma ponta de revolta e indignação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desrespeito aos catadores - Aliás, essa é outra questão a se destacar: a situação dos catadores. A coleta de materiais como latinhas, garrafas pet, papelão, papel, isopor, entre outros, nem sempre é vista com o respeito devido. Claro que existem exceções, mas muita gente reclama das carroças “atrapalhando o trânsito” e mesmo quando param para descansar ou recolher material, eles são vistos com desconfiança ou desdém. Mais difícil é fazer certas pessoas enxergarem nessa atividade um trabalho árduo e extremamente útil. São homens e mulheres anônimos que operam o milagre de transformar lixo que entope bueiros, suja as ruas e vão parar nos nossos pobres rios, em matéria útil que volta para a cadeia produtiva em forma de insumo para novos produtos.&lt;br /&gt;Não é por outra razão, que mesmo com o trabalho desses abnegados que travam uma luta diária pela sobrevivência, repousam no fundo dos Rios Pinheiros e Tietê uma quantidade de lixo colossal composta de todo o tipo de materiais, inclusive, sofás, geladeiras e sujeiras de todo tipo despejados pelas pessoas. Os especialistas consideram que uma das principais razões das enchentes em São Paulo é, exatamente a ausência de vazão dos nossos principais rios prejudicados por uma enorme quantidade de sedimentos depositados em seus leitos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O excesso de lixo e entulhos deixado nas ruas de São Paulo é outro motivo que contribui para as enchentes no começo de todos os anos. A Prefeitura no ano passado tentou coibir a prática por meio do aumento da multa para quem joga lixo na rua, cujo valor saltou de R$ 500 para R$ 12 mil. Mas só multar não soluciona o problema como é facilmente constatado pela quantidade de lixo boiando que pudemos ver neste janeiro de chuvas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diante desses fatos provocados pela ausência de uma política efetiva de reciclagem, ao invés de se abrirem dezenas, quem sabe centenas de pontos de coleta, é muito difícil conformar-se e aceitar serenamente, o fechamento de um ponto tradicional da cidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O lixo, ou melhor, “materiais fora de lugar”, como já afirmou com propriedade o economista Paulo Sandroni da Fundação Getúlio Vargas, deveria ser visto como algo a ser aproveitado e transformado em riqueza, não em algo a ser descartado de qualquer maneira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem sabe se as tragédias persistentes não serão capazes de despertar em nossas autoridades, empresas e cidadãos, a consciência para a realização de esforços em busca de uma cidade e um mundo mais equilibrado e sustentável.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8061690042395195809-5554665883355288073?l=cantodasustentabilidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cantodasustentabilidade.blogspot.com/feeds/5554665883355288073/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8061690042395195809&amp;postID=5554665883355288073&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8061690042395195809/posts/default/5554665883355288073'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8061690042395195809/posts/default/5554665883355288073'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cantodasustentabilidade.blogspot.com/2011/01/fim-de-ponto-de-coleta-e-retrocesso.html' title='Fim de ponto de coleta é retrocesso injustificável'/><author><name>Reinaldo Canto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12898880137063980975</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_29loQXKfdYY/SgFuHP9C0JI/AAAAAAAAABQ/0V8UZYL8EL8/S220/BOB+3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8061690042395195809.post-2304206101024391516</id><published>2011-01-27T11:21:00.000-08:00</published><updated>2011-01-27T11:24:13.612-08:00</updated><title type='text'>Um presente para o futuro da cidade de São Paulo</title><content type='html'>Boletim Ethos de Responsabilidade Social na CBN (no ar dia 24/01), comentário de Jorge Abrahão, presidente do Instituto:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na véspera de completar 457 anos, um bom presente para a cidade de São Paulo, e para nós que aqui moramos, é a perspectiva de transformar nossa capital numa cidade sustentável. Isto significa pensar e implantar melhorias em vários aspectos da vida da metrópole, incluindo-se aí, mudanças de comportamento. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Claro que tais mudanças teriam de contar, necessariamente, com o empenho dos governos, das empresas e da sociedade civil organizada. Um bom começo seria observar com atenção o portal Plataforma Cidades Sustentáveis, que apresenta um compilado de múltiplas práticas de sustentabilidade urbana existentes em diversas cidades do mundo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vários desses exemplos podem muito bem ser replicados em São Paulo. Basta para isso vontade política. Vejamos algumas das ações que tornariam possível transformar essa visão em realidade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Transporte &lt;br /&gt;O sistema de transportes em São Paulo é considerado caótico por dez entre dez paulistanos, que perdem, em média, 2 horas e 40 minutos por dia em deslocamentos pela cidade. Quando se pensa na mobilidade no trânsito de São Paulo, é preciso, antes de tudo, reconhecer a interdependência existente entre transportes, saúde e meio ambiente para então promover opções de mobilidade com caráter sustentável, que iriam contribuir para a redução do impacto das emissões e para a melhoria do ambiente e da saúde pública. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estão entre essas ações: &lt;br /&gt;• Incentivar e aumentar o uso do transporte coletivo e de bicicleta, bem como os deslocamentos a pé; &lt;br /&gt;• Reduzir a necessidade de utilização do transporte individual motorizado e promover modos de transporte alternativos, viáveis e acessíveis a todos; e &lt;br /&gt;• Encorajar a transição para veículos menos poluentes. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Copenhague, capital da Dinamarca, 55% dos seus moradores vão para o trabalho de bicicleta todos os dias. A cidade tem cerca de 340 quilômetros de ciclovias à disposição da população. Isso representa, entre muitas vantagens, menos poluição e melhor qualidade de vida. São Paulo está muito longe disso. segundo a Rede Nossa São Paulo, a cidade possui apenas 47,5 quilômetros de ciclovias e aqui as bicicletas ainda são vistas como meio de lazer, e não de transporte. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Educação &lt;br /&gt;Quando se observa a educação em São Paulo, deve-se levar em conta que a cidade detém um enorme conhecimento em várias áreas. No entanto, esse conhecimento se restringe a poucos, seja pelo nível de instrução, seja pela disponibilização de acesso a ela. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São Paulo tem potencial para tornar-se uma cidade do conhecimento, mas para isso, terá de trilhar, em primeiro lugar, o caminho da redução das desigualdades. Hoje, a maioria esmagadora dos distritos da capital não possui sequer um cinema, um teatro ou uma biblioteca. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inicialmente, será preciso prover a todos, especialmente crianças e jovens, de oportunidades educativas que lhes permitam desempenhar papel protagonista no desenvolvimento sustentável. Além disso, é preciso integrar na educação formal valores para uma condição de vida sustentável, baseados na ética, na relação saudável e de respeito com o meio ambiente, como descrito no documento Carta da Terra. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um bom exemplo é a iniciativa australiana por escolas sustentáveis, que tem como objetivo o desenvolvimento de uma cultura escolar comprometida com os princípios da sustentabilidade e sua integração com os currículos escolares como prática cotidiana. De acordo com esse projeto, deve fazer parte do planejamento escolar o uso sustentável de recursos naturais, tanto no estabelecimento de ensino quanto na comunidade. A iniciativa também destaca a importância do envolvimento dos jovens na busca por resultados sociais, ambientais e educacionais efetivos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Energia e água &lt;br /&gt;Outra preocupação crescente em São Paulo, e em todo o mundo, é o constante crescimento no consumo de energia. Realizar campanhas que promovam a redução do consumo, aumentar a eficiência energética e incentivar a adoção do uso de energias limpas e renováveis traz muitas contribuições, que também impactam na qualidade de vida e na saúde das pessoas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um exemplo a ser seguido é o da implantação de energia solar em residências e edifícios, como a existente em larga escala em diversas cidades do mundo. Em Barcelona, na Espanha, uma lei tornou obrigatória a utilização de energia solar para a obtenção de 60% da água quente em todas as novas construções e edifícios reformados. Entre 2000 e 2005, Barcelona aumentou em quase 20 vezes a superfície de painéis solares para aquecimento de água na cidade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reduzir e fazer uso racional e consciente da água é outro princípio que devemos perseguir. Para abastecer a população da região metropolitana de São Paulo, é necessário buscar água de localidades cada vez mais distantes. A água é essencial para a vida de todos. Portanto, é urgente a adoção de medidas e campanhas que busquem valorizá-la. Como na questão da energia solar em edifícios, as residências, prédios e casas, poderiam construir reservatórios para armazenar a água da chuva, por exemplo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim, integrar essas e outras sugestões da Plataforma Cidades Sustentáveis com a criação de programas que promovam a inclusão social, aumentem a eficiência dos serviços públicos e melhorem as condições de vida para todos, será essencial para que São Paulo seja uma cidade com melhor qualidade de vida para seus habitantes. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gestão pública &lt;br /&gt;Entre muitos desses e outros exemplos, está embutida a necessidade de uma gestão eficiente que conte com a participação de todos os setores. É preciso integrar propostas, construir uma discussão ampla, transparente e democrática, determinar metas e prazos para cumprimento e colocar o interesse público acima dos interesses partidários e de pequenos grupos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fórum Empresarial &lt;br /&gt;Para que as empresas se integrem efetivamente nesse processo, o Instituto Ethos e a Rede Nossa São Paulo lançaram, no ano passado, o Fórum Empresarial de Apoio à Cidade de São Paulo. O objetivo do fórum é o de sensibilizar, mobilizar e assessorar as empresas para que atuem visando ao desenvolvimento justo e sustentável da cidade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O fórum se propõe a criar um banco de projetos e demandas da cidade para orientar e estudar os investimentos das empresas. A ideia central é disponibilizar às empresas um mapa de demandas da cidade para que elas possam investir nas suas reais prioridades.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;De forma organizada, sistêmica e eficiente, o fórum contribui para que as empresas empreendam ações e parcerias com outras empresas, organizações sociais, instituições de ensino e pesquisa e o poder público, para, a partir dessas parcerias, elaborar um roteiro de ações e investimentos empresariais que seriam exemplares e prioritários para o desenvolvimento justo e sustentável da cidade de São Paulo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também estará a cargo das empresas participantes do fórum promover avaliações periódicas sobre os impactos de suas ações em favor de São Paulo, acompanhando a evolução dos principais indicadores da cidade e de suas regiões, bem como incentivar a criação de fóruns semelhantes em outras cidades brasileiras e promover o intercâmbio entre eles. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma São Paulo mais sustentável terá ainda mais razões para comemorar os próximos aniversários. Parabéns São Paulo!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8061690042395195809-2304206101024391516?l=cantodasustentabilidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cantodasustentabilidade.blogspot.com/feeds/2304206101024391516/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8061690042395195809&amp;postID=2304206101024391516&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8061690042395195809/posts/default/2304206101024391516'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8061690042395195809/posts/default/2304206101024391516'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cantodasustentabilidade.blogspot.com/2011/01/um-presente-para-o-futuro-da-cidade-de.html' title='Um presente para o futuro da cidade de São Paulo'/><author><name>Reinaldo Canto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12898880137063980975</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_29loQXKfdYY/SgFuHP9C0JI/AAAAAAAAABQ/0V8UZYL8EL8/S220/BOB+3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8061690042395195809.post-4314446127176495957</id><published>2011-01-21T08:55:00.001-08:00</published><updated>2011-01-21T08:57:15.508-08:00</updated><title type='text'>Desafios das empresas em uma economia inclusiva</title><content type='html'>Boletim Ethos de Responsabilidade Social na CBN (no ar dia 17/01), comentário de Paulo Itacarambi, vice-presidente do Instituto:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mobilidade social vivida pelo país nos últimos anos foi responsável, segundo pesquisa divulgada pela Fundação Getúlio Vargas em setembro do ano passado, pelo deslocamento de 29 milhões de brasileiros das classes D e E para a classe C, no período de 2003 a 2009, o que trouxe grandes desafios para incorporar essas pessoas no mercado de consumo e, ao mesmo tempo, alterar o comportamento dos consumidores para reduzir o impacto ambiental.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, é bom ressaltar, esse é um ótimo desafio, já que a classe C, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), atingiu a marca de 50% da população brasileira, com 95 milhões de pessoas, no final de 2009, e ainda está em processo de crescimento. Nas projeções apresentadas na semana passada pelo Ministério da Fazenda à presidenta Dilma Roussef, até 2014 a classe C deverá atingir 56% dos brasileiros, chegando à expressiva marca de 113 milhões de pessoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portanto, essa expressiva alteração no tecido social brasileiro leva-nos a importantes reflexões sobre a resposta que as empresas têm dado à nova realidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma pesquisa realizada pelo Instituto Data Popular e publicada pela Folha de S. Paulo na primeira semana de janeiro constatou que existe nas empresas uma grande dificuldade, e até mesmo preconceito, em atender os consumidores de baixa renda. Isso declarado por sete em cada dez executivos consultados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo a pesquisa, esse preconceito deriva, como era de se esperar, da falta de conhecimento. Para 69% dos entrevistados, as áreas de marketing e propaganda, em geral, não demonstram estar preparadas para comunicar-se com esse público. Para os entrevistados, essas áreas, responsáveis pela divulgação das empresas e de seus produtos, pouco ou nada conhecem desse público de baixa renda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na verdade, os desafios das empresas podem ser desdobrados em cinco dimensões: a primeira faz referência ao constatado pela pesquisa, ou seja, o fato de as empresas nem sempre saberem se comunicar com esse público. Em alguns casos considera, de maneira equivocada, que são pessoas mais preocupadas com preços mais baixos do que com a qualidade dos produtos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em segundo lugar, as empresas, acostumadas com margens de lucro mais altas, têm dificuldade de se adaptar a uma redução dessas margens, pois ainda não percebem que seus resultados poderão vir de investimentos no aumento dos volumes comercializados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O terceiro ponto refere-se à dificuldade em atender públicos com características diversas. Como atender públicos distintos no mesmo espaço? Como conciliar o atendimento das necessidades das classes A e B, por um lado, e da classe C, por outro?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ações nesse sentido já existem, é bom ressaltar: Na matéria “Grifes ampliam mercado com segunda marca”, publicada pela Folha de S. Paulo na última quinta-feira (13/01), estilistas e marcas mais famosas estão buscando atender o público de classe C com produtos de qualidade, mas com preços menores. Enfim, uma tentativa válida de atingir positivamente os integrantes dessa nova classe média.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em relação ao quarto desafio, as empresas possuem também um papel importante no tocante à orientação dessas famílias que ingressam no mercado de consumo. Elas podem contribuir de maneira efetiva para conscientizar as pessoas para os seus atos de consumo adequados às suas reais necessidades. Ao fazer isso, a empresa contribuirá para colocar a economia nos trilhos da maior eficiência ambiental e social e irá estabelecer uma relação de confiança e respeito entre empresa e consumidor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por falar em confiança, esse é o quinto ponto que destacamos e que se insere nos desafios que as empresas precisam encarar com bastante seriedade. Os consumidores duvidam, muitas vezes, da credibilidade das empresas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi essa a conclusão de outra pesquisa, intitulada Responsabilidade Social das Empresas: Percepção do Consumidor Brasileiro, produzida pelo Instituto Akatu e pelo Instituto Ethos e divulgada no ano passado. O relatório revelou que quase metade dos entrevistados não acredita nas informações prestadas pelas empresas. O consumidor sente falta de indicadores confiáveis que realmente comprovem o comportamento socialmente responsável das corporações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As pesquisas acabam por concluir que a diversidade da gente brasileira, uma das maiores vantagens competitivas do país, ainda não é considerada fator estratégico pelas nossas empresas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse cenário, em que aparecem claramente desconhecimento de um lado e desconfiança de outro pode e deve ser mudado com a máxima urgência. O empresariado brasileiro precisa estabelecer uma nova relação baseada na transparência. Precisa adotar compromissos claros, com metas, objetivos e prazos bem definidos, além da prestação de contas periódicas. É necessário também que as empresas estejam atentas e sensíveis aos novos tempos e, acima de tudo, que aprendam a ouvir e entender essa grande massa de consumidores/cidadãos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso vai exigir da gestão um pensamento de longo prazo e de vanguarda, com investimento em práticas que produzam resultados que sejam percebidos e avaliados positivamente pela sociedade. A transparência nos negócios e uma comunicação de mão dupla que saiba o que dizer, mas também seja capaz de ouvir os consumidores de todas as faixas de renda, é um bom desafio em que todos ganham.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa adequação das empresas é urgente, pois, esperamos que a ascensão das faixas mais pobres da população seja uma tendência irreversível que garanta o sonhado fim da pobreza e o alcance de qualidade de vida para todos. Nos últimos anos assistimos a esse movimento de pessoas que antes mal consumiam para a sua própria sobrevivência e hoje já integram uma nova classe média, com poder de consumo e também ávida pela conquista de respeito e de seus direitos como cidadãos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quebrar paradigmas, vencer preconceitos e buscar os caminhos de um desenvolvimento mais sustentável são bandeiras defensáveis do ponto de vista moral, mas também condições sine qua non para o futuro dos negócios. São mudanças que beneficiam a todos: empresários, consumidores e, enfim, todos os cidadãos brasileiros.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8061690042395195809-4314446127176495957?l=cantodasustentabilidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cantodasustentabilidade.blogspot.com/feeds/4314446127176495957/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8061690042395195809&amp;postID=4314446127176495957&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8061690042395195809/posts/default/4314446127176495957'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8061690042395195809/posts/default/4314446127176495957'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cantodasustentabilidade.blogspot.com/2011/01/desafios-das-empresas-em-uma-economia.html' title='Desafios das empresas em uma economia inclusiva'/><author><name>Reinaldo Canto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12898880137063980975</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_29loQXKfdYY/SgFuHP9C0JI/AAAAAAAAABQ/0V8UZYL8EL8/S220/BOB+3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8061690042395195809.post-8728433898440879121</id><published>2011-01-13T03:37:00.001-08:00</published><updated>2011-01-13T03:38:52.095-08:00</updated><title type='text'>A FOTO DO ANO 2010!!!</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_29loQXKfdYY/TS7kMWSWG-I/AAAAAAAAAIE/AKtdiw2xN00/s1600/ana%2Be%2Bmarina.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 220px; height: 146px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_29loQXKfdYY/TS7kMWSWG-I/AAAAAAAAAIE/AKtdiw2xN00/s320/ana%2Be%2Bmarina.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5561633490641230818" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8061690042395195809-8728433898440879121?l=cantodasustentabilidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cantodasustentabilidade.blogspot.com/feeds/8728433898440879121/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8061690042395195809&amp;postID=8728433898440879121&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8061690042395195809/posts/default/8728433898440879121'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8061690042395195809/posts/default/8728433898440879121'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cantodasustentabilidade.blogspot.com/2011/01/foto-do-ano-2010.html' title='A FOTO DO ANO 2010!!!'/><author><name>Reinaldo Canto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12898880137063980975</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_29loQXKfdYY/SgFuHP9C0JI/AAAAAAAAABQ/0V8UZYL8EL8/S220/BOB+3.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_29loQXKfdYY/TS7kMWSWG-I/AAAAAAAAAIE/AKtdiw2xN00/s72-c/ana%2Be%2Bmarina.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8061690042395195809.post-5943568571130182631</id><published>2011-01-12T09:34:00.000-08:00</published><updated>2011-01-12T09:38:01.151-08:00</updated><title type='text'>ENERGIAS RENOVÁVEIS GANHAM NOVO IMPULSO EM 2.011</title><content type='html'>Boletim Ethos de Responsabilidade Social na CBN (no ar dia 10/01), comentário de Paulo Itacarambi, vice-presidente do Instituto:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O novo ano começa com boas perspectivas e desafios para a chamada economia verde e a geração de energias limpas e renováveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na semana passada o BNDES aprovou um financiamento de quase 600 milhões de reais para a construção de nove usinas eólicas no interior da Bahia, com potência instalada de 195,2 megawatts. Esse nada mais é do que o reconhecimento, por parte do principal banco de investimento do governo brasileiro, ao trabalho que vem sendo realizado pelas empresas, no sentido de viabilizar o incremento das alternativas de produção de energia de baixo carbono.&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;Atualmente, as usinas eólicas somam 930 MW espalhados por 50 parques no país. Em termos de comparação ainda representa pouco, cerca de 0,6%  do total da nossa matriz energética. Mas a previsão é de um crescimento de 320% nesta década, segundo divulgou a Empresa de Pesquisa Energética, a EPE, ligada ao Ministério de Minas e Energia, o que vai elevar a participação da energia eólica para mais de 3%. Até 2019 as novas unidades e parques eólicos terão potência total de 6.041 MW, quase equivalente ao das usinas hidrelétricas de Santo Antônio e Jirau, que estão sendo construídas atualmente no rio Madeira, em Rondônia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por outro lado, segundo a EPE, os cálculos mais otimistas falam em um potencial para se instalar até 300 mil megawatts de usinas eólicas no Brasil. Para termos de comparação hoje a capacidade hidrelétrica brasileira, geradora da maior parte da nossa energia elétrica, está estimada em 110 mil megawatts de potência. Portanto, podemos afirmar que atingir 3% de energia eólica em nossa matriz energética, está muito aquém do verdadeiro potencial a ser explorado. Já que a iniciativa privada tem feito sua parte investindo e demandando ao governo que reaja a essas ações, talvez seja preciso ampliar a atuação governamental e garantir assim o aumento substancial das fontes eólicas bem acima dos previstos 3%. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bons exemplos não faltam: segundo matéria publicada no final do ano passado pelo jornal Estado de Minas, com dados fornecidos pela Universidade Federal mineira e pela Cemig, no Sul da Bahia e na Região Central de Minas Gerais, mais precisamente em Sete Lagoas, a 80 quilômetros de Belo Horizonte, os ventos que cortam serras localizadas nesses pontos abrigam um potencial para geração de energia 3,5 vezes maior do que o da usina hidrelétrica de Belo Monte, a ser construída no Rio Xingu, na Amazônia. A previsão é que Belo Monte, tenha potência instalada de 11.233 megawatts. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No mesmo sentido, vale refletir sobre as propostas apresentadas pelo Greenpeace aos então candidatos à presidência Serra e Dilma no segundo turno. A organização ambientalista propôs uma série de implementações arrojadas e inovadoras para a inserção definitiva do país na economia de baixo carbono do século XXI. Do desmatamento zero até 2.015, da redução no uso de energias fósseis, ou seja carvão e petróleo, e o conseqüente aumento no uso das energias renováveis, entre algumas das principais demandas. Se a trajetória de investimentos for mantida, em 2050, 72% da energia brasileira virão de fontes renováveis e 21,8% ainda virão dos combustíveis fósseis. No cenário proposto pelo Greenpeace, o percentual de fontes renováveis chegará a 92,6% da matriz, não haverá geração nuclear e o único fóssil utilizado na geração de energia será o gás natural - considerado um combustível de transição - com 7,3% de participação.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A opção pelas fontes renováveis pode resultar em uma redução drástica das emissões de dióxido de carbono (CO2) equivalente (medida que considera todos os gases de efeito estufa) do setor energético previstas para 2050, de 147 milhões de toneladas para 23 milhões de toneladas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além do benefício ambiental, uma matriz mais limpa poderia reduzir custos de produção de energia no Brasil. Até 2050, a economia pode chegar a R$ 1 trilhão, com o aumento da eficiência energética e a instalação de projetos em áreas distantes do sistema interligado de distribuição.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8061690042395195809-5943568571130182631?l=cantodasustentabilidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cantodasustentabilidade.blogspot.com/feeds/5943568571130182631/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8061690042395195809&amp;postID=5943568571130182631&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8061690042395195809/posts/default/5943568571130182631'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8061690042395195809/posts/default/5943568571130182631'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cantodasustentabilidade.blogspot.com/2011/01/energias-renovaveis-ganham-novo-impulso.html' title='ENERGIAS RENOVÁVEIS GANHAM NOVO IMPULSO EM 2.011'/><author><name>Reinaldo Canto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12898880137063980975</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_29loQXKfdYY/SgFuHP9C0JI/AAAAAAAAABQ/0V8UZYL8EL8/S220/BOB+3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8061690042395195809.post-8770188333512914586</id><published>2011-01-11T06:53:00.000-08:00</published><updated>2011-01-11T07:03:36.366-08:00</updated><title type='text'>DESAFIOS DA TRANSIÇÃO PARA UMA SOCIEDADE SOCIAL E AMBIENTALMENTE RESPONSÁVEL</title><content type='html'>Boletim Ethos de Responsabilidade Social na CBN (no ar dia 07/01), comentário de Jorge Abrahão, presidente do Instituto: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um novo ano se inicia com a posse da primeira mulher presidente de nosso país e as expectativas são positivas para que possamos avançar no rumo de uma sociedade mais justa e sustentável. E para que isso se torne possível precisaremos enfrentar alguns desafios para continuar o processo de amadurecimento das empresas, dos governos e da sociedade como um todo para a consolidação das questões ligadas a responsabilidade social e ambiental.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para efetivamente chegarmos a uma sociedade sustentável será preciso atuar em diversas dimensões. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A dimensão política com o aprimoramento da democracia representativa, pois é por meio dela que são tomadas decisões importantes que impactam a vida de todos, portanto, será fundamental não mais se postergar a reforma política. Precisaremos também aprimorar os mecanismos de democracia participativa com o fortalecimento dos conselhos comunitários em seus diversos campos de atuação, tais como, os de segurança, educação e ambiental. Também destaco a importância da participação direta do cidadão utilizando mais e melhor as leis de iniciativa popular e os referendos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já na dimensão econômica, existem grandes desafios para as empresas, podemos citar a melhoria de processos, como a substituição de matriz energética com investimento em energias limpas, a ampliação no tratamento de resíduos ou mudanças na logística como a substituição do transporte rodoviário pelo ferroviário, entre outros exemplos. Além é claro, das práticas da inovação e da visão de longo prazo com critérios de desenvolvimento sustentável, fundamentais para a consolidação das atividades empresariais. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na dimensão cultural cabe refletir sobre a necessária mudança de comportamento de todos nós cidadãos, nos espaços públicos, no trabalho, em casa e que sejam reavaliados para se tornarem mais sustentáveis em nosso cotidiano. Como eu uso a água, como trato o lixo ou como eu utilizo as fontes de energia que estão a minha disposição. Aspectos como o da educação cidadã e do consumo consciente devem fazer parte de nossa vida de maneira definitiva. Ao tomarmos as decisões de consumo devemos considerar os impactos sociais e ambientais dessas ações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A união de todas essas dimensões tem como objetivo maior garantir a erradicação da pobreza, a redução das desigualdades sociais e a melhor distribuição de renda no país. Em resumo, a urgente e inadiável busca pela melhor qualidade de vida para toda a sociedade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por todas essas razões, o Instituto Ethos está criando uma agenda, para os próximos 10 anos, ou seja, pensando 10 anos à frente, com o estabelecimento de ações concretas sobre o papel dos governos, das empresas, das organizações e dos cidadãos para que se faça uma perene e definitiva transição para uma sociedade mais sustentável.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8061690042395195809-8770188333512914586?l=cantodasustentabilidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cantodasustentabilidade.blogspot.com/feeds/8770188333512914586/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8061690042395195809&amp;postID=8770188333512914586&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8061690042395195809/posts/default/8770188333512914586'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8061690042395195809/posts/default/8770188333512914586'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cantodasustentabilidade.blogspot.com/2011/01/desafios-da-transicao-para-uma.html' title='DESAFIOS DA TRANSIÇÃO PARA UMA SOCIEDADE SOCIAL E AMBIENTALMENTE RESPONSÁVEL'/><author><name>Reinaldo Canto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12898880137063980975</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_29loQXKfdYY/SgFuHP9C0JI/AAAAAAAAABQ/0V8UZYL8EL8/S220/BOB+3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8061690042395195809.post-7333635931152808356</id><published>2010-12-21T04:15:00.000-08:00</published><updated>2010-12-21T04:19:52.236-08:00</updated><title type='text'>Diálogos Capitais: Amazônia do Século XXI</title><content type='html'>Um novo olhar para a Amazônia brasileira aponta caminhos de desenvolvimento e de inserção definitiva da região aos interesses estratégicos do país&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por Reinaldo Canto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Debatida em verso e prosa ao longo do século passado, e quase sempre negligenciada, hostilizada e até ignorada pela maioria dos brasileiros, a Amazônia, já foi vista muito mais como um problema do que como um inestimável patrimônio. Ironia das ironias, a maior floresta tropical do mundo responsável por 50% da biodiversidade e da biomassa florestal do planeta; pela maior diversidade cultural e étnica do mundo; por suas extraordinárias reservas de água doce, além de incontáveis depósitos de minérios ainda inexplorados em seu solo, sobreviveu às duras penas debaixo de uma espada pronta para subjugá-la, vencê-la, enfim destruí-la!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Felizmente, os últimos anos trouxeram novidades alvissareiras e agora é possível vislumbrar um futuro, talvez um outro destino, quem sabe menos trágico para esse imenso território que  ocupa mais da metade do nosso país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As boas notícias acompanhadas de muita cautela foram discutidas durante a realização do seminário Diálogos Capitais: A Amazônia do Século XXI, realizado na última sexta-feira, 10/12, no Reserva Cultural, em São Paulo. O evento organizado pela Carta Capital e pela Envolverde, responsável pela publicação da edição especial Carta Verde, contou com a participação de representantes de empresas e organizações com forte presença e atuação na Amazônia brasileira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No mesmo dia, em que foi realizado o evento, o Imazon – Instituto do Homem e do Meio Ambiente da Amazônia – divulgou os números do desmatamento da Amazônia em outubro: 153 quilômetros quadrados (km²), registrados pelo Sistema de Alerta de Desmatamento (SAD).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ritmo de derrubada foi 21% menor em comparação ao registrado em outubro do ano passado mantendo-se a tendência de queda dos últimos meses.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo ainda sem conhecer os novos números do desmatamento, o conferencista do seminário Beto Veríssimo, pesquisador sênior do Imazon – classificou o atual estágio de ocupação da Amazônia de positiva e complexa. Para Veríssimo, se antes ela se baseava no desmatamento e na ocupação via pecuária e agricultura com grande investimento público a favor da derrubada da floresta, hoje uma confluência de fatores como o aumento considerável das informações disponíveis sobre a região; a ação fiscalizadora do estado; o ainda incipiente ordenamento territorial e as medidas de restrição as atividades econômicas responsáveis pela destruição da floresta, entre outros, resultaram numa redução drástica do desmatamento nos últimos dois anos (2008/2010). “Hoje, com as tecnologias disponíveis, é possível  monitorar 5 milhões de km² com um efetivo de apenas 4 pessoas”,  destacou Veríssimo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o pesquisador do Imazon, a sociedade brasileira hoje está melhor informada sobre a realidade amazônica e também sobre os efeitos das mudanças climáticas. “Floresta em pé é a melhor maneira de não aumentar as emissões dos gases de efeito estufa”,   e completou, “todo o setor de transporte não emite tanto quanto as queimadas no país”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O amadurecimento das organizações representativas da sociedade civil que atuam na Amazônia foi outro ponto destacado por Veríssimo. Ele citou o enorme impacto que teve o acordo do Greenpeace com as grandes cadeias varejistas de supermercados para rastrear a origem da carne consumida em suas lojas. Essa é uma ação que vem obtendo bons resultados e deve servir de exemplo, pois une as organizações da sociedade civil, o setor privado e o público na defesa do bioma amazônico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A atuação do setor privado foi também mencionado pelo palestrante do Imazon. Para ele, felizmente, a realidade de exploração da floresta pelas empresas é muito diferente da que se via nos anos 70 quando se dava de maneira totalmente predatória. Hoje uma parte significativa do empresariado possui uma preocupação com os impactos sociais, ambientais e culturais causados por suas atividades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As empresas que atuam diretamente na Amazônia, portanto, tem um papel fundamental na construção dessa nova maneira de viver e conviver com a floresta.  Um dos debatedores do Diálogos Capitais, o diretor de assuntos institucionais da Alcoa Alumínio, Nemércio Nogueira, foi enfático ao relatar a ausência do poder público em muitas localidades amazônicas.  Segundo ele, o município de Juruti fundado há 128 anos, no estado do Pará, apenas em 2006 recebeu, pela primeira vez, a visita de um governador, aliás, governadora, Ana Julia Carepa.  “E isso só ocorreu, pois ela foi especialmente para a inauguração da mina de bauxita da Alcoa”, lembrou Nemércio.  Nas palavras do diretor da Alcoa, a busca pelo apoio da comunidade mesmo sem o apoio do estado e, “também sem um manual de medidas sustentáveis, inexistente em 2005 quando ali chegamos”, tem sido um trabalho constante da empresa. “Já fizemos audiências públicas com a presença de 8 mil pessoas”, diz Nemércio, numa demonstração da nova mentalidade que setores da iniciativa privada tentam implementar em comunidades carentes, e que atuem como, “uma alavanca ao desenvolvimento e não servindo como muleta”, por meio de ações sociais e ambientais com a maciça participação da população local.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ausência dos serviços básicos é um dos muitos exemplos das carências de proporções amazônicas, com o perdão do trocadilho, que boa parte dos 24 milhões de moradores da região enfrenta em seu cotidiano e um dos principais desafios para os próximos anos: o de oferecer condições dignas de vida para todos os seus habitantes. Para os participantes do encontro, o morador da Amazônia precisa enxergar a floresta como algo de valor e não como inimiga. E essa não é uma tarefa fácil. O legado de violência, de concentração e pouca distribuição da riqueza são entraves para que uma nova visão de Amazônia se instale definitivamente no seio da população local.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nas palavras de Mirela Sandrini, gerente de gestão do Fundo Vale, é preciso conciliar crescimento econômico, qualidade de vida e conservação dos recursos naturais. O Fundo trabalha com projetos estruturantes de maneira a replicar modelos bem sucedidos que busquem, por exemplo, as boas práticas agropecuárias e o manejo florestal ao mesmo tempo que contribuam para o fortalecimento social das comunidades.  “É preciso desenvolver cadeias produtivas fazendo com que os produtos da floresta possuam valor agregado e as suas rendas revertidas em benefício das comunidades”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adriana Ramos, coordenadora para a Amazônia do ISA – Instituto Socioambiental – ONG com atuação destacada na região, acredita que a vocação natural seja mesmo o manejo florestal e não a agropecuária. “Não queremos que a Amazônia seja intocada, mas de uso diferenciado”. Ela acredita que o olhar do país está voltado para a agricultura, quando deveria mirar o regime de chuvas da Amazônia que abastece o Sudeste. Esse, entre vários benefícios de regulação do clima proporcionados pela floresta para o resto do país.  Adriana também vê como muito positivo o aumento substancial das áreas protegidas nos últimos 20 anos (de 8% em 1990 para 44% em 2010). “O caminho é a sustentabilidade dos territórios indígenas e das Unidades de Conservação”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As áreas demarcadas e protegidas por lei devem contribuir para que seja alcançada a meta estabelecida no governo Lula de redução do desmatamento em 80% até 2.020, tendo em vista que já houve uma drástica queda no desmatamento no período que compreende os anos de 2008 a 2010, mas Veríssimo do Imazon fez questão de lembrar que isso representa ainda mais de 3 mil km² .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Para reduzir o desmatamento é preciso transforma-lo em uma atividade cara, ao mesmo tempo, fazer a  economia de baixo carbono  ser competitiva, o que não acontece hoje”.  Segundo dados do Imazon, as atividades ligadas ao desmatamento rendem o dobro daquelas consideradas sustentáveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As boas notícias estão surgindo, mas possuem ainda um alcance limitado diante dos grandes desafios para que a floresta não sucumba a exploração predatória. Para isso é preciso que todos se unam, governos, empresas, terceiro setor e comunidades locais em torno de um planejamento estratégico com a definição de políticas de grande alcance que busquem um marco regulatório, o ordenamento territorial, a melhoria da qualidade de vida da população e a reformulação de leis que atendam as necessidades e complexidades da região.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O moderador do debate e diretor da Envolverde, Dal Marcondes     mencionou a lei de patentes brasileira que precisa sofrer urgentes mudanças , “como está ela facilita a saída da biodiversidade do país”. Marcondes ressaltou que as empresas enfrentam uma “maratona cartorial” para obter as licenças legais para uso dos insumos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao final do Diálogos Capitais ficou uma certeza:  a Amazônia é muito mais que uma solução, ela representa parte vital do futuro do país. Se caiu em desuso a expressão “pulmão verde” para definir a floresta, talvez melhor seria chama-la de “coração do Brasil”. O diretor da Envolverde foi enfático ao afirmar que sem a Amazônia o Brasil seria um país comum como tantos outros e sem importância e relevância no cenário internacional. Ele conclamou as pessoas, mas especialmente os jornalistas a falar mais e divulgar o tema Amazônia.  “A informação é um dos melhores caminhos para que a sociedade brasileira conheça, entenda e preocupe-se com esse território tão importante e mesmo assim ainda tão desconhecido”.   E é esse desconhecimento que preocupa. Deixar nossa Amazônia à mercê de ganâncias e ignorâncias alheias pode resultar no enfarte desse coração verde cujas consequências para todos nós é melhor nem imaginar.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8061690042395195809-7333635931152808356?l=cantodasustentabilidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cantodasustentabilidade.blogspot.com/feeds/7333635931152808356/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8061690042395195809&amp;postID=7333635931152808356&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8061690042395195809/posts/default/7333635931152808356'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8061690042395195809/posts/default/7333635931152808356'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cantodasustentabilidade.blogspot.com/2010/12/dialogos-capitais-amazonia-do-seculo.html' title='Diálogos Capitais: Amazônia do Século XXI'/><author><name>Reinaldo Canto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12898880137063980975</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_29loQXKfdYY/SgFuHP9C0JI/AAAAAAAAABQ/0V8UZYL8EL8/S220/BOB+3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8061690042395195809.post-3156555446062697693</id><published>2010-12-02T05:43:00.000-08:00</published><updated>2010-12-02T09:52:13.240-08:00</updated><title type='text'>EQUIPE ENVOLVERDE COM MARINA SILVA</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_29loQXKfdYY/TPfb0BAy22I/AAAAAAAAAH4/M-YMTAx05Fg/s1600/Dal_com_Marina%255B1%255D.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 213px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_29loQXKfdYY/TPfb0BAy22I/AAAAAAAAAH4/M-YMTAx05Fg/s320/Dal_com_Marina%255B1%255D.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5546143152801504098" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Registro de um momento especial na festa de entrega do Prêmio Jornalistas&amp;Cia/HSBC de Imprensa e Sustentabilidade (terça-feira, 30/11).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Envolverde recebeu uma homenagem especial por sua contribuição para as discussões sobre sustentabilidade, educação e cidadania.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8061690042395195809-3156555446062697693?l=cantodasustentabilidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cantodasustentabilidade.blogspot.com/feeds/3156555446062697693/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8061690042395195809&amp;postID=3156555446062697693&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8061690042395195809/posts/default/3156555446062697693'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8061690042395195809/posts/default/3156555446062697693'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cantodasustentabilidade.blogspot.com/2010/12/equipe-envolverde-com-marina-silva.html' title='EQUIPE ENVOLVERDE COM MARINA SILVA'/><author><name>Reinaldo Canto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12898880137063980975</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_29loQXKfdYY/SgFuHP9C0JI/AAAAAAAAABQ/0V8UZYL8EL8/S220/BOB+3.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_29loQXKfdYY/TPfb0BAy22I/AAAAAAAAAH4/M-YMTAx05Fg/s72-c/Dal_com_Marina%255B1%255D.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8061690042395195809.post-3773817103288727</id><published>2010-11-29T05:56:00.000-08:00</published><updated>2010-11-30T11:22:11.418-08:00</updated><title type='text'>NOVAS REPERCUSSÕES ARTIGO E PESSOAS IRADAS</title><content type='html'>Reproduzo abaixo alguns novos emails enviados para a Carta Capital e para a Envolverde. Muita gente se incomodou com o artigo, creio que mais pelo título do que pelo teor do mesmo. De qualquer forma postei também algumas respostas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CARTA CAPITAL&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;•  Antonio Ferdinando Zanardi disse: &lt;br /&gt;23 de novembro de 2010 às 10:25&lt;br /&gt;Canto , concordo com quase tudo o que você diz e propaga , só tem um tema em que ninguem me convenceu de maneira alguma: O aquecimento global , para mim está claro , não tem nada a ver com a ação humana ; é decorrência de um concerto universal onde o homem e a terra são ridiculamente infimos e impotentes para detê-lo ou influí-lo.Sou geólogo , trabalho com captação de agua e o maior exemplo de que as reviravoltas climaticas são comandadas pela natureza é o Aquifero Guarani , que tem sua origem associada à um aquecimento global e consequente degelo ocorrido à milhares de anos.Sem a presença do homem , sem queimadas e com muuuuito verde.Claro está que precisamos mudar os nossos hábitos e conceitos de consumo, mas , por favor , tire esta culpa da gente.Como diria aquele craque de bola:Comigo ou sem migo , haverá aquecimento ou resfriamento global&lt;br /&gt;Abraços&lt;br /&gt;•  Priscila Labanca Cardoso de Castro disse: &lt;br /&gt;21 de novembro de 2010 às 9:59&lt;br /&gt;As vezes sou tentada a achar que os ecologistas são os eco chatos, mesmo. Gostaria de saber se todas as pessoas que se julgam ecologistas respeitam as leis de trânsito em 100% das situações. Se não icomodom os seus vizinhos em 100% do convívio; se uma vez por dia, dão bom dia, boa tarde ou boa noite a alguem que cruze pelas ruas, elevadores etc; se dão um sorriso a um desconhecido sem considerá-lo um inimigo etc etc etc. Cuidar do meio ambiente não se resume apenas a economia de água, eletricidade, insumos. Ecologia é primeiramente cuidar de si e dos outros. Ver as outras pessoas como um companheiro de jornada. Esse discurso dos ecologistas que pensam somente em bens tangíveis já cansou e pelo que parece não surtiu o efeito desejado. Talvez estejam atacando a causa errada. Eanquanto não houver um mínimo de respeito(respeito e não super proteção) a nós mesmos por nós mesmos e depois aos outros viveremos nos enganando que estamos fazendo a nossa parte, e o que é pior, achar que está bem feita. Acho vocês uns chatos, mesmo. Talvez uma tartaruga tenha mais importância do que uma dona de casa. É o que tenho visto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;RESPOSTA ENVIADA PARA O EMAIL LEITORA:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Prezada Priscila,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agradeço por seus comentários! Uma das principais razões para ter colocado um título provocativo como esse no artigo, foi exatamente o de suscitar reações e emails como o seu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Respondendo aos seus questionamentos, não creio que todo ecologista respeite em 100% todos os itens que vc aponta no email. Eu mesmo tenho as minhas falhas e não vejo meu trabalho com sustentabilidade como fanatismo que deva ser seguido cegamente sem reflexões ou bom senso. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por outro lado, não acredito que pessoas que não respeitem as outras formas de vida sejam cidadãs tão corretas assim. Quem maltrata animais, não cuida das árvores e parques do seu bairro e joga lixo na rua, dificilmente será alguém que respeita os seus semelhantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Algumas das colocações que vc faz em relação ao caso de não sorrir para um "desconhecido sem considerá-lo um inimigo" só se aplica aos doentes. Não vejo como ambientalismo pode caber nessa colocação, já que atua pela vida e não contra ela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora sustentabilidade e cidadania tem que caminhar juntas por isso que o meu blog tem o título de canto da sustentabilidade e da cidadania. Fazer a nossa parte é sim importante, bem como comprar produtos de empresas comprometidas com o futuro e também votar e cobrar que autoridades façam o mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não sei onde vc reside, mas eu sou de São Paulo e os problemas ambientais aqui são gigantescos: os aterros sanitários estão esgotados, pois muito lixo que poderia ter sido reciclado está lá apodrecendo; a água que bebemos cada vez tem de vir de mais longe, pois estamos destruindo e poluindo as nossas fontes; quanto a situação dos carros é preciso comentar algo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo isso e muito mais representam enormes barbaridades/insanidades/loucuras que, mesmo afetando a todos, principalmente os mais pobres, ainda tem gente que acha que é um tema sem importância. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pra finalizar, na minha opinião, a dona de casa e a tartaruga não deveriam ser comparadas e hierarquizadas sobre quem é mais importante ou menos importante. Ambas devem ser respeitadas em suas singularidades. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Considero que "companheiros de jornada" somos todos nós que habitamos o planeta, incluindo a dona de casa, a tartaruga, o meu vizinho, minha filha, você e todos deveríamos viver em harmonia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu acho que faço a minha parte sim! Escrevo, dou palestras, reclamo quando vejo coisas erradas e sou muito feliz com essa opção de vida. Agora não vou resolver tudo sozinho e nem quero essa responsabilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas quero que minha filha (3,5 anos) quando crescer possa no mínimo dizer pra qualquer um: "meu pai era um batalhador, um lutador das boas causas"! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O resto é história que não sei como vai terminar. E  volto a reafirmar: CHATOS SÃO OS OUTROS!!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ENVOLVERDE:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isabel Gnaccarini (bellita@terra.com.br)&lt;br /&gt;Sr Roberto Luz,&lt;br /&gt;Nao vi noticia sobre Genipabu, mas sei bem que o Ibama é, ao contrario do que reclama, cobrado a cumprir LEIS. Alias, o que falta em nosso país é o cumprimento de leis, desde aquelas que protegem a natureza, como o bem-estar das pessoas e dos trabalhadores. Portanto, nao vejo como incompativel o fato de proteger dunas para que sejam exploradas de maneira correta pelos trabalhadores locais. O que é chato é ver o uso destrutivo de recursos que nao sao de poucos, mas da humanidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Helton de Oliveira (heltoncomh2@ig.com.br)&lt;br /&gt;Prezado Senhor Reinaldo,&lt;br /&gt;Sou do interior de Minas Gerais, tenho 56 anos e não sou um "ecochato", mas sou tido como uma pessoa radical quanto à falta de civilidade do povo brasileiro. Desde pequeno aprendemos a usar e reaproveitar os bens de consumo, desde o alimento, passando pelo vestuário, material escolar, brinquedos etc.&lt;br /&gt;Quando se pensa de forma "macro" dos aspectos ambientais, todos aplaudem e concordam, inclusive este que vos escreve.&lt;br /&gt;A questão a muito mais grave e difícil, o Senhor Richard, que lhe faz duras críticas, tem razão no aspecto do controle da natalidade mundial. Hoje, já não há condições para sustentar social e economicamente o planeta e o grande número de seus habitantes. A China é a maior potência mundial, sob todos os aspetos, mesmo que não queiram reconhecer os famigerados países que implementam o Capitalismo Selvagem. E ainda vemos, em rede nacional, a TV Bandeirantes apresentar um documentário sectário e suspeito sobre o controle de natalidade chinês.&lt;br /&gt;Tem haver um rígido controle de natalidade mundial, e uma educação - de berço - de todos os povos, quanto à preservação dos bens de consumo, dos resíduos e dos excessos de desperdício incentivado pelo consumismo capitalista.&lt;br /&gt;Não adianta alguns de nós fazer a nossa parte enquanto muitos e, principalmente, os detentores do poder fingir que não vêem o desperdício generalizado.&lt;br /&gt;Muito Obrigado, um abraço.&lt;br /&gt;Helton de Oliveira&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Roberto Luz (pgiordanluz@gmail.como)&lt;br /&gt;foi noticiado que o IBAMA fechou o portão que dá acesso as dunas de Genipabu/RN aos bugueiros que transportam os turistas para conhecer o litoral de Natal, sob a alegação que afeta as dunas sem considerar os prejuízos diretos ao turismo e ao emprego de centenas de trabalhafores. &lt;br /&gt;Sustentabilidade das pessoas em 1º lugar. Isso é ser ecochato, chatíssimo, optando pela duna em detrimento das pessoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Va de retro, satanás!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Richard Jakubaszko (richardassociados@yahoo.com.br)&lt;br /&gt;Caro Reinaldo Canto, não só ecochato como biodesagradável. Você que militou aí pelos Greenpeace da vida (uma empresa de ganhar dinheiro, com registro na Junta Comercial de Amsterdã, e não uma ONG...), já deveria ter adotado a única postura possível, diante da questão da "sustentabilidade". Sustentável tem de ser a humanidade, pois o meio ambiente a humanidade irá destruir tal e qual um formigueiro, diante da proliferação humana, diante do crescimento demográfico que o planeta tem, hoje com 6,8 bilhões de bocas para aliementar, e daqui a pouquinho com 9 bilhões, não apenas para comer, mas para vestir, além do uso dos recursos minerais cada vez mais finitos, como o fósforo e o potássio como fertilizantes. Não vejo nenhuma ONG vociferar contra o crescimento demográfico. Por quê isso? Medo das Igrejas? Porque é politicamente incorreto? Não adianta querer frear a ganância humana por lucros na produção do que quer que seja, caia na real, deixe de ser ecochato e biodesadagrável, só isso. Ataque o problema pela raiz, faça como os chineses, os únicos a terem controle do crescimento demográfico, lamentavelmente precisamos disso para mitigar o problema da fome e das necessidades que nossos filhos e netos terão de enfrentar no máximo a partir de 25 anos à frente, mesmo tendo dinheiro no bolso.&lt;br /&gt;Não reconhecer isso é burrice. No mais, o que se precisa é diálogo com a sociedade, conscientizar a sociedade de três coisas: consumir menos, reciclar mais e ter menos filhos. Me espanta que, mesmo tendo deixado o Greenpeace, ainda use o mesmo discurso terrorista, ainda continue usando os mesmos e ultrapassados argumentos de proibir, de estudos de impacto ambiental, achando com isso que vai encaminhar sua alma para os céus ou o paraíso.&lt;br /&gt;Lamento, é echochato, mesmo! Não tem nenhuma proposta aceitável no seu discurso. É conversa fiada e vazia, pois o problema é muito mais grave.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;RESPOSTA AOS EMAILS ACIMA CITADOS E JÁ PUBLICADO NA ENVOLVERDE:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reinaldo Canto (reicanto@uol.com.br)&lt;br /&gt;Quando coloquei o título nesse artigo imaginei respostas iradas, mas a do Richard me surpreendeu pela agressividade. Mas vamos a algumas considerações: Você tocou num ponto interessante quando fala de controle da natalidade. Essa é uma questão que, realmente, deveria ser tratada com maior seriedade. A explosão demográfica é uma realidade e impacta fortemente na sustentabilidade do planeta. Por outro lado, é bom não esquecer, a desigualdade e a ausência de planejamento são ainda mais graves. Exemplos não faltam: a ocupação das áreas de mananciais; distribuição de alimentos onde temos fome de um lado e obesidade mórbida de outro, só para ficar nesses dois casos. Agora quando você fala: “faça como os chineses”, só posso dizer que sou jornalista e não ditador com poderes sobre a vida e a morte. Quanto a ser preciso dialogar com a sociedade, você é de uma obviedade ímpar. Esse é o caminho que já vem sendo trilhado pelas organizações da sociedade civil organizada há muitos anos. É interessante quando você diz que: “não tem nenhuma proposta aceitável no seu discurso”, quando ao mesmo tempo fala em consumir menos e reciclar, aliás, propostas que faço constantemente em textos e palestras. Ao fazer tal afirmação sem desconstruir meu raciocínio, você agride, radicaliza e age como terrorista, mais que qualquer ecochato e biodesagradável que tanto condena. Em relação ao Greenpeace, a credibilidade da organização fala por si e não precisa de defesa. &lt;br /&gt;Quanto ao exemplo do IBAMA citado pelo Roberto é preciso bom senso. De certo, o vale-tudo da exploração também poderá destruir os empregos e a vida de centenas de pessoas.&lt;br /&gt;Helton concordo totalmente com a sua colocação, precisamos “botar a boca no mundo” e fazer com que as autoridades façam a sua parte. Isso só é possível se nós brasileiros utilizarmos de maneira efetiva o nosso poder como cidadãos para influenciar as políticas públicas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8061690042395195809-3773817103288727?l=cantodasustentabilidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cantodasustentabilidade.blogspot.com/feeds/3773817103288727/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8061690042395195809&amp;postID=3773817103288727&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8061690042395195809/posts/default/3773817103288727'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8061690042395195809/posts/default/3773817103288727'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cantodasustentabilidade.blogspot.com/2010/11/novas-repercussoes-artigo-e-pessoas.html' title='NOVAS REPERCUSSÕES ARTIGO E PESSOAS IRADAS'/><author><name>Reinaldo Canto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12898880137063980975</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_29loQXKfdYY/SgFuHP9C0JI/AAAAAAAAABQ/0V8UZYL8EL8/S220/BOB+3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8061690042395195809.post-9034863735499922506</id><published>2010-11-20T15:39:00.000-08:00</published><updated>2010-11-20T15:41:24.447-08:00</updated><title type='text'>REPERCUSSÃO ARTIGO</title><content type='html'>Comentários registrados no blog da revista Carta Capital para o artigo ECOCHATO É A MÃE! CHATOS SÃO OS OUTROS!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Roberto Ribeiro disse: &lt;br /&gt;20 de novembro de 2010 às 11:09&lt;br /&gt;Ecochatos acham que em vez de se proporem leis proibindo a fabricação de sacolas de plástico e garrafas PET, devemos “conscientizar” (isso é, encher o saco inidividualmente) das pessoas para que elas, individualmente, levem sacos de pano para o supermercado. Ecochatos são aqueles que pregam que cortar uma árvore numa avenida para que ela não caia nos carros é crime ambiental. Ecochatos são aqueles que acham que se um indivíduo deixar de comer carne, isto influenciará no efeito estufa. Ecochatos não têm nenhuma educação em biologia e não entendem a diferença entre um jardim público cheio de flores e borboletas e uma floresta tropical. Ou seja, nem todo mundo preocupado com ecologia é ecochato. Ecochato é aquele que tem uma visão estreita, quase religiosa, da ecologia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ecologia se relaciona com sociologia. São ciências da coletividade. Não importa que um indivíduo deixe de comer carne, de andar de carro, de usar plástico. O que se tem de pensar é em racionalizar a distribuição de alimentos, melhorar o transporte público, fazer leis a respeito da retornabilidade das embalagens. “Pensar globalmente e agir localmente” é uma falácia se interpretada como “se eu for ecochato, estarei salvo”. Não adianta usar carteiras de garrafa PET, é preciso enfrentar a indústria de petróleo. E para isso é preciso organização, não ação individual. A ecochatice é algo que auxilia a indústria, pois pulveriza as ações, faz perder a perspectiva e estreita o horizonte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O beija-flor tentou apagar o incêndio da floresta “fazendo a sua parte”: resultado, a floresta pegou fogo assim mesmo e torrou o beija-flor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Mário Ferreira disse: &lt;br /&gt;18 de novembro de 2010 às 18:30&lt;br /&gt;Estou de acordo com o autor, entretanto, considero a questão mais profunda:&lt;br /&gt;não basta que os projetos de desenvolvimento sejam ecologicamente corretos. É necessário mudar&lt;br /&gt;o atual modelo econômico baseado em consumo e produção crescentes para outro que busque a redução&lt;br /&gt;do consumo (consumo consciente), o que implica, necessariamente, no controle social do capital…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Renato Sigiliano disse: &lt;br /&gt;18 de novembro de 2010 às 14:18&lt;br /&gt;A questão é se vamos adotar um modelo de desenvolvimento sustentável, e isto tem a ver exclusivamente com o meio ambiente, ou vamos continuar repetindo os erros de “desenvolvimento e progresso” impostos pelo capitalismo, que dá sinais de enorme cansaço. As iniciativas mais lucrativas financeiramente hoje levam, obrigatoriamente, em consideração as questões ambientais. A recém sanção presidencial da Política Nacional de Resíduos Sólidos, que tramitou 17 anos no Congresso, traz avanços consideráveis para sistemas de gestão ambiental públicos e privados. O binômio poluidor/pagador está em alta no mundo inteiro. O Brasil precisa cessar o avanço sobre a Amazônia, imensa riqueza desconhecida que está sendo destruída para ocupação da pecuária e agricultura. Precisamos ser conscientes no consumo, priorizando produtos ecologicamente corretos. Consumimos 25% de nossa energia elétrica com chuveiros. Ora, a energia elétrica é muito nobre para este fim, esquentar água. Isto não é moda, é questão de sobrevivência da humanidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Andre SP disse: &lt;br /&gt;18 de novembro de 2010 às 12:47&lt;br /&gt;Este tema tem sua importância, mas, infelizmente aqui no Brasil soa mais como oportunista, o assunto consumismo é tocado superficialmente, por que não atacar a verdadeira causa, por que não vender outra ideologia que não esteja sustentada no capital. Para mim o problema está na subsistência momentânea, substância esta que impele ao ser humano a obrigação do trabalho remunerado como forma de vida e existência, enquanto a sociedade se basear no trabalho e consumo como modo de vida, só aumentará a demanda por produtos e energia, é fato que os problemas tendem a crescer. Querem mudar o Mundo mudem o conceito, pois o dinheiro é que promove o consumo, retirem o poder do dinheiro, uniformizem o poder, promovam uma sociedade igualitária e estes problemas serão resolvidos. Esta é minha visão, no demais não passa de demagogia, e na maioria das vezes puramente oportunistas, advogando em causas próprias.&lt;br /&gt;Como querer resolver o problema do meio ambiente se os direitos humanos não são respeitados, enquanto existir pobres e ricos, o mundo estará fadado a se autodestruir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Evandro disse: &lt;br /&gt;18 de novembro de 2010 às 11:54&lt;br /&gt;Concordo com o autor. O governo brasileiro anda reclamando que, agora que estamos a colocar a cabeça para fora do mundo subdesenvolvido, vem a pressão ecológica restringir nossas pretensões desenvolvimentistas. Pelo contrário, acredito num enorme potencial para fazer diferente. Embora demande tempo, todas as iniciativas novas deviam mirar num conceito mais elevado, para não chegarmos ao beco sem saída que muitas grandes economias estão. Há um imenso mercado para a inovação – que mudará drasticamente o consumo – e afetará a indústrica convencional, sem dúvida. Mas não há desculpas para o desperdício absurdo dos produtos e meios de produção atuais, a continuidade da destruição do que ainda resta da natureza e a intoxicação de nossa geração e das próximas. De imediato precisamos de: produtos biodegradáveis de origem vegetal; desenvolver a energia da biomassa, sobretudo de oleginosas nativas; ampliação da agricultura familiar sem agrotóxicos, respeitando o clima local, não desmatando mais nenhuma área; recuperação de áreas degradadas para recompor a biodiversidade e a captação de água para o solo; destinação adequada de todo o lixo que agride o meio ambiente. Viram quantas demandas e produtos, serviços e conhecimento?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8061690042395195809-9034863735499922506?l=cantodasustentabilidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cantodasustentabilidade.blogspot.com/feeds/9034863735499922506/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8061690042395195809&amp;postID=9034863735499922506&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8061690042395195809/posts/default/9034863735499922506'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8061690042395195809/posts/default/9034863735499922506'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cantodasustentabilidade.blogspot.com/2010/11/repercussao-artigo.html' title='REPERCUSSÃO ARTIGO'/><author><name>Reinaldo Canto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12898880137063980975</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_29loQXKfdYY/SgFuHP9C0JI/AAAAAAAAABQ/0V8UZYL8EL8/S220/BOB+3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8061690042395195809.post-2394422899890761929</id><published>2010-11-18T12:35:00.000-08:00</published><updated>2010-11-18T12:39:51.234-08:00</updated><title type='text'>SEMINÁRIO</title><content type='html'>MUDANÇA CLIMÁTICA EM ÁREAS URBANAS: VULNERABILIDADES, IMPACTOS E ADAPTAÇÃO&lt;br /&gt;23 e 24 de Novembro de 2010&lt;br /&gt;Instituto Pólis&lt;br /&gt;Local: Rua Araújo, 124 – República, São Paulo, SP&lt;br /&gt;1º Dia&lt;br /&gt;8:30-9hs&lt;br /&gt;Credenciamento&lt;br /&gt;9-9:30hs&lt;br /&gt;Abertura - Apresentação dos objetivos do seminário.&lt;br /&gt;Elisabeth Gimberg, Instituto Pólis&lt;br /&gt;Monica Oliveira, Oxfam&lt;br /&gt;9:30-13:30hs&lt;br /&gt;Sessão 1 – Convergências entre adaptação e mitigação no contexto do desenvolvimento socioeconômico sustentável&lt;br /&gt;Objetivo: Apresentar as relações entre adaptação e mitigação no contexto do desenvolvimento, discutindo os impactos e oportunidades em setores chave da sócio-economia urbana em relação à mudança do clima.&lt;br /&gt;Mediador: Vicente Manzione Filho, Gestão Origami/ BARCA&lt;br /&gt;9:30-10hs&lt;br /&gt;Adaptação no contexto do desenvolvimento&lt;br /&gt;O desenvolvimento com sustentabilidade e equidade social continua a ser prioridades globais. No entanto, a mudança climática precisa ser urgentemente abordada. Ações de desenvolvimento tais como combate à pobreza e às desigualdades sociais, promoção de políticas públicas para garantir a segurança alimentar, o direito à educação com qualidade, o acesso a serviços adequados de saúde e à habitação de qualidade bem como o acesso a água potável. Todos estes direitos envolvem a radicalização da democracia e estão diretamente relacionados com a questão das vulnerabilidades, dos impactos de das ações de adaptação à mudança climática. Como os centros urbanos estão lidando com essa dinâmica? Como essas relações se mostram na realidade das cidades?&lt;br /&gt;Palestrante: Dr. Giuseppe Cocco, UFRJ&lt;br /&gt;10-10:30hs&lt;br /&gt;Saúde humana e políticas públicas&lt;br /&gt;A avaliação as principais vulnerabilidades brasileiras, representadas por problemas estruturais de ordem scioambiental, institucional e epidemiológica carece de detalhamento conforme atestam diversos estudos. Eles indicam que o Brasil tende a não sofrer com o surgimento de doenças novas relacionadas ao aumento da temperatura do planeta, mas sofrerá com um aumento nas situações e agravos de doenças já conhecidas. As ações adaptativas específicas do setor saúde devem privilegiar a redução da incidência das doenças infecciosas endêmicas (principalmente da malária e da febre da dengue), e a redução da exposição de populações urbanas aos riscos climáticos, decorrentes de tempestades e inundações, pelo desenvolvimento de sistemas de alerta precoce para eventos extremos.&lt;br /&gt;Palestrante: Dr. Paulo Saldiva, USP&lt;br /&gt;10:30-11hs&lt;br /&gt;Café&lt;br /&gt;11-11-30hs&lt;br /&gt;Água e mudança climática nas cidades&lt;br /&gt;Estudos mostram que se por um lado a mitigação da mudança climática tem haver com energia, a adaptação está diretamente relacionada com água: seja pela falta ou pelo excesso. A questão da água é um problema na região metropolitana de São Paulo. Como as cidades devem se preparar no longo prazo para períodos de chuva mais intensos e concentrados alternados por períodos de secas prolongadas?&lt;br /&gt;Palestrante: Dra. Marússia Whately&lt;br /&gt;18/11/2010&lt;br /&gt;11:30-12hs&lt;br /&gt;Gestão de resíduos sólidos como instrumento de minimização de impactos causados por eventos extremos&lt;br /&gt;Sistemas convencionais de gestão e destinação de resíduos por si só já contribuem para aumento das emissões de GEE, assim como para a contaminação do solo e de águas subterrâneas, fluviais e pluviais. A implantação de sistemas de recuperação de resíduos (reciclagem, compostagem e biodigestão) associados à educação da população tende a evitar que os resíduos sejam descartados em locais impróprios o que contribui para diminuir os impactos de enchentes.&lt;br /&gt;Palestrante: Elisabeth Grimberg, Instituto Pólis&lt;br /&gt;12-12:30hs&lt;br /&gt;Debate&lt;br /&gt;12:30-14hs&lt;br /&gt;Intervalo para almoço&lt;br /&gt;14-16hs&lt;br /&gt;Sessão 2 – O tema da adaptação no contexto do marco regulatório&lt;br /&gt;Objetivo: Discutir o contexto das negociações internacionais no âmbito da UNFCC em especial questões ligadas ao Fundo de Adaptação. Analisar o componente “adaptação ” no marco regulatório brasileiro, buscando identificar os caminhos legais para implementação de ações de adaptação. Debater o Plano Nacional de Adaptação e suas relações com a mitigação.&lt;br /&gt;Mediador: Aron Belink, campanha TicTac&lt;br /&gt;14-14:30hs&lt;br /&gt;O Fundo de Adaptação na UNFCCC: pontos de discórdia&lt;br /&gt;O Fundo de Adaptação para os países em desenvolvimento é o principal ponto nas negociações internacionais no âmbito da UNFCCC a respeito de adaptação. No Brasil as regiões Norte e Nordeste serão as mais afetadas pela mudança climática em função de seu baixo IDH. Isso coloca o Brasil como um potencial recebedor de recursos do Fundo. No entanto, regiões Sul e Sudeste têm uma maior resiliência frente aos efeitos da mudança climática em função sua infra-estrutura e renda média maior. Como o Brasil deve se posicionar nas negociações? O Brasil será um doador do fundo ou um recebedor de recursos? O que está por traz nas negociações?&lt;br /&gt;Palestrante: Dr Rubens Born, Vitae Civillis&lt;br /&gt;14:30-15hs&lt;br /&gt;Marco Regulatório Brasileiro: diretrizes para adaptação&lt;br /&gt;Nos últimos anos, o Brasil tem avançado na criação de políticas relacionada à mudança climática. Por exemplo, governo federal assim como os estados de São Paulo, Minas Gerais, Mato Grosso, Pernambuco entre outros e algumas capitais como São Paulo, Porto Alegre, Belo Horizonte já têm suas políticas de mudança climática ou estão em processo de elaboração. O que essas políticas sinalizam quanto à adaptação?&lt;br /&gt;Palestrante: Florence Laloe, ICLEI&lt;br /&gt;15-15:30hs&lt;br /&gt;Diretrizes para Adaptação na Política Estadual de Mudança Climática do Estado de São Paulo&lt;br /&gt;A Política Estadual de Mudança Climática do Estado de São Paulo é tida como referência no Brasil. Como o componente “adaptação” no marco regulatório paulista, sinaliza os caminhos legais para implementação de ações de redução de vulnerabilidades e de impactos e indica oportunidades de adaptação para as cidades brasileiras?&lt;br /&gt;Palestrante: Josilene Ferrer, CETESB&lt;br /&gt;15:30-16hs&lt;br /&gt;Debate&lt;br /&gt;16-16:30hs&lt;br /&gt;Café&lt;br /&gt;16:30-18hs&lt;br /&gt;Sessão 3 – Prevenção e resposta aos impactos de eventos climáticos extremos nas cidades&lt;br /&gt;Objetivo: Discutir os impactos sociais e econômicos mais frequentes de eventos climáticos extremos em áreas urbanas avaliando medidas de prevenção e de resposta em nível local e regional.&lt;br /&gt;18/11/2010&lt;br /&gt;Mediador: Marcelo Cardoso, Vitae Civillis&lt;br /&gt;16:30-17hs&lt;br /&gt;Resposta aos eventos climáticos extremos: o caso da cidade de Blumenau&lt;br /&gt;A cidade de Blumenau sofreu com chuvas intensas no verão de 2008. Atualmente a cidade se reconstrói através de um planejamento preventivo com vistas a evitar os danos de prováveis eventos futuros. O que está sendo feito? Qual o processo de participação da sociedade no planejamento?&lt;br /&gt;Palestrante: Cel. Carlos Menestrina, Comandante do Corpo de Bombeiros SC&lt;br /&gt;17-17:30hs&lt;br /&gt;Programas e projetos em desenvolvimento na cidade de São Paulo&lt;br /&gt;O município de São Paulo possui desde 2009 sua Política de Mudança Climática. Quais os principais desafios para sua implementação? Quais recursos o município tem que lançar mão para o desenvolvimento das ações?&lt;br /&gt;Palestrante: Rosélia Ikeda, Diretora do Departamento de Planejamento, Secretaria do Verde e Meio Ambiente, SP&lt;br /&gt;17:30-18hs&lt;br /&gt;Debates&lt;br /&gt;2º Dia&lt;br /&gt;9-12:30hs&lt;br /&gt;Sessão 4 – Vulnerabilidades, impactos e ações de adaptação em áreas urbanas&lt;br /&gt;Objetivo: Discutir, a partir de estudos nacionais relevantes, o que já existe em termos de Programas e Projetos bem como as analisar as lacunas existentes relativas Ciência, Tecnologia e Inovação em termos de vulnerabilidades, impactos e ações de adaptação.&lt;br /&gt;Mediador: Vicente Manzione Filho, Gestão Origami/ BARCA&lt;br /&gt;9-9:30hs&lt;br /&gt;Mapas de vulnerabilidade como instrumentos de planejamento urbano&lt;br /&gt;As grandes cidades brasileiras já possuem suas áreas de riscos associadas à precipitação intensa mapeadas. Mapas de vulnerabilidades estão disponíveis para utilização no planejamento do uso e ocupação do solo por formuladores de políticas públicas. No entanto verifica-se que as cidades crescem sem controle, invadindo áreas de preservação permanente como várzeas de rios e encostas. Como a informação técnica chega ao formulador de políticas públicas e a sociedade?&lt;br /&gt;Palestrante: Dr. Agostinho Ogura, IPT&lt;br /&gt;9:30-10hs&lt;br /&gt;Políticas de uso e ocupação do solo e o papel do Plano Diretor&lt;br /&gt;Os impactos de eventos climáticos extremos no meio urbano são potencializados em função do descontrole no uso e ocupação do solo. Dois instrumentos de planejamento do uso e ocupação do solo, o Plano Diretor e o Código de Obras, tem papel fundamental na redução das vulnerabilidades e dos impactos na mudança climática nas cidades. Como a formulação de Planos Diretores incorpora a dimensão da mudança climática?&lt;br /&gt;Palestrante: Kazuo Nakano, Instituto Pólis&lt;br /&gt;10-10:30hs&lt;br /&gt;Adaptação aos efeitos da mudança climática nas cidades: lacunas em ciência, tecnologia e inovação&lt;br /&gt;Com base no artigo sobre impactos da mudança climática nas cidades publicado na Revista Parcerias Estratégicas de dezembro de 2008 e no relatório subsídios para uma agenda nacional de ciência tecnologia e inovação relativa à vulnerabilidade, impactos e adaptação à mudança do clima ambos do CGEE, quais as situações de risco e formas de adaptação em cidades brasileiras?&lt;br /&gt;Palestrante: Dra Magda Lombardo, UNESP&lt;br /&gt;10:30-11hs&lt;br /&gt;Café&lt;br /&gt;11-11:30&lt;br /&gt;Mega Cidades e mudança climática&lt;br /&gt;Estudo interinstitucional e interdisciplinar em coordenado pelo INPE tem por objetivo&lt;br /&gt;18/11/2010&lt;br /&gt;identificar os possíveis impactos causados pelas mudanças climáticas na RMSP, agravados pelo atual padrão de uso e ocupação do solo, mapear as principais vulnerabilidades às mudanças climáticas e propor medidas de adaptação, bem como um conjunto de ações em busca de soluções para fazer frente aos potenciais e atuais impactos causados pelas mudanças climáticas&lt;br /&gt;Palestrante: Dra Andrea Young, NEPO/Unicamp&lt;br /&gt;11:30-12:30hs&lt;br /&gt;Debate&lt;br /&gt;12:30-14hs&lt;br /&gt;Intervalo para almoço&lt;br /&gt;14-17hs&lt;br /&gt;14-14:30hs&lt;br /&gt;14:30-15hs&lt;br /&gt;15-15:30hs&lt;br /&gt;15:30-16hs&lt;br /&gt;16-16:30hs&lt;br /&gt;Sessão 5 – Mesa Redonda:&lt;br /&gt;Comunicação: o desafio da disseminação qualificada da informação&lt;br /&gt;Objetivo: Discutir a lacuna na disseminação qualitativa de informação sobre adaptação climática para a sociedade, destacando a necessidade de comunicação do conhecimento em linguagem acessível ao cidadão comum assim como discutindo as razões pelas quais o conhecimento técnico muitas vezes não chega às mãos dos formuladores de políticas públicas. Discutir o direito da sociedade em receber informações qualificadas como subsídio para pressionar o poder público a agir.&lt;br /&gt;Mediador: Silvio Barone, BARCA&lt;br /&gt;Jornalistas debatedores:&lt;br /&gt;Helio Gomes, Editora Três&lt;br /&gt;Marilú Cabanãs, Radio Cultura&lt;br /&gt;Café&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;REINALDO CANTO, ENVOLVERDE&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Veet Vivarta, Andi&lt;br /&gt;16:30-17:00hs&lt;br /&gt;Debate&lt;br /&gt;17:00-17:30hs&lt;br /&gt;Encerramento&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8061690042395195809-2394422899890761929?l=cantodasustentabilidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cantodasustentabilidade.blogspot.com/feeds/2394422899890761929/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8061690042395195809&amp;postID=2394422899890761929&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8061690042395195809/posts/default/2394422899890761929'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8061690042395195809/posts/default/2394422899890761929'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cantodasustentabilidade.blogspot.com/2010/11/seminario.html' title='SEMINÁRIO'/><author><name>Reinaldo Canto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12898880137063980975</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_29loQXKfdYY/SgFuHP9C0JI/AAAAAAAAABQ/0V8UZYL8EL8/S220/BOB+3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8061690042395195809.post-4270959152722748067</id><published>2010-11-18T06:11:00.000-08:00</published><updated>2010-11-18T06:18:26.198-08:00</updated><title type='text'>ECOCHATO É A MÃE! CHATOS SÃO OS OUTROS!</title><content type='html'>Por Reinaldo Canto*, especial para a Envolverde &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Para aqueles que estão acostumados a defender suas idéias em prol da sustentabilidade é bastante comum sermos chamados de ecochatos e contrários ao desenvolvimento e ao progresso.  O até mesmo ofensivo título deste artigo, que de antemão peço desculpas aos mais sensíveis, é um desabafo, mas também deve-se ao fato de estarmos vivendo um momento muito sensível e preocupante da história da humanidade e difícil de ser contestado. É claro que na democracia todos tem o legítimo direito à discordância, e como não existem verdades humanas absolutas, o contraditório é sempre muito bem-vindo. Nem por isso devemos de ter em conta que o descaso com o nosso meio ambiente vem provocando situações absurdas provocadas pela irresponsabilidade de alguns ou melhor de muitos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Casos emblemáticos como os do vazamento de petróleo no Golfo do México e a lama tóxica que atingiu recentemente a Bulgária, a Croácia e outros países banhados pelo Rio Danúbio e  afluentes, além das queimadas no Brasil que atingiram recordes, isso para citar apenas os mais graves, deveriam ser mais que suficientes para resultarem em análises aprofundadas e a mobilização de toda a sociedade mundial para identificar e tomar as providências necessárias que busquem evitar tais barbaridades cometidas contra o nosso planeta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A adoção de critérios de sustentabilidade em todos os setores da atividade humana é uma questão de sobrevivência e ponto! Assim como não é possível flexibilizar a segurança em obras de engenharia, como na construção de um prédio ou de uma ponte, não deveríamos aceitar que autoridades públicas e privadas cogitassem, sequer por um minuto, afrouxar os cuidados com a preservação ambiental em nome de alguma coisa que leve o nome de desenvolvimento. Aliás, deveríamos eliminar a denominação desenvolvimento para qualquer obra ou ação humana com claros sinais insustentáveis. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é mais possível aceitar que sejam questionados por A ou B a realização dos relatórios de impacto ambiental, ainda mais se vierem acompanhados de expressões como: “obstáculos ao progresso” e “prejuízos à economia”. Diante disso pergunto: qual progresso? Que tipo de economia? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Relatório Planeta Vivo 2010 publicado em outubro deste ano pela organização não governamental WWF constatou que o planeta já perdeu 30% de recursos naturais e só nos países tropicais, num período de cerca de 40 anos, foram extintas 60% da biodiversidade. A própria ONU, durante a realização da Conferência sobre Biodiversidade, a COP-10 no mês passado no Japão alertou governos e empresas  que a destruição do meio ambiente precisará ser computada como prejuízo em orçamentos e PIBs, realidade que até agora foi olimpicamente ignorada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O aquecimento global está aí para não sermos desmentidos. Segundo previsões, 1/3 das áreas cultiváveis do planeta poderão deixar de existir até 2050 em razão das mudanças climáticas. Além é claro de outras conseqüências nefastas como migrações forçadas e mortes de milhões de pessoas por falta de alimentos e água potável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O consumo desenfreado, a fome insaciável por energia e um desperdício sem precedentes precisam estar com os dias contados, caso contrário nós é que estaremos.  Portanto, caso você defenda uma nova visão e uma nova postura diante de tantos fatos óbvios, não aceite naturalmente ser chamado de ecochato.  Sem dúvida, chatos são os que acham que bonito é deixar tudo como está.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*Jornalista, consultor e palestrante, foi diretor de comunicação do Greenpeace e coordenador de comunicação do Instituto Akatu pelo Consumo Consciente&lt;br /&gt;Blog: http://cantodasustentabilidade.blogspot.com/&lt;br /&gt;Email: reicanto@uol.com.br&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8061690042395195809-4270959152722748067?l=cantodasustentabilidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cantodasustentabilidade.blogspot.com/feeds/4270959152722748067/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8061690042395195809&amp;postID=4270959152722748067&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8061690042395195809/posts/default/4270959152722748067'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8061690042395195809/posts/default/4270959152722748067'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cantodasustentabilidade.blogspot.com/2010/11/ecochato-e-mae-chatos-sao-os-outros.html' title='ECOCHATO É A MÃE! CHATOS SÃO OS OUTROS!'/><author><name>Reinaldo Canto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12898880137063980975</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_29loQXKfdYY/SgFuHP9C0JI/AAAAAAAAABQ/0V8UZYL8EL8/S220/BOB+3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8061690042395195809.post-1241451806274214069</id><published>2010-11-16T06:21:00.000-08:00</published><updated>2010-11-16T06:22:23.410-08:00</updated><title type='text'>Comissão seleciona 52 trabalhos finalistas</title><content type='html'>Reunidos no último dia 4/11 na sede do HSBC em São Paulo, os doze integrantes&lt;br /&gt;da Comissão de Seleção do Prêmio Jornalistas&amp;Cia/HSBC de Imprensa e Sustentabilidade indicaram os 52 trabalhos finalistas do concurso, que passarão agora pelo crivo da Comissão de Premiação, encarregada de apontar os vencedores da categoria Mídia Nacional – nos segmentos Jornal, Revista, Televisão, Rádio, Internet e Imagem (Fotografia e Vídeo) – e das cinco regiões da categoria Mídia Regional, bem como o ganhador do Grande Prêmio. Eles serão conhecidos no próximo dia 19 de&lt;br /&gt;novembro, tão logo a Comissão de Premiação libere os resultados, e depois serão homenageados na festa de premiação, marcada para o Tom Jazz, em São Paulo, no próximo dia 30/11, quando também será conhecido o ganhador do Grande Prêmio. No total, os vencedores vão receber R$ 89 mil líquidos. Do total de 548 trabalhos, inscritos por 243 profissionais, foram selecionados dez de jornais, dez de revistas, nove de televisão, nove de rádio, cinco de internet e nove de imagem (sete de fotografia e dois de vídeo).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os finalistas são os seguintes, por segmento:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jo r n a l :&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adriana Czelusniak – Gazeta do Povo, com Sustentabilidade no carrinho;&lt;br /&gt;Alexandre Lenzi – Diário Catarinense, Reciclagem de lixo – capital recupera 1 milhão e joga&lt;br /&gt;fora 7 milhões de reais; &lt;br /&gt;André Palhano – Folha de S.Paulo, Produto sustentável ainda gera confusão; &lt;br /&gt;Claudio Motta – O Globo, Caderno Caminhos da América; &lt;br /&gt;Daniela Chiaretti – Valor Econômico, Show de improviso – Triste madrugada foi aquela; &lt;br /&gt;Flávia Junqueira – Extra, A vingança do Sarapuí; &lt;br /&gt;Juliana Bublitz – Zero Hora, O plástico da cana; &lt;br /&gt;Luciana Constantino Luz – O Estado de S.Paulo, No limite – calcule a sua pegada;&lt;br /&gt; Martha San Juan França – Brasil Econômico, Cooperativas de catadores têm crédito especial;&lt;br /&gt;e Pedro Romero – Jornal do Commercio/ PE, Ipojuca pede socorro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Revista: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adriana Martins Cruz – Revista da Tribuna (Santos/SP), com Pequenos educadores;&lt;br /&gt; Alexandre Mansur – Época, Quanto vale a natureza?;&lt;br /&gt; Aline Assis Morais Ribeiro – Época, É possível evitar?;&lt;br /&gt; Cláudia Voltolini – Idéia Sustentável, Oito tendências de sustentabilidade;&lt;br /&gt; Cleia Schmitz – Empreendedor/SC, Essência da vida; &lt;br /&gt;Edson Poletto Porto – Época Negócios, Crescimento zero é bom?; &lt;br /&gt;Gustavo Ribeiro de Francisco – Atitude Sustentável, Minha casa sustentável; &lt;br /&gt;Hairton Ponciano Vaz – Autoesporte, Plantação de carro; &lt;br /&gt;Micheline Schenkel – TRIP (revista customizada para a Natura), Dá pra viver&lt;br /&gt;com menos?; &lt;br /&gt;e Ruiblans Outo Matos – RDM Semanal (Cuiabá/MT), É pau, é pedra, é o fim do&lt;br /&gt;caminho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Televisão: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eduardo Cesar Silva Gomes – Rede Minas, com duas reportagens, Desperdício e Cuidando&lt;br /&gt;do lixo; &lt;br /&gt;Fernanda Lopes Balsalobre – RedeTV, Vintage – A moda sustentável; &lt;br /&gt;José Reginaldo Aguiar – TV Jangadeiro/CE, Reciclar;&lt;br /&gt; Marina de Castro Ferreira – GloboNews, também com duas reportagens, Recuperação&lt;br /&gt;ambiental de Cubatão e Política Nacional de Resíduos Sólidos; &lt;br /&gt;Maria Zulmira de Souza – TV Brasil (Planetária Produções), Sustentáculos – caminhos da sustentabilidade;&lt;br /&gt;Roberto de Oliveira Silva – Canal Futura, Reciclagem de óleo de cozinha; &lt;br /&gt;e Teresa Cristina Freitas Ribeiro – TV Globo/RJ, Mata Atlântica – turismo ecológico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Rádio: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fabiana Novello – CBN/SP, Os efeitos do aquecimento global no Brasil;&lt;br /&gt; Fabíola Sanchez Cidral – CBN/SP, Amazônia, uma realidade diante de nós;&lt;br /&gt; Helen Garcez Brown – Rádio Guaíba/RS, Reciclando a felicidade; &lt;br /&gt;Júlio de Almeida Lubiano – CBN/RJ, Meio ambiente S.A. – Lei dos Resíduos&lt;br /&gt;Sólidos; &lt;br /&gt;Luciana Marinho Carvalho – CBN/SP, Profissões invisíveis; &lt;br /&gt;Marciane Páz – Rádio Super Condá (Chapecó/SC), Áreas&lt;br /&gt;verdes, solução ou problema?; &lt;br /&gt;Rejane Castilho Vocatto da Costa – Rádio Gaúcha/RS, Projetos buscam no Brasil diminuir a emissão&lt;br /&gt;de carbono; &lt;br /&gt;Tacyana Karina Arce – Rádio UFMG-BH, Ciência do lixo;&lt;br /&gt;e Wellington Carvalho dos Santos – Eldorado-SP, Apresentando os negócios sociais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Internet: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Denis Russo Burgierman – www.istonaoenormal.com.br, com Isto não é normal;&lt;br /&gt;Luis Corvini Filho – Biosferatv.com.br, Ecogames – os games sustentáveis; &lt;br /&gt;Juliana Antunes de Albuquerque Paula – Um olhar sustentável sobre o mundo empresarial&lt;br /&gt;(blog/RJ), Sustentabilidade na construção civil; &lt;br /&gt;Kamila Silva de Almeida – www.zerohora.com.br, Dunas, proteção costeira em xeque; e &lt;br /&gt;Thais Teisen – www.ciclovivo.com.br, Decoradora premiada trabalha exclusivamente&lt;br /&gt;com garrafas PET.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Imagem/Fotografia:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Andressa Anholete – Jornal de Brasília, com dois trabalhos, Voa, carcará e A arte de resistir ao incontrolável;&lt;br /&gt;Bruno Augusto Kelly – A Crítica/AM, Cultivo em família; &lt;br /&gt;Celso Silva Sarmento Junior – O Estado de S.Paulo, Fogo sem controle no cerrado; &lt;br /&gt;Custódio Coimbra – O Globo, Mar em preto e branco;&lt;br /&gt;Diego Baldisssera Rebel – Diário Catarinense, Tratamento de esgoto made in Japan; &lt;br /&gt;e Ubiratan Maciel – Jornal do Commercio/PE, Ipojuca pede socorro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Imagem/Vídeo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Alberto Alves dos Santos – TV Globo, com dois trabalhos, Projeto Tamar e Mata Atlântica, cultivo de piaçava.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Integraram a Comissão de Seleção&lt;br /&gt;Cristina Vaz de Carvalho, Claudia Mauschitski, Denise Fon, Elaine Lina, José Paulo Lanyi, Marco Antonio Rossi, Mateus Furlanetto, Nelson Graubart, Paulo Vieira Lima, REINALDO CANTO, Samuel Iavelberg e Wilson Baroncelli.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8061690042395195809-1241451806274214069?l=cantodasustentabilidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cantodasustentabilidade.blogspot.com/feeds/1241451806274214069/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8061690042395195809&amp;postID=1241451806274214069&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8061690042395195809/posts/default/1241451806274214069'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8061690042395195809/posts/default/1241451806274214069'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cantodasustentabilidade.blogspot.com/2010/11/comissao-seleciona-52-trabalhos.html' title='Comissão seleciona 52 trabalhos finalistas'/><author><name>Reinaldo Canto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12898880137063980975</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_29loQXKfdYY/SgFuHP9C0JI/AAAAAAAAABQ/0V8UZYL8EL8/S220/BOB+3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8061690042395195809.post-146493124636676196</id><published>2010-11-16T05:27:00.000-08:00</published><updated>2010-11-16T05:29:47.157-08:00</updated><title type='text'>O Brasil foi o país que mais publicou notícias sobre a Conferência do Clima, em Copenhague</title><content type='html'>Fico feliz em ter contribuído para esse resultado. Veja abaixo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ambiente Brasil&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Brasil foi o país que publicou o maior volume de notícias sobre a Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP-15), em Copenhague (Dinamarca), no ano passado. O levantamento, feito pela Fundação Reuters de Jornalismo e pela Universidade de Oxford, foi divulgado nesta segunda-feira (15). O relatório confirma ainda que o Brasil levou a maior delegação oficial entre os 119 países que participaram da conferência, com 572 pessoas. A delegação brasileira superou, inclusive, a da anfitriã Dinamarca (527).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As informações são da BBC Brasil. A pesquisa concluiu que, dos 427 artigos publicados nos 12 países estudados, 88 saíram na imprensa brasileira. Em segundo ficou a Índia, com 76 notícias, seguida por Austrália (40), Grã-Bretanha (39) e Itália (37).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O estudo se concentrou na imprensa do Brasil, Egito, México, Reino Unido,Vietnã, da Austrália, China, Índia, Itália, Nigéria, Rússia e dos Estados Unidos. No Brasil, foram examinadas notícias publicadas em páginas da internet e nos jornais Folha de S.Paulo e Super Notícia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O interesse da imprensa brasileira elevou para 5% a participação da América Latina entre os jornalistas registrados na conferência, segundo o estudo. Em 2007, no encontro de Bali (Indonésia), essa porcentagem foi de 1%, subindo para 3% no ano seguinte, em Poznan, na Polônia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A conferência foi considerada o evento não esportivo que mais atraiu jornalistas até hoje, cerca de 4 mil profissionais. A grande maioria (85%), de países desenvolvidos. Países em desenvolvimento levaram quase 600 jornalistas à capital da Dinamarca. Por outro lado, os países que menos espaço dedicaram à histórica reunião sobre mudança climática foram Nigéria, Rússia e Egito. (Fonte: Agência Brasil)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8061690042395195809-146493124636676196?l=cantodasustentabilidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cantodasustentabilidade.blogspot.com/feeds/146493124636676196/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8061690042395195809&amp;postID=146493124636676196&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8061690042395195809/posts/default/146493124636676196'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8061690042395195809/posts/default/146493124636676196'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cantodasustentabilidade.blogspot.com/2010/11/o-brasil-foi-o-pais-que-mais-publicou.html' title='O Brasil foi o país que mais publicou notícias sobre a Conferência do Clima, em Copenhague'/><author><name>Reinaldo Canto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12898880137063980975</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_29loQXKfdYY/SgFuHP9C0JI/AAAAAAAAABQ/0V8UZYL8EL8/S220/BOB+3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8061690042395195809.post-7794075287569624954</id><published>2010-11-08T12:10:00.000-08:00</published><updated>2010-11-08T12:32:20.115-08:00</updated><title type='text'>I SEMANA MAUÁ DE EDUCAÇÃO PARA A SUSTENTABILIDADE</title><content type='html'>EVENTO GRATUITO DE 9 A 11 DE NOVEMBRO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrições pelo site: http://www.maua.br/index/semana-da-sustentabilidade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;9 de novembro&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;PAINEL 1&lt;br /&gt;A ATUAÇÃO DAS OPERADORAS DE RODOVIAS&lt;br /&gt;SOBRE SUSTENTABILIDADE&lt;br /&gt;18h30 Credenciamento e Café&lt;br /&gt;19h OHL - Dr. Roberto de Barros Calixto&lt;br /&gt;ABCR - Eng. Eduardo Murgel&lt;br /&gt;ECORODOVIAS: Moisés Basilio - Ecólogo&lt;br /&gt;20h40 Debate&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;10 de novembro&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;PAINEL 2&lt;br /&gt;A AGENDA EMPRESARIAL PARA O FUTURO SUSTENTÁVEL&lt;br /&gt;13h30 Credenciamento e Café&lt;br /&gt;14h CPFL - Eng. Rodolfo Nardez Sirol&lt;br /&gt;SERASA EXPERIAN - Sr. Tomas Carmona&lt;br /&gt;LG - Eng. Robson Previatti&lt;br /&gt;15h40 Debate&lt;br /&gt;16h Coffee Break&lt;br /&gt;16h30 Delphi: Eng. Klaus Wagner Acerbi&lt;br /&gt;Banco do Brasil: Dr. Valdir Martins&lt;br /&gt;INSCREVA-SE&lt;br /&gt;PAINEL 3&lt;br /&gt;ESTILOS SUSTENTÁVEIS DE VIDA E&lt;br /&gt;RESPONSABILIDADE PESSOAL&lt;br /&gt;17h30 ECOPRÁTICO E SUSTENTÁCULOS&lt;br /&gt;Planetária Sol - Maria Zulmira - Felipe Aragonez&lt;br /&gt;18h20 Debate&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;PAINEL 4&lt;br /&gt;CINE REFLEXÃO - EXIBIÇÃO DO DOCUMENTÁRIO:&lt;br /&gt;MATRIZES LIMPAS - “ZUGZWANG”&lt;br /&gt;18h50 Credenciamento e Café&lt;br /&gt;19h20 Exibição e Debate&lt;br /&gt;SR. DUTO SPERRY - Diretor do Filme&lt;br /&gt;TRANSPETRO (a confirmar)&lt;br /&gt;ENVOLVERDE: Jorn. Reinaldo Canto&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;11 de novembro&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;PAINEL 5&lt;br /&gt;RECICLAGEM, REUSO E POLÍTICA DE RESÍDUOS&lt;br /&gt;8h50 Credenciamento e Café&lt;br /&gt;9H30 ABIPET&lt;br /&gt;ABIVIDRO&lt;br /&gt;ABRELPE: Dr. Odair Luiz Segantini&lt;br /&gt;10h40 Coffee Break&lt;br /&gt;11h30 ABINEE: Dr. André Saraiva&lt;br /&gt;INSTITUTO C.R.I.S.: Construções Sustentáveis - Arq. Frank Siciliano&lt;br /&gt;ECO DESIGN MAUÁ: Profª Claudia Facca&lt;br /&gt;12h30 Debate&lt;br /&gt;PAINEL 6&lt;br /&gt;O FUTURO DOS NOVOS NEGÓCIOS:&lt;br /&gt;EMPREENDIMENTOS SÓCIO-AMBIENTAIS&lt;br /&gt;14h Credenciamento e Café&lt;br /&gt;14h40 Palestra MAGNA: Publicitário Percival Caropreso:&lt;br /&gt;Comunicação Responsável&lt;br /&gt;15h40 Debate&lt;br /&gt;16h Coffee Break&lt;br /&gt;16h30 ÁGUAS CLARAS - VIVEIRO FLORESTAL: Eng. Marcos Barbosa&lt;br /&gt;IBF - Instituto Brasileiro de Florestas : Dr. Higino Martins de Aquino Jr.&lt;br /&gt;18h Debate&lt;br /&gt;PAINEL 7&lt;br /&gt;CINE REFLEXÃO - EXIBIÇÃO DO DOCUMENTÁRIO:&lt;br /&gt;ACIDIFICAÇÃO DOS OCEANOS - A SEA CHANGE (EUA)&lt;br /&gt;18h30 Credenciamento e Café&lt;br /&gt;19h20 GREENPEACE: Bióloga Leandra Gonçalves&lt;br /&gt;INMET - Instituto Nacional de Meteorologia:&lt;br /&gt;Meteorologista Marcelo Schneider&lt;br /&gt;21h10 Encerramento Mauá&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8061690042395195809-7794075287569624954?l=cantodasustentabilidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cantodasustentabilidade.blogspot.com/feeds/7794075287569624954/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8061690042395195809&amp;postID=7794075287569624954&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8061690042395195809/posts/default/7794075287569624954'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8061690042395195809/posts/default/7794075287569624954'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cantodasustentabilidade.blogspot.com/2010/11/i-semana-maua-de-educacao-para.html' title='I SEMANA MAUÁ DE EDUCAÇÃO PARA A SUSTENTABILIDADE'/><author><name>Reinaldo Canto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12898880137063980975</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_29loQXKfdYY/SgFuHP9C0JI/AAAAAAAAABQ/0V8UZYL8EL8/S220/BOB+3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8061690042395195809.post-3339962374167273597</id><published>2010-11-07T05:05:00.001-08:00</published><updated>2010-11-07T05:10:45.577-08:00</updated><title type='text'>COMENTÁRIO MIGUEL NICOLELIS</title><content type='html'>Enviei o artigo para o professor Miguel Nicolelis e reproduzo abaixo a sua resposta que me deixou muito agradecido e lisonjeado:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Prezado Sr. Reinaldo Canto,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitíssimo obrigado pela gentileza de me remeter o seu artigo. Certamente não creio que eu mereça toda essa deferência da sociedade brasileira, mas gostaria de lhe agradecer profundamente pelo apoio e por todo o trabalho em escrever o artigo.&lt;br /&gt;Um grande abraço,&lt;br /&gt;Miguel&lt;br /&gt;Sent via BlackBerry by AT&amp;T&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8061690042395195809-3339962374167273597?l=cantodasustentabilidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cantodasustentabilidade.blogspot.com/feeds/3339962374167273597/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8061690042395195809&amp;postID=3339962374167273597&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8061690042395195809/posts/default/3339962374167273597'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8061690042395195809/posts/default/3339962374167273597'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cantodasustentabilidade.blogspot.com/2010/11/comentario-miguel-nicolelis.html' title='COMENTÁRIO MIGUEL NICOLELIS'/><author><name>Reinaldo Canto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12898880137063980975</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_29loQXKfdYY/SgFuHP9C0JI/AAAAAAAAABQ/0V8UZYL8EL8/S220/BOB+3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8061690042395195809.post-6540570160170543500</id><published>2010-10-28T03:36:00.000-07:00</published><updated>2010-11-29T05:49:52.992-08:00</updated><title type='text'>COMENTÁRIOS</title><content type='html'>Compartilho aqui os comentários enviados ao site da Carta Capital em relação ao artigo PARIS HILTON E MIGUEL NICOLELIS:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pensador disse: &lt;br /&gt;21 de outubro de 2010 às 11:40&lt;br /&gt;Caro amigo: Você apenas sonhou um país em que as pessoas PENSASSEM! Mas este ainda é, infelizmente, o país (e o planeta) dos ídolos de barro…jogadores de futebol, Big Brothers, atores, atrizes, tiriricas…enfim, a nata do nada…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas quem sabe um dia a humanidade vai perceber quem tem conteúdo e quem é apenas aparência vazia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um abraço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Cleusa disse: &lt;br /&gt;21 de outubro de 2010 às 11:46&lt;br /&gt;É uma triste realidade que devemos lutar por mudanças! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Att.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Wilson disse: &lt;br /&gt;21 de outubro de 2010 às 11:56&lt;br /&gt;É amigo, nossa tarefa é transformar nossos grandes cientistas em CELEBRIDADES!&lt;br /&gt;Não dispensando Paris Hilton é claro. rsrsrsrsrs&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abraço&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Wilson&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Jorge disse: &lt;br /&gt;21 de outubro de 2010 às 12:01&lt;br /&gt;Infelizmente muita gente ainda tem preguiça de pensar! Mas vamos continuar sonhando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Frederico Firmo disse: &lt;br /&gt;21 de outubro de 2010 às 14:44&lt;br /&gt;Prezado amigo&lt;br /&gt;Como discordar concordando. Eu discordo por generalizar. Estou um pouco cansado de ouvir que o povo brasileiro, é isto, o povo brasileiro é aquilo, pois tudo que voce falou não vem realmente por causa do país ou do povo. Me parece que tudo isto vem de uma determinada classe que ainda domina não apenas a imprensa mas também os modos de expressão neste país. O povo e o país, não tem como se expressar, ou sendo menos radical tem muito poucos canais de expressão.Mas são estes que acreditam que o povo quer mais Paris Hilton do que Nicolelis (pergunte sobre ele no Rio Grande do Norte e verá o respeito do povo). Observe o reflexo disto na campanha. O candidato que se identifica com uma elite, inclusive que se pretende intelectual rebaixa a discussão política a um nível inimaginável. Questões fundamentalistas, preconceitos regionalismos factóides, são criados pois eles acreditam que o povo gosta disto. Mesmo tendo as respostas das pesquisas, insistem e sempre insistirão sobre esta mesma tonica. Não quero passar uma imagem idealizada do ṕovo, mas me parece que o problem maior vem da chamada elite. Esta sim se mostrou incompetente política, incompetente como gestora e irresponsável. Esta é a elite que sucateou as escolas a cultura a ciência e ao final e sempre evocam aofinasl, ” grand finale”, o povo brasileiro é o culpado por eu não saber gerir por eu não saber administrar, e por todos os meus fracassos. Como o seu candidato, eles sempre vão afirmar que são as vítimas.&lt;br /&gt;Nicolelis e seu trabalho não sai na capa das revistas porque com Lula e Haddad fez um artigo sobre os planos para educação científica, que foi publicado numa das revistas científicas mais importante do mundo (AScientific American) eu a vi na versão em ingles.Não sei se a publicaram aqui. Nicolelis não sai na midia pois declarou voto ao Lula. Mais uma vez estes fatos demonstram que a grande mídia, atropela os fatos e propagandiza apenas o que lhe é de interesse.&lt;br /&gt;POr isto eu discordo concordando. Eu concordo que esta elite infelizmente faz parte do Brasil, mas ela não é o Brasil. O Brasil é daquele povo que muitas vêzes não teve oportunidades, mas que assim mesmo criou um lider sindical que negociava de igual para igual com empresários e que se tornou presidente e que mostrou com seu sucesso a incompetência de uma elite que estava no poder desde Cabral.&lt;br /&gt;Portanto continuemos na luta da educação e das oportunidades que encontraremos o verdadeiro país por traz desta máscara e desta persona, que esta elite construiu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Adauto disse: &lt;br /&gt;22 de outubro de 2010 às 2:19&lt;br /&gt;Esse fato retrata a educação da minoria do povo brasileiro, pois, Paris Hilton é produto da classe elitista. Portanto, a maioria da população desconhece ambos, por sua vez, tive o conhecimento dos trabalhos Miguel Nicolelis através da TV Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Alex Siqueira disse: &lt;br /&gt;22 de outubro de 2010 às 15:26&lt;br /&gt;Nós, os brasileiros, começamos a muito pouco tempo a ter garantidos os direitos fundamentais à vida: como comida, trabalho, esperança,… É muito cedo querer nos responsabilizar pelos desvarios e ignonímias que uma parcela da população apregoa utilizando de meios sorrateiros e covardes. É verdade que estamos acostumados às novelas da vida real. Durante o espaço de quase 3 gerações só tivemos consolo no sonho da novela: todos já fomos a Escrava Isaura, a Rainha da Sucata e o coronel que enterrou a medalha querendo recuperar o filho morto na guerra, na Terra Nostra. Agora é que pudemos ter o primeiro vislumbre de cidadania, pelo crescimento econômico que absorveu a imensa massa de desempregados e subempregados. Agora já temos chinelo e feijão. Temos direito ao futuro, ao trabalho, á sermos gente. Não eramos. Não nos viam como gente. Queremos comida, diversão e arte. Queremos opções. E o mais grandioso disso, é que precisamos do metalúrgico pra ensinar que o mercado interno é quem mantém uma nação em pé.&lt;br /&gt;Ao insano de pankake nas olheiras: dêem-lhe seu Lexotan (mas com receita!).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Willian disse: &lt;br /&gt;22 de outubro de 2010 às 23:35&lt;br /&gt;Nicolelis é demais… simplesmente fantástico&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Bartira Lima disse: &lt;br /&gt;24 de outubro de 2010 às 10:01&lt;br /&gt;O que falta no nosso país são políticas de Educação, saúde, empregos e salários dígnos… O fato é que dar mais importancia à Paris Hilton mostra a “valorização do banal”. O que realmente faz Paris Hilton importante? É uma cientista, está engajada em ações sociais de valor…? Investir em Educação é perigoso para os políticos que desejam manipular o povo. Idolatrar pessoas como Paris Hilton demostra a ignorancia da populção, a qual deveria ter maiores e melhores condições de estudo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abaixo reproduzo os comentários sobre o artigo publicados na Envolverde:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sandra Cavalcante (sandracavalcante@uol.com.br)&lt;br /&gt;Parabéns, Reinaldo, pelo texto, concordo em tudo o que vc escreveu! Ainda bem que nosso gênio Nicolelis não está preocupado com reconhecimento popular e bajulação da mídia... mas que às vezes deve incomodar tanta inversão de valores e cegueira social, ah, isso deve...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Afonso do Carmo (afonso540@hotmail.com)&lt;br /&gt;Marx e Nietzsche já alertavam para este futuro no qual agora estamos nós. Marx: “tudo que é sólido desmancha no ar”; Nietzsche: “tudo está impregnado do seu contrário.” &lt;br /&gt;Quase quatro séculos antes de Cristo Platão escreveu o “Mito da caverna”. Na obra o filósofo demonstra que os homens vivem numa caverna, e tudo que percebem da realidade são sombras, inclusive de si mesmos, projetadas na parede do fundo pela luz que vem de trás.&lt;br /&gt;A partir da modernidade, pela supervalorização e idolatria às imagens, pela confusão entre “ser” e “representar”, a “caverna” de Platão se transformou no “espelho” do mundo. A “realidade” passa a ser “solidificada” a partir das imagens no fundo do espelho, pela grandiosidade dos espetáculos, pelo brilho dourado das aparências. Basta observar, p. ex., o sucesso do néon dos realities shows tipo “BB Brasil”. As mídias deitam e rolam na exploração da imbecilidade das massas. Quanto mais imbecil, mais útil ao sistema. &lt;br /&gt;Desse modo, o que o homem vive hoje é algo projetado a partir de si num cenário virtual. Não é o “ser” (o “que é”), mas a representação de algo externo ao “ser”. Trata-se do personagem que este homem representa no teatro do mundo, cujo cenário é o fundo ilusório do espelho. Por isso simulacros como Paris Hilton e Paulo Coelho fazem tanto sucesso mundo afora (eles aprenderam como brilhar no fundo do espelho).&lt;br /&gt;Esta é a raiz primeira de toda a infelicidade humana. O que, inclusive, levou Freud a declarar: “os homens optam pela infelicidade porque ela é mais fácil de suportar.”; ou Lacan: “a realidade é apenas para aqueles que não conseguem suportar o sonho”. Quando busca aperfeiçoar a imagem do seu personagem no espelho a partir dos modelos existentes no cenário, através da satisfação de necessidades “virtuais” (riqueza, poder, brilho, imagem), tudo que o homem faz é buscar alívio na exata origem do seu sofrimento. É como buscar repouso numa cama de pregos. Apegam-se às coisas voláteis e efêmeras da “realidade” (o fundo ilusório do espelho) e desprezam as coisas psiquicamente sólidas (ao que chamam “mundo dos sonhos” ou “dos loucos”). Esta “realidade” brilhante e atraente do espelho é explorada incondicionalmente, inclusive pelas religiões, para angariar fiéis.&lt;br /&gt;“Constrói a tua casa sobre a rocha, ou virão os ventos e as tempestades e a arrancarão, e a farão em pedaços.”&lt;br /&gt;É triste dizer, mas a espécie humana merece o sofrimento que lhe sobrevier. Na verdade este sofrimento não é obra do acaso. Ele é ardentemente desejado, planejado e construído, a partir da ignorância e do egoísmo dos homens, que marcham pela estrada do mundo como bois que berram alegremente a caminho do suplício. E por esta estrada vão pisoteando com inefável prazer todas as Verdades Eternas deixadas como flores à beira do caminho, pelos Grandes Mestres da Razão Universal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Marcos Ortiz (ortizgomes@uol.com.br)&lt;br /&gt;Muito importante sua brincadeira entre fatos e imaginação. Assim foi com Santos Dumont, Paulo Freire e outros inovadores deste país. Me recordo que no dia da morte de Paulo Freire, um jornal televisivo deu uma nota de 45 segundos, enquanto que naquela mesma semana exibiu incontáveis minutos das notícias da morte de Lady Di.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8061690042395195809-6540570160170543500?l=cantodasustentabilidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cantodasustentabilidade.blogspot.com/feeds/6540570160170543500/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8061690042395195809&amp;postID=6540570160170543500&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8061690042395195809/posts/default/6540570160170543500'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8061690042395195809/posts/default/6540570160170543500'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cantodasustentabilidade.blogspot.com/2010/10/comentarios.html' title='COMENTÁRIOS'/><author><name>Reinaldo Canto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12898880137063980975</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_29loQXKfdYY/SgFuHP9C0JI/AAAAAAAAABQ/0V8UZYL8EL8/S220/BOB+3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8061690042395195809.post-3545595997114036292</id><published>2010-10-21T13:30:00.000-07:00</published><updated>2010-10-22T15:38:20.245-07:00</updated><title type='text'>SAI LISTA DE FINALISTAS DO PRÊMIO ALLIANZ SEGUROS DE JORNALISMO</title><content type='html'>Nos dias 13, 14 e 18 de outubro, o Comitê de Seleção e Julgamento se reuniu em São Paulo para decidir os trabalhos finalistas. &lt;br /&gt;Os vencedores serão revelados em 9 de novembro, &lt;br /&gt;após votação do Júri de Premiação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na quarta edição do Prêmio Allianz Seguros de Jornalismo, os jurados tiveram a árdua tarefa de escolher os finalistas entre os mais de mil trabalhos inscritos. O Comitê de Seleção e Julgamento elegeu cinco trabalhos finalistas para cada uma das seis subcategorias do concurso. Todas as matérias foram escolhidas por votação, sem qualquer interferência ou participação da Allianz Seguros. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Prêmio, que tem como objetivo reconhecer matérias sobre Seguros e Sustentabilidade – Mudanças Ambientais, recebeu 1047 inscrições.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cada vez mais, o Prêmio ganha repercussão nacional: participaram do concurso jornalistas provenientes de 67 cidades brasileiras, com matérias publicadas entre 1º de outubro de 2009 e 10 de setembro de 2010. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A próxima etapa será feita pelo Comitê de Premiação, também formado por jornalistas, pesquisadores de instituições como INPE, Unicamp e Embrapa, professores universitários e profissionais especializados nos temas do concurso, que irão analisar a qualidade técnica e jornalística das matérias e decidir os primeiros colocados do Prêmio Allianz Seguros de Jornalismo. A divulgação dos vencedores acontece durante cerimônia de premiação, que será realizada em 9 de novembro, em São Paulo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FINALISTAS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tema Seguros &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cinco jurados especializados em Economia, Finanças e Seguros avaliaram as 300 matérias da categoria Linguagem Escrita e suas subcategorias Mídia Impressa e On-line Nacional e Regional; Mídia Impressa e On-line Especializada em Seguros; Mídia Impressa e On-line Especializada em Economia e Finanças. Os trabalhos finalistas são:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Categoria Linguagem Escrita  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1)     Mídia Impressa e Online Nacional e Regional&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Matéria&lt;br /&gt; Autor&lt;br /&gt; Coautores&lt;br /&gt; Veículo&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;“Além do Bolsa Família”&lt;br /&gt; Daniella Cornachione&lt;br /&gt; -&lt;br /&gt; Revista Época&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(São Paulo/SP)&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;“Elas querem seguros que tenham ‘cara de mulher’ ”&lt;br /&gt; Marcos Burghi&lt;br /&gt; -&lt;br /&gt; Jornal da Tarde&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(São Paulo/SP)&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;“Máfia do DPVAT”&lt;br /&gt; Dimitri Túlio&lt;br /&gt; Luiz Henrique Campos&lt;br /&gt; O Povo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Fortaleza/CE)&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;“Micro, inseguro e desconhecido”&lt;br /&gt; Marinella Castro&lt;br /&gt; Marta Vieira&lt;br /&gt; Estado de Minas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Belo Horizonte/MG)&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;“O seguro ideal para sua empresa”&lt;br /&gt; Mariana Iwakura&lt;br /&gt; -&lt;br /&gt; Pequenas Empresas &amp; Grandes Negócios (São Paulo/SP)&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2)     Mídia Impressa e Online Especializada em Seguros &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Matéria&lt;br /&gt; Autor&lt;br /&gt; Coautores&lt;br /&gt; Veículo&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;“Corretoras de seguro na mira dos investidores”&lt;br /&gt; Altamiro Silva Junior&lt;br /&gt; -&lt;br /&gt; Apólice&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(São Paulo/SP)&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;“Do popular ao micro”&lt;br /&gt; Caroline Rodrigues&lt;br /&gt; -&lt;br /&gt; Revista Cobertura&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(São Paulo/SP)&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;“Microsseguro vai ao encontro do seu público alvo”&lt;br /&gt; Márcia Alves&lt;br /&gt; -&lt;br /&gt; site CVG-SP&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(São Paulo/SP)&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;“O profissional dos novos tempos”&lt;br /&gt; Karin Fuchs&lt;br /&gt; -&lt;br /&gt; Revista Cobertura&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(São Paulo/SP)&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;“Seguro Ambiental:&lt;br /&gt;Acidentes tornam setor de seguros mais exigente”&lt;br /&gt; Aline Bronzati&lt;br /&gt; -&lt;br /&gt; Revista Apólice&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(São Paulo/SP)&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3)     Mídia Impressa e Online Especializada em Economia e Finanças&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Matéria&lt;br /&gt; Autor&lt;br /&gt; Coautores&lt;br /&gt; Veículo&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;“Empresas vão abolir o ‘segurês’ das apólices”&lt;br /&gt; Janes Rocha&lt;br /&gt; -&lt;br /&gt; Valor Econômico&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Rio de Janeiro/RJ)&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;“Especial:&lt;br /&gt;Orçamento menor freia expansão do seguro rural”&lt;br /&gt; Fabíola Gomes&lt;br /&gt; -&lt;br /&gt; Agência Estado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(São Paulo/SP)&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;“Estudo Exame de Seguros&lt;br /&gt;Surge um mercado bilionário”&lt;br /&gt; Giuliana Napolitano&lt;br /&gt; Guilherme Fogaça, Juliana Garçon e &lt;br /&gt;Soraia Abreu Pedroso&lt;br /&gt; Revista Exame&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(São Paulo/SP)&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;“Governo quer pôr a mão no seguro”&lt;br /&gt; Denise Bueno&lt;br /&gt; Aline Bronzati&lt;br /&gt; Revista Conjuntura Econômica – FGV&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(São Paulo/SP)&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;“Seguradoras vendem apólices em redes sociais e no Twitter”&lt;br /&gt; Thais Folego&lt;br /&gt; -&lt;br /&gt; Brasil Econômico&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(São Paulo/SP)&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tema Especial de Sustentabilidade – Mudanças Ambientais&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Neste tema, dividido nas categorias Linguagem Escrita e Linguagem Audiovisual, subcategorias Mídia Impressa e On-line Nacional e Regional, Mídia Eletrônica – Telejornalismo e Mídia Eletrônica – Radiojornalismo, 17 jurados foram responsáveis pela seleção dos 747 trabalhos inscritos. Veja o resultado abaixo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Categoria Mudanças Ambientais &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mídia Impressa e Online Nacional e Regional&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"A sangria do capital verde" (Especial - Desafios do Novo Presidente)&lt;br /&gt; Luciana Constantino&lt;br /&gt; Patricia Campos Mello, Afra Balazina, Herton Escobar, José Maria Tanazela, Fernanda Yoneya, Leandro Costa, Marta Salomon, Karina Ninni e Roldão Arruda&lt;br /&gt; O Estado de S. Paulo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(São Paulo/SP)&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;"Crescimento zero é bom?"&lt;br /&gt; Edson Porto&lt;br /&gt; -&lt;br /&gt; Época Negócios&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(São Paulo/SP)&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;"Desafios para o semiárido" (Série)&lt;br /&gt; Maristela Crispim&lt;br /&gt; Ângela Cavalcante, Armando de Oliveira Lima, Iracema Sales, Lêda Gonçalves, Lina Moscoso, Gustavo de Negreiros, Maurício Vieira e Samira de Castro&lt;br /&gt; Diário do Nordeste&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Fortaleza/CE)&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;"Elos Perdidos" (Série - Ano Internacional da Biodiversidade)&lt;br /&gt; Elisabeth Oliveira&lt;br /&gt; -&lt;br /&gt; Brasil Sustentável&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Rio de Janeiro/RJ)&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Especial Ártico - "No topo do mundo"&lt;br /&gt; Daniela Chiaretti&lt;br /&gt; -&lt;br /&gt; Valor Econômico&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(São Paulo/SP)&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Categoria Linguagem Audiovisual&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1)     Mudanças Ambientais – Telejornalismo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Matéria&lt;br /&gt; Autor&lt;br /&gt; Coautores&lt;br /&gt; Veículo&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;“Série – Amazônia”&lt;br /&gt; Tonico Ferreira&lt;br /&gt; Fernando Ferro, Ana Caroline Castro, Bárbara Bom Angelo, Fernando Guilherme, Fátima Ugatti, Maurício Prado, Adriano Sorrentino e Rodrigo Buzzeto&lt;br /&gt; TV Globo           Jornal Nacional&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(São Paulo/SP)&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;“Pecuária sustentável”&lt;br /&gt; Renata Maron&lt;br /&gt; Flávio Dias, Vicente Darde, Anderson Mendonça e Diego Mestiço&lt;br /&gt; Canal Rural          Bom Dia Campo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(São Paulo/SP)&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;“Projeto Mucky”&lt;br /&gt; Ariana Brunello Junqueiro Franco&lt;br /&gt; Marcos Antônio Cabral e Marco Antônio Lima Mathias&lt;br /&gt; Rede TV!             Good News&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(São Paulo/SP)&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;“Queimadas”&lt;br /&gt; Sônia Bridi&lt;br /&gt; Felipe Wainer, Julia Gutnik, Dimitri Caldeira e Paulo Zero&lt;br /&gt; TV Globo     Fantástico&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Rio de Janeiro/RJ)&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;“Série - Amazônia Urbana”&lt;br /&gt; Alberto Gaspar&lt;br /&gt; Laércio Domingues, Bárbara Bom Angelo, Márcia Dalprete, Marcelo Didino, Rubens Camargo e Fernando Nakajato&lt;br /&gt; TV Globo           Jornal Nacional&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(São Paulo/SP)&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2)     Mudanças Ambientais – Radiojornalismo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Matéria&lt;br /&gt; Autor&lt;br /&gt; Coautores&lt;br /&gt; Veículo&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;“Série - Água em São Paulo: como evitar o desperdício”&lt;br /&gt; Gabriel Prado&lt;br /&gt; -&lt;br /&gt; Rádio Bandeirantes&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(São Paulo/SP)&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;“A natureza cobra seu preço: O avanço do mar sobre a Terra dos homens”&lt;br /&gt; Joffre Bandeira de Melo Tenório&lt;br /&gt; -&lt;br /&gt; Rádio JC CBN (Recife/PE)&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;“Amazônia: Uma realidade distante de nós”&lt;br /&gt; Fabíola Cidral&lt;br /&gt; -&lt;br /&gt; Rádio CBN&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São Paulo/SP)&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;“Os efeitos do aquecimento global no Brasil”&lt;br /&gt; Fabiana Novello&lt;br /&gt; -&lt;br /&gt; Rádio CBN&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(São Paulo/SP)&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;“Série - Produtores de Esperança”&lt;br /&gt; Aline Louise&lt;br /&gt; -&lt;br /&gt; Rádio Inconfidência&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Belo Horizonte/MG)&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;JURADOS – Comitê de Seleção e Julgamento&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tema Seguros &lt;br /&gt;Linguagem Escrita&lt;br /&gt;(ordem alfabética)&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leandro Brixius&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É editor-assistente de Economia do Jornal do Comércio de Porto Alegre. Brixius é mestre em Ciências da Comunicação pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS), e graduado em Jornalismo pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, UFRGS. Além da vasta experiência em mídia impressa, tem passagens por rádios como a Rádio Gaúcha e por telejornais, como o da TV Guaíba, ambas em Porto Alegre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Marlene Jaggi  &lt;br /&gt; Com mais de 30 anos de experiência em jornalismo econômico, Marlene é atualmente colaboradora  do jornal Valor Econômico. Já atuou em veículos como Pequenas Empresas &amp; Grandes Negócios, Gazeta Mercantil e O Estado de S. Paulo, onde fez parte do grupo que lançou o Caderno de Economia. Também foi a idealizadora da coluna “Seus Direitos”, de Defesa do Consumidor, mantida até hoje pelo jornal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Silvana Mautone&lt;br /&gt; Recém chegada dos Estados Unidos, onde fez cursos na área de Relações Internacionais na New York University (NYU), Silvana é jornalista e historiadora pela USP e atua na área econômica há 15 anos, passando por redações como Época Negócios, Exame, Pequenas Empresas &amp; Grandes Negócios, Gazeta Mercantil, Folha de S. Paulo e, mais recentemente, no UOL Economia. Participou também de cursos na LSE - London School of Economics and Political Science, na Inglaterra.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Vania Mezzonato&lt;br /&gt; Há 17 anos atua com publicações do mercado de seguros: é editora da Revista Previdência &amp; Seguros, do Sincor-RJ, e responsável pela produção da Revista de Seguros, da CNSeg. Trabalhou em grandes redações, como o Jornal O Globo, Folha de S. Paulo e Revista Veja. Há 20 anos comanda a Via Texto, agência especializada na geração de conteúdo jornalístico e de marketing, que presta serviços para os jornais O Globo e Extra, entre outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Wagner Roque&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Formado em Jornalismo pela PUC-SP, tem MBA em Economia e Finanças pela FAAP e é pós-graduado em Gestão de Negócios pelo Senac. Trabalhou por 13 anos na revista Pequenas Empresas &amp; Grandes Negócios e já foi vencedor dos prêmios AGF Seguros de Jornalismo (2007) e ABF Destaque Franchising (2009). Atualmente é sócio da Sagarana Criação de Conteúdo, coautor do livro Como montar seu próprio negócio e palestrante na área de empreendedorismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tema Especial de Sustentabilidade – Mudanças Ambientais&lt;br /&gt;Júri técnico-científico&lt;br /&gt;(ordem alfabética)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Fernando Ramos &lt;br /&gt;(Linguagem Escrita)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Pesquisador do Centro de Ciência do Sistema Terrestre do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (CCST/INPE).  Ramos foca seus estudos em energia e meio ambiente. Participante dos projetos SWERA e SONDA, ele também já integrou o Programa Antártico Brasileiro. Formado em Física, mestre em Tecnologia Nuclear e doutor em Geofísica Espacial além de especialista em medidas de campo aplicadas ao setor energético e em levantamento de energia solar e eólica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Gilvan Sampaio &lt;br /&gt;(Linguagem Escrita)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Pesquisador do Grupo de Interações Biosfera-Atmosfera da Divisão de Sistemas Naturais do Centro de Ciência do Sistema Terrestre (CCST), do INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), Gilvan estuda os impactos do desmatamento da Amazônia no clima. Doutor e mestre em Meteorologia pelo INPE com experiência em Geociências, focada em Meteorologia, Estudos de Fenômenos Climáticos e Mudanças Climáticas. É autor de livros sobre os fenômenos El Niño e La Niña, mudanças climáticas e aquecimento global além de artigos científicos nacionais e internacionais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hilton Silveira&lt;br /&gt;( Linguagem Audiovisual)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Professor do Instituto de Biologia e diretor associado do Centro de Pesquisas Meteorológicas Aplicados à Agricultura da Unicamp - Cepagri. É formado pela ESALQ/USP, com pós-doutorado na Universidade de Guelph, Canadá. Foi assessor da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo; do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento; e do Ministério da Ciência e Tecnologia. Coordena 27 projetos de pesquisas com financiamentos nacionais e Internacionais. Tem publicado 59 artigos científicos em periódicos e 20 capítulos de livros. Recebeu três prêmios de méritos científicos. Em parceria com a Embrapa, coordena os trabalhos oficiais sobre mudança do clima e a agricultura do Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tema Especial de Sustentabilidade – Mudanças Ambientais&lt;br /&gt;Linguagem Escrita&lt;br /&gt;Júri especializado em Sustentabilidade e Jornalismo&lt;br /&gt;(ordem alfabética)&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Carmen Nascimento&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Jornalista, desde 2004 atua em sustentabilida
